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	<title>Nilza Rodrigues, Author at Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Oct 2026 08:43:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Nilza Rodrigues, Author at Forbes Portugal</title>
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	<item>
		<title>Nearing Visabeira compra posição maioritária na Anywind</title>
		<link>https://www.forbespt.com/nearing-visabeira-compra-posicao-maioritaria-na-anywind/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 07:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[renovaveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nearing Visabeira deu mais um passo na sua estratégia de crescimento internacional ao assumir uma posição maioritária na Anywind, empresa especializada em soluções para energia eólica, numa operação que reforça significativamente a presença do grupo no setor das energias renováveis. A aquisição representa uma das mais relevantes movimentações estratégicas da subsidiária do Grupo Visabeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nearing Visabeira deu mais um passo na sua estratégia de crescimento internacional ao assumir uma posição maioritária na Anywind, empresa especializada em soluções para energia eólica, numa operação que reforça significativamente a presença do grupo no setor das energias renováveis.</p>
<div>
<p>A aquisição representa uma das mais relevantes movimentações estratégicas da subsidiária do Grupo Visabeira nos últimos anos, consolidando a sua capacidade para responder à crescente procura mundial por infraestruturas ligadas à transição energética. Com esta operação, a Nearing Visabeira passa a integrar uma empresa com 23 anos de experiência na engenharia e gestão do ciclo de vida de ativos renováveis, assumindo a Anywind um papel central na execução e desenvolvimento de projetos eólicos onshore e offshore em vários mercados internacionais.</p>
<p>A aposta surge num momento em que a energia eólica continua a afirmar-se como um dos pilares da descarbonização da economia global, levando operadores, governos e investidores a acelerar projetos de produção renovável em larga escala.</p>
<p>&#8220;A entrada da Nearing Visabeira representa um momento decisivo para a Anywind. Esta parceria reforça a nossa ambição de expandir internacionalmente e desenvolver novas capacidades, mantendo o compromisso com serviços especializados e de elevada qualidade no setor da energia eólica&#8221;, afirmam José Almeida e António Patrício, fundadores da Anywind, que permanecem na estrutura acionista e na liderança da empresa.</p>
<h6>Uma plataforma integrada para a nova economia da energia</h6>
<p>A integração da Anywind permite à <a href="https://www.forbespt.com/nearing-visabeira-atinge-recorde-de-vendas-e-ganha-reforco-de-investimento-da-goldman-sachs/">Nearing Visabeira</a> acrescentar competências especializadas em todas as fases de desenvolvimento dos ativos renováveis, desde a consultoria e engenharia até à instalação, operação, manutenção e desmantelamento de infraestruturas.</p>
<p>A empresa dispõe ainda de competências em armazenamento de energia, ligação à rede elétrica, evacuação e injeção de eletricidade, áreas consideradas essenciais para responder aos desafios da nova geração de projetos renováveis.</p>
<p>Na prática, a operação cria uma oferta integrada capaz de acompanhar clientes em toda a cadeia de valor da energia eólica, fortalecendo o posicionamento do grupo junto de utilities, promotores energéticos e clientes industriais.</p>
<p>Para Nuno Terras Marques, CEO da Nearing Visabeira, a aquisição marca mais uma etapa na construção de uma plataforma internacional de referência. &#8220;É com enorme satisfação que damos as boas-vindas à Anywind à Nearing Visabeira. Esta aquisição representa mais um passo importante na concretização da nossa estratégia de crescimento e diversificação no setor da energia, reforçando a nossa ambição de construir uma plataforma internacional de referência na prestação de serviços para as energias renováveis&#8221;, afirma o gestor. O responsável destaca ainda que &#8220;a experiência técnica, a presença internacional e a abrangência das competências da Anywind complementam as nossas capacidades e permitem-nos alargar a oferta de soluções aos nossos clientes, consolidando o nosso posicionamento num setor com elevado potencial de crescimento e um papel determinante na transição energética&#8221;.</p>
<h6>Europa no radar</h6>
<p>A operação reforça igualmente a presença da <a href="https://www.forbespt.com/nearing-visabeira-atinge-recorde-de-vendas-e-ganha-reforco-de-investimento-da-goldman-sachs/">Nearing Visabeira</a> em alguns dos mais importantes mercados europeus de energia renovável. A Anywind conta já com atividade consolidada em países como Espanha, França, Bélgica, Países Baixos, Alemanha e Croácia, mercados considerados estratégicos para o crescimento do setor eólico europeu.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a empresa beneficiará da escala internacional da Nearing Visabeira, que opera atualmente em 11 países e emprega mais de 8 mil colaboradores, mantendo, contudo, a sua identidade técnica, equipa de gestão e especialização setorial. O objetivo é claro: acelerar o crescimento internacional, ampliar a capacidade de execução e responder à próxima vaga de investimento em infraestruturas de energia limpa.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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		<title>Obama em Lisboa: “IA vai mudar a economia. Liderança continuará a ser humana”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/obama-em-lisboa-ia-vai-mudar-a-economia-lideranca-continuara-a-ser-humana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2026 11:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num diálogo com o empresário português Ricardo Parreira, o antigo Presidente dos Estados Unidos traçou um retrato dos desafios que marcarão a próxima década, da inteligência artificial à geopolítica, da liderança ao futuro da democracia. A principal conclusão da conversa foi clara: embora a tecnologia esteja a avançar a um ritmo sem precedentes, as competências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Num diálogo com o empresário português Ricardo Parreira, o antigo Presidente dos Estados Unidos traçou um retrato dos desafios que marcarão a próxima década, da inteligência artificial à geopolítica, da liderança ao futuro da democracia. A principal conclusão da conversa foi clara: embora a tecnologia esteja a avançar a um ritmo sem precedentes, as competências que determinarão o sucesso das organizações e das sociedades continuarão a ser profundamente humanas.</p>
<div>
<p>Obama acredita que os próximos cinco a dez anos poderão trazer mais mudanças económicas do que a maioria das pessoas está preparada para compreender. Recordando o início da revolução digital, falou dos primeiros contatos com figuras como Mark Zuckerberg e Elon Musk, numa altura em que as empresas tecnológicas ainda estavam longe da influência que hoje exercem. A velocidade com que os smartphones se tornaram universais serve, na sua perspectiva, como exemplo da rapidez com que a inovação pode transformar a sociedade. Mas considera que a inteligência artificial terá um impacto ainda mais acelerado.</p>
<p>&#8220;A automação transformou as fábricas. A inteligência artificial vai transformar o trabalho do conhecimento.&#8221; Para Obama, profissões como a advocacia, a contabilidade, a medicina ou a programação verão uma parte significativa das suas funções ser executada por sistemas inteligentes capazes de processar informação e gerar respostas a uma velocidade impossível para qualquer ser humano.  O desafio passa agora por garantir que os benefícios dessa transformação não ficam concentrados em poucos atores económicos.</p>
<h6>O valor das profissões que as máquinas não conseguem replicar</h6>
<p>Paradoxalmente, quanto mais sofisticada se tornar a tecnologia, maior poderá ser o valor das capacidades exclusivamente humanas. Obama destacou áreas como a educação, a saúde e o cuidado social para ilustrar essa realidade. Um professor não transmite apenas informação. Um enfermeiro não executa apenas procedimentos. Ambos desempenham funções baseadas na confiança, na empatia e na capacidade de criar relações humanas &#8220;Um bom professor dá confiança a uma criança. Um enfermeiro transmite segurança a um doente.&#8221; Na sua visão, as economias terão de reavaliar a forma como valorizam estas profissões. Durante décadas, setores ligados ao cuidado e à educação foram frequentemente subvalorizados porque o seu impacto é difícil de medir em indicadores financeiros imediatos. No entanto, poderão revelar-se cada vez mais importantes à medida que a automação avança.</p>
<h6>O julgamento humano continuará a ser decisivo</h6>
<p>Um dos momentos mais relevantes da conversa surgiu quando Obama distinguiu inteligência de sabedoria. As máquinas podem superar os humanos em cálculo, análise de dados ou programação. Podem resolver problemas complexos e aprender a um ritmo exponencial. Mas continuam incapazes de tomar decisões que envolvem valores, princípios morais ou prioridades humanas. Foi nesse contexto que recordou um dos dilemas mais difíceis da sua presidência: a guerra na Síria. Perante o sofrimento da população síria, a pressão internacional, os limites do direito internacional e as restrições impostas pela Constituição norte-americana, não existia uma resposta perfeita. Existia apenas a necessidade de ponderar múltiplos fatores e assumir responsabilidades.</p>
<p>&#8220;Não se pode colocar esse tipo de decisão dentro de um algoritmo.&#8221; A mesma lógica aplica-se à utilização de armas nucleares. Obama defendeu que decisões dessa natureza nunca podem ser entregues a sistemas automatizados e devem permanecer sob controlo humano.  Para gestores e líderes empresariais, a mensagem é igualmente relevante. À medida que a inteligência artificial passa a executar tarefas técnicas, o verdadeiro valor da liderança reside cada vez mais na capacidade de interpretar contextos, avaliar riscos e tomar decisões em ambientes de incerteza.</p>
<p>Outro dos alertas deixados pelo antigo Presidente norte-americano centrou-se nos riscos associados ao desenvolvimento da IA. Obama reconheceu o enorme potencial da tecnologia, mas manifestou preocupação com a ausência de mecanismos de segurança adequados. Referiu cenários relacionados com ciberataques, infraestruturas críticas e até riscos biológicos decorrentes da utilização indevida de modelos avançados de inteligência artificial Na sua perspectiva, os Estados Unidos e a China, os dois países mais avançados nesta área, terão inevitavelmente de encontrar formas de cooperação regulatória. O problema, acrescentou, é que essa coordenação terá de acontecer num período marcado por desconfiança estratégica entre as duas potências.</p>
<h6>Liderar num mundo mais rápido e mais fragmentado</h6>
<p>Na parte final da conversa, Obama largou a discussão para a esfera política e social. Segundo defendeu, a combinação entre tecnologia, globalização e instabilidade económica está a criar sentimentos de insegurança que frequentemente alimentam nacionalismos, tribalismos e formas de polarização social. Sempre que as sociedades procuram afirmar-se contra outras, lembra, a História mostra que o resultado tende a ser conflito.</p>
<p>Foi neste contexto que apresentou aquilo que poderá ter sido a sua principal mensagem a noite. &#8220;O que precisamos são líderes que representem o seu povo e valorizem a sua cultura e a sua história, mas que reconheçam também que os outros povos têm esperanças e sonhos semelhantes aos nossos.&#8221; Para Obama, a liderança moderna exige simultaneamente identidade e abertura, interesse nacional e cooperação internacional.</p>
<h6>A lição para os líderes empresariais</h6>
<p>Num evento dedicado à transformação, inovação e liderança, a reflexão de Obama acabou por ir além da tecnologia. A inteligência artificial poderá redefinir indústrias inteiras. Poderá alterar mercados de trabalho, cadeias de valor e modelos económicos. Mas as organizações que prosperarem serão aquelas que conseguirem combinar tecnologia com visão, eficiência com propósito e inovação com responsabilidade. Numa era em que quase tudo poderá ser automatizado, a vantagem competitiva mais importante poderá continuar a ser a mais antiga de todas: a capacidade humana de fazer julgamentos difíceis, construir confiança e mobilizar pessoas em torno de uma visão comum.</p>
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		<title>Oh Captain, My Captain: entre o direito de partir e o dever de ficar</title>
		<link>https://www.forbespt.com/oh-captain-my-captain-entre-o-direito-de-partir-e-o-dever-de-ficar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 09:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vou começar com uma declaração de princípio. Sou admiradora de Cristiano Ronaldo. Não de hoje. Não por conveniência. Não porque seja popular dizê-lo. Sou admiradora desde os primórdios da minha carreira, quando um jovem madeirense começava a conquistar o mundo e nós, portugueses, começávamos a perceber que tínhamos entre nós alguém verdadeiramente extraordinário. Por isso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vou começar com uma declaração de princípio.</p>
<p>Sou admiradora de Cristiano Ronaldo. Não de hoje. Não por conveniência. Não porque seja popular dizê-lo. Sou admiradora desde os primórdios da minha carreira, quando um jovem madeirense começava a conquistar o mundo e nós, portugueses, começávamos a perceber que tínhamos entre nós alguém verdadeiramente extraordinário.</p>
<p>Por isso, confesso alguma inquietação perante a facilidade com que muitos decidiram julgá-lo nas últimas horas.</p>
<p>Cristiano abandonou a concentração da Seleção. Os factos são conhecidos. O que não conhecemos são as razões. E essa deveria ser a primeira lição de prudência antes de começarmos a distribuir sentenças, indignações e condenações públicas.</p>
<p>Vivemos numa época em que todos exigem explicações imediatas, mas raramente aguardam pelos factos. E os factos, neste caso, ainda não são todos conhecidos. Sabemos apenas que estamos a falar do maior jogador da história do futebol português. Um dos maiores atletas de todos os tempos. Um homem que durante mais de duas décadas carregou às costas uma bandeira que nunca deixou cair.</p>
<p>Por isso pergunto: será assim tão difícil conceder-lhe o benefício da dúvida?</p>
<p>Há quem invoque o argumento da igualdade. Que ninguém está acima da Seleção. A velha e obsoleta ladainha de que as regras são iguais para todos.  Mas a verdade é que nunca foram.</p>
<p>Não tratamos José Saramago como tratamos um escritor comum.</p>
<p>Não tratamos Amália Rodrigues como tratamos uma fadista qualquer.</p>
<p>Não tratamos Luís de Camões como tratamos um poeta qualquer.</p>
<p>E não tratamos Cristiano Ronaldo como tratamos um jogador qualquer.</p>
<p>Isto não significa impunidade. Significa reconhecimento.</p>
<p>Reconhecimento de mérito. Reconhecimento de impacto. Reconhecimento de uma vida inteira dedicada à excelência. A igualdade não consiste em fingir que todos deram o mesmo. A verdadeira justiça consiste em reconhecer que nem todos contribuíram da mesma forma.</p>
<p>Cristiano Ronaldo deu a Portugal algo que nenhum regulamento, nenhum treinador e nenhuma direção federativa alguma vez conseguirão reproduzir. Visibilidade. Reputação. Orgulho.</p>
<p>Sei do que falo. Viajo pelo mundo e não há quem não me fale dele além-fronteiras.  Em Nova Iorque, em Paris, no Dubai, em Londres, há sempre alguém que, ao ouvir a palavra Portugal, responde imediatamente: Cristiano Ronaldo.</p>
<p>Durante anos, para muitos estrangeiros, o nosso país resumia-se a uma insignificância no extremo da Europa. Hoje é um país reconhecido globalmente. Naturalmente que essa transformação não se deve apenas a Ronaldo. Mas negar o seu contributo seria negar a evidência.</p>
<p>O futebolista tornou-se marca. A marca tornou-se embaixador. E o embaixador tornou-se um dos mais eficazes instrumentos de projeção internacional que Portugal alguma vez conheceu. Atraiu turistas. Projetou empresas. Valorizou a imagem do país. Inspirou milhões.</p>
<p>Levou Portugal a geografias que nunca teríamos alcançado apenas através da política, da diplomacia ou da economia.</p>
<p>Por isso, antes de gritarmos &#8220;abandono&#8221;, talvez devêssemos perguntar o que levou um homem que sempre colocou a Seleção no topo a tomar uma decisão tão drástica.</p>
<p>Porque há momentos na vida em que partir exige mais coragem do que ficar. No fim de contas, estamos a falar de dez minutos. Dez minutos de futebol. Dez minutos que, segundo muitos, justificariam toda esta polémica.  Que quem manda é o treinador. Tudo certo. Mas o treinador prometeu e não cumpriu. Duas vezes. Que Cristiano jogaria e não jogou. Que pediria desculpas (até agora não foi desmentido) e não pediu. Dizem que o fez ao seu jeito. Não há jeitos. Há uma única forma de o fazer. E é direto e claro, aliás, como ele é conhecido. Sem papas na língua.</p>
<p>Há jogos que se ganham dentro de campo. E há outros que se ganham fora dele.</p>
<p>Nesta fase da sua carreira, Cristiano Ronaldo não merece ser alvo de um apedrejamento mediático. Merece respeito. Merece gratidão. Merece que o escutemos antes de o julgarmos.</p>
<p>O capitão está de saída. E devíamos ser os primeiros a ajudá-lo a sair com a dignidade que merece, primeiro porque do ponto de vista humano, não é fácil este deixar ir. E depois, porque tem muito ainda para dar fora dos campos.</p>
<p>Portugal, não havia necessidade! Cristiano, no coração de muitos, serás sempre o “captain” do poema de Walt Whitman, uma inspiração de disciplina, excelência e amor à camisola.</p>
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		<title>Quando os afetos sobem ao palco</title>
		<link>https://www.forbespt.com/quando-os-afetos-sobem-ao-palco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 19:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo começou dias antes, de forma simples, quase desarmante. Uma mensagem de WhatsApp: &#8220;Quero-te comigo&#8221;. Não era um convite protocolar. Não vinha acompanhado de cargos, formalidades ou listas de convidados ilustres. Era apenas isso: um pedido de presença. E talvez tenha sido exatamente esse o tom de toda a cerimónia. No salão de um hotel [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começou dias antes, de forma simples, quase desarmante. Uma mensagem de WhatsApp: &#8220;Quero-te comigo&#8221;. Não era um convite protocolar. Não vinha acompanhado de cargos, formalidades ou listas de convidados ilustres. Era apenas isso: um pedido de presença. E talvez tenha sido exatamente esse o tom de toda a cerimónia.</p>
<div>
<p>No salão de um hotel lisboeta, num fim de tarde de setembro, as crianças circulavam livremente entre as cadeiras. O violão de Tonecas Prazeres dava música à tarde. Havia amigos, família, abraços demorados, gente que se conhecia há décadas e gente que se reconhecia pelo afeto. Tudo parecia acontecer ao sabor da vida, sem a rigidez dos eventos cuidadosamente coreografados que tantas vezes enchem as agendas institucionais. O livro era o centro da celebração. Alda, a menina que amava as palavras. Mas não era o único protagonista.</p>
<p>Ao longo de um discurso profundamente pessoal, Solange Salvaterra fez o que raramente se vê em cerimónias públicas: recusou a tentação dos nomes sonantes, dos agradecimentos formais ou da enumeração de títulos. Preferiu falar da mãe. Do pai. Do irmão. Dos sobrinhos. Dos amigos de uma vida inteira. Preferiu falar dos cheiros que a construíram enquanto pessoa: o cheiro do colo materno, da educação, da solidariedade, da dignidade e do amor.</p>
<p>O seu discurso foi, em muitos momentos, uma homenagem à família antes de ser uma apresentação literária. E foi também, muito,  uma viagem às origens.</p>
<p>Falou da mãe, Didi, cuja ausência continua a ocupar um lugar enorme na sua presença. Falou do pai, exemplo de integridade e dedicação à educação. Falou dos irmãos, do filho, dos amigos que escolheu como família. Falou de São Tomé e Príncipe, da memória coletiva e da urgência de preservar histórias para as gerações futuras.</p>
<p>Tudo isso desembocava naturalmente na figura de Alda do Espírito Santo, a mulher que inspira o livro e cuja vida atravessa a história contemporânea de São Tomé e Príncipe. Poetisa, educadora, nacionalista, revolucionária e defensora da dignidade humana, Alda surge na obra como a menina que amava as palavras, muito antes de se tornar uma das grandes referências da identidade são-tomense.</p>
<p>E enquanto falava do livro foi chamando pessoas ao palco. Sem guião. ao sabor do momento.  Sem cerimónia. Sem distância. E, inesperadamente, chamou-me também.</p>
<p>Fê-lo para agradecer uma homenagem que um dia lhe prestei. Mal sabe que é o inverso.. Afinal, foi Solange quem esteve na primeira fila desde a primeira edição do Forbes Portugal Women Summit, como esteve em tantas outras ocasiões, sempre disponível para dizer o que pensa, para desafiar consensos e para participar na conversa. Sempre presente. Foi ela que inspirou, há 40 anos a obra Uma aventura no deserto. Já era uma menina inquieta, curiosa e apaixonada pela escrita. Era impossível não perceber que a mulher que hoje apresentava um livro sobre Alda do Espírito Santo continua a ser, em muitos aspetos, essa mesma menina.</p>
</div>
<div>
<p>No final, o que ficou não foi apenas a história de Alda. Foi a história da santomense Solange. E a forma como escolheu contá-la. Com lágrimas, risos, música, crianças a correr entre cadeiras e uma declaração simples que resumiu toda a tarde: &#8220;Quero-te comigo.&#8221;</p>
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		<title>Portugal já deu o OK. Angola ainda decide saída histórica do BPI do BFA</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-ja-deu-o-ok-angola-ainda-decide-saida-historica-do-bpi-do-bfa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 09:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O BPI está mais perto de concluir a venda da participação de 33,35% que detém no Banco de Fomento Angola (BFA), numa operação que poderá atingir 432 milhões de euros. Embora o processo já tenha avançado do lado português, a concretização do negócio continua dependente da aprovação das autoridades angolanas, com o Banco Nacional de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O BPI está mais perto de concluir a venda da participação de 33,35% que detém no Banco de Fomento Angola (BFA), numa operação que poderá atingir 432 milhões de euros. Embora o processo já tenha avançado do lado português, a concretização do negócio continua dependente da aprovação das autoridades angolanas, com o Banco Nacional de Angola (BNA) a assumir um papel decisivo.</p>
<div>
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<p>O banco português anunciou ter celebrado um acordo para alienar a totalidade da sua posição no BFA à Congolian Financial Services Angola (CFSA), num dos mais relevantes negócios envolvendo o setor financeiro lusófono nos últimos anos. No entanto, apesar de o entendimento entre as partes já estar fechado, a operação permanece sujeita ao cumprimento de várias condições regulatórias em Angola.</p>
<p>Mais do que uma simples transação financeira, o negócio assinala o fim de uma presença histórica do BPI num dos seus mais importantes investimentos internacionais. Durante décadas, o BFA foi um ativo estratégico para o banco português, chegando a contribuir de forma significativa para os resultados do grupo em diferentes momentos da sua trajetória.</p>
<p>A concretização do acordo depende, em primeiro lugar, da não oposição do Banco Nacional de Angola. O regulador bancário angolano terá uma palavra determinante sobre a transferência da participação, numa decisão acompanhada de perto pelo mercado dada a relevância do BFA no sistema financeiro nacional.</p>
<p>Além disso, a Comissão do Mercado de Capitais (CMC) deverá pronunciar-se sobre a operação, nomeadamente quanto à eventual obrigação de lançamento de uma oferta pública de aquisição sobre o restante capital do banco. Até que todos os pareceres e autorizações sejam emitidos, a venda não poderá ser considerada concluída.</p>
<p>O preço acordado inclui uma tranche inicial de 345 milhões de euros a liquidar no fecho da operação, acrescida de uma parcela diferida de cerca de 43,5 milhões de euros. O acordo contempla ainda uma componente variável associada aos dividendos referentes ao exercício de 2026, o que poderá elevar o valor total do negócio para aproximadamente 432 milhões de euros.</p>
<p>Segundo informação divulgada pelo BPI, a participação no BFA encontrava-se contabilizada por cerca de 379 milhões de euros em junho deste ano. Considerando apenas as componentes fixas do negócio, a operação deverá gerar um impacto positivo nos capitais próprios do banco.</p>
<p>O acordo está assinado, Portugal já deu o seu aval, mas a decisão final continua nas mãos das autoridades angolanas. Até lá, o adeus do BPI ao BFA permanece por confirmar.</p>
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<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/portugal-ja-deu-o-ok-angola-ainda-decide-saida-historica-do-bpi-do-bfa/">Portugal já deu o OK. Angola ainda decide saída histórica do BPI do BFA</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Narana Coissoró e a minha eterna Goa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/narana-coissoro-e-a-minha-eterna-goa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 23:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde menina que ouço o nome de Narana Coissoró.</p>
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<p>Cresci numa família goesa onde Goa nunca foi apenas um lugar no mapa. Era uma presença constante nas conversas, nas memórias partilhadas à mesa, nas histórias de quem viveu entre dois mundos e soube fazer deles uma só identidade. E, entre os nomes que surgiam com respeito e admiração, havia um que regressava frequentemente: Narana Coissoró.</p>
<p>Muito antes de compreender a dimensão do académico, do jurista, do professor ou do político, já conhecia a importância do homem. Para quem tem raízes goesas, Narana Coissoró era mais do que uma figura pública. Era um motivo de orgulho. A prova de que um filho de Goa podia alcançar os mais altos patamares da vida intelectual e política portuguesa sem nunca renunciar às suas origens.</p>
<p>Por isso, a notícia da sua morte, aos 94 anos, tem para mim um significado particular.</p>
<p>Portugal perde uma referência da sua democracia. Goa perde um dos seus filhos mais ilustres. E todos perdemos uma voz de rara inteligência, cultura e elegância.</p>
<p>Nascido em Goa, em 1931, Narana Coissoró construiu um percurso extraordinário. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, doutorou-se em Londres, tornou-se professor catedrático e dedicou décadas da sua vida ao ensino, à investigação e ao serviço público. Foi deputado em várias legislaturas, liderou a bancada parlamentar do CDS durante mais de uma década e viria a assumir também as funções de vice-presidente da Assembleia da República.</p>
<p>Mas os cargos, por mais relevantes que sejam, não explicam totalmente a sua importância.</p>
<p>Narana Coissoró pertenceu a uma geração que ajudou a consolidar a democracia portuguesa e que acreditava que a política podia ser um espaço de ideias, de convicções e de elevação intelectual. Era respeitado pelos seus aliados e pelos seus adversários. Tinha a firmeza de quem defendia aquilo em que acreditava, mas também a capacidade, cada vez mais rara, de debater sem hostilidade e discordar sem destruir. Ao mesmo tempo, nunca deixou para trás Goa.</p>
<p>Levou-a consigo para as universidades, para o Parlamento, para os livros e para as instituições a que esteve ligado. Como académico e presidente do Instituto do Oriente, contribuiu para aprofundar a compreensão das relações entre Portugal e o Oriente e ajudou a preservar uma memória histórica que continua a unir povos e culturas separados pela geografia, mas ligados por séculos de história comum.  Talvez seja essa a dimensão que mais me impressiona no seu legado.</p>
<p>Numa época em que tantas vezes nos pedem que escolhamos um lado, uma identidade ou uma pertença, Narana Coissoró mostrou que é possível honrar todas as nossas raízes. Foi goês sem deixar de ser português. Foi português sem deixar de ser goês. Soube transformar essa herança múltipla numa força e não numa contradição. Para muitos goeses da minha geração, e das gerações que nos antecederam, ele representava precisamente isso: a ligação viva entre a terra dos nossos pais e avós e o país onde construímos as nossas vidas.</p>
<p>Hoje, despedimo-nos de um homem que atravessou quase um século de história. Um professor que ensinou pelo exemplo. Um político que elevou o debate público. Um intelectual que nunca abandonou a curiosidade pelo mundo. E um goês que levou Goa consigo para onde quer que fosse.</p>
<p>Fica-me na memória isso tudo e os seus impressionantes olhos azuis. Lembram-me os do meu avô. Bem-hajam. A ambos.</p>
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		<title>E assim nasce a Forbes Life. Em Portugal e em português.</title>
		<link>https://www.forbespt.com/e-assim-nasce-a-revista-forbes-life-em-portugal-e-em-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 17:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num mundo que valoriza cada vez mais a experiência, o tempo, o propósito e a qualidade de vida, nasce a Forbes Life, uma nova publicação semestral dedicada à arte de viver bem. Mais do que uma revista de lifestyle, a Forbes Life é uma plataforma de descoberta, inspiração e reflexão sobre as múltiplas dimensões da [&#8230;]</p>
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<p>Num mundo que valoriza cada vez mais a experiência, o tempo, o propósito e a qualidade de vida, nasce a <strong>Forbes Life</strong>, uma nova publicação semestral dedicada à arte de viver bem.</p>
<p>Mais do que uma revista de lifestyle, a <em>Forbes Life</em> é uma plataforma de descoberta, inspiração e reflexão sobre as múltiplas dimensões da vida contemporânea. Um espaço onde o sucesso encontra significado, onde a ambição convive com o bem-estar e onde o património, a cultura, as viagens, a criatividade e o conhecimento se cruzam para contar histórias que importam.</p>
<p>Acreditamos que o conceito de sucesso evoluiu. Hoje, não se mede apenas pelo que conquistamos, mas também pela forma como escolhemos viver. Pelos lugares que habitamos, pelas experiências que procuramos, pelas pessoas que admiramos e pelo legado que construímos. E, sempre, claro, um pouco por toda a lusofonia.</p>
<p>É dessa visão que nasce a arquitetura editorial da <em>Forbes Life</em>, organizada em quatro grandes territórios que representam diferentes dimensões da vida.</p>
<h3>LIVE</h3>
<p>A arte de viver.</p>
<p>Dos espaços que habitamos aos destinos que nos inspiram, o <strong>Live</strong> explora a forma como vivemos e experienciamos o mundo. Arquitetura, design, hotelaria, viagens, gastronomia, património e tendências que ajudam a definir o estilo de vida contemporâneo.</p>
<h3>INSPIRE</h3>
<p>Quem nos inspira.</p>
<p>No <strong>Inspire</strong> encontramos as histórias, os percursos e as ideias de personalidades que desafiam convenções, estimulam a criatividade e abrem novas perspetivas. Líderes, artistas, criadores, empreendedores e visionários que deixam marca no seu tempo.</p>
<h3>FEEL</h3>
<p>O prazer da descoberta.</p>
<p>Porque viver bem também é sentir. O <strong>Feel</strong> é dedicado às experiências que despertam emoções, aos livros que nos acompanham, aos objetos de desejo, à cultura, às viagens e a tudo aquilo que transforma o quotidiano em algo memorável.</p>
<h3>ELEVATE</h3>
<p>Visão. Legado. Excelência.</p>
<p>No <strong>Elevate</strong> reunimos histórias de liderança, inovação, património e impacto. Conversas e exemplos de quem soube transformar ambição em realização, sucesso em legado e talento em influência.</p>
<p>Mais do que quatro secções, estes são quatro verbos que refletem uma forma de estar na vida: viver, inspirar-se, sentir e elevar-se.</p>
<p>A <em>Forbes Life</em> nasce para leitores curiosos, exigentes e cosmopolitas. Pessoas que valorizam a excelência, mas também a autenticidade. Que procuram informação, mas igualmente inspiração. Que apreciam o belo, mas não abdicam da substância.</p>
<p>Sem fórmulas pré-definidas e sem limites temáticos rígidos, a revista assume uma visão de lifestyle contemporânea, aberta ao mundo, atenta às tendências e profundamente ligada às histórias, aos lugares e às experiências que enriquecem a vida.</p>
<p>Duas vezes por ano, convidamos os leitores a desacelerar, descobrir e olhar para o sucesso de uma forma mais ampla e humana. Porque, no final, viver bem não é apenas um privilégio. É uma escolha. E talvez a mais sofisticada de todas.</p>
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<p>Pode adquirir a revista aqui, <a href="https://loja.medianove.com/produto/uncategorized/forbes-especial-digital/" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>:</p>
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		<title>Paulo Garcia, o português que chega à liderança financeira da Pandora</title>
		<link>https://www.forbespt.com/paulo-garcia-o-portugues-que-chega-a-lideranca-financeira-da-pandora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O executivo português foi escolhido para suceder a Anders Boyer como Chief Financial Officer (CFO) da Pandora, numa mudança que coloca um gestor português à frente da área financeira de uma das maiores marcas mundiais de joalharia. Garcia entra formalmente na empresa a 1 de outubro e assumirá as funções de CFO a 1 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O executivo português foi escolhido para suceder a Anders Boyer como Chief Financial Officer (CFO) da Pandora, numa mudança que coloca um gestor português à frente da área financeira de uma das maiores marcas mundiais de joalharia. Garcia entra formalmente na empresa a 1 de outubro e assumirá as funções de CFO a 1 de dezembro de 2026. Boyer, que deixa o cargo após mais de 14 anos ligados à Pandora, permanecerá na companhia até 31 de março de 2027 para assegurar a transição.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nomeação representa o próximo capítulo de uma carreira internacional de cerca de um quarto de século, construída sobretudo nos setores dos bens de consumo e do retalho. Antes de chegar à Pandora, Paulo Garcia era CFO da <strong>W</strong>almart México e América Central (Walmex), subsidiária cotada do grupo Walmart, onde liderava a área financeira desde 2021. A empresa apresenta cerca de 50 mil milhões de dólares de receitas e 240 mil trabalhadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O percurso que o levou até aqui começou, contudo, muito longe do México.</p>
<h3>De Lisboa para o mundo</h3>
<p class="isSelectedEnd">Licenciado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, Paulo Garcia passou também pela Universidade de Tilburg, nos Países Baixos, ao abrigo de um programa de intercâmbio Erasmus. A experiência internacional acabaria por ser muito mais do que uma etapa académica: tornou-se uma característica definidora da sua carreira. Em 1997, entrou na Unilever como trainee. Seria o início de duas décadas numa das maiores empresas mundiais de bens de consumo. Ao longo dos anos, passou por diferentes geografias e funções financeiras, trabalhando em Portugal, América Latina, Reino Unido, Espanha, Polónia e Países Baixos. Entre as funções desempenhadas esteve a de CFO da Unilever para a Europa, depois de ter assumido posições como CFO da operação espanhola e da região da Europa Central e Oriental. Foi uma escola particularmente exigente para um executivo financeiro: mercados distintos, culturas empresariais diferentes e operações de grande escala.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2019, Garcia deixou a Unilever para assumir o cargo de CFO da Ahold Delhaize para a Europa e Indonésia. Na função, liderou as equipas de Finanças, Estratégia, M&amp;A e Business Services, com uma operação que abrangia mais de 27 mil milhões de euros. Dois anos depois, chegaria o desafio americano.</p>
<h3>O CFO português da Walmart</h3>
<p class="isSelectedEnd">Em agosto de 2021, Paulo Garcia foi nomeado CFO da Walmart México e América Central. A escolha assentava precisamente na combinação de experiência internacional, conhecimento da indústria de bens de consumo e passagem pelo retalho que marcava o seu percurso. A mudança levou-o para a Cidade do México, onde a família o acompanhou. Num testemunho publicado em 2023, o executivo descrevia essa mudança como uma nova aventura pessoal e profissional e explicava que a experiência mexicana lhe tinha reforçado uma convicção: <strong>n</strong>ão existem culturas melhores ou piores; existem culturas diferentes, às quais um líder precisa de saber adaptar-se. Essa dimensão humana parece ser uma constante na sua filosofia de liderança. Numa entrevista concedida durante a passagem pela Walmart, Garcia identificava a gestão de pessoas como o ativo mais importante de uma empresa e defendia uma liderança pelo exemplo. O seu princípio pessoal e profissional era resumido numa expressão: “Spark the light at the end of the tunnel<strong>”</strong>  encontrar a luz no final do túnel e manter uma visão positiva mesmo perante os desafios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também o desenvolvimento de talento ocupava um lugar relevante na sua agenda. Enquanto CFO da Walmex, patrocinou iniciativas dedicadas ao desenvolvimento de mulheres na área financeira e destacou publicamente a importância de construir e desenvolver talento dentro das organizações.</p>
<h3>Da Walmart à Pandora</h3>
<p class="isSelectedEnd">Agora, Garcia regressa à Europa para assumir um dos lugares-chave da estrutura executiva da Pandora. A escolha surge num momento em que a empresa dinamarquesa procura continuar a sua trajetória de crescimento e transformação. A <a href="https://www.forbespt.com/como-a-pandora-cresce-a-boleia-dos-diamantes-cultivados-em-laboratorio/">Pandora</a> é atualmente apresentada como a maior marca mundial de joalharia, está presente em mais de 100 países, conta com cerca de 7.000 pontos de venda e emprega aproximadamente 39.000 pessoas. Em 2025, registou receitas de 32,5 mil milhões de coroas dinamarquesas, cerca de 4,4 mil milhões de euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a CEO Berta de Pablos-Barbier, Garcia traz uma combinação particularmente relevante para a próxima fase da empresa: experiência financeira e comercial, conhecimento profundo da indústria de bens de consumo e retalho, foco em pessoas e cultura e experiência em transformação digital e aplicação de inteligência artificial aos processos empresariais.</p>
<p class="isSelectedEnd">O próprio executivo vê na <a href="https://pt.pandora.net/pt/">Pandora</a> uma empresa com “significativo potencial de crescimento” e considera o modelo de negócio, as margens e a capacidade de geração de caixa particularmente atrativos. A sua missão será trabalhar com a organização para desbloquear a próxima fase de crescimento sob a liderança de Berta de Pablos-Barbier.</p>
<h3>Uma carreira entre números e pessoas</h3>
<p class="isSelectedEnd">A história profissional de Paulo Garcia é, por isso, menos a de um CFO tradicional e mais a de um executivo moldado pela internacionalização. Começou em Portugal, passou pela América Latina, viveu na Holanda, trabalhou no Reino Unido, Espanha e Polónia, assumiu responsabilidades europeias e acabou por liderar a função financeira de uma das maiores operações de retalho da América Latina. E, apesar de ter passado grande parte da carreira fora de Portugal, a ligação ao país manteve-se. Garcia integra desde 2023 o Conselho da Diáspora Portuguesa, organização que reúne profissionais portugueses com carreiras internacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fora da sala de reuniões, a vida parece ser deliberadamente mais simples. Casado e pai de dois filhos, o executivo apontava o futebol, a corrida, o padel e o tempo com família e amigos entre as atividades que ocupavam os seus tempos livres. Aos 25 anos de carreira internacional, Paulo Garcia prepara-se agora para trocar o retalho de grande escala da Walmart pelo universo da joalharia global da Pandora.</p>
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		<title>Mota-Engil: Um novo ciclo para a engenharia lusófona</title>
		<link>https://www.forbespt.com/um-novo-ciclo-para-a-engenharia-lusofona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 08:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[angola]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
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		<category><![CDATA[Mota Engil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A possível aquisição de 40% da Odebrecht Engenharia &#38; Construção (OEC) pela portuguesa Mota-Engil poderá representar muito mais do que uma operação societária entre duas construtoras. A concretizar-se, o negócio consolidará uma estratégia de expansão internacional assente na criação de um dos maiores ecossistemas lusófonos de infraestruturas, reforçando a posição da Mota-Engil no maior mercado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possível aquisição de 40% da Odebrecht Engenharia &amp; Construção (OEC) pela portuguesa Mota-Engil poderá representar muito mais do que uma operação societária entre duas construtoras. A concretizar-se, o negócio consolidará uma estratégia de expansão internacional assente na criação de um dos maiores ecossistemas lusófonos de infraestruturas, reforçando a posição da Mota-Engil no maior mercado da América Latina e projetando uma plataforma de atuação com presença relevante em África.</p>
<p>Segundo informações avançadas pela imprensa brasileira e portuguesa, a Mota-Engil está em negociações para adquirir uma participação minoritária na OEC, construtora que concluiu em março deste ano o seu processo de recuperação judicial, reduzindo o passivo de cerca de R$ 5 mil milhões (cerca de 864 milhões de euros)  para aproximadamente R$ 110 milhões (cerca de 19 milhões de euros). A entrada de um novo acionista já estava prevista no plano de reestruturação da empresa, com o objetivo de financiar a expansão da atividade e não o pagamento aos credores.</p>
<p>A operação surge num momento em que a Mota-Engil acelera significativamente a sua presença no Brasil. Nos últimos meses, a construtora co-liderada por Carlos Mota Santos e Manuel Mota conquistou projetos estratégicos, entre os quais a construção do túnel submerso entre Santos e Guarujá, avaliado em cerca de R$ 6,8 mil milhões (cerca de 1,17 mil milhões de euros), e integra o consórcio vencedor da concessão da Rota dos Sertões, um corredor rodoviário entre Pernambuco e Bahia que prevê investimentos superiores a R$ 4,4 mil milhões. (cerca de 760 milhões de euros). Paralelamente, continua interessada na aquisição da Bamin, empresa que controla a concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), bem como um projeto portuário em Ilhéus.</p>
<p>A eventual entrada na OEC permitirá à Mota-Engil ganhar acesso imediato a uma carteira de projetos avaliada em cerca de R$ 25 mil milhões (cerca de 4,32 mil milhões de euros), construída até ao final de 2025, reforçando a sua posição num mercado que prepara um novo ciclo de investimento em transportes, energia, saneamento e logística.</p>
<p><strong>Uma parceria que ultrapassa o Brasil</strong></p>
<p>Embora o foco imediato esteja no mercado brasileiro, a aproximação entre as duas empresas assenta numa relação construída ao longo de vários anos.</p>
<p>A Mota-Engil e a OEC têm colaborado em diferentes geografias, nomeadamente em África, onde ambas executam projetos de grande dimensão. Mais de 70% da carteira da construtora brasileira encontra-se atualmente fora do Brasil, com Angola a destacar-se como um dos principais mercados internacionais, através de obras ligadas à refinação, transporte de energia e infraestruturas.</p>
<p>Por outro lado, a presença africana da Mota-Engil vai muito além das obras rodoviárias tradicionais. Em Angola, o grupo participou na reabilitação de importantes infraestruturas ferroviárias, incluindo intervenções associadas ao Caminho de Ferro de Benguela, eixo central do atual Corredor do Lobito, uma das mais estratégicas plataformas logísticas de África para o transporte de minérios e mercadorias. Em Moçambique, destacou-se no desenvolvimento do Corredor de Nacala, um dos maiores projetos ferroviários da África Austral, reforçando a ligação entre as zonas mineiras do interior e os portos de exportação no Oceano Índico. Esta experiência em corredores logísticos de grande dimensão reforça a capacidade da empresa para participar em projetos integrados de transporte, energia e comércio em vários mercados emergentes.</p>
<p>Esta complementaridade geográfica poderá transformar a parceria numa plataforma de crescimento com forte presença nos mercados lusófonos, reunindo experiência em engenharia, capacidade financeira e conhecimento operacional em regiões consideradas estratégicas para o investimento em infraestruturas.</p>
<p><strong>O fator China</strong></p>
<p>Outro elemento relevante da operação é o potencial envolvimento da China Communications Construction Company (CCCC), que detém cerca de 32,4% da Mota-Engil e poderá apoiar financeiramente a aquisição.</p>
<p>Caso este cenário se confirme, a operação ganha uma dimensão geopolítica adicional. A CCCC é um dos maiores grupos mundiais de construção e infraestruturas e desempenha um papel central na estratégia chinesa de investimento internacional. O eventual financiamento da aquisição reforçaria a capacidade da Mota-Engil para participar em grandes concessões e projetos de engenharia de elevada complexidade, tanto no Brasil como noutros mercados emergentes.</p>
<p><strong>Um novo ciclo para a engenharia lusófona</strong></p>
<p>Mais do que uma simples aquisição, a entrada da Mota-Engil na OEC poderá simbolizar uma mudança no mapa das grandes empresas de engenharia de língua portuguesa.</p>
<p>Depois de anos marcados pela reestruturação da antiga Odebrecht, a construtora brasileira procura reposicionar-se num setor que volta a beneficiar de investimentos públicos e privados em infraestrutura. Para a Mota-Engil, a operação representa a oportunidade de consolidar uma presença de longo prazo num mercado com enorme potencial de crescimento, combinando ativos, carteira de projetos e capacidade de execução.</p>
<p>Se o negócio avançar, poderá nascer um dos maiores polos de engenharia e construção do espaço lusófono, com capacidade para disputar grandes concessões no Brasil, reforçar a presença em África e explorar novas oportunidades na América Latina, beneficiando da complementaridade entre duas empresas que, apesar das diferentes trajetórias, partilham décadas de experiência em mercados complexos e de elevado potencial.</p>
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		<title>Forbes Golf Executive Cup, uma referência para negócios, golfe e networking</title>
		<link>https://www.forbespt.com/forbes-golf-executive-cup-uma-referencia-para-negocios-golfe-e-networking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nilza Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 10:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Golf Executive Cup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sol brilhou sobre o Belas Clube de Campo na manhã de 18 de julho, criando o cenário perfeito para a segunda edição da Forbes Golf Executive Cup. Entre fairways impecavelmente cuidados, espírito competitivo, boa disposição e momentos de convívio, a Forbes Portugal voltou a reunir empresários, gestores e executivos para um dia onde o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O sol brilhou sobre o Belas Clube de Campo na manhã de 18 de julho, criando o cenário perfeito para a segunda edição da Forbes Golf Executive Cup. Entre fairways impecavelmente cuidados, espírito competitivo, boa disposição e momentos de convívio, a Forbes Portugal voltou a reunir empresários, gestores e executivos para um dia onde o golfe serviu de ponto de encontro para fortalecer relações, criar novas oportunidades de negócio e celebrar a excelência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A edição de 2026 contou com 52 jogadores, que disputaram a prova no formato Four Ball Better Ball, uma modalidade jogada em equipas de dois elementos, na qual é contabilizado, em cada buraco, o melhor resultado da dupla. Mais do que uma competição, o torneio voltou a afirmar-se como uma experiência exclusiva, onde desporto, lifestyle e networking caminharam lado a lado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao longo da manhã, o ambiente descontraído fez-se sentir dentro e fora do campo. Entre tacadas, conversas e muitos reencontros, os participantes desfrutaram de um bar de campo, de um welcome drink e de várias ativações preparadas pelos parceiros da iniciativa. Os test drives aos novos modelos da NIO, patrocinadora principal do evento, despertaram a curiosidade dos convidados, enquanto as massagens de relaxamento e outras experiências proporcionaram momentos de pausa e bem-estar entre as voltas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Terminada a competição, o espírito de confraternização prolongou-se à mesa. O almoço, servido pela Casa no Campo- Clubhouse, foi um dos pontos altos do dia, reunindo todos os participantes num ambiente elegante e descontraído. Entre brindes, conversas animadas, troca de contactos e muitas histórias partilhadas, confirmou-se aquilo que já caracteriza a Forbes Golf Executive Cup: muito mais do que um torneio de golfe, é um espaço privilegiado para cultivar relações profissionais e pessoais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1135.jpg" data-attachment-id="192338" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1135/1319975895.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1143.jpg" data-attachment-id="192339" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1143/4111074428.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1146.jpg" data-attachment-id="192340" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1146/905362002.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1147.jpg" data-attachment-id="192341" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1147/3774210345.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1151.jpg" data-attachment-id="192342" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1151/454693058.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1156.jpg" data-attachment-id="192343" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1156/141967934.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1157.jpg" data-attachment-id="192344" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1157/2290270491.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1160.jpg" data-attachment-id="192345" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1160/2724441890.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div><div class="fg-item fg-type-image fg-loading"><figure class="fg-item-inner"><a href="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC_1163.jpg" data-attachment-id="192346" data-type="image" class="fg-thumb"><span class="fg-image-wrap"><img decoding="async" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/cache/2026/07/DSC_1163/102188270.jpg" width="200" height="200" class="skip-lazy fg-image" loading="eager"></span><span class="fg-image-overlay"></span></a></figure><div class="fg-loader"></div></div>	</div>
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<p class="isSelectedEnd">&#8220;Mais do que uma competição desportiva, a Forbes Golf Executive Cup pretende criar um espaço onde os negócios, as relações e as pessoas se encontram num ambiente descontraído, mas de elevado nível. É um evento que traduz o ADN da Forbes: reunir líderes, promover ligações e criar oportunidades de networking de qualidade&#8221;, afirmou <strong>Nilza Rodrigues</strong>, diretora editorial da Forbes Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na vertente competitiva, António Carvalhão e Francisco Bento conquistaram a classificação Gross, ao terminarem a prova com 35 pontos, resultado correspondente a uma pancada acima do par do percurso. Francisco Bento arrecadou ainda o prémio Nearest to the Pin, conquistando um fim de semana ao volante de um automóvel da NIO.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na classificação Net, a vitória sorriu à dupla Felizbela Campos e Maria Paisana, que somou 49 pontos. João Cano e Orlando Henrique alcançaram o segundo lugar, com 48 pontos, enquanto Miguel Campos e Vítor Saramago completaram o pódio com 47 pontos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O encerramento ficou marcado pela tradicional tômbola, que distribuiu prémios oferecidos pelas marcas parceiras e terminou um dia repleto de desporto, boa disposição e espírito de comunidade. Entre vencedores e participantes, ficou a certeza de que a Forbes Golf Executive Cup continua a crescer como um dos eventos empresariais mais diferenciadores do calendário nacional, reunindo líderes que encontram no golfe uma linguagem comum para criar confiança, fortalecer relações e abrir caminho a novas oportunidades.</p>
<p>A segunda edição da Forbes Golf Executive Cup foi organizada pela Forbes Portugal, com o patrocínio da NIO e o apoio do Belas Clube de Campo, do Clube de Golfe dos Economistas, da Carnes Avenida, da Casa no Campo &#8211; Clubhouse, da Delta Cafés e da Água Monchique.</p>
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