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	<title>Imobiliário Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Imobiliário Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>Preços das casas mais do que duplicaram em mais de 150 municípios</title>
		<link>https://www.forbespt.com/precos-das-casas-mais-do-que-duplicaram-em-mais-de-150-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:32:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal. Nos concelhos de Sintra, Seixal, Barreiro, Moita e Setúbal a variação do valor mediano por metro quadrado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.</p>
<p class="text-paragraph">Nos concelhos de Sintra, Seixal, Barreiro, Moita e Setúbal a variação do valor mediano por metro quadrado das casas vendidas apresentou valores superiores a 200% no período em análise.</p>
<p class="text-paragraph">A conclusão é do estudo &#8220;Habitação em Portugal: determinantes da oferta e dinâmica de preços e rendas&#8221;, publicado no Boletim Económico de junho hoje divulgado pelo Banco de Portugal.</p>
<p class="text-paragraph">Já o valor mediano das rendas por metro quadrado mais do que duplicou em 23 municípios (num total de 184 para os quais existe informação), destacando-se os concelhos de Grândola, Sines e Moita, com variações superiores a 125% no período entre 2017 e 2024 (o último ano para o qual o INE divulgou valores das rendas).</p>
<p class="text-paragraph">De acordo com o estudo, o incremento imobiliário foi mais intenso nos municípios que apresentavam preços de aquisição menos valorizados face às rendas aí praticadas, com a procura a deslocar-se &#8220;para municípios relativamente mais acessíveis&#8221; nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.</p>
<p class="text-paragraph">Em comparação, os municípios do Algarve, &#8220;que já se destacavam com rácios preço-renda superiores à média nacional ― muito influenciados pela procura por não residentes&#8221;, registaram variações relativamente menores no período considerado.</p>
<p class="text-paragraph">O estudo conclui também que em Portugal as expectativas dos consumidores sobre o comportamento dos preços de habitação nos próximos 12 meses &#8220;evidenciam uma evolução crescente e níveis persistentemente superiores aos da área do euro&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Entre janeiro e março de 2026, a expectativa era de um aumento dos preços de habitação, em média, de 7% em Portugal e de 3,7% na área do euro, com Portugal a apresentar &#8220;uma perceção generalizada de que o momento atual é favorável ao investimento&#8221; e à aplicação das poupanças no mercado de habitação.</p>
<p class="text-paragraph">Os autores do estudo ressalvam a existência de &#8220;elevada heterogeneidade nas expectativas dos consumidores nacionais, com os jovens (18–34 anos) a anteciparem uma subida de 4%, em média, e os consumidores na faixa etária dos 55–70 anos a anteverem um crescimento de 6,3%.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Esta diferença poderá estar associada ao facto de as gerações mais velhas, com um historial mais longo de observação dos preços e dos ciclos económicos no mercado imobiliário, tenderem a ancorar as suas expectativas em fenómenos inflacionários já vividos&#8221;, lê-se no documento.</p>
<p class="text-paragraph">A nível regional, as expectativas mais elevadas concentram-se na região Norte (6,8%) e na Área Metropolitana de Lisboa (6,6%), em contraste com valores mais baixos no Alentejo e Algarve (3,7% em ambas).</p>
<p class="text-paragraph">Apesar do forte crescimento dos preços, o estudo do Banco de Portugal revela que o peso do crédito bancário nas transações de casas manteve-se abaixo de 60% ao longo dos últimos anos, com a parte restante a ser assegurada pelo recurso a capitais próprios na compra de habitação.</p>
<p class="text-paragraph">Contudo, o crescimento dos empréstimos foi mais forte desde o início de 2024, coincidindo com a descida das taxas de juro e também com &#8220;o regime da garantia do Estado&#8221; criado para os jovens.</p>
<p class="text-paragraph">Os autores do estudo &#8211; Nuno Alves, João Amador, Beatriz Amorim, João Bonito Gomes, Cristina Manteu, António Santos e Carlos Santos &#8211; apontam ainda limitações às estatísticas sobre o mercado habitacional, considerando-as &#8220;insuficientes&#8221; para avaliar &#8220;as quantidades procuradas e oferecidas para cada preço&#8221;, a &#8220;evolução das preferências das famílias&#8221;, a &#8220;estrutura de custos associada à construção de habitação&#8221; e as &#8220;condições de concorrência no setor&#8221;.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>Preço das casas deve continuar alto e há riscos na capacidade de pagar</title>
		<link>https://www.forbespt.com/preco-das-casas-deve-continuar-alto-e-ha-riscos-na-capacidade-de-pagar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 11:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito à habitação]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços das casas em Portugal devem manter-se elevados, com a demora das medidas para estimular a oferta a produzir efeitos, existindo riscos associados à capacidade de pagar os créditos, principalmente com garantia pública, conclui a DBRS. Numa análise ao mercado de crédito à habitação em Portugal divulgada hoje, a DBRS prevê que os preços [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços das casas em Portugal devem manter-se elevados, com a demora das medidas para estimular a oferta a produzir efeitos, existindo riscos associados à capacidade de pagar os créditos, principalmente com garantia pública, conclui a DBRS.</p>
<p class="text-paragraph">Numa análise ao mercado de crédito à habitação em Portugal divulgada hoje, a DBRS prevê que os preços das casas continuem a valorizar-se, enquanto a conclusão de novas construções permanecer baixa, o desemprego permanecer baixo e o ambiente económico for estável e a procura por novos empréstimos se mantiver robusta, apoiada em parte pelo programa de garantia pública.</p>
<p class="text-paragraph">A agência de notação financeira sinaliza que os preços das casas em Portugal continuaram a subir, com o índice de preços da habitação a aumentar de 18,9% em termos homólogos no 4.º trimestre de 2025, de acordo com o Eurostat, enquanto a atividade do mercado imobiliário, medida pelo volume de transações, estabilizou em 2025.</p>
<p class="text-paragraph">As &#8220;restrições de acessibilidade e oferta limitada de casas podem estar a atuar como fatores moderadores na atividade de transações&#8221;, admite a DBRS.</p>
<p class="text-paragraph">Já do ponto de vista da oferta, o aumento dos custos de construção &#8220;desempenhou um papel crucial na restrição do mercado, com um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior em fevereiro de 2026&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Há indícios iniciais de recuperação da oferta, mas, embora o aumento relativo no número de unidades habitacionais licenciadas seja promissor, &#8220;o desfasamento em relação às conclusões indica que o desequilíbrio entre oferta e procura provavelmente persistirá no médio prazo&#8221;, conclui a análise.</p>
<p class="text-paragraph">A DBRS antecipa, assim, que o desequilíbrio entre oferta e procura no mercado habitacional deverá persistir, &#8220;na medida em que os fundamentos económicos de Portugal se mantenham sólidos, o número de novas construções continue em níveis estruturalmente baixos e a procura de habitação, tanto por parte de residentes como de não residentes, se mantenha resiliente&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Quanto às medidas do Governo do lado da procura, a agência aponta que estas &#8220;estimularam ainda mais o mercado, permitindo que os mutuários mais jovens tivessem acesso ao mercado imobiliário&#8221;, enquanto as medidas do lado da oferta, nomeadamente as reduções de impostos para o setor da construção, devem demorar algum tempo a aumentar significativamente a oferta.</p>
<p class="text-paragraph">Desta forma, as transações devem continuar a apresentar um desempenho resiliente durante o resto deste ano, apoiadas pelas suas proteções estruturais inerentes.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;No entanto, permanece algum risco de queda, dado o atual contexto geopolítico, que poderá voltar a pressionar a capacidade das famílias para pagar as suas hipotecas através de taxas de juro mais elevadas&#8221;, alerta a DBRS.</p>
<p class="text-paragraph">Em particular, os empréstimos com garantia pública &#8220;parecem apresentar um perfil de risco de crédito relativamente mais fraco do que aquelas sem garantia&#8221;, pelo que esse segmento merece uma monitorização mais rigorosa, detalha.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>RE/MAX Collection comercializou 119 imóveis de luxo no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/re-max-collection-comercializou-119-imoveis-de-luxo-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 14:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Apartamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Moradias]]></category>
		<category><![CDATA[remax]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A RE/MAX Collection, rede especializada no segmento de luxo, acaba de anunciar que terminou o primeiro semestre com a comercialização de 119 imóveis de luxo, certificados com o selo Collection. Este número representa um acréscimo de 19 imóveis face ao trimestre homólogo de 2025. Destes, 103 corresponderam a operações de compra e venda e os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A RE/MAX Collection, rede especializada no segmento de luxo, acaba de anunciar que terminou o primeiro semestre com a comercialização de 119 imóveis de luxo, certificados com o selo Collection. Este número representa um acréscimo de 19 imóveis face ao trimestre homólogo de 2025. Destes, 103 corresponderam a operações de compra e venda e os restantes de arrendamento.</p>
<p>No seu conjunto, a RE/MAX Collection conta com uma oferta de 2.200 imóveis certificados, que são acompanhados por 23 agências especializadas. A empresa conta com uma nova metodologia de apuramento da marca, que passa a considerar exclusivamente como luxo, imóveis certificados Collection. Este é um reconhecimento atribuído tendo por base critérios como localização, preço, tipologia, design, arquitetura e qualidade dos materiais.</p>
<p>Neste primeiro trimestre, a consultora sentiu uma tendência: o crescimento do arrendamento de imóveis de luxo, que representando já 13,4% da atividade Collection. O preço médio dos imóveis certificados arrendados situou-se nos 3.200 euros, enquanto o valor médio dos imóveis vendidos rondou os 800 mil euros.</p>
<blockquote><p><strong>Ao nível dos apartamentos, as tipologias T3 e T2 concentraram a maior procura, quer no arrendamento quer na compra. Nas moradias, destacaram-se sobretudo as tipologias T3 e T4.</strong></p></blockquote>
<p>Analisando pelo perfil dos clientes, os nacionais continuaram a assumir um papel dominante no segmento Collection, representando mais de 84% das operações de compra e venda e cerca de 41% dos arrendamentos. Entre os clientes internacionais, os norte-americanos mantiveram a segunda posição, seguidos pelos brasileiros.</p>
<p>Em termos de vendas, as moradias reforçaram a sua relevância, representando 31% das unidades transacionadas. Os apartamentos continuaram a representar a maioria dos imóveis arrendados, com um peso de 87%. Ao nível dos apartamentos, as tipologias T3 e T2 concentraram a maior procura, quer no arrendamento quer na compra. Nas moradias, destacaram-se sobretudo as tipologias T3 e T4.</p>
<h3><strong>Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Santarém concentraram o maior número de imóveis</strong></h3>
<p>Olhando para a distribuição regional dos negócios, os distritos de Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Santarém concentraram o maior número de imóveis certificados transacionados. A consultora aponta que o distrito do Porto ultrapassou Setúbal no ranking nacional, enquanto Braga e Santarém reforçaram igualmente o seu posicionamento no segmento premium.</p>
<p>Já no que diz respeito aos concelhos, a capital portuguesa manteve a liderança, apesar de uma ligeira quebra homóloga de 4,7%. Sintra e Porto destacaram-se pelos crescimentos registados nas vendas de imóveis certificados, ultrapassando Cascais e Oeiras, tradicionalmente entre os concelhos mais representativos do mercado residencial de luxo.</p>
<p>Beatriz Rubio, líder nacional da RE/MAX, refere, em comunicado que “Os resultados do primeiro trimestre confirmam a solidez e maturidade do segmento premium em Portugal, mesmo num contexto de maior exigência e seletividade por parte dos clientes. A aposta numa certificação mais rigorosa permite-nos reforçar a transparência da informação, acompanhar com maior precisão a evolução do mercado e consolidar o posicionamento da RE/MAX Collection enquanto referência no imobiliário de luxo em Portugal”.</p>
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		<title>Arquiteto Ricardo Azevedo redesenha moradia de luxo na exclusiva Villa Sotogrande em Andaluzia</title>
		<link>https://www.forbespt.com/arquiteto-ricardo-azevedo-redesenha-moradia-de-luxo-na-exclusiva-villa-sotogrande-em-andaluzia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 10:25:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Andaluzia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Sotogrande]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há mais de seis décadas que o empreendimento Sotogrande é sinónimo de luxo e exclusividade, atraindo elites de todo o mundo. Foi fundado em 1962 por Joseph McMicking, um empresário filipino-americano que serviu no Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Impressionado com o exclusivo empreendimento habitacional Forbes Park, situado em Manila, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de seis décadas que o empreendimento Sotogrande é sinónimo de luxo e exclusividade, atraindo elites de todo o mundo. Foi fundado em 1962 por Joseph McMicking, um empresário filipino-americano que serviu no Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Impressionado com o exclusivo empreendimento habitacional Forbes Park, situado em Manila, o empresário quis criar uma comunidade semelhante e partiu em busca do local perfeito. Encontrou-o no sul de Espanha, na província de Cádis, a apenas meia hora de Marbella.</p>
<p>Atualmente este empreendimento, que ocupa cerca de 20 quilómetros quadrados junto ao mar, é um paraíso para os detentores de grandes fortunas e celebridades de todo o mundo, que procuram um luxo discreto, próximo da natureza e da autenticidade. Oferece cinco clubes de golfe, um clube de polo, um prestigiado colégio internacional e tantas outras vantagens. No Verão chega a receber cerca de 12 mil pessoas. Nomes como o Lionel Messi, Rafa Nadal, Hugh Grant, Jaime Marichalar aparecem na lista de proprietários na zona a que já chamam de Mónaco espanhol.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-186416" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande-960x375.webp" alt="" width="960" height="375" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande-960x375.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande-768x300.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande-1536x600.webp 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande-1200x469.webp 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande-600x234.webp 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sotogrande.webp 1920w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Composta por diversas áreas residenciais, umas mais exclusivas do que outras, há construção nova a ser desenvolvida. As villas mais em conta oferecem apartamentos a partir dos 780 mil euros, mas as mais caras ficam acima do patamar dos 7,6 milhões de euros. Segundo relatos da imprensa espanhola, os preços deste empreendimento valorizaram cerca de 30% entre 2024 e 2025, estando o preço médio de venda nos 17 milhões de euros.</p>
<h3><strong>Casa de luxo redesenhada por arquiteto português</strong></h3>
<p>O português Ricardo Azevedo, através do seu estúdio Ricardo Azevedo X Partners, fundado em 2002 em Santo Tirso, foi convidado a redesenhar uma das moradias mais exclusivas na Villa Sotogrande. Com cerca de 1.500 metros quadrados de área de construção, a casa, implantada numa geometria retangular, destaca-se pelas suas escadas monumentais que culminam num grande círculo em pedra natural, elemento central que desenha a área <em>lounge</em> envolvente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-186417" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa--960x549.jpg" alt="" width="960" height="549" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa--960x549.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa--768x439.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa--1536x878.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa--1200x686.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa--600x343.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Frente-da-casa-.jpg 1792w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>A entrada principal foi concebida para refletir a monumentalidade da residência. Um imponente painel vertical trabalhado marca o acesso principal, verticalidade que se prolonga para o interior da moradia através de espaços de pé-direito duplo. A escala arquitetónica foi valorizada por peças de iluminação escultóricas cuidadosamente selecionadas para acentuar a elegância e a imponência dos ambientes. Segundo o atelier, as formas orgânicas articulam-se com zonas ajardinadas elevadas, criando uma atmosfera sofisticada, intimista e profundamente sensorial.</p>
<p>A sala de estar assume-se como um dos espaços centrais da casa, estabelecendo uma forte relação visual com a circulação do piso superior.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-186418" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-960x698.jpg" alt="" width="960" height="698" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-960x698.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-768x559.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-1200x873.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-600x436.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala.jpg 1408w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/arquiteto-ricardo-azevedo-redesenha-moradia-de-luxo-na-exclusiva-villa-sotogrande-em-andaluzia/">Arquiteto Ricardo Azevedo redesenha moradia de luxo na exclusiva Villa Sotogrande em Andaluzia</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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		<title>Imobiliário comercial: Investimento em Portugal ficou perto dos mil milhões de euros no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/imobiliario-comercial-investimento-em-portugal-ficou-perto-dos-mil-milhoes-de-euros-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 14:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Escritórios]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
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		<category><![CDATA[Retalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado imobiliário nacional continua a mostrar um forte dinamismo no segmento comercial. Segundo relatório “Market Dynamics”, realizado pela consultora JLL, o volume de investimento neste segmento rondou os 930 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano. Este volume de negócios representou um crescimento de 37%, quando comparado com o mesmo período do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário nacional continua a mostrar um forte dinamismo no segmento comercial. Segundo relatório “Market Dynamics”, realizado pela consultora JLL, o volume de investimento neste segmento rondou os 930 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano. Este volume de negócios representou um crescimento de 37%, quando comparado com o mesmo período do ano passado, tornando-se um dos trimestres mais fortes nos últimos anos. Mesmo com a incerteza geopolítica que se vive a nível mundial, este crescimento confirma a capacidade de resiliência do mercado nacional face a outros territórios. Retalho e hotelaria foram os vetores de crescimento do setor.</p>
<p>Citado em comunicado, Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, afirma que “o início de 2026 demonstra que Portugal tem um mercado forte, diversificado e com fundamentos sólidos, que tem revelado uma elevada capacidade de resiliência face a choques externos”. E acrescenta: “Face à incerteza internacional associada aos conflitos no Médio-Oriente, com repercussões nas condições macroeconómicas globais, nomeadamente ao nível de inflação e das taxas de juro, registou-se naturalmente uma maior atividade do capital nacional. Ainda assim, Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”.</p>
<p>A consultora imobiliária refere ainda que foi precisamente neste período de maior instabilidade internacional que o investimento de origem doméstica cresceu, tendo atingido um peso de 42% no total investimento, o que em números absolutos representou cerca de 391 milhões de euros. No entanto, o investimento estrangeiro continua a representar a maior parcela, tornando Portugal num dos 10 principais destinos europeus para o investimento imobiliário, estimando um aumento ao longo do ano de 2026. No primeiro trimestre, o investimento estrangeiro em imobiliário comercial representou 539 milhões de euros, destacando-se duas importantes operações neste período. A primeira foi a aquisição do resort Ritz‑Carlton Penha Longa e a aquisição do <em>campus</em> de <em>data centres</em> da Covilhã. Cada uma destas transações rondaram os 120 milhões de euros, o que reforça a propensão dos investidores internacionais em negócios de grande escala.</p>
<blockquote><p><strong>No primeiro trimestre, o investimento estrangeiro em imobiliário comercial representou 539 milhões de euros, destacando-se duas importantes operações neste período: a aquisição do resort Ritz‑Carlton Penha Longa e a aquisição do campus de data centres da Covilhã.</strong></p></blockquote>
<p>Olhando para os setores com mais impacto neste montante, retalho e hotelaria foram as estrelas, já que no seu conjunto registam um peso de 70% do volume total de negócios. O retalho captou 340 milhões de euros, com 280 milhões de euros envolvendo transações de centros comerciais e<em> retails parks</em>, como o GaiaShopping, o Arrábida Shopping e o Matosinhos Retail Park.  Do lado da hotelaria, o investimento total ascendeu a 330 milhões de euros, com destaque para negócios como o do Ritz-Carlton Penha Longa e do InterContinental Porto-Palácio das Cardosas.</p>
<p>Já o restante valor de investimento foi alocado a ativos de uso específico (chamados de <em>Special Purpose Facilities</em>), com destaque para data centres, representaram 14% do volume total, sinalizando a crescente relevância deste segmento emergente no mercado nacional. Os escritórios absorveram 59 milhões de euros, enquanto os restantes setores – industrial &amp; logística, saúde e residencial – representaram cerca de 7% da atividade.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”, afirma Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal.</strong></p></blockquote>
<p>Já no lado da ocupação, de notar uma retoma no dinamismo nos segmentos de escritórios em Lisboa e Porto, com maior procura de qualidade, o que levou a uma subida das rendas prime. O centro de Lisboa atingiu os 32 euros por metro quadrado ao mês, e no Porto os 21 euros mensais, por metro quadrado.</p>
<p>Citado em comunicado, Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, afirma que “o início de 2026 demonstra que Portugal tem um mercado forte, diversificado e com fundamentos sólidos, que tem revelado uma elevada capacidade de resiliência face a choques externos”. E acrescenta: “Face à incerteza internacional associada aos conflitos no Médio-Oriente, com repercussões nas condições macroeconómicas globais, nomeadamente ao nível de inflação e das taxas de juro, registou-se naturalmente uma maior atividade do capital nacional. Ainda assim, Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”.</p>
<h3><strong>2026 continuará a ser um ano no forte no imobiliário </strong></h3>
<p>Este relatório da JLL relativo ao primeiro trimestre indica que o ano deverá ser globalmente forte. Citado em comunicado, Carlos Cardoso, CEO da JLL Portugal, afirma que “o início de 2026 demonstra que Portugal tem um mercado forte, diversificado e com fundamentos sólidos, que tem revelado uma elevada capacidade de resiliência face a choques externos”. E acrescenta: “Face à incerteza internacional associada aos conflitos no Médio-Oriente, com repercussões nas condições macroeconómicas globais, nomeadamente ao nível de inflação e das taxas de juro, registou-se naturalmente uma maior atividade do capital nacional. Ainda assim, Portugal continua firmemente posicionado no radar do capital internacional, de forma clara e inequívoca”.</p>
<p>“As perspetivas para 2026 são globalmente muito positivas, apesar de um enquadramento internacional mais complexo. O investimento deverá manter um ritmo sólido, suportado por fundamentos robustos, procura internacional diversificada e um interesse crescente em segmentos alternativos, como data centres e ativos especializados. Nos mercados ocupacionais, a procura continua claramente orientada para qualidade, localização e eficiência, sustentando a valorização dos ativos prime em praticamente todos os segmentos”, refere Carlos Cardoso. “Neste contexto, Portugal mantém‑se como um mercado atrativo, resiliente e competitivo no panorama europeu, com condições para registar mais um ano forte em 2026, tanto ao nível do investimento como da ocupação”, remata o mesmo responsável.</p>
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		<title>Conheça a luxuosa mansão que está à venda por 400 milhões de dólares em Los Angeles</title>
		<link>https://www.forbespt.com/conheca-a-luxuosa-mansao-que-esta-a-venda-por-400-milhoes-de-dolares-em-los-angeles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 11:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário de luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Los Angeles]]></category>
		<category><![CDATA[Mansão mais cara]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há pouco mais de duas semanas fez-se história no Mónaco: Rinat Akhmetov, magnata ucraniano, comprou, por 471 milhões de euros um apartamento de 2.500 metros quadrado naquela região. Foi o valor mais alto alguma vez atingido no mercado imobiliário deste principado europeu. O apartamento, de 21 divisões, ocupa cinco andares no complexo de luxo Le [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há pouco mais de duas semanas fez-se história no Mónaco: Rinat Akhmetov, magnata ucraniano, comprou, por 471 milhões de euros um apartamento de 2.500 metros quadrado naquela região. Foi o valor mais alto alguma vez atingido no mercado imobiliário deste principado europeu. O apartamento, de 21 divisões, ocupa cinco andares no complexo de luxo Le Renzo, inaugurado em 2024 pelo Príncipe Alberto.</p>
<p>Agora, outro recorde de valor poderá ser batido, desta vez nos Estados Unidos. Segundo o The Wall Street Journal, a propriedade, em Bel-Air, Los Angeles, está à venda por 400 milhões de dólares (cerca de 341 milhões de euros) e caso a transação se realize por este valor, será a mais cara de sempre no mercado norte-americano. Até então, a propriedade mais cara à venda era um rancho situado em Aspen, com um valor de 300 milhões de dólares (256 milhões de euros).</p>
<figure id="attachment_185752" aria-describedby="caption-attachment-185752" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-185752" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Mansao-vista-aerea-960x686.webp" alt="" width="960" height="686" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Mansao-vista-aerea-960x686.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Mansao-vista-aerea-768x548.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Mansao-vista-aerea-600x429.webp 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Mansao-vista-aerea.webp 1200w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-185752" class="wp-caption-text">Foto/DR (Simon Berlyn)</figcaption></figure>
<p>Colocada à venda na Beverly Hills Estate, pela dupla de consultores especialistas em imóveis de luxo, Jack Harris e Michael Fahimian, o empreendimento com cerca de 6.500 metros quadrados, oferece vista para o mar, para o centro de Los Angeles e para o Bel-Air Country Club. Pertence a uma entidade ligada à família Al-Thani, que governa o Catar, que terá pago, em 2010, cerca de 35 milhões de dólares (30 milhões euros) pelo terreno.  Desenhada pelo arquiteto Peter Marino e construída pela McCoy Construction, esta mansão de estilo mediterrânico ficou concluída em 2018, depois de 10 anos em construção, representando um investimento total de 350 milhões de dólares (cerca de 299 milhões de euros).</p>
<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_185754" aria-describedby="caption-attachment-185754" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-185754 size-medium" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-960x558.webp" alt="" width="960" height="558" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-960x558.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-768x447.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala-600x349.webp 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Sala.webp 1200w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-185754" class="wp-caption-text">Foto/DR (Simon Berlyn)</figcaption></figure>
<p>A propriedade, que no total tem 39 quartos e 59 casas de banho, é constituída pela casa principal, com 4.500 metros quadrados que inclui duas cozinhas, e oito despensas, várias salas e salões. Tem anda uma sala de cinema, um spa completo uma piscina interior, um banho turco, salas de massagem dedicadas, um ginásio, um estúdio de Pilates e um salão de beleza, uma sala clínica equipada, uma lavandaria, e um armazém para arte.</p>
<p>No complexo, existe ainda uma casa de hóspedes, separada, com cozinha própria e piscina exterior e há também uma casa de piscina, com vestiário. Nos jardins podem ainda encontrar-se um campo de ténis com esplanada, zona de refeições ao ar livre, com forno para pizzas</p>
<figure id="attachment_185753" aria-describedby="caption-attachment-185753" style="width: 960px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-185753" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Piscina-960x590.webp" alt="" width="960" height="590" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Piscina-960x590.webp 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Piscina-768x472.webp 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Piscina-600x369.webp 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/05/Piscina.webp 1200w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption id="caption-attachment-185753" class="wp-caption-text">Foto/DR (Simon Berlyn)</figcaption></figure>
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		<title>Imobiliário: Mercado dos escritórios recebeu 735 milhões de investimento em 2025</title>
		<link>https://www.forbespt.com/imobiliario-mercado-dos-escritorios-recebeu-735-milhoes-de-investimento-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Escritórios]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a confiança dos investidores em recuperação, o mercado dos escritórios está a recuperar em território nacional. Segundo um estudo apresentado esta semana pela consultora imobiliária JLL Portugal, o nosso país destacou-se no panorama europeu no segmento dos escritórios, tendo recolhido um investimento total de 735 milhões de euros, indicativo de que está a recuperar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a confiança dos investidores em recuperação, o mercado dos escritórios está a recuperar em território nacional. Segundo um estudo apresentado esta semana pela consultora imobiliária JLL Portugal, o nosso país destacou-se no panorama europeu no segmento dos escritórios, tendo recolhido um investimento total de 735 milhões de euros, indicativo de que está a recuperar a bom ritmo. O crescimento, face ao investimento realizado em 2024, foi de 158%, o que contrasta com uma quebra de 20% na região EMEA. Mercados como o alemão, o espanhol e o italiano não conseguiram uma tão rápida recuperação, segundo a JLL.</p>
<p>Este segmento do mercado foi impulsionado sobretudo por capital nacional, que representou 73% do bolo total investido, seguido por investidores de origem espanhola, com uma fatia de 9%. A restante parcela está na mão de investidores de outras nacionalidades.</p>
<blockquote><p><strong>A JLL apresentou ainda, na sua sede em Lisboa, dados que mostram que 83% dos colaboradores que estão satisfeitos com o seu local de trabalho, manifestam uma atitude positiva face às políticas de presença no escritório. </strong></p></blockquote>
<p>Augusto Lobo, head of Portugal Capital Markets Commercial da JLL Portugal, citado em comunicado, diz a propósito que “Portugal está hoje claramente no radar dos investidores internacionais, não apenas pela recuperação do volume de investimento, mas pela consistência dos fundamentais do mercado. O que estamos a assistir é a uma reentrada mais estruturada de capital, focada em ativos core e core+, num contexto em que a seletividade e a qualidade são determinantes para a tomada de decisão”.</p>
<p>A JLL apresentou ainda, na sua sede em Lisboa, dados que mostram que 83% dos colaboradores que estão satisfeitos com o seu local de trabalho, manifestam uma atitude positiva face às políticas de presença no escritório, sendo este espaço importante para agregar a cultura das empresas.</p>
<h3><strong>Lisboa com maior pipeline de escritórios em construção </strong></h3>
<p>Relativamente à oferta nacional, a JLL refere que Lisboa conta atualmente com cerca de 255 mil metros quadrados de escritórios em construção, e o Porto apresenta um pipeline de projetos em desenvolvimento de 79 mil metros quadrados. Ainda assim, a consultora afirma que poderá haver uma desaceleração da nova oferta nos próximos anos, antecipando um ponto de inflexão. Os custos de construção e de desenvolvimento continuam a assumir um papel determinante na viabilidade dos novos projetos.</p>
<p>Sofia Tavares, head of Leasing Advisory da JLL Portugal, refere: “Estamos a entrar numa nova fase do mercado de escritórios, marcada por uma procura muito mais informada e exigente, em que os ocupantes privilegiam não apenas localização, mas também qualidade, sustentabilidade e experiência. Esta pressão está a redefinir os padrões do produto e a acelerar a transformação do stock existente, ao mesmo tempo que coloca novos desafios à viabilidade de desenvolvimento”.</p>
<p>A JLL é uma multinacional de serviços imobiliários comerciais e de gestão de investimentos, com operações em mais de 80 países e um volume de negócios na ordem dos 26,1 mil milhões de dólares.</p>
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		<title>Atlas, a ferramenta que promete revolucionar os negócios imobiliários</title>
		<link>https://www.forbespt.com/atlas-a-ferramenta-que-promete-revolucionar-os-negocios-imobiliarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 16:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas]]></category>
		<category><![CDATA[Plataforma imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[SIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É já na próxima quinta-feira, dia 23 de abril, que abre as portas, na FIL, em Lisboa, mais um Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que durante três dias será um ponto de encontro entre investidores, empresários, técnicos e outros profissionais na área. Será neste evento que a Segmento Urbano – empresa de arquitetura que já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É já na próxima quinta-feira, dia 23 de abril, que abre as portas, na FIL, em Lisboa, mais um Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que durante três dias será um ponto de encontro entre investidores, empresários, técnicos e outros profissionais na área. Será neste evento que a Segmento Urbano – empresa de arquitetura que já foi pioneira no conceito de Land Staging, inspirado no de Home Staging -, vai apresentar a sua nova ferramenta de inteligência territorial, solução que promete transformar a forma como são tomadas decisões sobre terrenos no setor imobiliário e da construção.</p>
<p>A Segmento Urbano atua no território antes do projeto imobiliário, apoiando as decisões necessárias para avançar com a construção – o onde, o como e o porquê &#8211; antes mesmo de se avançar com o desenho. A empresa investiu num sistema integrado, que inclui a plataforma Atlas, para leitura imediata do potencial do território, a LandStaging, para estruturar as decisões antes do arranque, e a Build Lab, para executar em contexto real. “Mais do que projetar, ajudamos a evitar erros, reduzir risco e aumentar o valor das decisões desde o início. Antes de construir, há uma decisão. E essa decisão define tudo o que vem depois”, pode ler-se no site da empresa.</p>
<p>Com um stand próprio na SIL, a Segmento Urbano fará a apresentação oficial da sua solução na feira com demonstrações contínuas e interação com a ferramenta. O objetivo da empresa é demonstrar na prática como a leitura do território pode ser simplificada e integrada num processo mais ágil e informado. A Atlas permite compreender o potencial de um ativo territorial, identificar as condicionantes e o enquadramento urbanístico. A empresa explica que, através de uma interface fácil<strong>, </strong>o utilizador pode desenhar diretamente um terreno no mapa e aceder a uma leitura integrada que reúne, num único ponto, informação que exigiria recolha intensa em múltiplas fontes e análise técnica especializada para ser reunida. De seguida, a ATLAS fornecerá um relatório imediato e automático sobre o terreno em análise. Esta funcionalidade já está disponível em Lisboa, Porto, Sintra, Cascais, Setúbal, Lagos, Beja, Alcácer do Sal, Matosinhos e Aljezur, sendo mais demorado para o resto dos municípios, entre 48 a 72 horas.</p>
<blockquote><p><strong>“A Atlas é uma plataforma de inteligência territorial pensada para evoluir de forma progressiva, tanto em cobertura como em profundidade de análise e funcionalidades. Está a ser disponibilizada de forma faseada (&#8230;)&#8221;, explica Maria João Correia, fundadora da Segmento Urbano. </strong></p></blockquote>
<p>A tecnologia Atlas foi desenvolvida em parceria com a Closer, consultora de ciência de dados e Inteligência Artificial, fundada em 2006 e sediada em Lisboa. A solução combina IA com processamento de dados geoespaciais e múltiplas fontes de informação territorial. Segundo a Segmento Urbano esta plataforma agrega dados georreferenciados, legislação urbanística e planos territoriais. Ali podem ser encontramos dados dos PDM, REN ou RAN, aplicando modelos de interpretação automatizada que permitem organizar e transformar grandes volumes de informação técnica e normativa numa base clara e utilizável para a decisão. “Este processo reduz significativamente o tempo necessário para avaliações preliminares, mantendo o rigor exigido pelo setor”, pode ler-se no comunicado da empresa.</p>
<p>Maria João Correia, arquiteta e fundadora da Segmento Urbano, refere, a propósito deste lançamento, que “A forma como hoje se decide sobre território continua, em muitos casos, desajustada à complexidade e ao valor em causa. Projetos de milhões dependem ainda de informação dispersa, processos morosos e interpretações pouco uniformes. A Atlas surge precisamente para desafiar esse modelo e introduzir uma nova forma de ler o território: mais integrada, rápida e alinhada com a exigência atual do setor. Mais do que uma ferramenta digital, representa uma mudança de paradigma na forma como se estrutura a decisão territorial”.</p>
<p>A responsável acrescenta ainda, em comunicado, que “A Atlas é uma plataforma de inteligência territorial pensada para evoluir de forma progressiva, tanto em cobertura como em profundidade de análise e funcionalidades. Está a ser disponibilizada de forma faseada, acompanhando a integração contínua de novos dados e capacidades. A ambição é que se torne uma referência transversal para diferentes perfis, de profissionais a particulares, e que passe a fazer parte natural do processo de decisão, com a flexibilidade e robustez que o setor exige”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Luxo: Setúbal é a zona mais cara para comprar imóveis em condomínio fechado</title>
		<link>https://www.forbespt.com/luxo-setubal-e-a-zona-mais-cara-para-comprar-imoveis-em-condominio-fechado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 13:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Condomínios privados]]></category>
		<category><![CDATA[Idealista]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.forbespt.com/?p=184154</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com a crescente procura por habitação de luxo em Portugal – o nosso país tem conseguido atrair bastante mais investidores e residentes estrangeiros nos últimos anos – começa a sentir-se falta de oferta em algumas tipologias nas gamas premium, o que pressiona os preços. É este o caso das casas de luxo em condomínios fechados, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a crescente procura por habitação de luxo em Portugal – o nosso país tem conseguido atrair bastante mais investidores e residentes estrangeiros nos últimos anos – começa a sentir-se falta de oferta em algumas tipologias nas gamas <em>premium, </em>o que pressiona os preços. É este o caso das casas de luxo em condomínios fechados, que, segundo o portal imobiliário Idealista, perdeu 27% da sua oferta durante o ano de 2025. O estudo, realizado pela plataforma de compra e venda de imóveis, com base nos dados disponíveis, há atualmente cerca de duas mil casas à venda neste segmento do mercado – foram consideradas como luxo habitações que custam mais de um milhão de euros, em condomínio fechado.</p>
<p>Para o Idealista, a oferta nacional é insuficiente para quem procurar luxo em segurança – apesar de Portugal ser um dos países mais seguros do mundo -, este fator tem peso na hora da compra. Além de escassa, esta oferta é também muito limitada geograficamente. Ou seja, o <em>research</em> mostra que os distritos de Lisboa, Porto e Faro concentram a maioria destes imóveis, já que 85% da oferta se encontra nestas três regiões.</p>
<blockquote><p><strong>Porém, e apesar da procura e da oferta das residências de segmento alto com privacidade estar em queda no Porto, este distrito registou a maior subida de preço no território nacional no último ano, alcançando os 4%.</strong></p></blockquote>
<p>A redução de stock foi transversal em todo o país – à exceção de Setúbal que cresceu 1% &#8211; sendo que Lisboa registou uma quebra de 37% na oferta, Leiria uma redução de 35% e Faro de 28%. Por outro lado, a procura deste tipo de imóveis aumentou mais em Setúbal, que cresceu 43%, e em Lisboa que cresceu 14%. Faro registou um incremento de 5% na procura.</p>
<p>A pressão pela procura inflaciona os preços, sendo que Setúbal é o distrito no qual as habitações de luxo em condomínios fechados são mais caras, com os preços médios a rondar os 1,98 milhões de euros, com dados médios dos últimos três meses, até fevereiro último. Apesar da quebra de 8%, registada pelo Idealista, é certo que esta região tem sido valorizada pelo imobiliário de luxo a ser desenvolvido na zona litoral de Troia e da Comporta.</p>
<p>Já em Lisboa, cidade na qual a oferta é maior e mais diversificada, os preços médios rondam 1,8 milhões de euros e, quer Faro, quer a Ilha da Madeira, têm, como preços médios 1,5 milhões de euros. Do lado dos preços mais baixos nos condomínios fechados, temos Leiria, com um valor médio de 1,125 milhões de euros, e Braga, com 1,2 milhões de euros.</p>
<p>Porém, e apesar da procura e da oferta das residências de segmento alto com privacidade estar em queda no Porto, este distrito registou a maior subida de preço no território nacional no último ano, alcançando os 4%.</p>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-184155" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--960x563.png" alt="" width="960" height="563" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--960x563.png 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--768x451.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--1200x704.png 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados--600x352.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/04/preco-das-casas-de-luxo-a-venda-em-condominios-privados-.png 1220w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
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		<title>Club65: o projeto que nasceu para dar nova vida à geração sénior</title>
		<link>https://www.forbespt.com/club65-o-projeto-que-nasceu-para-dar-nova-vida-a-geracao-senior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 11:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período da reforma não tem de ser no sofá, sobretudo numa altura em que a longevidade é uma realidade incontornável e que a faixa etária acima dos 65 anos se sente autónoma e com saúde. O envelhecimento da população portuguesa é uma realidade que os números não deixam esquecer: atualmente mais de dois milhões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O período da reforma não tem de ser no sofá, sobretudo numa altura em que a longevidade é uma realidade incontornável e que a faixa etária acima dos 65 anos se sente autónoma e com saúde. O envelhecimento da população portuguesa é uma realidade que os números não deixam esquecer: atualmente mais de dois milhões de portugueses têm mais de 65 anos, corresponde a cerca de 24% da população. A estimativa é que este número deverá crescer para 27% em 2030 e 33% em 2050. Com base neste cenário, o grupo ReVentures apresentou o projeto Club65 que se assume como uma solução de <em>senior independent living</em> que propõe um novo estilo de vida para uma geração que está a redefinir o envelhecimento: mais ativa, urbana e exigente. Em entrevista à Forbes Portugal, o CEO do grupo ReVentures, Hugo Gonçalves Pereira, admite que o Club65 traz para o mercado uma nova categoria no segmento do imobiliário nacional que contempla cerca de 900 apartamentos, em que na primeira fase do projeto inclui sete empreendimentos e resulta de um investimento de 225 milhões de euros. Quanto às localizações, o grupo garante que foram selecionadas de forma criteriosa pela sua centralidade e proximidade a comércio, cultura, serviços, transportes e espaços verdes. Na área metropolitana do Porto estão pensadas para a Lapa, Boavista e Matosinhos. Na área metropolitana de Lisboa as localizações são: Benfica, Campo Grande, Portela e Carcavelos.</p>
<p>Os apartamentos, disponíveis em tipologias T0 a T2, foram desenhados para garantir conforto, funcionalidade e autonomia aos residentes. O modelo de comercialização assenta numa mensalidade base de mil euros que inclui serviços essenciais, como concierge 24 horas nos sete dias da semana, manutenção, limpeza, segurança e resposta a emergências.</p>
<p><strong>Apresentaram ao mercado um conceito diferente para o público sénior com o projeto Club65. Em que é que consiste este conceito?</strong></p>
<p>O nosso conceito de <em>Senior Independent Living</em> é direcionado para pessoas seniores com mais de 65 anos independentes e autónomas que querem uma solução de habitação diferente de viverem nas suas casas sozinhos, um conceito de habitação com serviços em que podem desfrutar dos anos da sua vida após os 65 anos com mais qualidade de vida, com mais socialização e um conjunto de serviços que torna a sua vida mais fácil e mais cómoda e isso liberta-lhe tempo para usufruir e desfrutar das vida. Ou seja, é um conceito em que as pessoas pagam uma mensalidade que inclui, além do alojamento um conjunto de serviços base muito alargados, desde logo, todos os custos com eletricidade, água, gás, aquecimento, etc., mas também inclui um serviço de concierge 24 horas por dia para a ajuda desde as tarefas mais mundanas até à ajuda em caso de alguma necessidade, alguma emergência. Mas também inclui, por exemplo, atividades de socialização e atividades lúdicas. Nós vamos ter em cada residência vários animadores especializados que podem promover atividades que podem ser artísticas, podem ser de jardinagem, podem ser desporto, todos os dias vai haver uma agenda bastante abrangente de atividades, de maneira que as pessoas mantenham uma vida ativa na companhia de outras pessoas que partilham dos mesmos interesses, sem se preocupar com a sua habitação, que nós tratamos tudo, manutenção, seguros, etc., está tudo tratado por nós.</p>
<p><strong>Mas o projeto imobiliário arranca com que ativos? </strong></p>
<p>Nesta primeira fase temos sete residências, num total de 900 apartamentos, quatro delas na zona da Grande Lisboa e três na zona do Grande Porto. Portanto, são edifícios que variam entre os 112 e os 147 apartamentos e que estão em bairros muito centrais das cidades de Lisboa e Porto, tipicamente em localizações com uma forte vida de bairro, porque o que nós acreditamos é que as pessoas nesta idade não querem estar isoladas, não querem estar num sítio longe de tudo, querem estar num sítio onde saiam da residência, saiam da sua casa, no fundo, e possam ir ao café, à tabacaria, ao supermercado, ir à farmácia. E, portanto, bairros como este em que nos encontramos agora, ao pé do Campo Grande, temos uma residência também na Portela, temos uma residência em Carcavelos, em Benfica, portanto, bairros consolidados muito atrativos para as pessoas viverem e que as pessoas já estão habituadas a viver lá. Nós não queremos desenraizar as pessoas, queremos que as pessoas continuem a usufruir e a desfrutar da cidade, tal como sempre fizeram, mas agora com mais apoio e serviços de ajuda ao dia-a-dia.</p>
<p><strong>Quando é que as residências estarão operacionais?</strong></p>
<p>Nós vamos abrir a primeira residência em abril de 2027, portanto, sensivelmente daqui a um ano, e depois, durante os seguintes 24 meses vamos abrir as outras seis residências. Portanto, entre abril de 2027 e abril de 2029, vamos ter as sete residências em funcionamento.</p>
<p><strong>E no conceito aplicam a terminologia residentes e não utentes…</strong></p>
<p>No nosso caso vamos ter residentes. Nós vamos trazer apartamentos com diferentes tipologias, onde as pessoas passam, de facto, a viver, a residir. Elas vêm residir nos apartamentos nos nossos condomínios. É diferente a conotação que nós damos a um residente ou a um utente, de alguma forma. É muito importante enfatizar que não temos nada a ver com um lar de terceira idade, não só pelo tipo de habitação. Num lar, tipicamente, estamos a falar de quartos duplos ou triplos ou singles. Nós estamos a falar de apartamentos independentes. Num lar, não temos este conjunto de infraestruturas de apoio. Nós temos cerca de 1300 metros quadrados por residência de espaços comuns, que incluem piscina, ginásio, cabeleireiro, restaurante, cafeteria, sala de jogos, sala de televisão. Portanto, temos salas de apoio para fisioterapia ou para outro tipo de serviço de apoio, ou massagens, ou spa, etc. E também, outra diferença em relação aos lares, é que nós não estamos debaixo da segurança social. Ou seja, um lar é um negócio muito mais regulado e nós somos um tipo de imobiliário diferente, é um imobiliário privado. Nesse aspeto, assemelha-se mais a hotelaria do que a um lar, se quiséssemos fazer um paralelo.</p>
<p><strong>Havia então uma oportunidade no mercado português onde o conceito de lar está mais enraizado e com o Club65 oferecem uma solução que permite envelhecer com qualidade de vida?</strong></p>
<p>Exatamente. Nós detetámos que havia aqui uma oportunidade de mercado, porque com o aumento da longevidade, as pessoas, de repente, começaram a ter aqui muitos anos em que estavam bem, mas já não tinham uma solução de habitação que se adaptava às suas necessidades. Quando eu digo não se adaptava é porque muitas vezes uma pessoa de 75 anos pode já viver numa casa muito grande, se calhar às vezes até já vive sozinha, por ser viúva, ser divorciada, não tem filhos, os filhos já saíram de casa, e, portanto, vive numa casa demasiado grande, com problemas de manutenção, às vezes é uma vivenda que tem degraus, e, portanto, na prática, as pessoas, quando têm essa situação, a única opção que teriam seria vender a casa e comprar uma nova mais pequena, mas isso não responde às suas necessidades. E, portanto, nós vimos ocupar este espaço das pessoas que estão bem, estão autónomas, mas que querem uma solução de habitação diferente daquela que têm hoje, e também não querem ir para um lar porque estão ótimas e fazem toda a sua vida normal. Antes as pessoas reformavam-se e passado poucos anos se</p>
<p>faleciam, e, portanto, esse intervalo era muito pequeno. Hoje em dia as pessoas reformam-se aos 65 ou 67 e depois vivem até aos 85, portanto têm 20 anos de vida depois de se reformar. Por isso é que lá fora, no Reino Unido e também nos Estados Unidos, muitas vezes, chamam a estas residências de <em>retirement communities</em>. Um, porque são para pessoas que já não trabalham, que já estão retiradas, e comunidades, que é também uma palavra muito importante do nosso conceito, que é nós queremos criar um sentido de comunidade de as pessoas pertencerem a uma comunidade de pessoas com as mesmas idades e os mesmos interesses e partilharem um espaço em comum.</p>
<p><strong>Em termos do investimento quanto vai ser canalizado nesta primeira fase?</strong></p>
<p>Nós vamos investir mais de 225 milhões de euros nestes sete empreendimentos, nesta primeira fase, e é um investimento que foi feito com recurso exclusivamente a capitais privados portugueses, ou seja, não temos nenhum apoio do Estado, e de investidores de referência. Temos vários investidores de grande renome, <em>family offices</em>, empresários e profissionais liberais com carreiras de sucesso, além de um ou outro institucional que também investiu e dois fundos, mas tudo capitais nacionais.</p>
<p><strong>E em termos de metas de expansão, há outras cidades que poderão receber o vosso conceito? </strong></p>
<p>Ainda não temos objetivos concretos, ou seja, números, mas o que podemos dizer é que consideramos que ainda existe muito espaço, tanto nas cidades de Lisboa como na cidade do Porto para haver novas residências. Estando estas consolidadas haverá outras oportunidades de investimento. E achamos também que noutras cidades também importantes, portuguesas, Braga, Coimbra, Leiria, Aveiro, etc., também haverá potencial. E, portanto, isso fará parte de uma segunda fase. Ou mesmo expansão internacional, que é algo que iremos considerar, eventualmente, para a Espanha, a partir de 2028/2029.</p>
<p><strong>Mas como é que uma marca portuguesa vai conseguir entrar em Espanha onde o mercado já está mais estruturado?</strong></p>
<p>Neste caso, nós somos pioneiros na introdução deste conceito em Portugal e, em Espanha, existem alguns pequenos operadores, mas, claramente, quando nós tivermos o portfólio a funcionar em 2029, seremos líderes de mercado ibérico. Ou seja, seremos, de longe, o operador com maior número de residências e com um conceito comprovado. Em Espanha, o que predomina são conceitos deste género, mas para estrangeiros e na zona costeira de Espanha, ou seja, nas zonas mais balneares. Este conceito, como nós o temos aqui, de residências urbanas dirigidas ao segmento nacional, esse aí, penso que somos aqui mais inovadores e estamos à frente. França já é o contrário, já está muito desenvolvido. O maior operador francês deste tipo de residências tem 200 residências. O segundo maior também tem cento e qualquer coisa. Em França, penso que haverá cerca de 20 mil apartamentos deste género, já é outra dimensão. E também já existem muitas residências em cidades fora da capital ou fora das principais cidades. Portanto, já há uma distribuição muito alargada do conceito por mais de 20 ou 30 cidades.</p>
<p><strong>Referiu que em 2029 será líder de mercado. Como será concretizada esta meta? </strong></p>
<p>Seremos líderes de mercado a nível de número de apartamentos, ou seja, número de pessoas, de residentes e clientes, e também em termos de número de residências. Porque, pelo que sabemos, este mercado de imobiliário é um mercado que demora bastante tempo a desenvolver e, pelo que sabemos, não existem muitas residências em desenvolvimento e, portanto, claramente estamos à frente da nossa concorrência. E a nossa expectativa é que, durante os próximos anos, estejamos sozinhos no mercado, pelo menos em Portugal.</p>
<p><strong>É um conceito que está apenas pensado para os cidadãos portugueses ou poderão também atrair outras nacionalidades?</strong></p>
<p>Ele foi pensado para a bolsa dos portugueses, para a bolsa da classe média portuguesa, mas pensamos que também tem todas as valências necessárias para ser interessante para um casal ou uma pessoa internacional que ou já vive em Portugal ou que se queira mudar para Portugal e que queira uma solução fácil. Normalmente dou o exemplo dos meus vizinhos da frente, que vivem no Campo Grande: ele tem 78 e ela tem 81 anos, mudaram-se da Califórnia e tiveram dificuldade em instalar-se, em encontrar um apartamento, em tratar da burocracia toda, não falam português e, portanto, seriam o tipo de cliente ideal para uma residência como a nossa, porque são pessoas que têm capacidades financeiras, como é óbvio, pagam de renda muito mais do que aquilo que nós cobraríamos aqui e, com uma solução como a nossa, teriam todos os seus problemas resolvidos. Acho que, não sendo o nosso <em>target</em>, vamos acabar por ter uma percentagem ainda relevante de clientes internacionais.</p>
<p><strong>Em termos de atuação da ReVentures, quais são os outros segmentos do imobiliário onde têm presença?</strong></p>
<p>Nós somos um developer, portanto, um promotor imobiliário já com mais de 12 anos de experiência, em que, começámos pelas residências dos estudantes. O nosso foco é soluções de living, ou seja, quando nós dizemos de living é não somos um promotor que constrói casas para vender, somos um promotor que desenha conceitos inovadores de living para endereçar as</p>
<p>necessidades específicas de um segmento da população. Começámos pelos estudantes que tinham uma necessidade muito premente, vêm estudar, precisam de um quarto durante seis meses, um ano. Depois virámos para o segmento de senior living e estamos a olhar para outros segmentos. A nossa especialidade é estes segmentos em que nós também somos diferentes porque não só compramos os terrenos, desenvolvemos, construímos, mas também operamos. Ou seja, somos o chamado <em>end-to-end developer</em> e, portanto, isso dá-nos uma capacidade única de desenhar empreendimentos que sejam feitos à medida e já pensar na operação. Ou seja, tudo o que nós desenhamos está a pensar nas necessidades da operação porque sabemos que vamos ser nós a operar, sabemos o que é que é preciso.</p>
<p><strong>Em termos das residências de cada segmento, quantas é que têm nesta fase?</strong></p>
<p>Nós temos sete residências de <em>senior</em> <em>living</em> em desenvolvimento e outras sete residências de estudantes em desenvolvimento. Portanto, temos no <em>senior living</em> 900 apartamentos e nos estudantes três mil quartos. No global, hoje, temos um plano de investimentos que supera os 400 milhões de euros, dos quais 225 milhões em residências de senior living e 175 milhões em residências de estudantes.</p>
<p><strong>No futuro, alguma das áreas irá superar a outra em termos de aposta?</strong></p>
<p>O que tem acontecido é que tem sido por escadas. Ou seja, nós começámos com as residências de estudantes, depois vendemos, depois veio o <em>senior living</em>. Portanto, eu acho que eles vão crescendo por degraus, digamos. Portanto, é natural que a próxima expansão de investimento seja do lado dos estudantes, até porque foi o ano passado que subimos o valor de investimento do <em>senior living</em>, passámos das cinco para as sete residências. E, portanto, agora provavelmente o próximo será os estudantes. Mas também já estamos a pensar para 2027 em olhar para outros segmentos que não são nem estudantes, nem seniores, é algo no meio. E, portanto, poderão ser segmentos de <em>co-living</em> ou <em>flexible living</em>. Para dar, lá está, resposta a outro tipo de necessidades que não são estas específicas destes segmentos. Podem ser, por exemplo, os expatriados, ou nómadas digitais, ou jovens profissionais. Nós estamos sempre à procura de qual é a necessidade que existe no mercado e como é que nós, com as nossas competências e o know-how, conseguimos dar resposta a essa necessidade específica.</p>
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