As tecnológicas portuguesas já não competem apenas por salários

Portugal tem uma das maiores percentagens de graduados em ciência, tecnologia e engenharia da Europa, mas continua a viver sob a sombra da chamada “fuga de cérebros”. A questão, porém, já não é apenas saber como atrair talento jovem altamente qualificado, mas como criar condições para que esse talento queira construir o seu futuro no…
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Numa altura em que Portugal continua a debater a fuga de profissionais qualificados, as empresas tecnológicas enfrentam um desafio mais profundo do que oferecer salários competitivos ou escritórios modernos. No podcast Forbes Forward, Marta Vilar, Head of Talent Development da GMV, defende que o verdadeiro fator de permanência está no propósito, na aprendizagem contínua e na confiança dada às pessoas para crescerem e terem impacto global a partir de Portugal
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Portugal tem uma das maiores percentagens de graduados em ciência, tecnologia e engenharia da Europa, mas continua a viver sob a sombra da chamada “fuga de cérebros”. A questão, porém, já não é apenas saber como atrair talento jovem altamente qualificado, mas como criar condições para que esse talento queira construir o seu futuro no país.

No mais recente episódio do Forbes Forward, Marta Vilar, Head of Talent Development da GMV, sustenta que Portugal ainda vai a tempo de inverter esta tendência. Para isso, empresas e mercado precisam de assumir uma mudança de paradigma: deixar de olhar para o talento como um recurso a reter e começar a encará-lo como um parceiro que escolhe, todos os dias, onde quer trabalhar.

Oiça o episódio completo aqui:

Este conteúdo foi produzido em parceria com a GMV. 

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