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	<title>Helena C. Peralta, Author at Forbes Portugal</title>
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	<link>https://www.forbespt.com/author/helena-peralta/</link>
	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 20 Sep 2026 20:07:49 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Helena C. Peralta, Author at Forbes Portugal</title>
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		<title>As Mais Poderosas: Maria do Carmo Fonseca completa a categoria de Educação e Ciência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-maria-do-carmo-fonseca-completa-a-categoria-de-educacao-e-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:23:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, <a href="https://www.forbespt.com/exclusivo-forbes-conheca-as-mulheres-que-lideram-a-lista-das-mais-poderosas-nos-negocios-2026/">a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios</a>. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.</p>
<p>Maria Carmo Fonseca, 67 anos, ocupa, com 62 pontos, a quinta posição da categoria de Educação e Ciência, categoria esta liderada pela cientista <a href="https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-elvira-fortunato-lidera-categoria-de-educacao-e-ciencia/">Elvira Fortunato</a>. Licenciada em Medicina e com um doutoramento em Biologia Celular, Maria do Carmo Fonseca é professora catedrática na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigadora. Dedicou toda a sua vida profissional à investigação celular e molecular, nomeadamente do RNA.</p>
<blockquote><p><strong>Com uma avaliação de 62 pontos, Maria do Carmo Fonseca, investigadora no GIMM e conselheira da presidência de José Seguro, ocupa a quinta posição da categoria de Educação e Ciência do ranking de 2026 da Forbes Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Desempenhou, anteriormente, funções de presidente do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM), e do Conselho Científico da GenoMed, uma empresa dedicada a diagnósticos de medicina molecular que resultou de um spin-off do iMM). Atualmente, depois da fusão do iMM com o Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), que deu origem ao GIMM, &#8211; liderado por Maria Manuel Mota &#8211; é <em>group leader</em> no laboratório com o seu nome, dentro desta organização, através do qual estuda e explora novas aplicações médicas para o RNA.</p>
<p>Com inúmeros prémios e distinções no currículo de uma vida, a investigadora foi a primeira mulher cientista a receber o Prémio Pessoa, o que aconteceu em 2010. Depois de liderar a campanha de José Seguro, é atualmente conselheira de Estado da presidência.</p>
<h3><strong>A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal </strong></h3>
<p>O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.</p>
<p>A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.</p>
<blockquote><p><strong>A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.</strong></p></blockquote>
<p>Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.</p>
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		<title>Portugal consolida a sua presença na rota internacional do luxo residencial</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-consolida-a-sua-presenca-na-rota-internacional-do-luxo-residencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 09:52:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[bilionários]]></category>
		<category><![CDATA[Comporta]]></category>
		<category><![CDATA[Familias de elevado património]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário de luxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mercado imobiliário – e não só &#8211; o novo luxo está na autenticidade e naquilo que não pode ser replicado. “O produto de luxo está a mudar: já não basta localização e área”, pode ler-se no relatório The Residence Report, elaborado pela consultora Knight Frank, associada, em Portugal, da Quintela + Penalva. O relatório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mercado imobiliário – e não só &#8211; o novo luxo está na autenticidade e naquilo que não pode ser replicado. “O produto de luxo está a mudar: já não basta localização e área”, pode ler-se no relatório The Residence Report, elaborado pela consultora Knight Frank, associada, em Portugal, da Quintela + Penalva. O relatório refere que à medida que <em>amenities</em> e serviços se tornam mais comuns, o valor desloca-se para aquilo que é mais difícil de replicar — lugar, proveniência, experiência, julgamento e ligação humana. Isto pode beneficiar Portugal, que oferece projetos com boa localização, com arquitetura e design diferenciadores, com privacidade com serviço personalizado, ligado ao wellness, à boa gastronomia e à natureza, associando ainda um leque de experiências à gestão profissional das propriedades.</p>
<p>O <em>research </em>identifica uma deslocação progressiva do investimento residencial de luxo das cidades para destinos costeiros, ilhas, resorts e localizações associadas a um estilo de vida de elevada qualidade. Assim, segundo esta análise, Portugal está bem posicionado para beneficiar da transformação estrutural que está a redefinir o mercado residencial de luxo a nível global.</p>
<p>Globalmente, a Knight Frank estima que o crescimento médio dos preços residenciais prime nas 20 cidades analisadas neste estudo aumente de 1,6% em 2026 para 2,2% em 2027, sinalizando uma melhoria gradual das condições do mercado imobiliário de luxo. As cidades asiáticas continuam a liderar as previsões de crescimento, com Seul, Tóquio e Hong Kong nas primeiras posições do ranking. O relatório indica ainda que a maioria dos mercados espera uma segunda metade de 2026 mais dinâmica do que o primeiro semestre, antecipando um aumento da procura, do volume de transações e da atividade de compradores internacionais.</p>
<blockquote><p><strong>Há uma deslocação progressiva do investimento residencial de luxo das cidades para destinos costeiros, ilhas, resorts e localizações associadas a um estilo de vida de elevada qualidade. Portugal está bem posicionado para beneficiar da transformação estrutural que está a redefinir o mercado residencial de luxo a nível global.</strong></p></blockquote>
<p>Olhando mais especificamente para o mercado português e começando pela capital, os analistas da Knigt Frank referem que Lisboa mantém uma posição relevante no mapa internacional do luxo residencial, isto apesar dos valores de referência estarem abaixo dos principais mercados globais, como Londres, Nova Iorque, Paris, Miami ou Milão. No entanto, a capacidade de crescimento dos destinos como Lisboa, Comporta e Algarve, pode constituir uma vantagem competitiva para Portugal, sobretudo num contexto em que os compradores mais abastados – os chamados UHNW, ou seja indivíduos com ultra ricos &#8211; estão a diversificar geograficamente os seus patrimónios residenciais.</p>
<p>“Existe margem de valorização de Lisboa face a alguns grandes mercados internacionais. Lisboa ainda não atingiu o posicionamento de preço dos grandes mercados globais de luxo e, nesse sentido, tem mais espaço para crescimento, enquanto Comporta e Algarve beneficiam sobretudo da escassez e do posicionamento <em>lifestyle</em>”, explica, em comunicado, Carlos Penalva, sócio fundador da Quintela + Penalva.</p>
<p>A transformação internacional do mercado imobiliário de luxo é impulsionada pela mobilidade da riqueza. Segundo este relatório, o número médio de propriedades residenciais detidas por UHNWI aumentou de 2,9 para 3,8 em menos de uma década. A análise da Knight Frank mostra ainda que famílias com elevado património estão cada vez mais a estabelecer múltiplas bases residenciais para aceder a oportunidades, redes e talento.</p>
<blockquote><p><strong>Segundo o estudo da Knight Frank há uma clara oportunidade para o mercado português: passar de um destino imobiliário internacionalmente competitivo para uma referência residencial global para capital internacional.</strong></p></blockquote>
<p>Neste contexto Portugal e Espanha, estão bem posicionados para atrair, sobretudo, famílias norte-americanas em busca de proteção patrimonial e de maior isolamento face a riscos geopolíticos. Trata-se de uma mudança relevante, já que, para este segmento o nosso país pode assumir o papel de uma base internacional, integrada numa carteira imobiliária mais diversificada, e não necessariamente de uma substituição da residência principal.</p>
<p>Certo é que os compradores internacionais estão cada vez mais dispostos a pagar preços anteriormente associados às grandes cidades por localizações<em> lifestyle</em> de elevada qualidade e Lisboa surge como um dos exemplos desta convergência. “Portugal mantém uma dinâmica residencial muito forte e continua a destacar-se no contexto europeu e internacional. O nosso país tem demonstrado uma enorme resiliência da procura e a atratividade junto de compradores nacionais e internacionais”, afirma Carlos Penalva.</p>
<h3>Portugal a caminho de se tornar uma referência residencial global</h3>
<p>Segundo o estudo da Knight Frank há uma clara oportunidade para o mercado português: passar de um destino imobiliário internacionalmente competitivo para uma referência residencial global para capital internacional. Ou seja, o potencial do nosso país está menos numa competição direta com Londres, Paris ou Nova Iorque e mais na sua capacidade de se posicionar na nova geografia do luxo, onde os compradores procuram cada vez mais destinos capazes de combinar <em>lifestyle</em>, privacidade, natureza, serviços de elevada qualidade e conectividade internacional. Num mercado onde a mobilidade internacional da riqueza aumenta e os destinos lifestyle ganham peso, o verdadeiro prémio residencial começa a estar associado àquilo que não pode ser facilmente criado noutro lugar.</p>
<blockquote><p><strong>A Comporta, zona localizada na costa alentejana, deixou de ser considerado uma localização emergente para passar a ser apresentado como “<em>one of Europe’s most coveted seaside destinations</em>”. </strong></p></blockquote>
<p>&#8220;O posicionamento de Lisboa entre os mercados residenciais prime com melhor desempenho confirma a crescente relevância internacional da cidade como destino para investimento imobiliário de qualidade. A combinação entre oferta limitada, qualidade de vida e interesse contínuo por parte de compradores internacionais continua a sustentar a valorização deste segmento&#8221;, sublinha Carlos Penalva.</p>
<p>Por outro lado, o relatório mostra uma clara evolução do destino Comporta, localizado na costa alentejana, que deixou de ser considerado uma localização emergente para passar a ser apresentado como “<em>one of Europe’s most coveted seaside destinations</em>” (tradução: “um dos destinos balneares mais cobiçados da Europa”).</p>
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		<title>As Mais Poderosas: Manuela Veloso na quarta posição da categoria de Educação e Ciência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-manuela-veloso-na-quarta-posicao-da-categoria-de-educacao-e-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 17:40:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca <a href="https://www.forbespt.com/exclusivo-forbes-conheca-as-mulheres-que-lideram-a-lista-das-mais-poderosas-nos-negocios-2026/">as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. </a>Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.</p>
<p>A professora e cientista portuguesa Manuela Veloso, 69 anos, é atualmente presidente da unidade de investigação em Inteligência Artificial do banco de investimentos JP Morgan Chase. Ocupa, no ranking de 2026 das portuguesas Mais Poderosas nos Negócios, a quarta posição da categoria de Educação e Ciência, com uma avaliação total de 63 pontos. Esta categoria é liderada pela cientista e ex-ministra <a href="https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-elvira-fortunato-lidera-categoria-de-educacao-e-ciencia/#goo">Elvira Fortunato. </a></p>
<blockquote><p><strong>Com uma avaliação de 63 pontos, Manuela Veloso, a cientista que lidera a equipa de IA do JP Morgan Chase, ocupa a quarta posição da categoria de Educação e Ciência do ranking de 2026 da Forbes Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Natural de Lisboa, e licenciada em Engenharia Eletrotécnica, pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa, a professora universitária Manuela Veloso é uma referência mundial na área da robótica e da Inteligência Artificial. Antes de ser contratada pelo banco norte-americano, em 2018, estava como professora na Carnegie Mellon University e integrava a equipa de investigadores em Inteligência Artificial. Desde 1992, depois de concluir o seu doutoramento que estava ligada ao Computer Science Department daquela universidade, estando intimamente ligada à prática de futebol com <em>robots</em>. Foi presidente da Association for the Advancement of Artificial Intelligence e também da RoboCup Federation. Já no JP Morgan Chase constituiu uma das maiores equipas de sempre num banco dedicada ao desenvolvimento da IA.</p>
<h3><strong>A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal </strong></h3>
<p>O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.</p>
<p>A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.</p>
<blockquote><p><strong>A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.</strong></p></blockquote>
<p>Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.</p>
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		<title>Saiba quais são os 12 países do mundo com mais data centers</title>
		<link>https://www.forbespt.com/saiba-quais-sao-os-12-paises-do-mundo-com-mais-data-centers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 14:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Data Centers]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação de data centers começa cada vez mais a levantar polémica em alguns dos maiores mercados do mundo. Acusados de consumir muita água e energia elétrica, e de, em certas regiões, aumentarem o nível de ruído local, muitos são os opositores à instalação destes mega centros de dados. No entanto, e apesar da polémica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A instalação de <em>data centers</em> começa cada vez mais a levantar polémica em alguns dos maiores mercados do mundo. Acusados de consumir muita água e energia elétrica, e de, em certas regiões, aumentarem o nível de ruído local, muitos são os opositores à instalação destes mega centros de dados. No entanto, e apesar da polémica se ter instalado, estes equipamentos são fundamentais para a alimentar a era da Inteligência Artificial. Donald Trump disse, em entrevista, recentemente que as comunidades norte-americanas que recusam a instalação de centros de dados de inteligência artificial estão a cometer um erro.</p>
<p>Os Estados Unidos é, aliás, o país do mundo com mais centros de dados, atingindo atualmente os 4.767, segundo os dados atuais do <a href="https://www.datacentermap.com/datacenters/">Data Center Map</a>.  Segundo este website, existem cerca de 12.259 data centers em todo o mundo, sendo que a larga maioria está na mão destes 12 países. Deste total, analisando por regiões, a América do Norte conta com 5.061 unidades, a Europa com 3.836, a Ásia com 1.478, a Oceania com 702, a América do Sul com 438, o Médio Oriente com 331, a África com 261 e, por último, a América Central com um total de 132 projetos. Esta semana, numa conferência organizada pela EDP, Miguel Stilwell de Andrade, CEO da elétrica, referia mesmo que a Europa, se quer se independente, tem de investir mais em data centers, pois não há Inteligência Artificial sem estes centros de dados e sem eletricidade.</p>
<blockquote><p><strong>Espanha ocupa a 11º posição com 219 e o Brasil, na décima segunda com 218. Portugal ocupa o lugar 41 da lista mundial, com um total de 46 <em>data centers</em>, tendo, no entanto, inúmeros projetos em desenvolvimento.  </strong></p></blockquote>
<p>O segundo país do ranking mundial é o Reino Unido, com 568 centros, e, em terceiro, muito próximo, está a Alemanha com 533 infraestruturas. A França e a China estão em terceiro e quarto lugar, com 393 e 376, respetivamente. Segue-se a Índia, com 305, a Austrália com 296 e o Canadá com 292. A Austrália é, aliás um dos países que sente, atualmente, maior oposição à sua instalação.</p>
<p>Espanha ocupa a 11º posição com 219 e o Brasil, na décima segunda com 218. Portugal ocupa o lugar 41 da lista mundial, com um total de 46 <em>data centers</em>, tendo, no entanto, inúmeros projetos em desenvolvimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conheça a seguir os 12 países com mais data centers:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1 – Estados Unidos:</strong> 4.767</p>
<p><strong>2 – Reino Unido:</strong> 568</p>
<p><strong>3 – Alemanha:</strong> 533</p>
<p><strong>4 – França:</strong> 393</p>
<p><strong>5 – China:</strong> 376</p>
<p><strong>6 – Índia:</strong> 305</p>
<p><strong>7 – Austrália:</strong> 296</p>
<p><strong>8 – Canadá:</strong> 292</p>
<p><strong>9 – Itália:</strong> 262</p>
<p><strong>10 – Japão:</strong> 261</p>
<p><strong>11 – Espanha:</strong>  219</p>
<p><strong>12 – Brasil:</strong> 218</p>
<p><strong>(41 – Portugal: 46)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em><strong>Fonte: Data Center Map </strong></em></p>
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		<item>
		<title>As Mais Poderosas: Irene Fonseca é uma das destacadas na categoria de Educação e Ciência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-irene-fonseca-e-uma-das-destacadas-na-categoria-de-educacao-e-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 17:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[As 50 Mais Poderosas]]></category>
		<category><![CDATA[As 55 Mais Poderosas]]></category>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.</p>
<p>Licenciada em Matemática, com média de 20 valores, Irene Fonseca, 70 anos, é diretora do Center for Nonlinear Analysis na Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Ocupa o terceiro lugar na categoria de Educação e Ciência da lista de 2026 das portuguesas Mais Poderosas nos Negócios. Esta categoria é liderada pela <a href="https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-elvira-fortunato-lidera-categoria-de-educacao-e-ciencia/">cientista Elvira Fortunato</a>.</p>
<p>Irene Fonseca nasceu em Lisboa em 1956 e completou o seu curso na Universidade Nova de Lisboa. No entanto, fez carreira fora de Portugal e tornou-se uma referência mundial na área da matemática. Fez um mestrado e um doutoramento nos Estados Unidos e um pós-doutoramento em França. Tornou-se professora catedrática na Carnegie Mellon, em Pittsburg, tendo chegado à liderança, em 1998, do Centro de Análise Não Linear da mesma instituição de ensino.</p>
<blockquote><p><strong>Com uma avaliação de 64 pontos, a matemática e investigadora Irene Fonseca, líder do Centro de Análise Não Linear, da Universidade Carnegie Mellon, ocupa a primeira posição da categoria de Educação e Ciência do ranking de 2026 da Forbes Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Ocupa diversos cargos associativos ligados à sua área de conhecimento: é fellow e vice-presidente da American Mathematical Society (AMS), European Academy of Sciences, da Society for Industrial and Applied Mathematics (SIAM) e da Academia das Ciências de Lisboa. É editora de dezasseis revistas profissionais, autora de várias e obras e publicou mais de cem artigos científicos.</p>
<p>Recebeu, em maio deste ano, o Prémio Universidade de Lisboa, pelo trabalho que tem desenvolvido na área da Matemática e Ciências.</p>
<h3><strong>A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal </strong></h3>
<p>O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.</p>
<p>A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.</p>
<blockquote><p><strong>A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.</strong></p></blockquote>
<p>Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.</p>
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		<title>My Cute Pooch: Mudar o rumo para manter a essência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/my-cute-pooch-mudar-o-rumo-para-manter-a-essencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 15:48:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[Mara Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mara Ferreira, 39 anos, não é mulher de baixar os braços. Acredita que todos os sonhos valem a pena, e que tudo é possível, se acreditarmos verdadeiramente. Por isso, os últimos anos da sua vida profissional, mais dedicados ao empreendedorismo, têm sido uma luta constante. Mas não desanima, muito pelo contrário, já que o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mara Ferreira, 39 anos, não é mulher de baixar os braços. Acredita que todos os sonhos valem a pena, e que tudo é possível, se acreditarmos verdadeiramente. Por isso, os últimos anos da sua vida profissional, mais dedicados ao empreendedorismo, têm sido uma luta constante. Mas não desanima, muito pelo contrário, já que o seu lema de vida está na partilha. “É a dar que se recebe”, defende.</p>
<p>Criadora da original marca de malas de senhora, My Cute Pooch, que nasceu em 2019, Mara Ferreira está a construir o seu legado a partir de Felgueiras. A ideia de dar este nome ao conceito que já germinava há algum tempo na cabeça da empreendedora surgiu como homenagem ao seu <em>bulldog</em> francês, o Pooch, que falecera pouco tempo antes. A semente foi plantada em 2016, numas férias com a família, tendo então decidido que queria lançar uma linha de malas irreverentes, versáteis e, sobretudo, que fossem aliadas aos valores que defende: ser vegan e sustentável. E, apesar das barreiras que encontrou, arregaçou as mangas e deu cor a este projeto. A My Cute Pooch é uma linha de bolsas produzidas em B-Light, um tipo de borracha <em>premium</em>, com aroma, e certificadas com selo PETA (<em>People for the Ethical Treatment of Animals</em>) e personalizáveis com diversos acessórios. O modelo original, a Pooch, foi feito com base no rosto do <em>bulldog</em> francês, com orelhinhas e nariz de amovíveis, que facilmente podem ser trocados por outros, personalizando a peça.</p>
<blockquote><p><strong>“Os materiais que utilizo têm de cumprir muitos requisitos, o que foi difícil, mas depois de meter a ideia na cabeça, já não conseguia ficar quieta”, diz Mara Ferreira. </strong></p></blockquote>
<p>Sonhadora e de coração generoso, a empreendedora diz ser uma pessoa muito humilde, que gosta de ajudar os outros. Inspira-se muitas vezes no mar para desenhar as suas coleções e também nas viagens que faz. Mara é a mais velha de três irmãos, filhos de António Ferreira, fundador da Bolflex, uma empresa de Felgueiras especializada em solas de borracha para a indústria do calçado, com cerca de 200 funcionários. A empreendedora recorda as origens modestas da família do pai, que tinha 11 irmãos: “O meu pai começou a trabalhar cedo na área das borrachas. Mas sempre teve o sonho de criar a sua empresa”. Fundada em 1991, era inicialmente uma indústria muito modesta, e Mara Ferreira, imbuída do mesmo espírito de entreajuda familiar, começou a trabalhar ainda estudante.  Aos 23 anos, Mara Ferreira decidiu fazer uma licenciatura de Gestão de Empresas, tendo completado depois uma pós-graduação em Recursos Humanos. “A empresa estava a crescer e não tínhamos ninguém nesta área. Mas eu sou muito inquieta, tal como meu pai, e também queria construir algo meu”, explica.</p>
<p>Mara sempre achou que, tendo a Bolflex a capacidade técnica que tinha, deveria diversificar para outros produtos, que não apenas componentes para calçado.  “Foi em Salou que surgiu esta ideia de criar uma marca de bolsas. Partilhei a ideia com o meu pai, que me apoiou. Mas tudo isto foi uma luta”, revela. Como tinha muito trabalho, e com um filho pequeno, todo o processo de viabilidade dos materiais foi muito moroso. “Os materiais que utilizo têm de cumprir muitos requisitos, mas depois de meter a ideia na cabeça, já não conseguia ficar quieta”, explica. A ideia era criar uma bolsa que tal como o seu pequeno amigo de quatro patas fosse uma companhia para a vida, pois, além de durável, poderia ser facilmente renovada com peças que a transformam numa versão nova. No fundo é uma espécie de “Pandora” das malas, já que é possível adquirir vários acessórios para complementar a bolsa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-195577 aligncenter" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--720x960.jpg" alt="" width="720" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--720x960.jpg 720w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--1440x1920.jpg 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--768x1024.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--1152x1536.jpg 1152w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--1536x2048.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--1200x1600.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--600x800.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Mala-Cereja-My-Cute-Pooch-Mais-pequena--scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p>Mara tinha um pequeno gabinete na fábrica do pai para desenvolver este projeto, mas as barreiras foram surgindo. Tudo teve de ser desenvolvido dentro de portas, usando a capacidade técnica das empresas do grupo, como a Rubberlink, que desenvolve a B-Light a partir dos resíduos da produção das solas. Este é um material nobre, flexível, com um toque macio e tem ainda um aroma específico desenvolvido para a marca. Todos os materiais foram testados em laboratório para comprovar que estavam a cumprir as normas de segurança e resistência. Finalmente, em abril de 2019, o primeiro modelo da My Cute Pooch viu a luz do dia. A apresentação foi feita num evento para o qual foram convidadas revistas e <em>influencers</em>, e o produto foi muito bem aceite. “As i<em>nfluencers</em> adoraram, conseguiram personalizar logo as bolsas que lhe ofereci, e teve logo um grande impacto”, explica a empreendedora.  Ao mesmo tempo foi lançado o site da marca, através do qual são feitas, ainda hoje, as vendas.</p>
<h3><strong>O crescimento controlado do negócio </strong></h3>
<p>“Este é um negócio só meu, ainda que esteja ligado à empresa do meu pai, na qual continuo a trabalhar. Neste momento a My Cute Pooch tem apenas três funcionários a tempo inteiro, mas tem entre 30 e 40 pessoas a trabalhar de forma indireta”, explica, à Forbes Portugal, Mara Ferreira. A empreendedora faz toda a gestão da marca, desde a criação ao design, até à produção e ao marketing. Inicialmente estava só à venda no canal digital, mas, entretanto, várias lojas começaram a perguntar se poderia fornecê-las. “Mas eu não queria, não estava preparada para isso nem tinha tempo, mas acabei por ceder”, revela. Em pouco tempo Mara conseguiu, ter presença em 80 lojas multimarca, e ultrapassar o milhão de euros de faturação. Fez até um contrato com uma grande cadeia de lojas, com presença global, mas depressa percebeu que estava a perder a essência da marca. Crescer a qualquer preço não estava no seu dicionário. Percebeu então que mais valia dar um passo atrás e manter a rota inicial: a da exclusividade da marca, em que a fosse passada a mensagem correta, explicando o conceito. “Isto é o meu amor e estava a fugir do meu controlo. As lojas não estavam a explicar a marca como eu gostaria”, explica. Acabou por cancelar esse grande contrato e nunca mais vender para lojas físicas. É que nem sempre crescer é o melhor caminho.</p>
<blockquote><p><strong>“A marca precisa de cuidado, de proximidade, e eu estou a dar a cara pela My Cute Pooch neste momento, e está a resultar muito bem”, explica Mara Ferreira. </strong></p></blockquote>
<p>A marca já tinha iniciado a sua internacionalização, mas como esta experiência das lojas físicas, que estavam também em Espanha e Itália, estava a deixar a gestora exausta. “Dar um passo atrás também faz parte do crescimento. É um processo de tentativa/erro, para testar o que é melhor para o negócio. Estou a levar a marca de uma maneira muito suave, porque não é apenas um trabalho, é uma paixão”, revela. Um passo atrás implica também perder algum negócio, que, no entanto, já está em recuperação. As vendas da My Cute Pooch ascendem a um preço médio de 140 euros – os modelos base começam nos 105 euros e vão até aos 140 euros, mas há ainda uma série de acessórios extra que podem ser comprados com a mala. “Neste momento estou só com o <em>online</em> e estou a fechar um acordo para vender para o Reino Unido, através de uma plataforma de <em>e-commerce</em>. Estamos até a desenvolver um website específico da My Cute Pooch nesse mercado”, revela a empreendedora. Mara Ferreira afirma também estar a firmar parcerias com algumas marcas, mas não revela ainda nomes.</p>
<p>Não se querendo comprometer com uma data, a empreendedora estima que a médio prazo, com as novas parcerias, ultrapasse os três milhões de euros de volume de negócios. “A marca precisa de cuidado, de proximidade, e eu estou a dar a cara pela My Cute Pooch neste momento, e está a resultar muito bem. Quando fiquei só com o online percebi que tinha de estar mais presente nas redes sociais, com vídeos que explicam a essência da marca. Além disso falo com as minhas clientes diariamente”, refere. Isto cria <em>engagment</em> com a marca e gera muito movimento. A marca também vende directamente no <em>showroom</em> em Felgueiras, junto Bolflex, e tem clientes que a procuram de todos os pontos do país.</p>
<p><em><strong>(Artigo originalmente publicado na edição da Forbes Portugal de junho/julho de 2026)</strong></em></p>
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		<title>Banco de Portugal: No início da próxima década o peso da dívida pública no PIB tenderá a aumentar</title>
		<link>https://www.forbespt.com/banco-de-portugal-no-inicio-da-proxima-decada-o-peso-da-divida-publica-no-pib-tendera-a-aumentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[défice]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo do Banco de Portugal de Portugal revela que o peso da dívida pública no Produto Interno Bruto (PIB) em Portugal deixará de diminuir no início da próxima década. Segundo o Boletim Económico de junho e a Análise e Projeções de Finanças Públicas, preparado pelos economistas Cláudia Braz, Nuno Vilarinho Gonçalves, Shamin Sazedi e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo do Banco de Portugal de Portugal revela que o peso da dívida pública no Produto Interno Bruto (PIB) em Portugal deixará de diminuir no início da próxima década. Segundo o <a href="https://www.bportugal.pt/sites/default/files/documents/2026-06/be_jun2026_pt.pdf#page=40">Boletim Económico de junho</a> e a Análise e Projeções de Finanças Públicas, preparado pelos economistas Cláudia Braz, Nuno Vilarinho Gonçalves, Shamin Sazedi e Lara Wemans, há uma previsão de que o saldo orçamental &#8211; a diferença entre receitas e despesas públicas &#8211; se deteriore gradualmente, atingindo um défice de 2,7% do PIB em 2035. O rácio da dívida pública deverá atingir 75% do PIB em 2033, iniciando depois uma trajetória de subida, ainda que contida no horizonte apresentado.</p>
<p>Este cenário base incorpora os custos associados ao envelhecimento da população, mas não tem em conta medidas de política além das já consideradas nas projeções. Os analistas alertam que a incerteza quanto à evolução da economia traduz-se em diferentes trajetórias possíveis para a dívida pública. Uma análise que incorpora essa incerteza sugere que a probabilidade de o rácio da dívida ultrapassar 75% do PIB em 2035 é de 44%, enquanto a probabilidade de o rácio exceder 89,7% (que corresponde ao valor observado em 2025) é de 17%.</p>
<blockquote><p><strong>“Apesar da deterioração na situação orçamental, Portugal mantém-se como um dos poucos países da área do euro com um saldo orçamental próximo do equilíbrio ou em excedente”, pode ler-se no documento.</strong></p></blockquote>
<p>Certo é que o saldo orçamental diminui ao longo do horizonte de projeção. Nas projeções apresentadas e após um excedente de 0,7% do PIB em 2025, preveem-se défices orçamentais de 0,2% em 2026 e 0,5% em 2027 e 2028. No estudo é referido que, face à projeção publicada no Boletim Económico de dezembro, o efeito de base associado ao resultado mais favorável do que o esperado em 2025 é parcialmente atenuado pela incorporação de novas medidas, no âmbito do pacote da habitação, dos apoios a famílias e empresas afetadas pelas tempestades e das decorrentes despesas de reconstrução e da mitigação do aumento dos preços da energia. “Apesar da deterioração na situação orçamental, Portugal mantém-se como um dos poucos países da área do euro com um saldo orçamental próximo do equilíbrio ou em excedente”, pode ler-se no documento.</p>
<blockquote><p><strong>Por outro lado, há fatores continuam a apoiar o crescimento económico em 2026, como a favorável situação do mercado de trabalho, as maiores entradas de fundos europeus que dinamizam o investimento e a orientação da política orçamental que permanece expansionista.</strong></p></blockquote>
<p>No que diz respeito às projecções para a economia portuguesa entre 2026 e 2028, o crescimento do PIB deverá diminuir para 1,8% em 2026 e 1,6% em 2027, situando-se em 1,8% em 2028.</p>
<p>Já a inflação deverá subir para 3,1% em 2026 e retornar a valores próximos de 2% nos anos seguintes. A inflação registada em 2026 reflete sobretudo o aumento do preço do petróleo, o que implica o agravamento das condições financeiras e o menor crescimento da procura externa.</p>
<p>Por outro lado, há fatores continuam a apoiar o crescimento económico em 2026, como a favorável situação do mercado de trabalho, as maiores entradas de fundos europeus que dinamizam o investimento e a orientação da política orçamental que permanece expansionista.</p>
<p>Já a desaceleração da atividade em 2027 reflete o abrandamento do investimento associado ao fim do PRR. O banco de Portugal projeta que o impacto do aumento mais contido da população sobre a oferta de emprego seja compensado por um maior crescimento da produtividade, para o que contribui, entre outros fatores, a melhoria das qualificações da população e o aumento do peso de serviços de maior valor acrescentado no VAB e exportações.</p>
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		<title>As Mais Poderosas: Isabel Capeloa Gil na segunda posição da categoria de Educação e Ciência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-isabel-capeloa-gil-na-segunda-posicao-da-categoria-de-educacao-e-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 17:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, <a href="https://www.forbespt.com/exclusivo-forbes-conheca-as-mulheres-que-lideram-a-lista-das-mais-poderosas-nos-negocios-2026/">a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios.</a> Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado por 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.</p>
<p>Reitora da Universidade Católica desde 2016, Isabel Capeloa Gil, 61 anos, ocupa a segunda posição da categoria de Educação e Ciência da lista de 2026 das Mais Poderosas nos Negócios, categoria liderada pela <a href="https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-elvira-fortunato-lidera-categoria-de-educacao-e-ciencia/">cientista Elvira Fortunato</a>. Está no seu terceiro mandato à frente da instituição, cargo que acumula também com a presidência da Aliança Estratégica das Universidades Católicas de Investigação (SACRU), para o triénio 2025-2028. Anteriormente, entre 2018 e 2025, a gestora esteve como presidente da Federação Internacional das Universidades Católicas, tendo sido a primeira mulher a ocupar este cargo internacional. É ainda professora Catedrática de Estudos de Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa.</p>
<blockquote><p><strong>Com uma avaliação de 66 pontos, a reitora da Universidade Católica Portuguesa ocupa a segunda posição da categoria de Educação e Ciência do ranking de 2026 da Forbes Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Isabel Capeloa Gil nasceu em 1965, em Mira, e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e tem ainda um mestrado em Estudos Alemães realizado na mesma instituição de ensino. Ao longo da sua carreira tem realizado trabalho de investigação na área da cultura, tendo mais de 150 artigos científicos e obras publicadas. Criou e coordenou uma rede de colaboração entre a universidade e o setor cultural, destacando-se a criação do Mestrado em Estudos de Cultura da Faculdade de Ciências Humanas. É Doutora Honoris Causa pelo Boston College, desde 2019, e pelo Institut Catholique de Paris, desde 2021. Em 2022 foi nomeada consultora do Dicastério (espécie de departamento) para a Educação e Cultura da Santa Sé, então pelo falecido Papa Francisco.</p>
<h3><strong>A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal </strong></h3>
<p>O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.</p>
<p>A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.</p>
<blockquote><p><strong>A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.</strong></p></blockquote>
<p>Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-isabel-capeloa-gil-na-segunda-posicao-da-categoria-de-educacao-e-ciencia/">As Mais Poderosas: Isabel Capeloa Gil na segunda posição da categoria de Educação e Ciência</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>As Mais Poderosas: Elvira Fortunato lidera categoria de Educação e Ciência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-elvira-fortunato-lidera-categoria-de-educacao-e-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[As 50 Mais Poderosas]]></category>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios. Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado em 11 categorias distintas, correspondentes aos vários setores de atividade em [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/as-mais-poderosas-elvira-fortunato-lidera-categoria-de-educacao-e-ciencia/">As Mais Poderosas: Elvira Fortunato lidera categoria de Educação e Ciência</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista Forbes Portugal acaba de lançar, na edição em papel que está agora em banca, a<a href="https://www.forbespt.com/exclusivo-forbes-conheca-as-mulheres-que-lideram-a-lista-das-mais-poderosas-nos-negocios-2026/"> sua lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios.</a> Tal como já aconteceu em 2024, o ranking deste ano foi novamente organizado em 11 categorias distintas, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam.</p>
<p>Elvira Fortunato, 62 anos, é uma das cientistas portuguesas mais premiadas da atualidade, tendo sido ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior entre 2022 e 2023. Lidera, esta edição, a categoria de Educação e Ciência das portuguesas Mais Poderosas nos Negócios, com 68 pontos (ver em baixo metodologia aplicada nas avaliações). Professora Catedrática e investigadora no Departamento de Ciências dos Materiais na Universidade NOVA de Lisboa, é licenciada em Física e Engenharia dos Materiais e recebeu mais de 50 prémios e distinções internacionais. É ainda autora de quase mil artigos publicados em revistas científicas.</p>
<blockquote><p><strong>Com uma avaliação de 68 pontos, a cientista e investigadora Elvira Fortunato ocupa a primeira posição da categoria de Educação e Ciência do ranking de 2026 da Forbes Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Elvira Fortunato foi pioneira na investigação europeia sobre eletrónica transparente utilizando materiais sustentáveis, e, em 2008, foi-lhe atribuída, pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC), uma bolsa para o projeto Invisible, considerado pela Comissão Europeia uma história de sucesso. Em 2018 recebeu uma segunda bolsa avançada da ERC para investigação no valor de 3,5 milhões de euros, a maior já atribuída a uma cientista portuguesa, para o projeto DIGISMART.</p>
<p>A investigadora é ainda membro eleito da Academia de Engenharia, da Academia Europeia de Ciências, da Academia de Ciências de Lisboa e da Academia Europaea. Em 2022, fez parte do grupo das 27 mulheres europeias inspiradoras, eleitas pela presidência francesa da União Europeia.</p>
<h3><strong>A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal </strong></h3>
<p>O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.</p>
<p>A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.</p>
<blockquote><p><strong>A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.</strong></p></blockquote>
<p>Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.</p>
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		<title>Sword continua às compras e assina acordo de compra com plataforma de saúde mental norte-americana</title>
		<link>https://www.forbespt.com/sword-continua-as-compras-e-assina-acordo-de-compra-com-plataforma-de-saude-mental-inglesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Aquisição]]></category>
		<category><![CDATA[fusão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sword, empresa de origem portuguesa especializada em Inteligência Artificial aplicada à saúde, acaba de anunciar que assinou um acordo para a compra da Headspace, uma plataforma de saúde mental, que ajuda milhões de pessoas em todo o mundo a cuidar da mente, a desenvolver resiliência e a melhorar o seu bem-estar. A aplicação já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.forbespt.com/unicornio-sword-health-ja-vale-4-mil-milhoes-de-dolares/">Sword</a>, empresa de origem portuguesa especializada em Inteligência Artificial aplicada à saúde, acaba de anunciar que assinou um acordo para a compra da Headspace, uma plataforma de saúde mental, que ajuda milhões de pessoas em todo o mundo a cuidar da mente, a desenvolver resiliência e a melhorar o seu bem-estar. A aplicação já marcou a vida de 100 milhões de pessoas em 200 países, oferecendo apoio personalizado em <em>mindfulness</em>, sono e saúde mental. A conclusão desta aquisição, cujo valor não foi divulgado, está prevista para o início do quarto trimestre de 2026, sujeita às condições habituais.</p>
<p>Esta operação permite à Sword crescer a sua operação na área da saúde mental. O unicórnio de origem nacional, co-fundado por <a href="https://www.forbespt.com/virgilio-bento-da-sword-health-considerado-um-dos-100-lideres-mais-influentes-no-sector-da-saude/#goog_rewarded">Virgílio Bento</a>, CEO, e Márcio Colunas, CSO, avaliado atualmente pelo mercado em cerca de 4 mil milhões de dólares (cerca de 3,5 mil milhões de euros), atuam em áreas como a saúde musculoesquelética, a saúde feminina, a saúde cardiometabólica, a saúde mental e a gestão operacional de sistemas de saúde.</p>
<blockquote><p><strong>«Este é um dos passos mais decisivos que demos na nossa história», afirma, em comunicado, Virgílio Bento, co-fundaddor e CEO da Sword.</strong></p></blockquote>
<p>A Sword construiu a sua plataforma de Inteligência Artificial na Saúde (AI Care) recorrendo à IA em conjunto com profissionais clínicos para tratar o paciente como um todo. Enquanto os cuidados de saúde tradicionalmente tratam o corpo humano em especialidades desligadas entre si, a investigação demonstra que a saúde física e a saúde mental são inseparáveis. Assim, este acordo acelera a sua aposta na saúde mental.</p>
<p>«Este é um dos passos mais decisivos que demos na nossa história», afirma, em comunicado, Virgílio Bento. “Somos pioneiros de um novo modelo de cuidados de saúde que compreende cada pessoa, conhece o seu histórico e antecipa as suas necessidades, 24 horas por dia, sete dias por semana. Já tratámos mais de um milhão de pessoas com o nosso modelo AI Care e, com a Headspace, temos a oportunidade de chegar a muitos mais milhões”, acrescenta o responsável.</p>
<p>Com 15 anos de história, a Headspace &#8211; que foi fundada em Londres, mas está atualmente sediada nos Estados Unidos &#8211;  conquistou credibilidade no mercado e já impactou a vida de milhões de pessoas tendo uma profunda base clínica, sustentada por 84 estudos clínicos que demonstram a eficácia da sua abordagem. São mais de 20 mil as empresas que disponibilizam a Headspace aos seus colaboradores, incluindo seguros de saúde, como a Cigna Healthcare e a Kaiser Permanente e parceiros como a NBA.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A integração na Sword vai permitir-nos levar essa missão ainda mais longe, através de um modelo que compreende cada pessoa individualmente, conhece o seu histórico, se adapta continuamente e envolve profissionais clínicos sempre que necessário&#8221;, afirma Tom Pickett, CEO da Headspace. </strong></p></blockquote>
<p>Tom Pickett, CEO da Headspace, refere, a propósito desta operação, que &#8220;A Headspace sempre teve o compromisso de tornar o acesso à saúde mental acessível a qualquer pessoa, onde quer que esteja”. E acrescenta: &#8220;A integração na Sword vai permitir-nos levar essa missão ainda mais longe, através de um modelo que compreende cada pessoa individualmente, conhece o seu histórico, se adapta continuamente e envolve profissionais clínicos sempre que necessário.”, acrescenta.</p>
<p>A Sword criou os seus próprios modelos para prestar cuidados de saúde mental e disponibilizou em código aberto os frameworks de avaliação e segurança MindEval e MindGuard, que medem a competência clínica de grandes modelos de linguagem em contexto terapêutico. Esta investigação está na base da solução AI Care da Sword para a saúde mental, lançada no ano passado.</p>
<p>Agora, a integração da inteligência clínica da Sword, a plataforma da Headspace passará a oferecer maior personalização, reconhecimento proativo das necessidades dos pacientes, navegação mais simples e um apoio contínuo, com o apoio de uma equipa de mais de 15 mil profissionais.</p>
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