Fundado por Avelino Gaspar, em 1986, na região e Leiria, o grupo Lusiaves é hoje um dos maiores conglomerados ibéricos na indústria agroalimentar. Criado com apenas 32 colaboradores o grupo hoje acumula cerca de 40 empresas na área avícola e emprega quase 5.900 colaboradores.
Foi esta semana que a empresa reuniu diversos convidados em Leiria para assinalar as quatro décadas da sua fundação. Avelino Gaspar disse no evento, perante a audiência, e citado pelo jornal Região de Leiria, que o grupo faturou em 2025 cerca de 940 milhões de euros, depois de ter arrancado o primeiro ano de atividade com cerca de um milhão de euros de vendas. O comendador avançou ainda no seu discurso que o Lusiaves é atualmente o grupo avícola mais rentável da Europa e um dos mais rentáveis do mundo. O ano de 2025 foi ainda marcado pela aquisição de duas empresas espanholas, no mesmo setor a Oblanca e a Avícola Segoviana, que impulsionaram o crescimento do grupo. A primeira unidade, com mais de 650 pessoas, faturava cerca de 120 milhões de euros e a segunda, com cerca de 60 pessoas, faturava cerca de 10 milhões de euros.
Com um património avaliado em 790 milhões de euros, o empresário Avelino Gaspar, fundador do grupo Lusiaves, ocupa a 19ª posição da edição de 2025 da lista dos 50 Mais Ricos da Forbes Portugal.
Avelino Gaspar é atualmente um dos empresários mais ricos do país, segundo a análise da revista Forbes Portugal, que o coloca na 19ª posição do ranking de 2025. A fortuna do empresário foi avaliada, no final do ano passado, em cerca de 790 milhões de euros. O ano de 2025 foi ainda marcado pela aquisição de duas empresas espanholas: a Oblanca e a Avícola Segoviana. A primeira unidade, com mais de 650 pessoas, faturava cerca de 120 milhões de euros e a segunda, com cerca de 60 pessoas, faturava cerca de 10 milhões de euros.
Avelino Gaspar iniciou a sua veia empreendedora ainda muito jovem, na década de 70, tendo começado a produzir pintos para venda ainda num anexo de casa dos seus pais. Daí até à criação e uma empresa passaram poucos anos. O crescimento deste negócio tem sido acelerado. Foi sobretudo após a crise de 2003 que o empresário começou a fazer aquisições de pequenas explorações avícolas, trazendo ao grupo a dimensão e o peso económico que tem hoje. Atualmente é composto por 86 quintas de produção, sete centros de abate, 14 entrepostos, duas fábricas de produção de ração e uma fábrica de transformação de subprodutos. É um grupo totalmente verticalizado na sua atividade.





