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	<title>Sports Money - Forbes Portugal: Desporto e Negócios</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Sports Money - Forbes Portugal: Desporto e Negócios</title>
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		<title>Desporto: Open de Portugal em golfe volta ao DP World Tour em 2027 e Fórmula 1 regressa ao Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 12:21:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal volta a estar novamente na rota dos grandes circuitos mundiais de golfe e de Fórmula 1. O histórico Open de Portugal vai voltar a integrar o calendário do DP World Tour em 2027, anunciou hoje o principal circuito europeu de golfe, regressando ao Oitavos Dunes Links Golf, em Cascais. Pela primeira vez desde 2020, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal volta a estar novamente na rota dos grandes circuitos mundiais de golfe e de Fórmula 1. O histórico Open de Portugal vai voltar a integrar o calendário do DP World Tour em 2027, anunciou hoje o principal circuito europeu de golfe, regressando ao Oitavos Dunes Links Golf, em Cascais. Pela primeira vez desde 2020, o Open de Portugal, nascido há 73 anos, regressa à primeira divisão do golfe europeu, entre 13 e 16 de maio de 2027, no Oitavos Dunes Links Golf, palco de quatro edições da prova, em 2005, 2007, 2008 e 2009.</p>
<div id="txt">
<p class="text-paragraph">Depois de nos últimos seis anos ter sido realizado no Royal Óbidos Golf Resort e pontuado nas derradeiras cinco edições para o Challenge Tour, a 64.ª edição do Open de Portugal integra o circuito secundário do golfe europeu e terá lugar, já a partir de quinta-feira e até domingo, no PGA Aroeira 1, em Almada.</p>
<p class="text-paragraph">“O regresso dos históricos Opens nacionais de Singapura e Portugal significa que 17 prestigiados torneios farão parte do nosso calendário global de 2027, juntamente com outros torneios internacionais de grande popularidade realizados à volta do mundo”, anunciou hoje Guy Kinnings, CEO do DP World Tour, aquando da divulgação do calendário da próxima temporada.</p>
<p class="text-paragraph">Fundado em 1953, o Open de Portugal é um dos torneios mais antigos do golfe europeu e integrou o calendário inaugural do European Tour em 1972. Atualmente faz parte da segunda divisão europeia e vai distribuir 300 mil euros em prémios monetários entre os 144 jogadores presentes na Aroeira, entre os quais 10 golfistas portugueses.</p>
</div>
<h3>Portugal recebe nona prova do Mundial de Fórmula 1 em 20 de junho de 2027</h3>
<p>Foi também anunciado hoje que o Grande Prémio de Portugal de Fórmula 1 se disputa a 20 de junho, sendo a nona prova do Campeonato do Mundo de 2027, de acordo com o calendário anunciado. A prova portuguesa, que terá como palco o Autódromo Internacional do Algarve (AIA), em Portimão, surgirá entre as corridas do Mónaco, previsto para 06 de junho, e da Grã-Bretanha, marcado para 04 de julho.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo o calendário divulgado hoje, pela Federação Internacional do Automóvel (FIA), a temporada voltará a contar com 24 corridas, começando no Bahrain, a 14 de março, e terminando em Abu Dhabi, a 12 de dezembro. O regresso de Portugal ao Mundial em 2027 e 2028 já tinha sido anunciado pela Fórmula 1, no âmbito de um acordo com o Governo português, o Turismo de Portugal e a entidade gestora do circuito algarvio. Portugal regressará ao campeonato seis anos depois da última passagem da Fórmula 1 por Portimão, que recebeu provas em 2020 e 2021, anos de pandemia de covid-19, ambas ganhas pelo britânico Lewis Hamilton.</p>
<p><strong><em>(Com Lusa)</em></strong></p>
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		<title>Mariana Lobato e United by the Ocean vencem Ocean Race Atlantic</title>
		<link>https://www.forbespt.com/mariana-lobato-e-united-by-the-ocean-vencem-ocean-race-atlantic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A embarcação United by the Ocean, com a portuguesa Mariana Lobato como co-skipper, venceu a primeira edição da Ocean Race Atlantic, que terminou esta quinta-feira na cidade francesa de Lorient. Sete dias, 23 horas, 39 minutos e 11 segundos depois de ter saído de Nova Iorque, o United by the Ocean, liderada pelo francês Paul [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A embarcação United by the Ocean, com a portuguesa <a href="https://www.forbespt.com/mariana-lobato-prepara-the-ocean-race-navegadora-defende-cores-da-equipa-united-by-the-ocean/" target="_blank" rel="noopener">Mariana Lobato</a> como co-skipper, venceu a primeira edição da Ocean Race Atlantic, que terminou esta quinta-feira na cidade francesa de Lorient.</p>
<p class="text-paragraph">Sete dias, 23 horas, 39 minutos e 11 segundos depois de ter saído de Nova Iorque, o United by the Ocean, liderada pelo francês Paul Meilhat, conseguiu conquistar o triunfo, após uma luta intensa com o 11th Hour Racing, da norte-americana Francesca Clapcich.</p>
<p class="text-paragraph">A equipa francesa, da velejadora olímpica portuguesa, cortou a meta oito minutos e 56 segundos antes da embarcação norte-americana.</p>
<p class="text-paragraph">“Para mim, o importante não é o resultado, mas a forma como o construímos. Por isso prefiro manter na mente os bons momentos e como os podemos repetir no futuro”, assumiu Meilhat.</p>
<p class="text-paragraph">Na terceira posição, ficou o DMG MORI Global One, do japonês Kojiro Shiraishi, que liderou a corrida durante 48 horas até à manhã desta quinta-feira, 10 de setembro, aguentando a aproximação do Team Malizia, do alemão Boris Herrmann.</p>
<p class="text-paragraph">O Embrace the Challenge, do suíço Oliver Heer, e o MSIG Europe, do neozelandês Conrad Colman, ainda não atingiram terra em Lorient.</p>
<p class="text-paragraph">A próxima edição da Ocean Race, prova de circum-navegação, vai correr-se em 2027, com partida em Alicante, em Espanha, e final em Amaala, na Arábia Saudita.</p>
<h3>Mariana Lobato destaca resiliência da equipa na conquista da Ocean Race Atlantic</h3>
<p class="text-paragraph">A velejadora Mariana Lobato atribuiu o mérito da vitória na primeira Ocean Race Atlantic à resiliência de toda a equipa da embarcação United by the Ocean, que superou vários desafios entre Nova Iorque e Lorient.</p>
<p class="text-paragraph">Após sete dias, 23 horas, 39 minutos e 11 segundos no mar, a embarcação United by the Ocean, com a portuguesa Mariana Lobato como co-skipper, venceu a primeira edição da Ocean Race Atlantic, que terminou esta quinta-feira, 10 de setembro, na cidade francesa de Lorient.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações à Lusa, a velejadora olímpica assumiu dificuldades em descrever a tripulação que tornou a conquista possível, reiterando que não venceram, apenas, a competição: “Chegámos hoje [ontem] a Lorient, França, em primeiro lugar, foi espetacular. Este projeto da Ocean Race Atlantic arrancou um bocadinho à última da hora, há três meses, e portanto, alcançar esta vitória é incrível, obviamente. Não temos palavras para, primeiro, agradecer à equipa que preparou o barco e todo o ambiente que temos na equipa que, sinceramente, sinto que faz mesmo a diferença. Chegar em primeiro lugar não é só ganhar uma regata, é ganhar todo um processo que tivemos que ativar em modo contrarrelógio”, frisou.</p>
<p class="text-paragraph">Durante a regata atlântica, que iniciou em Nova Iorque, com “uma largada com médio vento, bastante estável”, a equipa liderada pelo francês Paul Meilhat superou condições meteorológicas adversas e diferentes desafios físicos e psicológicos.</p>
<p class="text-paragraph">“O terceiro e quarto dias foram muito violentos, tivemos muito vento, um mar agitado, andávamos aos saltos dentro do barco, não conseguíamos dormir, praticamente, fazer a nossa comida também era complicado, ir à casa de banho era um verdadeiro desafio. Foi um grande desafio superar estes dois dias, em que tivemos condições adversas, um bocado em modo tempestade, modo sobrevivência, [mas] depois a coisa acalmou um bocadinho, pudemos descansar e recuperar o sono, porque estávamos bastante cansados”, descreveu Mariana Lobato.</p>
<p class="text-paragraph">Para a velejadora, o trabalho em equipa fez-se notar nestes últimos dias e, sobretudo, na manhã de quinta-feira, uma vez que os três barcos que alcançaram o pódio estavam “lado a lado”.</p>
<p class="text-paragraph">“Seria impossível dizer ontem [na quarta-feira] ou [esta] manhã quem é que iria vencer, portanto, foi hoje [quinta-feira] mesmo o nosso sucesso em equipa que [permitiu] alcançar a vitória”, destacou.</p>
<p class="text-paragraph">Embora considere que nunca se está “100% preparada” para uma prova desta dimensão, Mariana Lobato destacou a importância da preparação física em terra e da resiliência emocional.</p>
<p class="text-paragraph">“Faço bastante ‘crossfit’, muita preparação física em terra, que me ajuda bastante, mas quando não [se] dorme, não há treino físico que [consiga] superar isso. As pessoas pensam que é só o físico, mas é muito a parte mental da resistência psicológica, da resiliência, de saber que não estou completamente a 100%, mas vou continuar a dar o meu melhor, vou continuar a trabalhar e a respeitar a equipa (…). Tivemos sempre um ótimo ambiente a bordo, conseguimos ajudar-nos muito e ser muito tolerantes, isso faz muita diferença também”, afiançou.</p>
<p class="text-paragraph">A primeira edição da Ocean Race Atlantic serviu, também, de teste à embarcação, que chegou a França quase sem material partido, em bom estado, permitindo à equipa “ganhar confiança” para a volta ao mundo, que começa em 17 de janeiro de 2027, em Alicante, Espanha.</p>
<p class="text-paragraph">“A ideia é fazer a volta ao mundo em janeiro [de 2027], queremos fazer, mas ainda estamos à procura de apoio financeiro para a poder realizar nas melhores condições. Não é garantido que consigamos estar na linha de largada, queremos estar e já mostrámos que [será] da melhor forma, competitivos, mas precisamos de apoio financeiro. Portanto, a nível de equipa, para já, [queremos] garantir que o barco vai estar e depois definir o resto da equipa, que ainda não está fechada”, adiantou Mariana Lobato.</p>
<p class="text-paragraph">A velejadora lisboeta, de 38 anos, revelou ainda o desejo de conseguir atrair patrocinadores nacionais, uma vez que a prova passa também por Portugal.</p>
<p class="text-paragraph">“Vamos ter uma paragem em Cascais e eu gostava mesmo muito de ter marcas portuguesas a bordo, porque é o que faz sentido. Andamos sempre a fazer, basicamente, ‘marketing’ aos outros países e marcas que não são portuguesas e por isso, para mim, não faz sentido. Eu que sou portuguesa e represento Portugal ao mais alto nível, e neste caso, chegando a vitória, gostava de levar comigo marcas portuguesas”, concluiu.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Volkswagen poderá vender participação no Bayern Munique para reduzir custos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/volkswagen-podera-vender-participacao-no-bayern-munique-para-reduzir-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 08:12:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Volkswagen poderá estar a preparar uma redução significativa da sua presença no futebol alemão, incluindo a eventual venda da participação que detém indiretamente no Bayern Munique, no âmbito do vasto programa de reestruturação que está a desenvolver para reduzir custos. Oficialmente, o grupo não confirmou qualquer decisão. Mas o tema tem sido avançado por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Volkswagen poderá estar a preparar uma redução significativa da sua presença no futebol alemão, incluindo a eventual venda da participação que detém indiretamente no Bayern Munique, no âmbito do vasto programa de reestruturação que está a desenvolver para reduzir custos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Oficialmente, o grupo não confirmou qualquer decisão. Mas o tema tem sido avançado por vários órgãos de comunicação social alemães, nomeadamente pela organização de jornalismo de investigação Correctiv, enquanto a Bloomberg noticiou que a Volkswagen está a ponderar vender as participações detidas em clubes de futebol, incluindo os 8,3% do Bayern Munique.</p>
<p class="isSelectedEnd">A participação no campeão alemão pertence à Audi, uma das marcas do grupo Volkswagen. Segundo as informações divulgadas, também poderá estar em causa a posição de 10,4% que a Porsche detém no VfB Stuttgart, bem como outros investimentos e acordos de patrocínio ligados ao futebol.</p>
<figure id="attachment_194831" aria-describedby="caption-attachment-194831" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-194831 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-960x540.jpg" alt="" width="960" height="540" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-960x540.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-1920x1080.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-768x432.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-1536x864.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-1200x675.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES-600x338.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/240211_TM_POR_Einlaufkinder_MBF6392_lowRES.jpg 2000w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194831" class="wp-caption-text">A Porsche detém 10,4% no clube de futebol Estugarda.</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">A possibilidade está diretamente relacionada com a situação financeira e industrial da Volkswagen. O grupo atravessa um profundo processo de reestruturação, pressionado pela necessidade de reduzir custos, aumentar a eficiência e responder à concorrência crescente no mercado automóvel, em particular à transição para a mobilidade elétrica e à pressão dos fabricantes chineses.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo notícias publicadas na Alemanha, uma resolução do conselho de supervisão da Volkswagen estabelece que as participações de capital em clubes de futebol não fazem, em princípio, parte do modelo estratégico definido para 2030. Ainda assim, não existe, até ao momento, qualquer confirmação oficial de que as participações serão efetivamente vendidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Wolfsburg poderá constituir uma exceção. O clube está profundamente ligado à história da Volkswagen e é detido integralmente pelo grupo automóvel. Ainda assim, o financiamento terá já sido reduzido nos últimos anos, passando de cerca de 80 milhões de euros anuais para aproximadamente 55 milhões.</p>
<figure id="attachment_194829" aria-describedby="caption-attachment-194829" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-194829 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-1920x1281.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-1536x1025.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/768667769_2810653269297067_3115531926936650695_n.jpg 2048w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194829" class="wp-caption-text">A Volkswagen tem uma ligação histórica ao Wolfsburg, clube de futebol da terra onde a marca alemã tem a sua sede e histórica fábrica</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">Esta não é, contudo, a primeira vez que uma crise da Volkswagen coloca os seus investimentos no futebol sob escrutínio. Em 2015, durante o escândalo das emissões, a empresa também ponderou reduzir ou abandonar vários patrocínios desportivos como forma de cortar custos. Alguns acordos acabaram por não ser renovados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais recentemente, em 2024, a crise financeira e laboral do grupo voltou a levantar dúvidas sobre o futuro da estratégia de patrocínios. A Volkswagen tem uma ligação histórica ao futebol alemão, que vai muito além do Wolfsburg e inclui clubes, competições e a própria Federação Alemã de Futebol.</p>
<p>Para já, a venda da participação no Bayern Munique continua a ser apenas uma possibilidade. Mas o facto de o tema voltar a surgir no contexto da atual reestruturação mostra que até alguns dos investimentos mais simbólicos do grupo poderão estar a ser reavaliados.</p>
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		<title>Proprietário dos Clippers suspenso por um ano devido a um escândalo relacionado com o teto salarial</title>
		<link>https://www.forbespt.com/proprietario-dos-clippers-suspenso-por-um-ano-devido-a-um-escandalo-relacionado-com-o-teto-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Pequeño IV]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 08:12:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[basquetebol]]></category>
		<category><![CDATA[Clippers]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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		<category><![CDATA[Los Angeles]]></category>
		<category><![CDATA[NBA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NBA suspendeu por um ano Steve Ballmer, proprietário dos Los Angeles Clippers e a nona pessoa mais rica do mundo, impondo-lhe uma sanção histórica após ter constatado que as regras relativas ao teto salarial foram violadas em transações que envolveram a antiga estrela dos Clippers, Kawhi Leonard. Ballmer foi suspenso por ter tentado ajudar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NBA suspendeu por um ano Steve Ballmer, proprietário dos Los Angeles Clippers e a nona pessoa mais rica do mundo, impondo-lhe uma sanção histórica após ter constatado que as regras relativas ao teto salarial foram violadas em transações que envolveram a antiga estrela dos Clippers, Kawhi Leonard.</p>
<p>Ballmer foi suspenso por ter tentado ajudar Leonard a &#8220;obter oportunidades de rendimento fora do campo&#8221; e por ter &#8220;aprovado um negócio que sabia ser uma condição prévia&#8221; para que a Aspiration, uma empresa de tecnologia financeira que assinou um contrato de patrocínio de 19 milhões de deuros com Leonard, &#8220;celebrasse um acordo de patrocínio&#8221; com o jogador.</p>
<p>A Aspiration era também patrocinadora corporativa e do emblema no equipamento dos Clippers, bem como parceira do Intuit Dome, o estádio dos Clippers, no valor de 1,72 mil milhões de euros, construído em 2024.</p>
<p>Os Clippers foram multados em 25,85 milhões de euros e obrigados a abdicar de cinco escolhas na primeira ronda do draft, uma em cada um dos Drafts da NBA de 2029, 2030, 2031, 2032 e 2033. O que é amplamente considerado uma das punições mais severas infligidas a uma equipa na história do desporto profissional.</p>
<p>A presidente de operações comerciais dos Clippers, Gillian Zucker, foi suspensa sem vencimento por um ano, enquanto o presidente de operações de basquetebol, Lawrence Frank, foi suspenso sem vencimento por seis meses.</p>
<p>Leonard, que regressa aos Toronto Raptors para a próxima época da NBA, pagará à liga 603,1 mil euros a título de indemnização, mas não será suspenso.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/antoniopequenoiv/2026/09/02/billionaire-clippers-owner-steve-ballmer-suspended-1-year-over-salary-cap-scandal/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>A história por trás da ascensão e do sucesso da tenista Alex Eala</title>
		<link>https://www.forbespt.com/a-historia-por-tras-da-ascensao-e-do-sucesso-da-tenista-alex-eala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matt Craig]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Eala]]></category>
		<category><![CDATA[Atleta]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alex Eala já aterrou no Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, em Manila, inúmeras vezes ao longo da sua vida. Ao regressar de torneios de ténis juvenil quando era criança, ao voltar da Academia Rafael Nadal, em Espanha, na adolescência, ou simplesmente ao regressar a casa, nas Filipinas, durante a época baixa do WTA Tour. Mas a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alex Eala já aterrou no Aeroporto Internacional Ninoy Aquino, em Manila, inúmeras vezes ao longo da sua vida. Ao regressar de torneios de ténis juvenil quando era criança, ao voltar da Academia Rafael Nadal, em Espanha, na adolescência, ou simplesmente ao regressar a casa, nas Filipinas, durante a época baixa do WTA Tour. Mas a tenista de 21 anos percebeu o quanto a sua vida tinha mudado quando viajou para lá em julho. Uma banda ao vivo e milhares de fãs receberam-na no terminal e, durante a semana seguinte, onde quer que fosse, era o caos total, sendo necessária uma equipa de segurança presidencial para a escoltar até cada novo local.</p>
<p>&#8220;Trouxeste um enorme orgulho às Filipinas&#8221;, afirmou o presidente Ferdinand Marcos Jr. num discurso em sua honra no Palácio de Malacañang, na capital do país. &#8220;Demonstras as melhores e mais notáveis qualidades dos filipinos&#8221;.</p>
<p>A &#8220;Eala-mania&#8221; espalhou-se este verão pela América do Norte, onde milhares de fãs filipinos agitaram bandeiras e a aplaudiram em cada etapa do circuito da WTA. Em Washington, D.C., onde conquistou o primeiro título de singulares da sua jovem carreira profissional no mês passado, o proprietário do D.C. Open, Mark Ein, afirmou que mais de 80% dos pedidos de bilhetes que o torneio recebeu eram para os jogos em que Eala participava.</p>
<p>&#8220;Compreendo quem me admira e o que represento&#8221;, afirma Eala à Forbes alguns dias antes do início do US Open de 2026, em Nova Iorque. &#8220;Acho que toda esta experiência de ser uma figura tão representativa das Filipinas me fez realmente tomar consciência de mim mesma e dá-me muita vontade de ser a melhor versão de mim mesma&#8221;.</p>
<p>E, de forma mais prática, acrescenta: &#8220;Não acho que, para mim pessoalmente, fosse benéfico fugir da atenção que estou a receber, ignorá-la ou negar a sua existência&#8221;.</p>
<p>Afinal, ser uma heroína nacional é algo inebriante. E, como a lenda do boxe Manny Pacquiao, seu compatriota, já compreende há muitas décadas, também rende muito dinheiro. Além dos 1,47 milhões de euros em prémios que Eala ganhou até agora em 2026, a Forbes estima que os seus rendimentos fora do campo tenham ultrapassado os 4,31 milhões de euros nos últimos 12 meses (antes de impostos e comissões a agentes e gestores), grande parte dos quais provenientes de empresas sediadas nas Filipinas. Dada a sua trajetória no campo — ocupa atualmente o 18.º lugar no ranking mundial —, o potencial de rendimentos de Eala poderá ser exponencialmente superior nos próximos anos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-194536 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/0x0-19.webp" alt="" width="1440" height="1152" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/0x0-19.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/0x0-19-960x768.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/0x0-19-768x614.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/0x0-19-1200x960.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/0x0-19-600x480.webp 600w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<p>&#8220;Estou muito confiante de que, até 2027, ela será a segunda desportista feminina mais bem paga do mundo, atrás apenas da Coco [Gauff]&#8221;, afirma Max Eisenbud, diretor de representação de clientes da WME Sports e da sua subsidiária IMG Tennis, que tem estado no centro de fenómenos semelhantes ao representar jogadoras como Gauff, Maria Sharapova e Emma Raducanu. A Forbes estimou que Gauff ganhou 21,57 milhões de euros fora do <em>court</em> em 2025, seguida pela esquiadora chinesa de estilo livre Eileen Gu, com 19,84 milhões de euros, e pela tenista Qinwen Zheng, com 18,12 milhões de euros. (Outras tenistas de topo, como Aryna Sabalenka e Iga Swiatek, ganharam cerca de 12,94 milhões de euros no ano passado).</p>
<p>O grupo IMG de Eisenbud começou a lançar as bases para o sucesso comercial de Eala há quatro anos, pouco depois de ela ter vencido o Campeonato Juvenil do US Open de 2022, tornando-se a primeira tenista filipina a conquistar um Grand Slam de qualquer modalidade. Como uma jovem e carismática atleta a ter sucesso no palco mundial, o apelo de marketing de Eala era óbvio, pelo que a agência enviou o agente Carter Lin às Filipinas para se reunir com marcas locais. &#8220;Os primeiros anos consistiram em ir até lá e informá-los sobre o mundo do ténis&#8221;, diz Lin. &#8220;Eles estavam tão habituados ao Manny Pacquiao, e muitos [dos seus acordos] baseavam-se num grande momento&#8221;.</p>
<p>Os agentes da Eala, no entanto, não estavam interessados em campanhas pontuais. Queriam parceiros a longo prazo e apresentaram às empresas a exposição global ao longo de um ano proporcionada pelos quatro torneios do Grand Slam. Houve algum &#8220;choque com os preços&#8221; devido ao valor das taxas, diz Eisenbud, mas qualquer hesitação desapareceu após o Miami Open de 2025, quando Eala derrotou adversárias do top 10 — Madison Keys, Paula Badosa e Swiatek — durante uma campanha até à final que eletrizou a imprensa especializada em ténis. Nas Filipinas, um país apaixonado por desporto, o ténis tornou-se rapidamente uma nova obsessão.</p>
<p>&#8220;Ela está, literalmente, a atrair centenas de milhões de novos fãs para o ténis&#8221;, afirma o ex-n.º 1 mundial Andy Roddick, que entrevistou Eala no seu podcast &#8220;Served&#8221;, em março. &#8220;Na maioria das vezes, ficaria preocupado com alguém tão jovem a lidar com tudo isso. Fico contente por ser ela, devido à sua maturidade e capacidade de compreender a situação: não a ignora, mas também sabe que isso não faz com que a sua <em>forehand</em> entre no campo&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-194537 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-ecra-2026-09-01-142404.png" alt="" width="761" height="472" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-ecra-2026-09-01-142404.png 761w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-ecra-2026-09-01-142404-600x372.png 600w" sizes="auto, (max-width: 761px) 100vw, 761px" /></p>
<p>E passar do 140.º lugar, antes de Miami em 2025, para o top 20 à entrada do US Open deste ano é importante, porque a maioria dos tenistas obtém a maior parte dos seus rendimentos fora do <em>court</em> através de um contrato de patrocínio de vestuário que vincula a remuneração ao ranking no final do ano e a bónus de desempenho. Eala mantém uma relação de longa data com a Nike, que lhe ofereceu um presente especial antes de Wimbledon no ano passado — um elástico de cabelo com a forma de uma sampaguita, a flor nacional das Filipinas, com uma mensagem inspiradora em tagalo: &#8220;Kung may tinanim, may aanihin&#8221; (Cada sonho começa como uma semente). Este ano, a Nike adicionou uma t-shirt com o desenho da sampaguita à sua linha de produtos dedicados a Eala e revelou, na semana passada, um novo equipamento para o US Open.</p>
<p>Os pagamentos da Eala são mais garantidos porque marcas filipinas, como a Globe Telecom — onde a sua mãe foi recentemente diretora financeira — e o Bank of the Philippines Islands, renovaram, no início de 2026, novos contratos de quatro anos no valor de mais de 1 milhão de dólares garantidos anualmente para aparecerem em emblemas nas mangas ou no peito do seu equipamento da Nike. Esse é o preço de partida para qualquer marca que pretenda trabalhar com ela neste momento, afirma Eisenbud, que também acredita que Eala é uma das pouquíssimas atletas que poderá um dia ter um negócio de licenciamento de grande dimensão, auferindo uma percentagem de cada compra de produtos que ostentem o seu nome ou imagem.</p>
<p>Os produtos não têm necessariamente de estar relacionados com o ténis. Quando chegou a Nova Iorque esta semana, antes do Open, Eala, que claramente adora moda, foi vista a usar vários artigos de luxo, incluindo uma mala Chanel, uma pulseira Hermès e um relógio Cartier Tank.</p>
<p>&#8220;Pode dizer-se, sem dúvida, que nas Filipinas basta-lhe estar viva&#8221;, afirma Eisenbud. &#8220;Ela nunca mais precisa de ganhar outro jogo de ténis. Lá, ela é incrivelmente famosa&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194539" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-ecra-2026-09-01-142444.png" alt="" width="768" height="471" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-ecra-2026-09-01-142444.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-ecra-2026-09-01-142444-600x368.png 600w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p>Filha de dois executivos sem qualquer experiência no ténis, nascida nos arredores de Manila, em Quezon City — uma localidade sem tradição no ténis —, Eala foi iniciada no desporto aos 4 anos pelo avô, que aprendeu a jogar sozinho. Cresceu a jogar ao lado do irmão mais velho num campo feito de conchas partidas, areia e um pouco de argila, acabando por demonstrar potencial suficiente para ser convidada a ingressar na Academia Rafael Nadal aos 13 e aos 16 anos, respetivamente. O seu irmão, Miko, viria a jogar na Penn State, precisamente quando Eala entrou no circuito profissional.</p>
<p>Adaptar-se à sua recém-conquistada fama nem sempre foi fácil, diz Eala. Sim, o dinheiro permite-lhe oferecer jantares agradáveis aos amigos e voos em classe executiva aos seus treinadores e preparadores físicos entre torneios, mas, mentalmente, ela convence-se de que o apoio dos fãs em cada evento &#8220;não tem muito a ver comigo&#8221;, por mais ridículo que isso possa parecer.</p>
<p>&#8220;Quando comecei a tornar-me famosa a esta escala, não queria aceitar que estava a tornar-me famosa, porque não queria que isso me subisse à cabeça. Não queria que isso afetasse o meu ténis ou a minha rotina&#8221;, afirma. &#8220;Mas tive de aceitar que fazia parte do meu trabalho, faz parte da minha vida e faz parte da minha experiência&#8221;.</p>
<p>Ter um portfólio de negócios fortemente centralizado também ajuda nesse foco. Eala consegue gerir as suas obrigações de marca em bloco, com viagens de uma semana, duas vezes por ano — uma no verão e outra no inverno — às Filipinas, onde dedica um dia a cada patrocinador para conteúdo ou promoção. Embora essa semana possa ser um verdadeiro calvário, especialmente quando rodeada por multidões barulhentas, como aconteceu este verão, a agenda liberta-a da necessidade de participar em ativações de marca durante os preparativos pré-torneio. Os jogadores americanos, em contrapartida, têm normalmente agendas repletas de compromissos na semana do US Open.</p>
<p>E, dada a grande comunidade filipina em Nova Iorque, Eala pode contar com um apoio igual ou superior ao de qualquer estrela do ténis americano em Flushing Meadows. Os seus jogos serão provavelmente disputados nos maiores estádios do torneio, e até mesmo o seu tempo de treino — quando Eala diz que gosta de &#8220;se mostrar vulnerável&#8221; e trabalhar nos seus pontos fracos — se tornou mais um palco onde tem de dar o seu melhor. Além dos fãs que se juntam à volta do campo para assistir, as transmissões em direto das suas sessões de treino receberam quase 100 mil visualizações no Youtube. A título de comparação, outros jogadores de topo têm sorte se conseguirem 10 mil visualizações.</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma coisa a que tive de me habituar é que, basicamente, tudo o que faço está sob o olhar do público&#8221;, diz. &#8220;Não é que não tenha privacidade, mas agora tenho um pouco menos&#8221;.</p></blockquote>
<p>Isso será especialmente verdade no Open, onde o público pode ser bastante animado e os principais patrocinadores ocupam as cabines de luxo. Se Eala chegar longe na competição, poderá passar rapidamente de heroína nacional a superestrela internacional.</p>
<p>Mais importante ainda, isso aproximá-la-ia de alcançar o objetivo com que sonhou pela primeira vez enquanto aprendia a jogar ténis num campo de basquetebol reconvertido nas Filipinas, que ela imaginava ser o Centre Court de Wimbledon ou o Arthur Ashe Stadium do US Open: tornar-se a número 1 do mundo.</p>
<p>&#8220;É realmente surreal estar a viver isto, porque há tanto tempo que o imagino&#8221;, diz Eala. &#8220;Quanto mais participo nestes torneios, mais percebo como é difícil alcançar estes objetivos, e quanto melhor fico, mais íngreme é a montanha. Por isso, estou apenas a tentar, dia após dia, escalar essa montanha&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/mattcraig/2026/08/28/the-inside-story-of-tennis-phenom-alex-ealas-rise-and-rise/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>Josh Kushner quebra o silêncio após o fracasso do acordo com a FIFA</title>
		<link>https://www.forbespt.com/josh-kushner-quebra-o-silencio-apos-o-fracasso-do-acordo-com-a-fifa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Zachary Folk]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[FIFA]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Kushner]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[UEFA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O investidor bilionário Josh Kushner quebrou, na passada segunda-feira, o silêncio sobre o negócio fracassado da venda de participações no Campeonato do Mundo da FIFA, tendo afirmado à Forbes e a outros meios de comunicação que a sua empresa não percebeu as &#8220;dinâmicas políticas&#8221; que levaram ao seu rápido fracasso. Kushner afirmou que a sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O investidor bilionário Josh Kushner quebrou, na passada segunda-feira, o silêncio sobre o negócio fracassado da venda de participações no Campeonato do Mundo da FIFA, tendo afirmado à Forbes e a outros meios de comunicação que a sua empresa não percebeu as &#8220;dinâmicas políticas&#8221; que levaram ao seu rápido fracasso.</p>
<p>Kushner afirmou que a sua empresa, a Thrive Capital, &#8220;não se teria envolvido&#8221; no negócio se tivesse compreendido a &#8220;dinâmica política do futebol mundial e até onde alguns estariam dispostos a ir&#8221;. As declarações surgem semanas depois de o negócio ter fracassado, quando a UEFA ameaçou boicotar os eventos da FIFA caso o negócio fosse para a frente.</p>
<p>Kushner observou que o dinheiro no futebol estava &#8220;historicamente concentrado num pequeno grupo de países&#8221;, afirmando que o acordo altamente controverso teria ajudado a distribuir de forma mais equitativa os fundos por &#8220;nações subdesenvolvidas&#8221;. O que, segundo os críticos, era uma estratégia para pressionar os países mais pequenos, que têm direitos de voto iguais no sistema da FIFA, a apoiar o acordo.</p>
<p>O bilionário afirmou ainda que o plano &#8220;não constituía uma obrigação nem uma decisão&#8221; sobre a qual os Estados-Membros tivessem de votar, contrariando a UEFA, que anteriormente tinha caracterizado o plano como um &#8220;ultimato&#8221; depois de o presidente da FIFA, Gianni Infantino, ter estabelecido um prazo para a votação do acordo em setembro.</p>
<p>Kushner afirmou também que continuava a defender os objetivos do programa.</p>
<p>As declarações de Kushner foram divulgadas pela primeira vez pela Axios na manhã da passada segunda-feira.</p>
<p>&#8220;Historicamente, o dinheiro no futebol tem-se concentrado num pequeno grupo de países. A ideia subjacente à FFE era distribuir mais capital e recursos de forma equitativa entre todos os 211 países membros, proporcionando um investimento significativamente maior às nações menos desenvolvidas para fomentar o talento local, apoiar o futebol de base, melhorar a experiência dos adeptos e, em última análise, fazer crescer o futebol a nível global em todo o lado. Era uma ideia sobre a qual todas as Federações-Membro iriam votar, não uma obrigação ou uma decisão imposta. Embora apoiemos as motivações da FFE, não conseguimos avaliar devidamente a dinâmica política do futebol mundial e até onde alguns estariam dispostos a ir. A Thrive tem um longo historial como parceira de todas as partes interessadas. Se soubéssemos no que isto iria resultar, não nos teríamos envolvido&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/zacharyfolk/2026/08/31/josh-kushner-breaks-silence-after-fifa-deal-falls-apart/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/josh-kushner-quebra-o-silencio-apos-o-fracasso-do-acordo-com-a-fifa/">Josh Kushner quebra o silêncio após o fracasso do acordo com a FIFA</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>93 milhões de euros em prémios monetários, 700 mil cocktails servidos: O US Open em números</title>
		<link>https://www.forbespt.com/93-milhoes-de-euros-em-premios-monetarios-700-mil-cocktails-servidos-o-us-open-em-numeros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brett Knight]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:58:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Aryna Sabalenka]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Alcaraz]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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		<category><![CDATA[Novak Djokovic]]></category>
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		<category><![CDATA[Serena Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Ténis]]></category>
		<category><![CDATA[US Open]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tenista masculino número um do ranking, Jannik Sinner, está de fora devido a uma lesão no joelho, e Serena Williams, que regressou ao ténis este verão após um afastamento de quase quatro anos, decidiu competir em pares, mas não em singulares, no US Open. Ainda assim, independentemente das estrelas que possam faltar no último [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tenista masculino número um do ranking, Jannik Sinner, está de fora devido a uma lesão no joelho, e Serena Williams, que regressou ao ténis este verão após um afastamento de quase quatro anos, decidiu competir em pares, mas não em singulares, no US Open. Ainda assim, independentemente das estrelas que possam faltar no último Grand Slam do ano, a paixão dos fãs pelo ténis não diminuiu.</p>
<p>Aqui estão os números a saber sobre o US Open de 2026.</p>
<h3>4,74 milhões de euros</h3>
<p>O montante a ser pago aos campeões de singulares masculino e feminino no torneio deste ano.</p>
<p>Este valor supera o recorde de 4,31 milhões de euros em prémios entregues aos vencedores no US Open de 2025 e também ultrapassa os prémios dos outros três torneios do Grand Slam deste ano: os 4,22 milhões de euros de Wimbledon, os 2,84 milhões de euros do Open de França e os 2,59 milhões de euros do Open da Austrália (às taxas de câmbio atuais).</p>
<figure id="attachment_194501" aria-describedby="caption-attachment-194501" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-194501 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-14.webp" alt="" width="1440" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-14.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-14-960x640.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-14-768x512.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-14-1200x800.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-14-600x400.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /><figcaption id="caption-attachment-194501" class="wp-caption-text">Equipa de Sonho: Carlos Alcaraz e Serena Williams formaram uma dupla na competição de pares mistos do US Open, no regresso de Alcaraz aos courts após uma lesão no pulso e na primeira partida de Williams no Arthur Ashe Stadium desde 2022.</figcaption></figure>
<h3>1 milhão de dólares (cerca de 862 mil euros)</h3>
<p>O prémio para a equipa vencedora de pares mistos.</p>
<p>O US Open aumentou a recompensa para esta modalidade em 2025, face aos 200 mil dólares atribuídos à dupla campeã no ano anterior, numa tentativa de atrair mais jogadores de topo e suscitar maior interesse. E está a dar resultado: depois de apenas dois jogadores de singulares bem classificados terem participado nas duplas mistas no torneio de 2024, a edição de 2025, repleta de estrelas, atraiu 78 mil adeptos ao longo de dois dias, e o evento deste ano contou com equipas como Aryna Sabalenka e Novak Djokovic, o casal Gaël Monfils e Elina Svitolina, e Félix Auger-Aliassime e a sensação filipina Alexandra Eala, talvez a estrela em ascensão mais brilhante do Circuito WTA. A dupla checa Karolina Muchova e Jakub Mensik acabou por conquistar o grande prémio na passada quarta-feira, mas a verdadeira atração do torneio foi a equipa formada por Carlos Alcaraz e Serena Williams.</p>
<h3>93,1 milhões de euros</h3>
<p>O montante total dos prémios oferecidos aos jogadores no Open dos EUA deste ano.</p>
<p>Este valor, que representa um aumento de 20% em relação a 2025 e de 44% em relação a 2024, inclui não só os prémios monetários para as competições de singulares, pares, pares mistos e ténis em cadeira de rodas, mas também pagamentos aos jogadores para cobrir as suas despesas de viagem aérea e alojamento.</p>
<h3>482,76 milhões de euros</h3>
<p>As receitas operacionais do US Open de 2024.</p>
<p>A Associação de Ténis dos Estados Unidos divulga este valor nas suas demonstrações financeiras anuais, sendo as de 2024 as mais recentes a serem apresentadas. O negócio dos torneios do Grand Slam está atualmente sob escrutínio, uma vez que os melhores jogadores têm pressionado para aumentar a percentagem das receitas destinada aos prémios monetários, levando-os mesmo a retirarem-se das obrigações mediáticas no Open de França, em maio, em sinal de protesto, o que levou à criação, este mês, de um conselho consultivo de jogadores do Grand Slam.</p>
<h3>+ 240</h3>
<p>As cotações de aposta de que Carlos Alcaraz vença o seu terceiro título de singulares masculino do Open e o seu oitavo título de Grand Slam no total.</p>
<p>Esta cotação, tal como apresentada na passada quinta-feira na FanDuel, significa que um apostador ganharia 240 dólares com uma aposta de 100 dólares. A casa de apostas rival DraftKings fixou a cotação em +250. O espanhol de 23 anos, que regressa após uma lesão no pulso, tornou-se o favorito quando Jannik Sinner desistiu do US Open devido a uma lesão. A rivalidade entre ambos estende-se para fora do court: pelo segundo ano consecutivo, são os dois jogadores mais bem pagos do ténis, com Sinner a superar Alcaraz nos últimos 12 meses.</p>
<figure id="attachment_194502" aria-describedby="caption-attachment-194502" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-194502 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-15.webp" alt="" width="1024" height="1280" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-15.webp 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-15-768x960.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-15-600x750.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-194502" class="wp-caption-text">Aryna Sabalenka, que venceu o US Open em 2024 e 2025, poderá tornar-se a primeira mulher a conquistar três títulos consecutivos em singulares neste torneio desde Serena Williams (2012 a 2014).</figcaption></figure>
<h3>+ 320</h3>
<p>As cotações de apostas de que Aryna Sabalenka irá revalidar o título de campeã de singulares feminino.</p>
<p>A cotação, idêntica na DraftKings e na FanDuel, coloca a bielorrussa de 28 anos à frente de um grupo de adversárias que inclui Coco Gauff, Iga Swiatek, Naomi Osaka e Elena Rybakina.</p>
<h3>66</h3>
<p>O número de horas que a Tiffany &amp; Co. demora a criar os troféus dos torneios individuais do US Open.</p>
<p>Os troféus são fabricados em Rhode Island ao longo de cerca de seis meses. Em abril, o troféu de Boris Becker, de 1989, foi vendido por cerca de 307 mil euros (incluindo a comissão do comprador) num leilão público.</p>
<h3>315</h3>
<p>O número de membros da equipa de recolha de bolas no US Open.</p>
<p>Nos últimos anos, tem havido mais de mil candidatos a integrar a equipa, com apenas 80 vagas disponíveis para recém-chegados em 2025. A Ralph Lauren, que veste a equipa e todos os árbitros em campo desde 2005, deverá continuar a desempenhar esse papel até 2032, após ter anunciado, em outubro, a renovação do patrocínio por mais seis anos.</p>
<h3>905.255</h3>
<p>O número de espetadores nos quadros principais de singulares e de pares masculinos e femininos em 2025.</p>
<p>Este número representou um aumento de 9% em relação a 2024 e ultrapassou os 900 mil pela primeira vez na história. A afluência total ao US Open, ao longo das três semanas, foi de mais de 1 milhão.</p>
<h3>42</h3>
<p>O número de horas de cobertura do US Open que a ESPN irá transmitir ao vivo sob a marca RedZone.</p>
<p>A emissora, que adquiriu os direitos da NFL RedZone ao concluir a compra da NFL Network em janeiro, irá aplicar a identidade visual do canal e o seu estilo dinâmico de alternância rápida de imagens às transmissões do U. Open na ESPN Unlimited, durante os primeiros seis dias do torneio, segundo noticiou a Front Office Sports.</p>
<figure id="attachment_194503" aria-describedby="caption-attachment-194503" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-194503 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16.webp" alt="" width="1440" height="2160" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-640x960.webp 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-1280x1920.webp 1280w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-768x1152.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-1024x1536.webp 1024w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-1365x2048.webp 1365w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-1200x1800.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-16-600x900.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /><figcaption id="caption-attachment-194503" class="wp-caption-text">Os cocktails Honey Deuce são preparados em apenas 12 segundos, o que contribuiu para que as vendas da bebida emblemática do Open aumentassem 32% no ano passado, em comparação com 2024.</figcaption></figure>
<h3>738.459</h3>
<p>O número de cocktails &#8220;Honey Deuce&#8221; vendidos no US Open de 2025.</p>
<p>A bebida emblemática do Open — uma versão da limonada de framboesa com vodka Grey Goose e uma guarnição de bolinhas de melão — foi lançada em 2007 e tem vindo a ganhar cada vez mais popularidade. As vendas aumentaram 32% no ano passado em relação a 2024. O preço foi aumentado meia dúzia de vezes desde que a bebida fez a sua estreia, mas os fãs que se dirigirem ao torneio de 2026 poderão adquirir um por 23 dólares (incluindo um copo de recordação) pelo terceiro ano consecutivo.</p>
<h3>2011 euros</h3>
<p>O valor de um lugar no clube junto ao campo no Arthur Ashe Stadium.</p>
<p>No final de maio, a Associação de Ténis dos EUA, que organiza o Open, já tinha vendido a maioria dos bilhetes mais caros a assinantes e clientes empresariais, obrigando os fãs a procurar lugares premium em websites de revenda. Esses lugares também terão um novo aspeto este ano, uma vez que o Centro Nacional de Ténis Billie Jean King está a passar por uma renovação de 800 milhões de dólares. O número de lugares na zona junto ao campo do estádio quase duplicou e haverá três clubes temporários, um número que deverá aumentar para seis em 2027, de acordo com o site «The Athletic». Entretanto, a secção de camarotes no centro do estádio foi reduzida de 6 mil para cerca de 2500 lugares.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-194504 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-17.webp" alt="" width="1440" height="960" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-17.webp 1440w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-17-960x640.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-17-768x512.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-17-1200x800.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/0x0-17-600x400.webp 600w" sizes="auto, (max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>86,21 euros</h3>
<p>O custo de mil bilhetes que o presidente da câmara Zohran Mamdani conseguiu para os residentes de Nova Iorque.</p>
<p>Os bilhetes, que incluíam lugares no Arthur Ashe Stadium e no Louis Armstrong Stadium, bem como passes de acesso ao recinto, esgotaram rapidamente na passada quarta-feira e não podem ser revendidos através da Ticketmaster, de acordo com o site The Athletic.</p>
<h3>15</h3>
<p>O número aproximado de criadores de conteúdo que irão produzir conteúdos em nome do US Open.</p>
<p>No total, a Associação de Ténis dos EUA aprovou credenciais para quase 100 criadores, quase o dobro dos 54 que foram credenciados no programa-piloto de 2025, de acordo com a Front Office Sports. Os organizadores do evento estão particularmente focados no Youtube, uma vez que pretendem consolidar o estatuto do Open como um momento cultural.</p>
<h3>23</h3>
<p>O número de anos desde que um tenista norte-americano venceu o torneio.</p>
<p>As maiores esperanças do país, segundo os analistas de apostas, são Ben Shelton, nono classificado, que venceu o Open do Canadá este mês enquanto se preparava para o torneio, e Taylor Fritz, décimo classificado, que venceu outro torneio de preparação em Washington. A eles juntam-se outros quatro norte-americanos entre os 25 primeiros do ranking da ATP. O último tenista nascido nos EUA a conquistar o US Open, Andy Roddick, dirige agora aquele que é o podcast mais popular sobre ténis, após passar mais de uma década longe dos holofotes.</p>
<h3>7</h3>
<p>O número de jogadores masculinos que conquistaram o título de singulares do US Open pelo menos três vezes na era &#8220;Open&#8221; do ténis.</p>
<p>Se o pulso de Carlos Alcaraz aguentar no seu regresso após uma lesão que o obrigou a faltar tanto ao Open de França como a Wimbledon, o campeão de 2022 e 2025 poderá elevar esse número para oito. Entretanto, Novak Djokovic poderá igualar Roger Federer, Pete Sampras e Jimmy Connors no recorde masculino da era &#8220;Open&#8221; com a sua quinta vitória no torneio, o que também aumentaria o seu recorde total de títulos de singulares em Grand Slam para 25.</p>
<h3>167,85 milhões de euros</h3>
<p>O montante total de prémios ganhos por Novak Djokovic ao longo da carreira no Circuito ATP.</p>
<p>Mais um título no US Open tornaria Djokovic o primeiro tenista a atingir, pelo menos, 200 milhões de dólares em prémios. Rafael Nadal, que se reformou em 2024 aos 38 anos, ocupa o segundo lugar na lista de prémios ganhos ao longo da carreira e Roger Federer está em terceiro. Serena Williams é a seguinte na lista geral de prémios monetários e a primeira entre as mulheres.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/brettknight/2026/08/28/2026-us-open-tennis-by-the-numbers/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/93-milhoes-de-euros-em-premios-monetarios-700-mil-cocktails-servidos-o-us-open-em-numeros/">93 milhões de euros em prémios monetários, 700 mil cocktails servidos: O US Open em números</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os tenistas mais bem pagos do mundo em 2026: Sinner ultrapassa Alcaraz e Serena Williams regressa ao top 3</title>
		<link>https://www.forbespt.com/os-tenistas-mais-bem-pagos-do-mundo-em-2026-sinner-ultrapassa-alcaraz-e-serena-williams-regressa-ao-top-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brett Knight]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 08:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Listas]]></category>
		<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões interromperam momentaneamente aquela que já parece ser uma rivalidade geracional entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, permitindo a outro tenista, Alexander Zverev, conquistar em junho, em Roland Garros, um título de Grand Slam em singulares pela primeira vez desde 2023. Mas, mesmo quando os dois jovens ases não conseguem entrar em campo, continuam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As lesões interromperam momentaneamente aquela que já parece ser uma rivalidade geracional entre Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, permitindo a outro tenista, Alexander Zverev, conquistar em junho, em Roland Garros, um título de Grand Slam em singulares pela primeira vez desde 2023. Mas, mesmo quando os dois jovens ases não conseguem entrar em campo, continuam envolvidos numa batalha pela supremacia financeira.</p>
<p class="isSelectedEnd">O espanhol Carlos Alcaraz, de 23 anos, continua a levar vantagem nos rendimentos fora dos courts, tendo arrecadado uma estimativa de $38 milhões (€32,3 milhões) nos últimos 12 meses através de patrocínios, presenças, jogos de exibição e outros negócios, superando os $35 milhões (€29,8 milhões) estimados para Sinner. Quando se contabilizam também os prémios de competição, porém, é o italiano, de 25 anos, que fica no primeiro lugar, com um rendimento total estimado de $58 milhões (€49,3 milhões) desde o US Open de 2025 — cerca de $4 milhões (€3,4 milhões) acima dos $53,7 milhões (€45,6 milhões) estimados para a estrela espanhola.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sinner, atual número 1 do ranking de singulares da ATP, é apenas o quarto jogador a ocupar o primeiro lugar da lista anual de rendimentos do ténis da Forbes ao longo dos seus 19 anos de história. O italiano destrona Alcaraz, que tinha conquistado o título financeiro nas duas edições anteriores. Antes deles, Novak Djokovic liderou o ranking em 2023, enquanto Roger Federer manteve um domínio absoluto no primeiro lugar durante 15 anos consecutivos, até se retirar em 2022.</p>
<blockquote><p>No conjunto, os dez atletas que mais dinheiro ganharam no ténis arrecadaram €283 milhões nos últimos 12 meses, mais 17% do que em 2025.</p></blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Talvez ainda mais impressionante seja o rendimento de Sinner dentro do court: $23 milhões (€19,6 milhões), incluindo os prémios da ATP dos últimos 12 meses e um bónus recebido do circuito. É o valor mais elevado de sempre nesta componente do ranking da Forbes, apesar de o italiano ter feito uma pausa de um mês antes de Wimbledon e estar afastado da competição desde então devido a uma lesão no joelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sinner vai agora falhar o US Open, que está a decorrer, abrindo novamente espaço para o alemão Alexander Zverev, de 29 anos, que aproveitou a ausência de Alcaraz para vencer Roland Garros este ano. O resultado interrompeu uma sequência de nove Grand Slams consecutivos em que Sinner ou Alcaraz tinham conquistado o título de singulares e elevou os rendimentos de Zverev nos últimos 12 meses para uma estimativa de $18,7 milhões (€15,9 milhões), colocando-o entre os dez tenistas mais bem pagos do mundo pela primeira vez desde 2019, no nono lugar.</p>
<p class="isSelectedEnd">No conjunto, os dez atletas que mais dinheiro ganharam no ténis arrecadaram uma estimativa de $333 milhões (€283 milhões) nos últimos 12 meses, mais 17% do que os $285 milhões (€242,3 milhões) de 2025 e pouco abaixo do recorde de $343 milhões (€291,6 milhões) registados em 2020.</p>
<h3>Serena Williams regressa e altera o ranking</h3>
<p class="isSelectedEnd">O recorde de 2020 foi impulsionado pelos $106 milhões (€90,1 milhões) de rendimentos de Federer, o melhor resultado da sua carreira. A decisão do suíço de abandonar o ténis em 2022, juntamente com a retirada de Rafael Nadal em 2024, retirou do ranking uma das fontes de rendimento mais consistentes do desporto. Federer acumulou $1,1 mil milhões (€935 milhões) em rendimentos antes de impostos enquanto esteve ativo e tornou-se bilionário no ano passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas o ranking financeiro do ténis recebeu um impulso inesperado este ano com o regresso de <a href="https://www.forbespt.com/serena-williams-nao-regressou-ao-tenis-pelo-dinheiro/" target="_blank" rel="noopener">Serena Williams</a> aos courts, depois de quase quatro anos afastada da competição. A lenda norte-americana, de 44 anos, decidiu não disputar o quadro de singulares do US Open através de um wild card, mas competiu esta semana em pares mistos com Alcaraz e vai também entrar no torneio de pares femininos ao lado da irmã Venus.</p>
<p class="isSelectedEnd">Williams acumulou uma estimativa de $40,1 milhões (€34,1 milhões) em rendimentos nos últimos 12 meses, ficando no terceiro lugar, atrás de Sinner e Alcaraz. A esmagadora maioria desse valor resulta dos seus contratos de patrocínio e outros negócios. A norte-americana ganhou apenas $131.932 (€112.142) em prémios de competição este ano, depois de ter participado em apenas quatro torneios antes do US Open.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entrada de Williams eleva o valor mínimo para integrar o top 10 para $17,4 milhões (€14,8 milhões), estabelecido por Elena Rybakina, mais de $3 milhões (€2,5 milhões) acima do recorde de $14,3 milhões (€12,2 milhões) registado em 2025. E garante que, pela primeira vez na história do ranking de ténis da Forbes, há mais mulheres — seis — do que homens — quatro — entre os dez primeiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro sinal da força financeira do ténis feminino é o facto de Coco Gauff, a atleta feminina mais bem paga do mundo em cada um dos últimos dois anos, ter sido ultrapassada não apenas por Williams, mas também por Aryna Sabalenka. A bielorrussa ocupa o quarto lugar do ranking geral, com $36,1 milhões (€30,7 milhões), ligeiramente acima dos $35,5 milhões (€30,2 milhões) de Gauff.</p>
<blockquote><p>Pela primeira vez na história do ranking de ténis da Forbes, há mais mulheres — seis — do que homens — quatro — entre os dez primeiros. Mas isso não significa que os tenistas masculinos e femininos estejam em pé de igualdade financeira.</p></blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Estes resultados não significam, contudo, que os tenistas masculinos e femininos estejam em pé de igualdade financeira. Historicamente, os homens tiveram maior acesso a contratos de patrocínio e, embora os quatro torneios de Grand Slam ofereçam há muito o mesmo prémio aos campeões masculinos e femininos, continua a existir uma diferença de remuneração em torneios de menor dimensão.</p>
<p class="isSelectedEnd">A WTA comprometeu-se, no entanto, a alinhar até ao próximo ano os prémios dos torneios combinados de nível 1000 e 500 com os da ATP e, até 2033, os dos torneios individuais de uma semana dos níveis 1000 e 500.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este mês, o Cincinnati Open atribuiu $1.151.380 (€978.673) ao campeão masculino de singulares, Arthur Fils, e $1.085.220 (€922.437) a Coco Gauff, vencedora do torneio feminino. A diferença foi de $66.160 (€56.236), abaixo dos $525.975 (€447.079) que separavam os prémios no mesmo torneio apenas dois anos antes.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, o debate sobre os rendimentos dos jogadores vai muito além da diferença entre homens e mulheres. Nos últimos dois anos, muitas das maiores estrelas do ténis uniram-se para exigir que os quatro Grand Slams distribuam uma parcela maior das suas receitas em prémios de competição. O Guardian noticiou recentemente que o valor dos prémios de Wimbledon representava cerca de 14% das receitas do torneio. Em comparação, a referência utilizada pelos seis torneios combinados de nível 1000 da ATP e da WTA é de 22%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa ação de protesto coordenada durante Roland Garros deste ano, vários jogadores limitaram a sua disponibilidade para os meios de comunicação social e mantiveram a pressão desde então. Sabalenka chegou a ameaçar que os principais jogadores poderiam boicotar totalmente os Grand Slams. A pressão levou Wimbledon e o US Open a aumentarem significativamente os prémios. Além disso, este mês, os quatro Grand Slams anunciaram conjuntamente a criação de um conselho de jogadores para dar aos atletas uma maior participação nas decisões relativas aos torneios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entretanto, a ATP aumentou nos últimos anos os fundos de bónus destinados aos jogadores com melhores resultados e introduziu uma fórmula de partilha de lucros que lhes permite beneficiar diretamente do crescimento das receitas dos torneios do circuito.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os jogadores que faltem a torneios — por qualquer motivo, incluindo lesões — podem ver os seus rendimentos reduzidos. Sinner, por exemplo, não recebeu qualquer valor do fundo fixo de nível 1000 em 2025, depois de ter falhado cinco dos nove torneios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta realidade colocou sob ainda maior escrutínio o exigente calendário de 11 meses do ténis. Há anos que jogadores da ATP e da WTA defendem a necessidade de mais períodos de descanso nos seus calendários. E, tal como acontece com as exigências por maiores prémios, parece que poderão estar a conseguir o que pretendem. A WTA criou este ano um conselho para analisar as questões relacionadas com o calendário e um membro do grupo de trabalho disse recentemente ao Front Office Sports esperar que uma votação sobre o assunto aconteça durante o US Open deste ano.</p>
<h3>Os tenistas mais bem pagos do mundo em 2026</h3>
<h3>#1.<br />
$58 milhões (€49,3 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Jannik Sinner<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194421" aria-describedby="caption-attachment-194421" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194421" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_77_0x0-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194421" class="wp-caption-text">Cameron Spencer/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 25 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Itália | <strong>EM COURT:</strong> $23 milhões (€19,6 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $35 milhões (€29,8 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">A vitória de Sinner em Wimbledon, em julho, foi o quinto título de Grand Slam da sua carreira. O italiano apresenta um registo de 175 vitórias e 15 derrotas em encontros de singulares da ATP nas últimas três temporadas, incluindo um recorde de 34 vitórias consecutivas em encontros de nível Masters 1000.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora uma lesão no joelho vá afastar o campeão do US Open de 2024 do torneio deste ano, o italiano de 25 anos tem garantida a manutenção do primeiro lugar do ranking mundial, com uma vantagem de 5.010 pontos sobre o número 2, Alexander Zverev — o jogador que derrotou na final de Wimbledon.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos courts, Sinner anunciou em janeiro uma parceria com a gigante dos seguros Allianz, juntando-a a uma carteira de patrocinadores que inclui as grandes marcas italianas De Cecco, Gucci e Lavazza.</p>
<p class="isSelectedEnd">Embora não seja conhecido por participar em muitos dos jogos de exibição que se tornaram populares no ténis, Sinner venceu o Six Kings Slam, na Arábia Saudita, em 2024 e 2025. Cada vitória valeu-lhe um prémio de $6 milhões (€5,1 milhões).</p>
<h3>#2.<br />
$53,7 milhões (€45,6 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Carlos Alcaraz<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194420" aria-describedby="caption-attachment-194420" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194420" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_79_0x0-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194420" class="wp-caption-text">Matthew Stockman/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 23 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Espanha | <strong>EM COURT:</strong> $15,7 milhões (€13,3 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $38 milhões (€32,3 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de falhar Roland Garros e Wimbledon devido a uma lesão no pulso, Alcaraz regressa aos courts no US Open, onde procura conquistar o seu terceiro título no torneio e o oitavo Grand Slam da carreira.</p>
<p class="isSelectedEnd">O espanhol de 23 anos começou 2026 com uma vitória no Australian Open que fez dele o homem mais jovem de sempre a completar o Career Grand Slam. Nos últimos dias, recuperou o ritmo competitivo no Arthur Ashe Stadium, na competição de pares mistos do US Open, onde participou como wild card ao lado de Serena Williams.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos courts, Alcaraz continua a ser o principal rosto comercial do ténis, tendo estabelecido este ano parcerias com a empresa de tecnologia financeira Ant International e a tecnológica Infosys.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também foi protagonista de jogos de exibição no estádio dos Miami Marlins e na arena dos New Jersey Devils, além de ter derrotado Sinner num jogo de exibição na Coreia do Sul, em janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro sinal do estatuto de Alcaraz enquanto favorito dos fãs: em outubro, a raquete que utilizou na final de Wimbledon de 2023 foi vendida em leilão por um valor recorde de $173.066,40 (€147.107).</p>
<h3>#3.<br />
$40,1 milhões (€34,1 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Serena Williams<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194419" aria-describedby="caption-attachment-194419" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194419" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1-960x625.jpg" alt="" width="960" height="625" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1-960x625.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1-768x500.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1-1536x1000.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1-1200x781.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1-600x391.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_81_0x0-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194419" class="wp-caption-text">John Walton/PA Images/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 44 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Estados Unidos | <strong>EM COURT:</strong> $0,1 milhões (€85 mil) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $40 milhões (€34 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Williams terminou em junho o seu afastamento de quase quatro anos do ténis competitivo, disputando singulares em Wimbledon e pares em três torneios durante o verão, antes da sua participação esta semana no torneio de pares mistos do US Open com Carlos Alcaraz.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma coisa é certa: a GOAT (&#8220;Greatest of All Time&#8221;) de 44 anos não regressou aos courts pelo dinheiro. A Forbes estima a fortuna de Williams em $400 milhões (€340 milhões), o que faz dela a mulher mais rica do mundo que construiu a sua fortuna principalmente como atleta.</p>
<p class="isSelectedEnd">A norte-americana mantém uma atividade intensa enquanto investidora, através da sua empresa Serena Ventures, e como embaixadora de marcas. Williams é patrocinada pela Nike há 23 anos e estabeleceu mais recentemente parcerias com a Heineken, a Factor e a Ro, tornando-se o rosto da campanha da empresa de telemedicina dedicada aos medicamentos GLP-1 para perda de peso.</p>
<p class="isSelectedEnd">Williams é também “empreendedora residente” da Reckitt Catalyst, uma incubadora integrada no grupo de bens de consumo Reckitt, e serviu de inspiração para uma nova boneca Barbie — usando um fato de negócios em vez de uma saia de ténis.</p>
<h3>#4.<br />
$36,1 milhões (€30,7 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Aryna Sabalenka<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194418" aria-describedby="caption-attachment-194418" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194418" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2-960x632.jpg" alt="" width="960" height="632" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2-960x632.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2-768x505.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2-1536x1010.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2-1200x789.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2-600x395.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_83_0x0-2.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194418" class="wp-caption-text">Robert Prange/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 28 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Bielorrússia | <strong>EM COURT:</strong> $13,1 milhões (€11,1 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $23 milhões (€19,6 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">À entrada no US Open, Sabalenka não procura apenas o terceiro título consecutivo no torneio e o quinto Grand Slam da carreira. A bielorrussa de 28 anos está também a lutar para manter o primeiro lugar do ranking da WTA.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sabalenka passou quase dois anos consecutivos no topo e precisa de vencer o US Open para conservar a posição. Caso contrário, poderá ser ultrapassada por Elena Rybakina, Jessica Pegula ou Coco Gauff, dependendo dos resultados do torneio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, Sabalenka venceu três torneios em 2026 — Miami, Indian Wells e Brisbane — e tem estado igualmente ativa fora dos courts, acrescentando este ano parcerias com meia dúzia de marcas, incluindo a companhia aérea Emirates, a joalheira Material Good e a cervejeira Stella Artois.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em dezembro, participou também num mediático encontro anunciado como <em>Battle of the Sexes</em>, no Dubai, onde perdeu frente a Nick Kyrgios, além de ter participado em jogos de exibição em Hong Kong, Atlanta e Nova Iorque.</p>
<h3>#5.<br />
$35,5 milhões (€30,2 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Coco Gauff<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194417" aria-describedby="caption-attachment-194417" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194417" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1-960x594.jpg" alt="" width="960" height="594" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1-960x594.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1-768x475.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1-1536x950.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1-1200x743.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1-600x371.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_85_0x0-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194417" class="wp-caption-text">Robert Prange/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 22 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Estados Unidos | <strong>EM COURT:</strong> $7,5 milhões (€6,4 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $28 milhões (€23,8 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">A forma de Gauff tem sido inconsistente desde que conquistou o seu segundo título de Grand Slam em singulares, em Roland Garros, em 2025, incluindo eliminações precoces em Indian Wells e no próprio torneio francês.</p>
<p class="isSelectedEnd">A norte-americana de 22 anos chega ao US Open depois de ter alcançado as meias-finais em Wimbledon e no Canadian Open e de vencer este mês o Cincinnati Open, onde voltou a demonstrar melhorias no seu serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos courts, Gauff é patrocinada por mais de uma dúzia de marcas. Este mês, anunciou uma parceria com os anéis inteligentes da Oura e, durante o verão, foi produtora executiva de dois documentários de curta duração para o Tennis Channel.</p>
<p class="isSelectedEnd">Gauff também está a conseguir retirar mais das redes sociais do que apenas uma plataforma para promover os seus parceiros. Em março, agradeceu a um utilizador do X por lhe ter sugerido que deveria subir mais à rede, uma estratégia que a ajudou a vencer o seu encontro no Miami Open.</p>
<h3>#6.<br />
$30,2 milhões (€25,7 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Novak Djokovic<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194416" aria-describedby="caption-attachment-194416" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194416" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_87_0x0-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194416" class="wp-caption-text">Matthew Stockman/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 39 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Sérvia | <strong>EM COURT:</strong> $5,2 milhões (€4,4 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $25 milhões (€21,3 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Djokovic não conquista um Grand Slam desde que ampliou para 24 o seu recorde de títulos de singulares masculinos no US Open de 2023. Ainda assim, o sérvio de 39 anos mostrou que continua capaz de lutar pelos grandes títulos ao chegar à final do Australian Open, em fevereiro, e às meias-finais de Wimbledon, em julho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma vitória em Nova Iorque seria duplamente histórica. Além de um 25.º Grand Slam lhe permitiria aumentar para três a vantagem sobre Rafael Nadal na lista de todos os tempos, o prémio de $5,5 milhões (€4,7 milhões) para o vencedor faria de Djokovic o primeiro tenista da história a ultrapassar os $200 milhões (€170 milhões) em prémios de carreira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por outro lado, Djokovic revelou este mês, depois de perder o seu primeiro encontro no Cincinnati Open, que tem enfrentado “um problema de saúde” há muitos anos, sem fornecer mais detalhes.</p>
<p class="isSelectedEnd">À medida que se aproxima do final da carreira, Djokovic mantém uma robusta carteira de patrocinadores. Em junho, juntou-se à empresa de investimento General Atlantic como “conselheiro estratégico global”, a par de acordos com marcas como Hublot, Lacoste e Qatar Airways.</p>
<p class="isSelectedEnd">Foi também protagonista de The Wolf in Winter, um documentário da Amazon Prime Video lançado este mês.</p>
<h3>#7.<br />
$22,6 milhões (€19,2 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Qinwen Zheng<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194415" aria-describedby="caption-attachment-194415" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194415" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0-960x593.jpg" alt="" width="960" height="593" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0-960x593.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0-768x474.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0-1536x949.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0-1200x741.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0-600x371.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_89_0x0.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194415" class="wp-caption-text">Robert Prange/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 23 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> China | <strong>EM COURT:</strong> $0,6 milhões (€510 mil) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $22 milhões (€18,7 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma lesão no cotovelo obrigou Zheng a ser operada em julho de 2025 e a chinesa ainda não conseguiu recuperar a forma que lhe permitiu conquistar a medalha de ouro olímpica nos Jogos de Paris de 2024.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa quebra de rendimento fez cair o seu ranking de singulares para o 121.º lugar e obrigou-a a disputar a fase de qualificação do US Open.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas, mesmo sem ser atualmente uma das figuras mais presentes no circuito, a tenista de 23 anos continua a ter uma forte presença no seu país. Zheng surge em campanhas publicitárias de marcas como a Alipay, a cadeia de chá Chagee e o produtor de lacticínios Yili Group.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, anunciou também acordos com a Turkish Airlines e com a Qwen, a plataforma de inteligência artificial da Alibaba.</p>
<h3>#8.<br />
$20,5 milhões (€17,4 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Iga Swiatek<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194414" aria-describedby="caption-attachment-194414" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194414" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0-960x593.jpg" alt="" width="960" height="593" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0-960x593.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0-768x474.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0-1536x949.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0-1200x741.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0-600x371.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_92_0x0.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194414" class="wp-caption-text">Robert Prange/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 25 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Polónia | <strong>EM COURT:</strong> $5,5 milhões (€4,7 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $15 milhões (€12,8 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Vencedora de seis títulos de Grand Slam, incluindo o US Open de 2022, Swiatek ainda tem um longo caminho a percorrer para igualar o recorde de 23 títulos de Serena Williams na era Open. Mas a polaca de 25 anos está a aproximar-se no nível Masters 1000.</p>
<p class="isSelectedEnd">Swiatek venceu este mês o Canadian Open, conquistando o seu 12.º troféu nesta categoria, criada em 2009, e ficando apenas a um título do recorde de Williams.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tem agora um registo de 26 vitórias e cinco derrotas em finais de torneios da WTA, o melhor aproveitamento entre qualquer jogador com 20 ou mais finais disputadas desde 1990.</p>
<p class="isSelectedEnd">Swiatek, que conta com patrocinadores como Coach, On e Oral-B, é também a única tenista — homem ou mulher — a ter chegado à terceira ronda em todos os torneios de Grand Slam desde o início de 2020.</p>
<h3>#9.<br />
$18,7 milhões (€15,9 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alexander Zverev<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194412" aria-describedby="caption-attachment-194412" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194412" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1-960x641.jpg" alt="" width="960" height="641" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1-960x641.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1-1536x1025.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1-1200x801.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_93_0x0-1.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194412" class="wp-caption-text">Carmen Mandato/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 29 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Alemanha | <strong>EM COURT:</strong> $13,7 milhões (€11,6 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $5 milhões (€4,3 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Ofuscado no início da carreira pelo Big Three, formado por Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic, e mais recentemente por Carlos Alcaraz e Jannik Sinner, Zverev teve em junho a sua grande afirmação num Grand Slam, ao derrotar Flavio Cobolli em cinco sets na final de Roland Garros.</p>
<p class="isSelectedEnd">O alemão de 29 anos acumula agora $68,6 milhões (€58,3 milhões) em prémios de carreira na ATP, atrás de Djokovic, Nadal, Federer e Sinner, mas à frente de Alcaraz.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fora dos courts, a reputação de Zverev foi afetada por acusações de violência doméstica. O tenista chegou a um acordo num processo apresentado por uma antiga namorada em 2024 e negou as acusações. Em novembro, anunciou um novo contrato de patrocínio com a Loewe.</p>
<h3>#10.<br />
$17,4 milhões (€14,8 milhões)</h3>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Elena Rybakina<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_194411" aria-describedby="caption-attachment-194411" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-194411" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0-960x640.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0-600x400.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/08/imageye___-_imgi_95_0x0.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-194411" class="wp-caption-text">Katelyn Mulcahy/WTA/Getty Images</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd"><strong> </strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>IDADE:</strong> 27 anos | <strong>NACIONALIDADE:</strong> Cazaquistão | <strong>EM COURT:</strong> $11,4 milhões (€9,7 milhões) • <strong>FORA DO COURT:</strong> $6 milhões (€5,1 milhões)</p>
<p class="isSelectedEnd">Rybakina começou 2026 da mesma forma que terminou 2025: com uma grande vitória. Depois de triunfar nas WTA Finals, em novembro, e arrecadar $5,2 milhões (€4,4 milhões) em prémios — até então, o maior prémio individual da história do ténis feminino — Rybakina, nascida na Rússia mas representante do Cazaquistão em competições internacionais, derrotou Aryna Sabalenka na final do Australian Open, em janeiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora, a tenista de 27 anos procura o terceiro Grand Slam da carreira no US Open, onde nunca conseguiu ultrapassar a quarta ronda.</p>
<p>Uma boa campanha em Nova Iorque seria uma notícia bem-vinda para os seus patrocinadores, que incluem o Bank RBK, do Cazaquistão, a marca de relógios Vanguart e a Yonex.</p>
<p><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/brettknight/2026/08/28/the-worlds-highest-paid-tennis-players-2026/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/os-tenistas-mais-bem-pagos-do-mundo-em-2026-sinner-ultrapassa-alcaraz-e-serena-williams-regressa-ao-top-3/">Os tenistas mais bem pagos do mundo em 2026: Sinner ultrapassa Alcaraz e Serena Williams regressa ao top 3</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carolina Correia: Um novo capítulo depois de uma época histórica</title>
		<link>https://www.forbespt.com/carolina-correia-um-novo-capitulo-depois-de-uma-epoca-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Benfica]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Correia]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[Fiorentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[itália]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Torreense]]></category>
		<category><![CDATA[Transferência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O futebol feminino português já viveu várias épocas. Já teve momentos em que eram as chamadas “equipas pequenas” que o mantinham vivo, outros em que começava a atrair as atenções de clubes com possibilidades financeiras maiores e hoje conta com os nomes mais sonantes do futebol português. Mas entre todos estes momentos houve sempre uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O futebol feminino português já viveu várias épocas. Já teve momentos em que eram as chamadas “equipas pequenas” que o mantinham vivo, outros em que começava a atrair as atenções de clubes com possibilidades financeiras maiores e hoje conta com os nomes mais sonantes do futebol português. Mas entre todos estes momentos houve sempre uma constante: a capacidade de alguns clubes de pegar em baixos investimentos, menores estruturas e menos visibilidade e transformar tudo isso em resultados históricos.</p>
<p>Tem sido este o percurso do Torreense nas últimas épocas. Um clube que conseguiu vencer a Taça de Portugal em 2025 e garantir a Supertaça, a Taça da Liga e o apuramento para a ronda de qualificação da Liga dos Campeões durante a época 2025/26.</p>
<p>Carolina Correia fez parte de toda esta história e agora decidiu que estava na hora de arriscar e viver a sua primeira experiência a nível internacional, ao assinar pela Fiorentina. Até porque há momentos em que o risco compensa e Carolina sabe muito bem disso.</p>
<p><strong>O que é que te levou a escolher a Fiorentina?<br />
</strong>Acima de tudo, a vontade de continuar a crescer enquanto atleta e de experimentar uma liga ainda mais competitiva. Aliado a isso, o facto de ser um clube enorme, com excelentes condições de trabalho – para mim, das melhores que já encontrei – e com uma mentalidade muito forte e uma enorme vontade de ganhar.</p>
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<p><strong>O que é que te atrai mais na liga italiana?<br />
</strong>Ainda não começámos o campeonato, mas sei que é uma liga que tem crescido bastante nos últimos anos. Existe muita qualidade e sinto que a intensidade dos jogos é diferente. Todos os jogos vão ser muito competitivos e difíceis de ganhar, o que nos obriga a estar sempre no nosso melhor nível e muito focadas em todos os momentos.</p>
<p><strong>Como é que foi a fase de adaptação, não só a um novo clube, mas também uma nova cidade?<br />
</strong>É a minha primeira experiência fora de Portugal e também a primeira vez que estou longe da família, por isso é uma adaptação diferente. As primeiras semanas foram um pouco mais exigentes, principalmente por estar a tentar absorver o máximo de informação possível sobre a forma de jogar e, ao mesmo tempo, conhecer as minhas colegas, tanto dentro como fora de campo. É um processo que leva o seu tempo, mas sinto que, com o passar das semanas, estou cada vez mais confortável e confiante. A cidade também é incrível e muito acolhedora, o que ajuda bastante nesta adaptação.</p>
<p><strong>O que é que te surpreendeu mais no clube?<br />
</strong>Destacaria principalmente a mentalidade das jogadoras e da equipa técnica. São todas muito competitivas, com muita qualidade e rigorosas no bom sentido, o que faz com que quem esteja à nossa volta queira também elevar o seu nível. Aqui existe uma grande atenção ao detalhe, e considero que isso é muito positivo, tanto para crescermos enquanto equipa como individualmente.</p>
<p><strong>Como é que te sentiste no primeiro treino com a equipa?<br />
</strong>Senti desde logo que a intensidade era maior. No início ainda estava um pouco perdida relativamente aos nomes das minhas colegas, o que dificultou ligeiramente, mas são coisas normais. Somos uma equipa que gosta de ter bola e de assumir o jogo, e identifico-me bastante com essa forma de jogar.</p>
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<p><strong>Em que momento percebeste que fizeste a escolha certa?<br />
</strong>Quando tomamos uma decisão é porque acreditamos que estamos a fazer a escolha certa. Depois, só o tempo o dirá. Neste momento, sinto-me bem, feliz e cada vez mais integrada, por isso espero e acredito que tenha tomado a decisão certa.</p>
<p><strong>Qual foi o principal objetivo que definiste para ti e que definiram como equipa?<br />
</strong>O meu principal objetivo é continuar a crescer enquanto jogadora e, acima de tudo, jogar e aproveitar cada oportunidade para evoluir. A nível coletivo, queremos fazer melhor do que na época anterior e continuar a crescer enquanto equipa, tanto dentro como fora de campo.</p>
<h3>&#8220;É a união que caracteriza esta equipa&#8221;</h3>
<p><strong>Que objetivos é que vocês definiram enquanto equipa [Torreense] para a época 2025/26?<br />
</strong>Acabou um bocadinho por tentarmos fazer mais e melhor relativamente à época anterior. Tínhamos o objetivo, sim, de tentar chegar às finais das taças, não foi possível em todas, mas era esse um dos nossos objetivos. Depois, à medida que o tempo foi passando, começámos a ver que se calhar era possível ambicionar o terceiro lugar e ambicionar também chegar às competições europeias. Mas diria que era fazer melhor que o ano anterior e que continuássemos a crescer enquanto equipa.</p>
<p><strong>Como é que tu descreves o ambiente no balneário ao longo da época?<br />
</strong>No Torreense o balneário era muito unido, já nos conhecíamos todas há bastante tempo, portanto diria que a união é aquilo que descreve a equipa. Claro que com as vitórias e com os bons resultados o ambiente acaba por ser mais tranquilo, com muita alegria. Mas acima de tudo é a união que caracteriza esta equipa e que a leva até estes patamares.</p>
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<p><strong>Os principais momentos desta história recente do Torreense &#8211; a Taça de Portugal na época anterior, depois Supertaça, Taça da Liga, garantir o apuramento para a ronda de qualificação da Liga dos Campeões &#8211; como é que tu olhas para cada um destes momentos?<br />
</strong>Diria que se calhar vivi um dos melhores dias da minha vida com o Torreense quando ganhámos a Taça de Portugal, era um sonho ganhar esta taça, tê-lo feito com o Torreense foi a cereja no topo do bolo. Era um objetivo que queríamos muito alcançar e foi o culminar de uma época muito desgastante, de um objetivo que sabíamos que tínhamos de deixar para a última, porque era o último jogo da época. Via muitos jogos no Jamor, subir aquelas escadas era um grande objetivo meu e de muita gente da equipa. Os outros troféus foram diferentes, claro que foram todos muito especiais, mas diria que se calhar das três a Taça de Portugal foi aquela que marcou mais.</p>
<p><strong>E o momento mais recente, este apuramento para a ronda de qualificação da Liga dos Campeões?<br />
</strong>Também foi um objetivo que todas ambicionávamos, à medida que os jogos foram passando sonhámos com esse apuramento. Elevar o Torreense, um clube não muito conhecido fora de Portugal, ao mais alto nível é algo que também desejávamos muito. Claro que qualquer jogadora ambiciona jogar um apuramento para a Champions e foi um momento único. Esta conquista é um bocadinho a época toda em si, aquilo que foram os jogos, a nossa capacidade de superação, não foi uma época fácil de acabar em terceiro lugar acho que, sem dúvida, deu-nos uma motivação ainda maior.</p>
<p><strong>Atribuís este sucesso a que fatores? O que é que esta equipa tem que fez com que este crescimento fosse possível?<br />
</strong>Acredito muito que seja o trabalho diário, a ambição que todas temos em querer mais, a nossa capacidade de superação porque, como disse, não foi uma época fácil. Começámos logo a época com a notícia que não iríamos jogar no nosso estádio e isso acabou por mexer um bocadinho connosco, mas nós temos uma grande capacidade de superação e conseguimos ultrapassar essa adversidade da melhor forma. Mas diria que é um bocadinho a junção desses fatores.</p>
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<p><strong>Depois de todas estas conquistas sentes que vocês estão a ter o reconhecimento que esperavas?<br />
</strong>Sim, acredito que sim. O Torreense cresceu imenso não só com a chegada da equipa técnica, mas novos diretores, novas pessoas que entraram no futebol feminino. Agora o clube está a colher os frutos daquilo que foi um trabalho que já começou há algum tempo.</p>
<p><strong>Esta descentralização a que o Torreense está a obrigar diz o quê sobre o futebol feminino em Portugal?<br />
</strong>Que o futebol feminino em Portugal está a crescer. Claro que com o passar do tempo os clubes querem cada vez mais apostar no futebol feminino e no Torreense foi um bocadinho isso. Não têm as infraestruturas dos grandes, as mesmas capacidades dos grandes, mas passa por tirar o melhor proveito daquilo que existe. É um investimento que não só o Torreense como o Valadares têm vindo a fazer, não foi em vão que foram as duas equipas finalistas da Taça da Liga, mas diria que sim, é um investimento que está a ser feito e acho que está aos olhos de todos.</p>
<h3><strong>“Queremos muito estar no Mundial”</strong></h3>
<p><strong>Voltando atrás na tua carreira: tu estavas no Benfica antes do Torreense, o que é que te levou a optar por esta mudança que agora ninguém questiona mas que se calhar na altura houve quem questionasse?<br />
</strong>Na altura no Benfica eu tinha acabado de chegar à equipa A. Ou seja, tive dois anos na equipa A, no segundo ano acabei por não estar a ter tantos minutos, estava numa altura em que era um bocadinho mais jovem, precisava de ter mais minutos. Há coisas que ganhamos com tempo de jogo e eu precisava disso. Acabou por surgir a oportunidade de ser emprestada neste caso ao Torreense. Olhando para trás, e olhando no momento, digo que foi a melhor escolha possível. O Benfica abriu-me as portas também para esse empréstimo, aproveitei a oportunidade e não podia estar mais satisfeita.</p>
<p><strong>Percebeste logo que essa era a melhor decisão?<br />
</strong>No momento achei logo que fosse a decisão certa, mas agora tenho 100% de certeza que foi a melhor escolha. Quando somos jovens, às vezes queremos estar num clube grande mesmo não jogando, mas outras vezes temos de arriscar, procurar mais, procurar esse tempo de jogo. Não há mal nenhum em arriscar. Acabou que correu bem para mim e acredito que vai correr bem com muitas dessas jogadoras que também tenham essa oportunidade. Foi aproveitar a oportunidade que o Benfica me deu de ser emprestada e a do Torreense por me receber e por também me dar a oportunidade de crescer e de chegar onde estou.</p>
<p><strong>Tens vindo também a ganhar espaço na seleção, como é que olhas para estes últimos tempos ao serviço de Portugal?<br />
</strong>Têm sido tempos muito bons, acho que ainda não caí em mim. Este último ano acabou por passar muito rápido, nem há um ano foi a minha primeira convocatória, já tenho tido minutos, tenho aproveitado as oportunidades que me têm sido dadas. Estou muito feliz, estou a ganhar o meu espaço, as coisas levam tempo, portanto estou a integrar-me ainda na equipa, a crescer também com as minhas colegas, aproveitar as oportunidades que me são dadas e a ser feliz acima de tudo.</p>
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<p><strong>E em que momento é que está a equipa?<br />
</strong>Estamos num momento bom, queremos garantir a qualificação para o Campeonato do Mundo. Claro que nem sempre os resultados são favoráveis, mas é tirar o melhor disso. Agora estamos focadas na qualificação, estamos numa boa fase, ainda temos uns jogos pela frente. Queremos ganhar, passar em primeiro lugar do grupo. É continuar a trabalhar porque queremos muito estar nesse Mundial no Brasil. É jogo a jogo e tenho a certeza que vai correr bem.</p>
<p><strong>E a nível pessoal, quando tu pensas nesse Campeonato do Mundo no Brasil o que é que te passa pela cabeça?<br />
</strong>Tantas coisas. É um sonho. Quero muito lá estar, mas primeiro é focar-me um bocadinho no presente porque ainda faltam muitos jogos, é uma longa caminhada até lá chegar. Claro que sonhar todos sonham e eu não sou exceção, ainda por cima no Brasil que é o país do futebol, a energia é toda futebol. Primeiro é um país incrível para fazer o Mundial e depois é um sonho estar no Mundial, é juntar os dois em um e espero que Portugal lá esteja a participar.</p>
<p><strong>Quais é que são as principais barreiras que ainda ias encontrando no campeonato em Portugal?<br />
</strong>Cá em Portugal eu acredito que o futebol ainda esteja a crescer. Já cresceu muito, eu sou de uma geração diferente, se calhar as jogadoras como a Ana Borges, Carole Costa, foram um bocadinho também as pioneiras que trouxeram o nível a este patamar. Eu acabei por colher um bocadinho os frutos. Claro que ainda estamos a crescer bastante, mas acredito que ainda tenhamos muito para crescer, tanto a nível de transmissões, a nível de infraestruturas, há muitos clubes que ainda treinam em sintético. Acho que ainda há muitos clubes que não têm a capacidade de ter as melhores condições. Acredito que isto também seja um dos fatores que possam vir a ser melhorados para o futebol continuar a crescer ainda mais cá em Portugal e para que muitas jogadoras fora de Portugal queiram vir para cá.</p>
<blockquote><p>Mas diria as infraestruturas, a transmissão dos jogos, a divulgação dos jogos.</p></blockquote>
<p><strong>Quando mencionas o crescimento, sentes que é um crescimento que tem sido contínuo? Porque alguns dos problemas são os mesmos que eram mencionados há alguns anos.<br />
</strong>Acredito que se calhar este crescimento já tenha sido um bocadinho mais rápido, agora poderá estar a ser feito mais devagar e está tudo certo, cada coisa tem o seu tempo. Acho que o fator infraestruturas acaba por ser aqui um bocadinho um entrave, em muitos clubes as jogadoras ainda treinam em sintético. Nem todos os clubes têm a capacidade de ter uma estrutura como se calhar o Benfica e o Sporting têm, são clubes diferentes, com capacidades monetárias diferentes, mas acredito que é necessário também que esses clubes cresçam para que as jogadoras consigam continuar a crescer de forma contínua.</p>
<p><strong>E em relação ao facto de Portugal ainda não ter uma liga profissional?<br />
</strong>Acho que temos de acelerar um bocadinho essa questão. O futebol feminino está a crescer muito depressa lá fora e Portugal também tem de crescer muito nesse sentido de profissionalizarmos a liga. Portugal está a crescer ao seu ritmo, mas é importante que o faça nestes pontos.</p>
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		<title>Porsche doa 500 mil euros à iniciativa “Racing for Charity”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/porsche-doa-500-mil-euros-a-iniciativa-racing-for-charity/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 15:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sports Money]]></category>
		<category><![CDATA[Automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, a iniciativa “Racing for Charity” foi levada para a Fórmula E, com a equipa oficial Porsche a contribuir com 400 euros por cada volta completada nas 17 provas da temporada. Os pilotos Pascal Wehrlein e Nico Müller totalizaram 1.123 voltas, permitindo alcançar os 449.200 euros. A Porsche decidiu arredondar o montante para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, a iniciativa “Racing for Charity” foi levada para a Fórmula E, com a equipa oficial Porsche a contribuir com 400 euros por cada volta completada nas 17 provas da temporada. Os pilotos Pascal Wehrlein e Nico Müller totalizaram 1.123 voltas, permitindo alcançar os 449.200 euros.</p>
<p>A Porsche decidiu arredondar o montante para 500 mil euros, que será distribuído por três organizações sem fins lucrativos: a Kinderherzen retten, a Interplast Germany e a Fundação Ferry Porsche.</p>
<p>A Kinderherzen retten apoia cirurgias cardíacas na Alemanha para crianças provenientes de países sem acesso a cuidados médicos especializados. A Interplast Germany financia cirurgias reconstrutivas e cuidados médicos para crianças de países em desenvolvimento com queimaduras graves, lesões ou malformações congénitas. Já a Fundação Ferry Porsche desenvolve projetos destinados a promover a coesão social e a igualdade de oportunidades entre os mais jovens.</p>
<blockquote><p>“A Porsche quer devolver à sociedade parte do que recebe pela sua atividade. Por isso, com ‘Racing for Charity’ apoiamos crianças gravemente doentes em todo o mundo”, afirma Michael Steiner, membro do Conselho de Administração da Porsche AG responsável pela Investigação e Desenvolvimento.</p></blockquote>
<p>A iniciativa tem permitido financiar casos concretos. Entre os beneficiários está Rashid, uma criança de dois anos da Tanzânia que nasceu com uma malformação e alterações tumorais na mão e no antebraço. Operações reconstrutivas realizadas pela Interplast Germany permitiram preservar o braço e melhorar a sua funcionalidade.</p>
<p>Também Amy, de El Salvador, beneficiou do apoio da Kinderherzen retten. Aos oito meses, foi submetida na Alemanha a uma cirurgia para corrigir uma comunicação interventricular que estava a comprometer o seu desenvolvimento.</p>
<p>A própria Fórmula E associou-se à iniciativa. Durante o E-Prix de Berlim, em maio, a organização do campeonato acrescentou 25 mil euros através do Better Futures Fund, destinado a apoiar projetos e organizações nos países que recebem as corridas.</p>
<p>“‘Racing for Charity’ foi uma motivação extra para Pascal e para mim. Mesmo quando não conseguíamos somar pontos, cada volta continuava a contar”, afirma Nico Müller. “Ambos somos pais e, por isso, identificamo-nos ainda mais com a iniciativa.”</p>
<p>Desde a primeira edição, realizada nas 24 Horas de Le Mans de 2023, a “Racing for Charity” já canalizou quase três milhões de euros para causas sociais.</p>
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