Captar e reter talento é um dos grandes desafios das empresas e, sobretudo desde a pandemia, a saúde mental é um tema relevante. Nos últimos anos, episódios de burnout e outras manifestações graves de desgaste emocional ou intelectual têm impactado negativamente o desempenho de equipas e, por consequência, das próprias organizações. Na verdade, a rotatividade dos recursos humanos, a falta de compromisso que leva ao presenteísmo (estar presente, mas não envolvido nem produtivo) e o próprio absentismo, prejudicam seriamente toda a dinâmica de uma empresa. Hoje, os gestores de talento não têm dúvidas: o bem-estar é um indicador de resiliência organizacional e, por isso, passou a ser um pilar estratégico.
O que é, hoje, um benefício corporativo
Durante muitos anos, ter um carro “da empresa” ou um seguro de saúde era considerado como uma promoção muito valiosa e nas primeiras décadas do século atual, uma mesa de ping-pong ou um piano atraíam pelo glamour e pela sensação de modernidade que provocavam. Hoje, as gerações de colaboradores que chegam ou já estão no mercado — basicamente gen Z e millenials — querem mais. Um automóvel diz pouco face às novas formas de transporte que, na realidade, dispensam a posse do carro. Estas pessoas querem tempo, reconhecimento, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e, principalmente, qualidade de vida. Escusado será lembrar que a expetativa de vida é cada vez mais elevada e a manutenção da saúde, principalmente através da boa alimentação e da atividade física, é um requisito óbvio. Para as novas gerações, não faz sentido descuidar da saúde. E é por isso que as empresas de sucesso têm vindo a evoluir para se tornarem Wellness Companies.
Bem-estar e produtividade
Nunca como hoje se falou tanto na felicidade no trabalho. Existem rankings, prémios, distinções que revelam as empresas onde todos querem estar. Estudos realizados por entidades especializadas, como o People Engagement Survey, realizado desde 2016 pela CEGOC com coordenação científica do ISCTE Executive Education, levam a afirmar, com segurança, que o bem-estar está longe de ser um luxo e, pelo contrário, é um imperativo para as empresas que se querem manter competitivas e resilientes. As lideranças de Recursos Humanos empenham-se em apresentar soluções flexíveis e completas às suas pessoas, reforçando que a felicidade dos colaboradores é uma prioridade da cultura e do ADN da empresa. Identificam-se, inclusivamente, como gestores de talento ou de felicidade organizacional. E porquê? Porque pessoas felizes trabalham melhor, empenham-se mais, envolvem-se verdadeiramente e até podem custar menos.
As soluções já existem
A boa notícia é que assegurar a felicidade dos colaboradores é possível quando se encontra o parceiro certo. Propostas como a do Urban Sports Club, a Wellhub Company, por exemplo, oferecem tudo o que se pode esperar de um benefício corporativo nos nossos dias: trata-se de uma plataforma de bem-estar corporativo que concede acesso flexível a milhares de atividades de fitness, wellness e saúde através de uma única subscrição. Nascida na Alemanha, está presente em vários mercados europeus cujos utilizadores usufruem de modalidades como ginásio, yoga, natação, pilates ou escalada, adaptando-se às suas preferências e estilo de vida. A sua missão é promover hábitos saudáveis e tornar o bem-estar mais acessível. Tem grande foco no B2B e a vantagem que oferece às empresas é permitir a sua evolução real enquanto Wellness Company com ganhos diretos na sua capacidade de captar e reter talento. E se, à primeira vista, criar um programa de bem-estar pode parecer simples, o facto é que estes só funcionam quando há adesão real. Ao oferecer desde o desporto físico até ao suporte digital em saúde mental, nutrição e sono, a plataforma permite que cada colaborador personalize a sua jornada e possa pô-la em prática onde estiver e quando quiser.
Não agir tem o seu preço
Muitos gestores de pessoas têm a clara noção desta necessidade, mas hesitam antes de tomar medidas. Mas dar início ao processo de transformação dos benefícios corporativos é muito mais simples do que se pode pensar. E convém lembrar que o bem-estar estratégico não é um custo mas um investimento inteligente no futuro das organizações. As empresas que pretendam dar este passo podem conhecer melhor a oferta corporativa do Urban Sports Club e descobrir como apoiar as suas equipas de forma mais flexível e personalizada em https://corporate.urbansportsclub.com/pt
Este artigo foi produzido em parceria com a Urban Sports Club.





