RE/MAX Collection comercializou 119 imóveis de luxo no primeiro trimestre

A RE/MAX Collection, rede especializada no segmento de luxo, acaba de anunciar que terminou o primeiro semestre com a comercialização de 119 imóveis de luxo, certificados com o selo Collection. Este número representa um acréscimo de 19 imóveis face ao trimestre homólogo de 2025. Destes, 103 corresponderam a operações de compra e venda e os…
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A rede de imobiliário premium conta, no seu conjunto, com uma oferta de 2.200 imóveis certificados. A comercialização dos primeiros três meses do ano representa um acréscimo de 19 imóveis face ao período homólogo de 2025.
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A RE/MAX Collection, rede especializada no segmento de luxo, acaba de anunciar que terminou o primeiro semestre com a comercialização de 119 imóveis de luxo, certificados com o selo Collection. Este número representa um acréscimo de 19 imóveis face ao trimestre homólogo de 2025. Destes, 103 corresponderam a operações de compra e venda e os restantes de arrendamento.

No seu conjunto, a RE/MAX Collection conta com uma oferta de 2.200 imóveis certificados, que são acompanhados por 23 agências especializadas. A empresa conta com uma nova metodologia de apuramento da marca, que passa a considerar exclusivamente como luxo, imóveis certificados Collection. Este é um reconhecimento atribuído tendo por base critérios como localização, preço, tipologia, design, arquitetura e qualidade dos materiais.

Neste primeiro trimestre, a consultora sentiu uma tendência: o crescimento do arrendamento de imóveis de luxo, que representando já 13,4% da atividade Collection. O preço médio dos imóveis certificados arrendados situou-se nos 3.200 euros, enquanto o valor médio dos imóveis vendidos rondou os 800 mil euros.

Ao nível dos apartamentos, as tipologias T3 e T2 concentraram a maior procura, quer no arrendamento quer na compra. Nas moradias, destacaram-se sobretudo as tipologias T3 e T4.

Analisando pelo perfil dos clientes, os nacionais continuaram a assumir um papel dominante no segmento Collection, representando mais de 84% das operações de compra e venda e cerca de 41% dos arrendamentos. Entre os clientes internacionais, os norte-americanos mantiveram a segunda posição, seguidos pelos brasileiros.

Em termos de vendas, as moradias reforçaram a sua relevância, representando 31% das unidades transacionadas. Os apartamentos continuaram a representar a maioria dos imóveis arrendados, com um peso de 87%. Ao nível dos apartamentos, as tipologias T3 e T2 concentraram a maior procura, quer no arrendamento quer na compra. Nas moradias, destacaram-se sobretudo as tipologias T3 e T4.

Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Santarém concentraram o maior número de imóveis

Olhando para a distribuição regional dos negócios, os distritos de Lisboa, Porto, Setúbal, Braga e Santarém concentraram o maior número de imóveis certificados transacionados. A consultora aponta que o distrito do Porto ultrapassou Setúbal no ranking nacional, enquanto Braga e Santarém reforçaram igualmente o seu posicionamento no segmento premium.

Já no que diz respeito aos concelhos, a capital portuguesa manteve a liderança, apesar de uma ligeira quebra homóloga de 4,7%. Sintra e Porto destacaram-se pelos crescimentos registados nas vendas de imóveis certificados, ultrapassando Cascais e Oeiras, tradicionalmente entre os concelhos mais representativos do mercado residencial de luxo.

Beatriz Rubio, líder nacional da RE/MAX, refere, em comunicado que “Os resultados do primeiro trimestre confirmam a solidez e maturidade do segmento premium em Portugal, mesmo num contexto de maior exigência e seletividade por parte dos clientes. A aposta numa certificação mais rigorosa permite-nos reforçar a transparência da informação, acompanhar com maior precisão a evolução do mercado e consolidar o posicionamento da RE/MAX Collection enquanto referência no imobiliário de luxo em Portugal”.

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