Nos primeiros nove meses do ano, o Abanca Portugal atingiu um volume de negócios – ou produto bancário – de 21.260 milhões de euros, o que representou um crescimento de 4% face ao período homólogo de 2025. Em comunicado, a instituição referiu que os seus resultados antes de impostos cresceram igualmente, neste caso 19,5%, para os 99 milhões de euros. O crédito líquido a clientes aumentou 4,3%, para um total de 9.022 milhões de euros. A evolução destes resultados foi acompanhada ainda de uma melhoria na eficiência, uma vez que os custos operacionais diminuíram 8,3% no período em análise.
No que diz respeito ao dinamismo comercial da filial nacional do banco espanhol, este refletiu-se no aumento de mais 19 mil clientes até setembro. Por outro lado, os indicadores de qualidade do crédito mantiveram uma evolução positiva, já que o rácio de crédito em incumprimento reduziu-se para 2,1%, menos 29 pontos base face a setembro de 2025, enquanto o rácio de cobertura de crédito em incumprimento se situou nos 86,6%.
No final do terceiro trimestre, o grupo Abanca geria um volume de negócios de cerca de 142.859 milhões de euros, o que representou um crescimento de 6,4%.
No que diz respeito aos resultados globais do banco fundado na Galiza, o lucro antes de impostos atingiu os 765 milhões de euros, o que representou um crescimento de 2,4%. No entanto, os lucros depois de impostos caíram 13,6%, para os 579,1 milhões de euros, o que a instituição explica pelo facto do aumento da taxa efetiva de imposto provocado pela menor utilização de créditos fiscais.
No final do terceiro trimestre, o Abanca geria um volume de negócios de cerca de 142.859 milhões de euros, o que representou um crescimento de 6,4%. O crédito a clientes atingiu os 56.579 milhões de euros, enquanto os recursos totais captados ascenderam a 86.280 milhões de euros, num crescimento de 5,55 face aos primeiros nove meses do ano passado.
O Abanca continua a crescer de forma expressiva tanto nos recursos fora de balanço como na comercialização de seguros. Os primeiros ascendem a 22.425 milhões de euros, registando um crescimento homólogo de 18,4%, enquanto que os prémios de seguros gerais e Vida Risco aumentaram 11,5%, para 746 milhões de euros.





