TOP of the WEEK: Doing Business Angola 2026

🗞️ 7 notícias a não esquecer Esta semana as relações bilaterais entre Portugal e Angola estiveram em destaque. Numa organização conjunta Forbes África Lusófona e Jornal Económico, decorreu no hotel Epic Sana Lisboa a Conferência Doing Business Angola 2026 que destacou as inúmeras oportunidades de negócio que se apresentam aos investidores em Angola, nesta nova fase…
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Esta semana as relações bilaterais entre Portugal e Angola estiveram em destaque. Numa organização conjunta Forbes África Lusófona e Jornal Económico, decorreu no hotel Epic Sana Lisboa a Conferência Doing Business Angola 2026 que destacou as inúmeras oportunidades de negócio que se apresentam aos investidores em Angola, nesta nova fase económica que o país vive. Temos o resumo preparado para si.
TOP of the WEEK

🗞️ 7 notícias a não esquecer

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Esta semana as relações bilaterais entre Portugal e Angola estiveram em destaque. Numa organização conjunta Forbes África Lusófona e Jornal Económico, decorreu no hotel Epic Sana Lisboa a Conferência Doing Business Angola 2026 que destacou as inúmeras oportunidades de negócio que se apresentam aos investidores em Angola, nesta nova fase económica que o país vive. “Portugal e Angola mantêm uma relação singular, alicerçada numa história comum, numa língua que nos une e numa proximidade humana que ultrapassa fronteiras. Mas uma parceria verdadeiramente estratégica não pode viver apenas da memória”, referiu o ministro português da Economia na conferência Doing Business Angola 2026. Manuel Castro Almeida argumenta que existe ainda um “vasto potencial para aprofundar esta cooperação, acompanhando o esforço de diversificação da economia angolana”.

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O administrador executivo do Banco Millennium Atlântico, Sidney Magalhães, considerou que Angola está a progredir no caminho para uma maior estabilidade macroeconómica e financeira, embora sublinhe que esse processo ainda não está concluído. O banqueiro alertou para a forte dependência fiscal do setor petrolífero. Já Eline Feijão, administradora executiva do Banco Atlântico Europa, salientou que a confiança é algo que se perde rapidamente e é muito difícil de conquistar, mas destaca o trabalho muito importante entre os bancos angolanos e o regulador. “Há trabalho a fazer para todos, até porque o tipo de desafios que existem no sistema financeiro estão sempre a mudar”, refere.

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N’Gunu Tiny, fundador do Grupo Media Nove, lançou a ideia de se criar uma agenda “Angola Portugal 2035” e de um conselho estratégico Económico entre os dois países: “O verdadeiro desafio é usar Portugal e Angola para criar empresas globais e conquistar novos mercados”, referiu o líder do grupo editorial que detém a Forbes Portugal, Forbes África Lusófona e Jornal Económico.

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As privatizações em Angola começaram em 2019 e foram genericamente bem-sucedidas. Na fase final do processo, há ainda, segundo Álvaro Fernão, PCA da IGAPE, diversas empresas interessantes para os investidores. Principalmente para aqueles que quiserem ter uma palavra a dizer no futuro de África. A reflexão foi deixada na conferência Doing Business Angola, evento no qual se apontaram também setores com potencial de evolução. Nesse sentido, o CEO da Fortaleza Seguros traçou um retrato de um setor segurador angolano ainda com peso residual na economia — inferior a 1% do PIB —, muito aquém dos 3% a 5% registados em países com nível de desenvolvimento semelhante e dos mais de 10% observados em economias mais avançadas. “Estamos numa fase ainda pouco representativa” quanto ao papel do setor na economia, resumiu Carlos Firme.

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50 anos depois da independência, Angola está em plena fase de transformação, alavancada pela estratégia de utilização dos recursos naturais numa ótica de valor acrescentado e de lançamento da industrialização para os setores mais dinâmicos da atualidade. O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás de Angola, Diamantino Azevedo, traçou um ‘road map’ exaustivo no evento Doing Business Angola. Isto depois de, num momento anterior, ter dito que o seu “objetivo principal é fazer com que os recursos minerais contribuam cada vez mais para a melhoria da qualidade da população angolana”.

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A criação de uma indústria capaz de transformar diamantes em riqueza sustentável foi apontada como uma das prioridades para o futuro da mineração em Angola. Em Lisboa, Artur Gonçalves, Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Mineira do Chitotolo, defendeu no “Doing Business Angola” que o país deve deixar de ser apenas um exportador de matéria-prima. Para Emanuela Vunge, Managing Partner Prime Advogado, da rede internacional da VdA Legal Partners, os investidores internacionais demonstram cada vez mais apetite pelo mercado angolano, nomeadamente pela área das infraestruturas, em particular a saúde, educação e turismo. “Como país em desenvolvimento são setores que saltam logo à vista”.

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Num dos painéis do Doing Business Angola 2026, discutiu-se a “Energia para o futuro: um novo ciclo do oil&gás angolano”. Numa conversa entre Alcides de Andrade, administrador executivo de ANPG e Edson dos Santos, Presidente do Conselho de Administração da Etu Energias, Uma das declarações a reter neste painel foi a de que “Angola tem todas as condições para ser um hub energético, não só para o país em si, mas para a parte do sul de toda a África”, indicou Edson dos Santos. Construir uma economia mais autónoma e menos vulnerável aos choques externos é, para o Grupo Opaia, um dos maiores desafios de Angola, segundo destacou Hugo Azevedo, CFO da instituição, durante a conferência Doing Business Angola 2026. A captação de investimento nacional e estrangeiro para a exploração e transformação dos recursos minerais constitui uma das principais prioridades da estratégia de Angola para o setor mineiro, segundo sublinhou o Presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional de Recursos Minerais (ANRM), Jacinto Rocha, na iniciativa Doing Business Angola 2026. Já Sebastião Gaspar Martins, Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, revelou que a Galp quer investir novamente em Angola, reforçando a cooperação entre as duas empresas na área da exploração e produção.


🧐 A frase da semana

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Apesar de ser uma das escolas mais internacionais da Europa, com 72% dos alunos provenientes de mais de 100 países, a Nova SBE reconhece que a presença de estudantes africanos ainda está aquém do desejado, com o Dean Pedro Oliveira a sublinhar a ambição de reforçar a atração de talento oriundo do continente africano nos próximos anos: “Queremos muito que África passe a ser uma das principais origens dos nossos estudantes”.


✔️ O positivo

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As relações económicas entre Portugal e Angola estão no bom caminho, mas há espaço para melhorar e estabelecer verdadeiras parcerias entre as empresas e não se ficar apenas numa lógica de exportações. Este foi o denominador comum que prevaleceu no painel ‘Angola –Portugal: a nova agenda económica e as oportunidades de parceria’, no âmbito da quarta edição do Doing Business Angola, organizado pela Forbes África Lusófona e pelo Jornal Económico. O painel juntou em palco Arlindo Chagas, PCA da AIPEX, Madalena Oliveira e Silva, PCA da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal e João Traça, Presidente Câmara de Comércio e Indústria Portugal – Angola (CCIPA).

❌ O negativo

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Morreu aos 78 anos Sam Neill, um dos atores mais marcantes da sua geração. Numa das últimas entrevistas concedidas à Forbes, em 2024, refletiu sobre a carreira, o futuro de Jurassic World, a paixão pela vida no campo e a convicção de que, mesmo após cinco décadas de cinema, continuava a aprender.


📖 A LER

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Em paralelo ao evento Doing Business Angola, a Nova Business School (SBE), em Carcavelos, recebeu a EurAfrican Forum 2026 que reuniu responsáveis políticos (incluindo António José Seguro, Presidente da República de Portugal, e Daniel Francisco Chapo, Presidente da República de Moçambique), empresários, investidores, académicos, analistas e representantes de diferentes instituições para discutir o lugar de África na economia, na inovação e na transformação geopolítica globais. Vale a pena ler a síntese dos trabalhos que preparámos para si em vários artigos nos links que aqui disponibilizamos neste curto parágrafo de destaque.

📻 A OUVIR

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A música é um ativo cada vez mais fundamental para a marca de cerveja Heineken que voltou a marcar presença no NOS Alive. A responsável de marketing da Heineken em Portugal, Catarina Ferraz, destaca que aposta na música é uma plataforma importante para ser reconhecida como uma marca local.

🎥 A VER

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Este domingo, o mundo do futebol estará concentrado nos ecrãs para assistir à final do Mundial de Futebol 2026 que se jogará entre Espanha e Argentina. À hora de Portugal Continental, a partida começa às 20 horas, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, mesmo pertinho de Nova Iorque. Em Portugal, o jogo será transmitido na RTP 1, Sport TV 1 Sport TV 5 e LiveModeTV (plataforma no YouTube). É só escolher!

🍲 A SABOREAR

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A Costa Boal Family Estates apresenta quatro novas edições de vinhas velhas da Quinta dos Távoras. Os lançamentos são edições premium, limitadas e, embora possam ser de consumo imediato, adequam-se a serem guardadas também. António Boal, CEO e produtor da Costa Boal Family Estates, realça que estes vinhos evidenciam o potencial das vinhas velhas como um dos maiores ativos da viticultura portuguesa.

 

Bom fim de semana!!

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