Líderes da WHOOP e da Headspace confirmadas no Happiness Camp 2026

Reforçando o compromisso com o futuro da saúde, o Happiness Camp, fundado por António Pedro Pinto, Under 30 da Forbes Portugal, anunciou a presença das líderes da WHOOP e Headspace no evento marcado para 24 de setembro, na Alfândega do Porto. Reha Jhunjhunwala, Senior Director of Digital Health Products da WHOOP, e Fay Kallel, Chief…
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Reha Jhunjhunwala e Fay Kallel são os primeiros nomes confirmados no Happiness Camp 2026, fundado por António Pedro Pinto, Under 30 da Forbes Portugal.
30 Under 30 Líderes

Reforçando o compromisso com o futuro da saúde, o Happiness Camp, fundado por António Pedro Pinto, Under 30 da Forbes Portugal, anunciou a presença das líderes da WHOOP e Headspace no evento marcado para 24 de setembro, na Alfândega do Porto.

Reha Jhunjhunwala, Senior Director of Digital Health Products da WHOOP, e Fay Kallel, Chief Product & Engineering Officer da Headspace, duas das organizações que estão na linha da frente da inovação em saúde digital, monitorização biométrica e saúde mental, são duas das primeiras oradoras confirmadas no evento.

“No Happiness Camp, Reha Jhunjhunwala irá abordar o papel dos dados biométricos na prevenção da doença e na melhoria da performance humana. Já Fay Kallel irá explorar a crescente utilização da inteligência artificial na democratização do acesso ao apoio em saúde mental”, lê-se no comunicado.

Tendo em conta o momento atual a nível mundial, com a Organização Mundial da Saúde a estimar que uma em cada sete pessoas vive com uma perturbação mental hoje em dia, e os desafios que se prendem com a rápida evolução tecnológica, as questões em debate passarão por: Como integrar os dados recolhidos pelos wearables na prática clínica? Como garantir a privacidade e a utilização ética dos dados de saúde? De que forma a inteligência artificial pode apoiar a prevenção sem substituir o julgamento clínico? Como distinguir informação relevante de excesso de dados? Como preparar profissionais de saúde para uma realidade em que os pacientes chegam ao consultório acompanhados por milhares de indicadores biométricos?

“Durante décadas, esperámos que as pessoas adoecessem para agir. Pela primeira vez, temos tecnologia capaz de identificar sinais precoces, antecipar riscos e promover comportamentos mais saudáveis antes da doença surgir. A verdadeira transformação não está apenas na inteligência artificial ou nos wearables, mas na forma como utilizamos esses dados para construir uma medicina mais preventiva, personalizada e humana. O futuro da saúde não passa apenas pelos hospitais; passa pela capacidade de utilizar a tecnologia para ajudar as pessoas a viver melhor, durante mais tempo”, afirma António Pedro Pinto, em comunicado.

Além deste tema, a organização avança também outros dos tópicos que serão abordados durante o evento. Burnout e prevenção da exaustão, neurodiversidade e longevidade e performance humana são alguns exemplos.

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