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	<title>Forbes LAB Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
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	<title>Forbes LAB Archives - Forbes Portugal</title>
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		<title>O bem-estar dos colaboradores pode determinar o futuro de uma empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:30:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Captar e reter talento é um dos grandes desafios das empresas e, sobretudo desde a pandemia, a saúde mental é um tema relevante. Nos últimos anos, episódios de burnout e outras manifestações graves de desgaste emocional ou intelectual têm impactado negativamente o desempenho de equipas e, por consequência, das próprias organizações. Na verdade, a rotatividade dos recursos humanos, a falta de compromisso que leva ao presenteísmo (estar presente, mas não envolvido nem produtivo) e o próprio absentismo, prejudicam seriamente toda a dinâmica de uma empresa. Hoje, os gestores de talento não têm dúvidas: o bem-estar é um indicador de resiliência organizacional e, por isso, passou a ser um pilar estratégico.</p>
<p><strong>O que é, hoje,</strong><strong> um benefício corporativo</strong></p>
<p>Durante muitos anos, ter um carro “da empresa” ou um seguro de saúde era considerado como uma promoção muito valiosa e nas primeiras décadas do século atual, uma mesa de ping-pong ou um piano atraíam pelo glamour e pela sensação de modernidade que provocavam. Hoje, as gerações de colaboradores que chegam ou já estão no mercado — basicamente gen Z e millenials — querem mais. Um automóvel diz pouco face às novas formas de transporte que, na realidade, dispensam a posse do carro. Estas pessoas querem tempo, reconhecimento, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e, principalmente, qualidade de vida. Escusado será lembrar que a expetativa de vida é cada vez mais elevada e a manutenção da saúde, principalmente através da boa alimentação e da atividade física, é um requisito óbvio. Para as novas gerações, não faz sentido descuidar da saúde. E é por isso que as empresas de sucesso têm vindo a evoluir para se tornarem Wellness Companies.</p>
<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-191946 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-723x960.png" alt="" width="318" height="422" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-723x960.png 723w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-768x1019.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-1157x1536.png 1157w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-1200x1593.png 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-600x796.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1.png 1365w" sizes="(max-width: 318px) 100vw, 318px" />Bem-estar e produtividade</strong></p>
<p>Nunca como hoje se falou tanto na felicidade no trabalho. Existem rankings, prémios, distinções que revelam as empresas onde todos querem estar. Estudos realizados por entidades especializadas, como o People Engagement Survey, realizado desde 2016 pela CEGOC com coordenação científica do ISCTE Executive Education, levam a afirmar, com segurança, que o bem-estar está longe de ser um luxo e, pelo contrário, é um imperativo para as empresas que se querem manter competitivas e resilientes. As lideranças de Recursos Humanos empenham-se em apresentar soluções flexíveis e completas às suas pessoas, reforçando que a felicidade dos colaboradores é uma prioridade da cultura e do ADN da empresa. Identificam-se, inclusivamente, como gestores de talento ou de felicidade organizacional. E porquê? Porque pessoas felizes trabalham melhor, empenham-se mais, envolvem-se verdadeiramente e até podem custar menos.</p>
<p><strong>As soluções já existem</strong></p>
<p>A boa notícia é que assegurar a felicidade dos colaboradores é possível quando se encontra o parceiro certo. Propostas como a do Urban Sports Club, a Wellhub Company, por exemplo, oferecem tudo o que se pode esperar de um benefício corporativo nos nossos dias: trata-se de uma plataforma de bem-estar corporativo que concede acesso flexível a milhares de atividades de fitness, wellness e saúde através de uma única subscrição. Nascida na Alemanha, está presente em vários mercados europeus cujos utilizadores usufruem de modalidades como ginásio, yoga, natação, pilates ou escalada, adaptando-se às suas preferências e estilo de vida. A sua missão é promover hábitos saudáveis e tornar o bem-estar mais acessível. Tem grande foco no B2B e a vantagem que oferece às empresas é permitir a sua evolução real enquanto Wellness Company com ganhos diretos na sua capacidade de captar e reter talento. E se, à primeira vista, criar um programa de bem-estar pode parecer simples, o facto é que estes só funcionam quando há adesão real. Ao oferecer desde o desporto físico até ao suporte digital em saúde mental, nutrição e sono, a plataforma permite que cada colaborador personalize a sua jornada e possa pô-la em prática onde estiver e quando quiser.</p>
<p><strong>Não agir tem o seu preço</strong></p>
<p>Muitos gestores de pessoas têm a clara noção desta necessidade, mas hesitam antes de tomar medidas. Mas dar início ao processo de transformação dos benefícios corporativos é muito mais simples do que se pode pensar. E convém lembrar que o bem-estar estratégico não é um custo mas um investimento inteligente no futuro das organizações. As empresas que pretendam dar este passo podem conhecer melhor a oferta corporativa do Urban Sports Club e descobrir como apoiar as suas equipas de forma mais flexível e personalizada em https://corporate.urbansportsclub.com/pt</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este artigo foi produzido em parceria com a Urban Sports Club.</span></p>
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		<title>Liberdade Para Brilhar</title>
		<link>https://www.forbespt.com/liberdade-para-brilhar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[csequeira@medianove.com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem viva para os holofotes. E há quem nunca os procure, mas acabe inevitavelmente por os atrair. As presenças mais marcantes raramente fazem esforço para se destacar. Limitam-se a aparecer, e de repente tudo à sua volta parece ganhar uma nova luz. Sabe aquele instante em que alguém chega e, sem esforço, muda a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem viva para os holofotes. E há quem nunca os procure, mas acabe inevitavelmente por os atrair. As presenças mais marcantes raramente fazem esforço para se destacar. Limitam-se a aparecer, e de repente tudo à sua volta parece ganhar uma nova luz. Sabe aquele instante em que alguém chega e, sem esforço, muda a energia de um lugar? É exatamente essa sensação que o novo firefly traz para a cidade. Um elétrico compacto, mas com uma personalidade difícil de ignorar. Daqueles que dão nas vistas sem querer dar nas vistas. Apresentado como “o novo cool kid”, o firefly ainda agora chegou e já faz virar cabeças no trânsito.</p>
<p><strong>Inspirado na natureza</strong></p>
<p>Os pirilampos (em inglês, firefly) são pequenos milagres de eficiência que conseguem gerar luz sem dissipar calor, representando a otimização pura da energia. Foi esta premissa de “iluminar de modo inteligente” que orientou as equipas de engenharia e design no desenvolvimento deste modelo. Coroado Carro Urbano do Ano 2026 pelos World Car Awards, o firefly vem provar que a mobilidade urbana 100% elétrica pode ser premium, conectada e emocional, sem deixar de ser acessível.</p>
<p><strong>Design cativante</strong></p>
<p>A identidade visual afasta-se do convencional, preferindo uma fluidez contínua inspirada numa forma oval que funde estética com responsabilidade ambiental. Os faróis em trio, à frente e atrás, conferem-lhe uma assinatura luminosa inconfundível, que se conjuga com as opções de cor da carroçaria, em cinco tons sofisticados que vão do lavanda ao mármore. Os painéis interiores e os estofos concebidos a partir de poliéster reciclado criam uma atmosfera de luxo sustentável, reforçada pelo teto panorâmico nas versões Comfort.</p>
<p><strong>Tecnologia com alma</strong></p>
<p>O habitáculo é um casulo confortável onde brilha o LUMO, um simpático assistente de IA que interage connosco como se fosse o co-piloto perfeito. O ambiente digital é reforçado pelo sistema Aster, que garante conectividade e atualizações remotas (OTA). A experiência sensorial atinge o auge na versão Comfort, graças aos bancos elétricos, ventilados e com massagem, iluminação de 256 cores, áudio imersivo Dolby Atmos com 14 colunas e um inovador sistema de fragrância Luminescent Glow.</p>
<p><strong>Performance e segurança</strong></p>
<p>Desenvolvido sobre uma plataforma elétrica de última geração, o firefly oferece uma autonomia até 470 km (WLTP) e consumos de 9.5 kWh/100 km em ciclo urbano. O motor de 105 kW permite alcançar os 100 km/h em 8,1 segundos e até a bateria dispõe de recarga relâmpago, podendo passar dos 10% aos 80% de capacidade em apenas 29 minutos (DC).</p>
<p>Equipado com sete airbags e 24 sistemas de condução assistida, não admira que o “novo cool kid” alcance “5 Estrelas” nos testes Euro NCAP e nota máxima na proteção de adultos (38.8/40). Com preços competitivos a arrancar nos 30.900€ (Select) e 32.490€ (Comfort), apoiados por uma garantia de oito anos para a bateria, o firefly chega à cidade para reclamar o lugar de protagonista e mostrar que o futuro urbano é brilhante e inteligente. Conheça também as campanhas atualmente em vigor em fireflyportugal.pt.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com a firefly Portugal.</span></p>
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		<title>Alimentação consciente: e se começarmos pelo desejo?</title>
		<link>https://www.forbespt.com/alimentacao-consciente-e-se-comecarmos-pelo-desejo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comer de forma saudável foi durante muitos anos uma aritmética de restrições. Sem açúcar, menos gordura, zero prazer. A palavra dieta vinha muitas vezes associada a uma linguagem técnica, embalagens pouco inspiradoras e uma certa ideia de renúncia. Mas será que a alimentação saudável só pode existir num registo paralelo ao do desejo, ou seja, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comer de forma saudável foi durante muitos anos uma aritmética de restrições. Sem açúcar, menos gordura, zero prazer. A palavra dieta vinha muitas vezes associada a uma linguagem técnica, embalagens pouco inspiradoras e uma certa ideia de renúncia. Mas será que a alimentação saudável só pode existir num registo paralelo ao do desejo, ou seja, necessária mas raramente sedutora? Nem por isso. À medida que o bem-estar se torna uma dimensão cada vez mais presente nas escolhas de consumo, a alimentação saudável começa a ocupar um novo lugar: deixa de ser apenas funcional e passa a ser também estética, emocional, social e experiencial. Hoje, comer de forma mais consciente não significa necessariamente abdicar do prazer. Pelo contrário. Para uma nova geração de consumidores, sobretudo millennials e Gen Z, saúde, beleza, identidade e experiência já não vivem em territórios separados.</p>
<p>A McKinsey estima que o mercado global de wellness valha cerca de dois biliões de dólares e sublinha que, para as gerações mais jovens, o bem-estar deixou de ser uma compra ocasional para passar a ser uma prática diária, personalizada e integrada. no estilo de vida.</p>
<p><strong>Comer primeiro com os olhos</strong></p>
<p>“As pessoas sabem, hoje, o que lhes faz bem. O verdadeiro desafio está em criar desejo e motivação para que escolham esse caminho.” A frase é de Clara Gonçalves, fundadora do Club Lemonade, e resume com precisão o problema que a marca se propõe resolver. A ideia de que “comemos primeiro com os olhos” pode parecer cliché, mas encontra provas na psicologia do consumidor. Investigadores do National Institute of Genetics identificaram circuitos neurais diretos entre o sistema visual e o centro de alimentação no hipotálamo, mostrando que o cérebro avalia o apelo de um alimento em milissegundos, antes de qualquer decisão consciente. Estudos publicados na ScienceDirect demonstram que apresentações com maior valor estético produzem classificações mais altas em três dimensões simultâneas: perceção visual, olfativa e gustativa.</p>
<p>O design não só embeleza o produto como altera a experiência real de o consumir. É neste âmbito que nasce o Club Lemonade, criado em 2026. “Utilizamos ferramentas normalmente associadas ao branding e à experiência para tornar a alimentação saudável mais apelativa, inspiradora e acessível.” Mais do que uma marca alimentar, o Club Lemonade procura explorar o cruzamento entre alimentação funcional, wellness, lifestyle, design, experiência e comunicação.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="wp-image-191541 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1.png" alt="" width="395" height="263" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1.png 900w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1-768x512.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1-600x400.png 600w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" />Do cesto de fruta à experiência de marca</strong></p>
<p>O World Economic Forum identificou a saúde e o bem-estar dos colaboradores como uma prioridade crescente para os empregadores até 2030. Ao mesmo tempo, estudos como o “Deloitte Gen Z and Millennial Survey 2024” e o relatório Randstad Work monitor 2025 mostram que estas gerações valorizam modelos de trabalho mais sustentáveis, com maior atenção ao equilíbrio, à saúde mental e ao sen- tido de pertença. A alimentação funcional surge como uma expressão concreta deste movimento. O cesto de fruta na copa deu lugar a uma estratégia. Os colaboradores já não querem opções genericamente “saudáveis”; querem soluções que melhorem o seu desempenho, que se alinhem com os seus valores e que comuniquem, também visualmente, a cultura da empresa onde trabalham. É neste contexto que o Club Lemonade tem sido procurado. “As empresas estão cada vez mais conscientes da importância do bem-estar físico e emocional dos seus colaboradores e procuram formas mais criativas e alinhadas com os valores atuais para promover essa cultura”, explica Clara Gonçalves. A oferta da marca — bebidas funcionais, refeições saudáveis, experiências de food &amp; wellness, catering contemporâneo, ativações e gifting corporativo — é planeada de forma integrada: da seleção de ingredientes ao packaging, é tudo pensado para transformar o momento de consumo numa experiência especial e memorável.</p>
<p><strong>A nova categoria entre função, beleza e significado</strong></p>
<p>A fronteira entre alimentação, wellness, lifestyle e branding está cada vez mais fluida. O consumidor já não pro- cura apenas produtos que resolvam uma necessidade, mas experiências e escolhas que reflitam a forma como quer viver, trabalhar e relacionar-se. “Acreditamos que o futuro da alimentação não será decidido apenas por nutricionistas ou chefs, mas também por designers, criadores de experiências e especialistas em comportamento do consumidor”, afirma Clara Gonçalves.</p>
<p>É essa categoria híbrida que o Club Lemonade procura explorar, onde a alimentação funcional não é comunicada apenas pelo benefício nutricional, mas também pela beleza, criatividade e contexto em que acontece. “Não vemos a comida apenas como nutrição, mas como uma experiência que envolve comportamento, emoção, estética e identidade”, adianta. O desafio pode estar menos em convencer consumidores a escolher melhor por obrigação e mais em criar motivos para que queiram fazê-lo. “A melhor forma de promover hábitos mais saudáveis não é através da imposição, mas através do desejo.” É com esta convicção que o Club Lemonade define o seu papel enquanto criador de uma nova categoria onde saúde, estética, experiência e identidade convergem num mesmo momento. E o desejo, como sempre, é onde tudo começa.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com o Club Lemonade.</span></p>
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		<title>Liderar na nova economia da saúde: sustentabilidade, regulação e o futuro da competitividade</title>
		<link>https://www.forbespt.com/liderar-na-nova-economia-da-saude-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, liderar na Europa implica responder a um novo contrato social entre empresas, cidadãos e reguladores, refletido em instrumentos como a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), que reforça as exigências de transparência e responsabilidade ambiental, social e de governance. Neste enquadramento, afirmar que não há saúde humana sem saúde planetária é mais do que uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, liderar na Europa implica responder a um novo contrato social entre empresas, cidadãos e reguladores, refletido em instrumentos como a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), que reforça as exigências de transparência e responsabilidade ambiental, social e de governance. Neste enquadramento, afirmar que não há saúde humana sem saúde planetária é mais do que uma convicção ética: é uma condição de competitividade. A sustentabilidade deixou de ser periférica e passou a integrar o centro da estratégia empresarial.</p>
<p>Na Sanofi, esta visão traduz-se na estratégia AIR — Acesso, Impacto Ambiental e Resiliência — alinhada com os princípios europeus de dupla materialidade ESG. Isto significa avaliar não apenas como os fatores ambientais e sociais afetam o negócio, mas também o impacto da atividade da empresa nos sistemas de saúde, na sociedade e no ambiente.</p>
<p>Este compromisso concretiza-se em metas mensuráveis: desde 2019, reduzimos as emissões em 47%, garantimos que 85% da eletricidade utilizada nos nossos complexos industriais é renovável e diminuímos o consumo de água em 50%. Paralelamente, a integração de princípios de eco-design em novos produtos promove maior eficiência ao longo da cadeia de valor. A transformação é igualmente tecnológica e cultural. A inteligência artificial já permite acelerar o desenvolvimento clínico, tornando a investigação mais eficiente e sustentável. Ao mesmo tempo, novas metodologias industriais ajudam a reduzir desperdícios e consumo energético, demonstrando que sustentabilidade e competitividade são hoje inseparáveis.</p>
<p>Esta evolução é particularmente relevante num setor responsável por cerca de 4,4% das emissões globais de gases com efeito de estufa. Em Portugal, o setor da saúde representa aproximadamente 5,8% das emissões nacionais, assumindo assim um papel central na concretização das metas climáticas do país.</p>
<p>Ao desenvolver medicamentos e vacinas que previnem doenças e evitam hospitalizações, contribuímos não apenas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas também para reduzir a pressão sobre os recursos do sistema de saúde. A inovação científica e a sustentabilidade reforçam-se mutuamente.</p>
<p>Neste novo contexto, liderar exige antecipar regulação, integrar critérios ESG na tomada de decisão e colaborar ativamente com decisores públicos, parceiros e sociedade civil. O futuro da saúde construir-se-á precisamente nesse equilíbrio: inovação com impacto clínico, económico, social e ambiental.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este artigo foi produzido em parceria com a Sanofi. </span></p>
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		<item>
		<title>O agronegócio precisa de mais investimento para acelerar o crescimento</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-agronegocio-precisa-de-mais-investimento-para-acelerar-o-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroconnect]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto em que o acesso ao capital é determinante para a competitividade do setor agroalimentar, o AgroConnect – Agricultura do Futuro reúne especialistas de Portugal e de Angola para analisar os desafios e as oportunidades do financiamento do agronegócio. Ao longo deste episódio, os convidados debatem a evolução do investimento, o papel da banca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num contexto em que o acesso ao capital é determinante para a competitividade do setor agroalimentar, o AgroConnect – Agricultura do Futuro reúne especialistas de Portugal e de Angola para analisar os desafios e as oportunidades do financiamento do agronegócio. Ao longo deste episódio, os convidados debatem a evolução do investimento, o papel da banca e das instituições financeiras e as estratégias necessárias para impulsionar a inovação, aumentar a produtividade e promover um crescimento sustentável nos mercados lusófonos.</p>
<p><strong>Veja aqui o episódio completo: </strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S37gDbfQZR0?si=7udgvSDV-BcjyHn_" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>De São João de Ver para o mundo: quando uma cobertura mudou o jogo</title>
		<link>https://www.forbespt.com/de-sao-joao-de-ver-para-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há empresas que crescem porque acompanham o mercado. Outras porque conseguem antecipar a forma como está prestes a mudar. É este o caso da Lusotendas. Em 2016, a empresa de São João de Ver, em Santa Maria da Feira, instalou a sua primeira cobertura para campos de padel. Podia ser apenas mais um projeto. Acabou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há empresas que crescem porque acompanham o mercado. Outras porque conseguem antecipar a forma como está prestes a mudar. É este o caso da Lusotendas. Em 2016, a empresa de São João de Ver, em Santa Maria da Feira, instalou a sua primeira cobertura para campos de padel. Podia ser apenas mais um projeto. Acabou por ser o ponto de viragem que transformaria uma empresa familiar numa referência europeia. “Este projeto representou muito mais do que um novo produto; marcou o início de uma nova fase da empresa, assente numa maior componente técnica, de engenharia e de desenvolvimento de soluções especializadas”, recordam Ana Luísa Sobrado e Emanuel Oliveira, fundadores e gerentes da Lusotendas. Até então, a empresa mantinha atividade no aluguer e venda de estruturas para eventos, um negócio marcado por ciclos e sazonalidade. O padel, o ténis e outros desportos trouxeram uma nova leitura. Ana Luísa Sobrado e Emanuel Oliveira perceberam cedo que estavam perante um mercado que precisava de infraestruturas duradouras, capazes de transformar campos expostos ao clima em ativos utilizáveis 365 dias por ano.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-191334 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-1-768x960.png" alt="" width="219" height="274" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-1-768x960.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-1-600x750.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-1.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 219px) 100vw, 219px" /></p>
<p><strong>De empresa familiar a player internacional</strong></p>
<p>A decisão revelou-se estruturante. Dois anos depois, a empresa mudou-se para instalações maiores. Seguiram-se investimentos em equipamentos mais avançados, reforço da capacidade produtiva, engenharia, qualificação das equipas e a internacionalização. Sem perder as raízes familiares, a empresa começou a ganhar escala industrial.</p>
<p>O crescimento do padel confirmou a aposta. Segundo a International Padel Federation, a modalidade já ultrapassa os 35 milhões de praticantes ativos a nível mundial. Para clubes, investidores e operadores, esta expansão trouxe uma questão prática: como garantir mais horasde utilização e maior retorno?</p>
<p><strong>O negócio por trás das coberturas</strong></p>
<p>Foi aqui que a Lusotendas encontrou o seu novo território. A empresa não vende apenas coberturas. Desenvolve soluções de engenharia que ajudam os espaços desportivos a funcionar com maior previsibilidade, reduzindo o impacto da chuva, do vento, de temperaturas extremas e parte do impacto sonoro. “Na prática, estas soluções contribuem para aumentar a rentabilidade dos espaços desportivos, permitindo que clubes e operadores mantenham a sua atividade durante todo o ano”, explicam os fundadores. As estruturas são modulares, personalizáveis e preparadas para acompanhar o crescimento dos projetos. Permitem integrar cores e branding, adaptar dimensões e responder a diferentes exigências técnicas. A utilização de alumínio reforça a durabilidade e a resistência.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-191335 alignright" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-1.png" alt="" width="404" height="269" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-1.png 900w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-1-768x512.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-1-600x400.png 600w" sizes="auto, (max-width: 404px) 100vw, 404px" /></p>
<p><strong>Do Reino Unido a Miami</strong></p>
<p>A internacionalização tornou-se uma consequência natural desta capacidade de adaptação e hoje as estruturas da Lusotendas estão presentes em mais de 20 países, de Espanha, Itália, Grécia, Reino Unido, Chipre e Holanda ao Senegal, Namíbia, Chile e Colômbia, com projetos também no Médio Oriente. “Gostamos de dizer que somos uma empresa ‘camaleão’, capaz de compreender as necessidades específicas de cada cliente e de cada país, ajustando as nossas soluções sem nunca comprometer os padrões de qualidade”, sublinham. O Reino Unido é prioritário. De acordo com a LTA, a participação em padel duplicou em 2025, chegando aos 860 mil praticantes, enquanto o número de campos na Grã-Bretanha ultrapassou os 1.500. A Lusotendas foi Gold Sponsor da edição inaugural dos British Padel Awards, sendo a única empresa portuguesa presente.</p>
<p>Mais recentemente, a empresa deu o salto para os EUA. Em Miami, está a concluir três coberturas num rooftop localizado no sétimo andar de um edifício, para o ICON PADEL. O projeto, particularmente desafiante do ponto de vista técnico e logístico, mostra a capacidade da Lusotendas para adaptar as suas soluções a mercados e contextos de elevada exigência. “Estar presente em geografias como o Reino Unido ou os Estados Unidos permite-nos ganhar escala, aumentar a notoriedade da marca e consolidar o posicionamento da Lusotendas como um operador global”, referem os responsáveis. Apesar do peso crescente do padel, a Lusotendas mantém uma atuação relevante na logística e na indústria, com estruturas modulares para armazenamento e expansão de áreas operacionais. Esta diversificação dá robustez ao negócio e deduz a dependência de uma única vertente para continuar a crescer.</p>
<p><strong>Engenharia humana: o maior ativo</strong></p>
<p>A acompanhar esta trajetória de sucesso está também uma transformação interna. Na última década, a equipa cresceu de 9 pessoas para cerca de 70 colaboradores. O investimento em tecnologia foi decisivo, mas a aposta contínua na criação de competências e na especialização das equipas tornou-se um dos seus maiores ativos. “As pessoas continuam a ser um dos principais fatores diferenciadores da Lusotendas, senão o fator principal”, assumem os responsáveis.</p>
<p>A Lusotendas viu no padel mais do que uma tendência e fez dessa leitura uma rota de crescimento internacional. De São João de Ver para o mundo, mostra como uma cobertura bem desenhada pode tornar um recinto desportivo mais eficiente, rentável e preparado para crescer.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este artigo foi produzido em parceria com a Lusotendas. </span></p>
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		<title>Mouth body blueprint : o que a sua boca diz sobre a sua saúde</title>
		<link>https://www.forbespt.com/mouth-body-blueprint-o-que-a-sua-boca-diz-sobre-a-sua-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante décadas, a medicina evoluiu por fragmentação. Surgiram especialidades cada vez mais precisas e cada vez mais focadas numa parte isolada do corpo. O resultado foi um sistema altamente eficaz a tratar sintomas, mas nem sempre capaz de atuar no que os origina. Hugo Madeira, responsável pela Clínica Hugo Madeira e a GBT Clinic, partiu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, a medicina evoluiu por fragmentação. Surgiram especialidades cada vez mais precisas e cada vez mais focadas numa parte isolada do corpo. O resultado foi um sistema altamente eficaz a tratar sintomas, mas nem sempre capaz de atuar no que os origina. Hugo Madeira, responsável pela Clínica Hugo Madeira e a GBT Clinic, partiu de uma premissa diferente. Como médico dentista com uma visão marcadamente sistémica da saúde, percebeu cedo que a boca raramente conta apenas a sua própria história, dando sinais de desequilíbrio de outras regiões do corpo. A questão era: como criar um modelo de consulta que soubesse lê-los? Foi então que criou o Mouth Body Blueprint. Uma metodologia proprietária que representa uma nova abordagem do diagnóstico em saúde, em que o conceito “a saúde passa pela boca” é um guia.</p>
<p><strong>Mouth body Blueprint: um novo tipo de consulta</strong></p>
<p>Uma consulta de Mouth Body Blueprint começa com aquilo que a maioria das consultas não tem: tempo. São cerca de duas horas dedicadas inteiramente à pessoa, ao seu histórico, aos seus padrões, aos seus sinais. Não (apenas) aos seus dentes. O processo inicia-se com questionários estruturados com questões sobre saúde, estilo de vida e sintomas (estes últimos, muitas vezes desvalorizados em contextos clínicos convencionais). A partir daí, constrói-se uma primeira leitura sistémica do paciente: não uma soma de queixas, mas um mapa de padrões. Segue-se uma avaliação biológica e funcional que inclui testes de saliva com leitura imediata e análise avançada do microbioma oral, com o envio para o laboratório especializado. Estes dados são depois integrados com uma avaliação clínica que contempla palpação de cabeça e pescoço, identificação de tensões e assimetrias, e diagnóstico por imagem detalhado. Tudo organizado em relatórios estruturados que servem tanto para a análise clínica, como para a comunicação com o paciente. A tecnologia e a inteligência artificial têm também um papel ativo nesta metodologia: apoiam a captação e organização de dados, cruzam informação e ajudam a identificar padrões que, poderiam passar despercebidos.</p>
<p><strong>A boca e o corpo como um só</strong></p>
<p>O Mouth Body Blueprint não existe isolado. Insere-se numa arquitetura mais ampla que Hugo Madeira construiu à volta do princípio de Systemic Dentistry. Para o médico dentista pioneiro nesta metodologia, é importante ter sempre em mente que a boca e o corpo são um só: Mouth Body as One. A vertente preventiva, muito importante nesta metodologia, é garantida pela GBT Clinic by Hugo Madeira. Quando o diagnóstico revela que a resposta ultrapassa a cavidade oral, entra em cena a HVMA Life by Hugo Madeira, uma plataforma que integra outras especialidades médicas, como medicina &lt;sistémica, sono e otorrinolaringologia, com terapias complementares como soroterapia, fisioterapia, biofeedback e PRP (plasma rico em plaquetas).</p>
<p><strong>Um modelo, uma visão</strong></p>
<p>O que distingue genuinamente o Mouth Body Blueprint não é nenhuma tecnologia em particular, nem a duração da consulta, nem sequer a equipa multidisciplinar que o suporta, ainda que tudo isso contribua para a sua diferenciação. O que o distingue é a existência de uma metodologia estruturada, que torna operacional uma ideia que a medicina sistémica há muito defende, mas raramente pratica: o corpo humano não funciona por partes, mas antes como um todo. Hugo Madeira transformou essa convicção num modelo. E esse modelo começa, sempre, pela boca.</p>
<p><span style="font-size: 14pt;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-191261 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-768x960.png" alt="" width="300" height="375" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-768x960.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2-600x750.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-2.png 1080w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />P&amp;R a Hugo Madeira</strong></span></p>
<p><strong>Porque surgiu a necessidade da criação deste conceito?</strong></p>
<p>Durante muitos anos, havia uma inquietação que me acompanhava na prática clínica: porque é que continuávamos a tratar a boca como se estivesse separada do resto do corpo? O conceito de mouth-body axis veio confirmar aquilo que muitos clínicos atentos já sentiam na prática: a boca não é um elemento isolado; é parte integrante da saúde global. Foi precisamente dessa visão que nasceu o Mouth Body Blueprint. Mais do que criar uma nova consulta, quisemos criar uma nova forma de pensar a medicina dentária. Uma abordagem que combina medicina dentária, tecnologia, prevenção e uma visão sistémica da saúde. Não para substituir outras áreas médicas, mas para integrar melhor a informação e compreender o paciente de forma mais completa. A necessidade surgiu precisamente daquilo que víamos todos os dias em clínica: pacientes que chegavam por razões estéticas ou funcionais e onde encontrávamos padrões relacionados com sono, inflamação, respiração, stress, hábitos ou equilíbrio geral de saúde.</p>
<p><strong>Como é feito o seguimento dos clientes para outras áreas em que seja necessário acompanhamento?</strong></p>
<p>Depois do diagnóstico, o caso é analisado por uma equipa multidisciplinar e é desenhado um plano personalizado. Em alguns casos, o acompanhamento acontece dentro do nosso ecossistema clínico, em áreas como medicina dentária, sono, otorrino, nutrição, regeneração ou. prevenção oral. Noutras situações, encaminhamos o paciente para parceiros externos e especialistas de confiança. O mais importante é que o paciente sinta continuidade, coerência e cuidado ao longo da jornada.</p>
<p><strong>O que nos pode dizer a boca?</strong></p>
<p>A boca é um dos locais do corpo onde mais facilmente conseguimos identificar sinais precoces de desequilíbrio. Alterações gengivais, desgaste dentário, padrões de mordida, saliva, língua ou inflamação podem dar pistas importantes sobre stress, bruxismo, apneia do sono, refluxo, hábitos alimentares, inflamação sistémica ou até défices nutricionais. Claro que a boca não substitui diagnósticos médicos nem permite tirar conclusões isoladas. Mas pode funcionar como uma importante porta de entrada para uma visão mais ampla da saúde.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com o Hugo Madeira. </span></p>
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		<title>&#8221;Devemos ter um talento especial para ouvir o que o cliente diz, principalmente no luxo&#8221;</title>
		<link>https://www.forbespt.com/devemos-ter-um-talento-especial-para-ouvir-o-que-o-cliente-diz-principalmente-no-luxo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 09:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conhece Tróia, Cascais e a Comporta desde muito antes de o mundo os descobrir e foi precisamente nesses três territórios, hoje os mais cobiçados pelo capital internacional, que Nuno Durão construiu a sua carreira. Off-Market Buyer-Led Luxury Property Adviser Lisbon-Cascais-Comporta da Fine &#38; Country, ex-internacional de râguebi e autor, defende uma abordagem que troca a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhece Tróia, Cascais e a Comporta desde muito antes de o mundo os descobrir e foi precisamente nesses três territórios, hoje os mais cobiçados pelo capital internacional, que Nuno Durão construiu a sua carreira. Off-Market Buyer-Led Luxury Property Adviser Lisbon-Cascais-Comporta da Fine &amp; Country, ex-internacional de râguebi e autor, defende uma abordagem que troca a mediação tradicional pelo <em>advisory</em>. Nesta conversa, fala da transformação de Portugal, do que realmente procuram os clientes que escolhem o país e como Portugal continua a ser a &#8220;boia de salvação&#8221; da Europa.</p>
<p><strong>Como é ver hoje a projeção internacional de Tróia, Comporta e Cascais, que conheceu muito antes de serem procurados?</strong></p>
<p>Desde que nasci que vivi sempre entre África e Lisboa, Arrábida e Tróia eram o sonho da minha vida, e sempre achei que Tróia seria, de longe, a zona mais pretendida. A minha adolescência foi entre o Tamariz e o Estoril, onde conheci a minha mulher e onde tenho hoje a sede da Fine &amp; Country. A Comporta entrou mais tarde, por amigos meus serem donos da Herdade.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-190996 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2203-640x960.jpg" alt="" width="306" height="459" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2203-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2203-768x1151.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2203-1025x1536.jpg 1025w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2203-600x900.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 306px) 100vw, 306px" />Como é que crescer entre o mar, a natureza e estas comunidades influenciou a sua forma de ver as pessoas e os negócios?</strong></p>
<p>Crescer muito entre África e Portugal dá-nos a sensação de que não existia essa guerra de classes, nem racismo. Sou, como costumo dizer, um beto dos quatro costados, mas sempre quis muito mais a normalidade do que o privilégio, e isso dá-me muita leitura para o mercado em que vivemos hoje.</p>
<p><strong>Foi nadador-salvador em Tróia. O que trouxe dessa experiência para a sua vida profissional?</strong></p>
<p>Eu tinha uma infância de beto de Cascais mas, em Tróia, o cliente era a malta de Setúbal. Habituei-me a que nem tudo é privilégio. Luxo é eu ter uma coisa que parece que os outros ainda não descobriram.</p>
<p><strong>Que impacto teve o rugby de alta competição na forma como lidera e gere relações de longo prazo?</strong></p>
<p>O rugby não é só pelo rugby: é um espírito de equipa de 30 atletas, e fez-me viajar por praticamente todo o mundo, dando-me uma leitura social das coisas. No rugby ficaram os meus amigos para sempre; costumo dizer que há máfias, e a do rugby é uma delas.</p>
<p><strong>O que procura o cliente internacional de elevado perfil quando escolhe Portugal como destino de vida?</strong></p>
<p>Conheço bem Cascais &#8211; é talvez a zona onde tenho o maior network -, Lisboa, e tenho uma paixão pela Comporta: os três locais que são<em> prime location </em>para qualquer estrangeiro. Trabalhar com estrangeiros é uma inevitabilidade, porque os portugueses não têm classe média alta; foi o mercado estrangeiro que veio reabilitar tudo. Um cliente brasileiro disse-me que o seu limite foi quando foi buscar a filha à escola e foi assaltado à mão armada: aqui, chega a Portugal e percebe que pode mandar a filha para a escola a pé, pensa que está no paraíso. No fundo, procuram um sítio onde possam estar sem stress.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-190997 alignright" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A3122-960x640.jpg" alt="" width="390" height="260" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A3122-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A3122-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A3122-1536x1025.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A3122-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A3122-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 390px) 100vw, 390px" />Como explica a transformação de Portugal num dos destinos mais desejados do mundo?</strong></p>
<p>Em 2012, fizemos três leis: o Golden Visa, o NHR (residente não habitual) e o alojamento local, praticamente o Airbnb, que antes não existia. Foi a Troika, gente de fora, que nos trouxe isto. O Golden Visa pôs as agências internacionais gigantes a promover Portugal na China, na Turquia, no Dubai, e de repente estava nas bocas do mundo como uma zona para onde um milionário pode vir. Antes, os estrangeiros eram só ponto de passagem, chegavam ao aeroporto, iam a Fátima e seguiam para a Europa. Com os benefícios fiscais, passaram a ficar, a conhecer Lisboa E a lógica é esta: o investimento vem sempre depois da residência. Por isso, vale mais um tweet da Madonna para criar mais turismo, do que todo o orçamento do Estado nas feiras lá fora.</p>
<p><strong>E os desafios para manter essa posição?</strong></p>
<p>Os desafios não estão nos estrangeiros: eles são, no máximo, 1 a 5% do mercado imobiliário, andar a culpá-los é um erro pegado. Temos cerca de 30 milhões de turistas por ano e não posso deitar o turismo para o lixo. O que tenho de fazer é aumentar o tempo de estadia: se um turista que vem em média 3 dias ficar 6, duplico o turismo sem mais um único avião. E o que retém as pessoas mais tempo é o alojamento local, não o hotel: por isso devíamos abrir mais, e não fechá-los.</p>
<p><strong>Como define o conceito de advisory e porque é cada vez mais relevante no segmento premium?</strong></p>
<p>A maioria pensa que vender qualquer um vende a banha da cobra, e não é bem assim: devemos ter um talento especial para ouvir o que o cliente diz, principalmente no luxo. Se alguém me diz que tem um cliente que quer comprar uma casa a 10 milhões, essa pessoa não sabe do que está a falar: ninguém quer uma casa a 10 milhões, quer uma casa grande, com 5 quartos e um bom jardim &#8211; e se conseguir isso por 5 milhões, tanto melhor. A primeira coisa que devemos traduzir não é a linguagem, é o lifestyle: ajudar o cliente a ajustar-se à nossa realidade e cultura.</p>
<p><strong>O que diferencia os investidores chineses dos americanos?</strong></p>
<p>O americano quer uma boa propriedade, segurança, proximidade à escola: as coisas mais normais da nossa cultura. Já um chinês, se entrar numa casa e tiver uma escada em frente, nem entra, por causa do Feng Shui; se o número da porta for o 4, esqueça. Negociar com um turco é uma negociação por obrigação: são os mestres do comércio mundial. No fundo, são todos iguais; o que muda são as perspetivas, as perceções.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-190998 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-640x960.jpg" alt="" width="325" height="488" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-640x960.jpg 640w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-1281x1920.jpg 1281w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-768x1151.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-1025x1536.jpg 1025w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-1366x2048.jpg 1366w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-1200x1799.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-600x900.jpg 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/65A2843-scaled.jpg 1708w" sizes="auto, (max-width: 325px) 100vw, 325px" />Qual é, na prática, o seu papel nas decisões de mudança de país e de vida?</strong></p>
<p>Aquilo que eles nos dizem vem uma misturada de coisas que eles pensam que pensam, e é essa parte que temos de traduzir. Não posso deixar que um casal com três filhos, que os quer numa escola privada mas quer estar longe de tudo, escolha a Comporta como residência: o estilo de vida que procura, e ainda não conhece bem, é o de Cascais. E uma casa também é investimento: instruo os estrangeiros a comprar em mercados líquidos: Cascais, o centro de Lisboa e a Comporta têm sempre procura.</p>
<p><strong>Com a inteligência artificial, o que continua a fazer a diferença ao aconselhar um cliente?</strong></p>
<p>A AI, hoje, não mede tráfego nem conteúdo pago: mede coerência. Quando percebe que é um estrangeiro que não conhece bem Portugal, passa-lhe os melhores advisors locais, e é isso que estamos a trabalhar dentro dela. O cliente precisa de alguém que lhe explique as 10 casas que viu e as vantagens de cada; o ChatGPT não lhe dá isso.</p>
<p><strong>O que o motivou a escrever o livro Via Logos e que mensagem gostaria que os leitores retirassem?</strong></p>
<p>O que tentei com este livro foi ir buscar leis da natureza constantes, que mandam nisto tudo: são três. E a mensagem forte que gostaria que os leitores retirassem é esta: &#8220;Há quanto tempo não pensas em ti próprio e agradeces aos teus pés, que estão contigo desde que nasceste? Deus, ou o sucesso, está dentro de ti, e não está fora.&#8221;</p>
<p><strong>O que aprendeu sobre o que as pessoas verdadeiramente procuram quando escolhem um lugar para chamar casa?</strong></p>
<p>Uma das maiores vantagens que tenho são os pais que tive, por me terem dado o equilíbrio que me deram; e agradeço à minha mulher, que me atura há 40 e tal anos, aos meus filhos, que vivem à minha roda em Cascais, e a oito netos, com quem vivo todos os fins de semana. Esta estrutura familiar é o que qualquer pessoa que vem para Portugal quer encontrar: um sítio para criar raízes. A maioria dos estrangeiros quer uma âncora, uma boia de salvação &#8211; demasiado ritmo, stress, pressão -, e Portugal é essa boia para muita gente, o chamado plano B da Europa.</p>
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		<title>Agroconnect debate o papel da lusofonia na nova geopolítica dos alimentos</title>
		<link>https://www.forbespt.com/agroconnect-debate-o-papel-da-lusofonia-na-nova-geopolitica-dos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroconnect]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto marcado pelas alterações climáticas e pela crescente pressão sobre os sistemas alimentares, o Agroconnect – Agricultura do Futuro reúne representantes de três dos principais países lusófonos para refletir sobre o futuro do agronegócio. O episódio explora como a partilha de conhecimento, tecnologia e investimento pode transformar desafios logísticos em oportunidades de crescimento, reforçando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="zlAe0W_TextBase zlAe0W_Text" data-w-component="text">Num contexto marcado pelas alterações climáticas e pela crescente pressão sobre os sistemas alimentares, o <span class="zlAe0W_TextBase zlAe0W_Text rFU14q_Emphasis" data-w-component="italic" data-w-font-style="italic" data-w-inline="">Agroconnect – Agricultura do Futuro</span> reúne representantes de três dos principais países lusófonos para refletir sobre o futuro do agronegócio. O episódio explora como a partilha de conhecimento, tecnologia e investimento pode transformar desafios logísticos em oportunidades de crescimento, reforçando a segurança alimentar e posicionando a lusofonia como um espaço estratégico de cooperação agrícola.</p>
<div class="duPRdW_Divider" data-w-component="divider">
<p class="p1"><strong>Veja o episódio completo aqui: </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Se1R8NYk62I?si=i8dBkkZHII-imgyM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A agricultura está a transformar-se num setor cada vez mais tecnológico, eficiente e global</title>
		<link>https://www.forbespt.com/agricultura-esta-a-transformar-se-num-setor-tecnologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroconnect]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro episódio do Agroconnect – Agricultura do Futuro reúne especialistas do setor para debater um dos temas mais críticos para o futuro do agronegócio: a gestão inteligente da água e o papel da tecnologia na eficiência e sustentabilidade da produção agrícola, com especial enfoque na expansão para novos mercados. Veja o episódio completo aqui:  Este [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">O primeiro episódio do <i>Agroconnect – Agricultura do Futuro</i> reúne especialistas do setor para debater um dos temas mais críticos para o futuro do agronegócio: a gestão inteligente da água e o papel da tecnologia na eficiência e sustentabilidade da produção agrícola, com especial enfoque na expansão para novos mercados.</p>
<p class="p1"><strong>Veja o episódio completo aqui: </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_1lZ9S1z_EM?si=OSkhnrEhspeaBqzr" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com o Global Agri Fórum.</span></p>
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