Osiris prevê atingir faturação de 50 milhões de euros em 2030

O grupo Osiris, que se dedica a viagens corporativas, de lazer e eventos & incentivos, antecipa que, em 2030, a faturação irá chegar aos 50 milhões de euros. A aposta na internacionalização e num turismo de valor acrescentado são os trunfos para concretizar a estratégia de crescimento. A empresa portuguesa, que assinala os 25 anos…
ebenhack/AP
O grupo português de viagens corporativas, lazer e eventos e incentivos, assume que está numa curva de crescimento que irá resultar numa faturação de 50 milhões de euros em 2030. Hoje 75% da faturação da Osiris resulta da exportação de serviços.
Negócios

O grupo Osiris, que se dedica a viagens corporativas, de lazer e eventos & incentivos, antecipa que, em 2030, a faturação irá chegar aos 50 milhões de euros. A aposta na internacionalização e num turismo de valor acrescentado são os trunfos para concretizar a estratégia de crescimento.

A empresa portuguesa, que assinala os 25 anos de atividade, refere que, em 2025 atingiu uma faturação de 30 milhões de euros, prevendo alcançar 35 milhões em 2026. O grupo liderado por Ricardo Ferreira salienta que, atualmente, 75% da faturação resulta de exportação, com projetos desenvolvidos para clientes oriundos de mais de 130 países. Fundada em 2001, a empresa tem como estratégia reforçar “a aposta num turismo de maior valor acrescentado, assente em experiências premium, criatividade e internacionalização”.

Nesta fase em que comemora os 25 anos, a empresa realça que está numa fase de crescimento e reposicionamento estratégico da marca, que inclui a apresentação da nova identidade visual da empresa, das marcas participadas O-JETS (aviação privada) e O-BIKE (atividades de bicicleta) e do novo website institucional.

De acordo com o CEO da Osiris, Ricardo Ferreira, “ao longo destes 25 anos, trouxemos cerca de meio milhão de pessoas ao país, trabalhámos projetos internacionais de elevada complexidade e ajudámos a posicionar Portugal como um destino de excelência para eventos, incentivos, eventos desportivos e turismo premium”. Ricardo Ferreira destaca que este impacto “contribui diretamente para a economia, para a internacionalização do país e para a valorização do setor do turismo português”.

 

Mais Artigos