O Met Gala, organizado pelo Metropolitan Museum of Art, é o mais mediático evento anual da indústria da moda e tem como principal objetivo angariar fundos para o Costume Institute. Realizado desde 1948, a iniciativa evoluiu de um jantar exclusivo para uma gala de moda repleto de celebridades se cruzam, sob a curadoria de Anna Wintour, diretora editorial da Vogue.
A edição de 2026, que decorreu a 4 de maio, teve como tema “Costume Art”, acompanhado pelo dress code “Fashion is Art”. A proposta desafiou designers e convidados a pensar o vestuário como uma extensão artística do corpo, explorando proporção, silhueta, construção e movimento, em diálogo com referências da história da arte. A exposição associada procurou precisamente estabelecer essa ligação entre peças de vestuário e obras artísticas, analisando a forma como o corpo vestido se insere na cultura visual.
A noite contou com Beyoncé, Nicole Kidman e Venus Williams como co-chairs, ao lado de Anna Wintour. Ainda assim, a edição deste ano não ficou imune à controvérsia. O envolvimento de Jeff Bezos, fundador da Amazon e um dos principais patrocinadores, gerou críticas públicas e apelos ao boicote por parte de ativistas e figuras conhecidas, trazendo uma dimensão política e social a um evento tradicionalmente centrado na estética e na criatividade.
Texto original aqui. Artigo traduzido e editado por Paulo Marmé.












































































