Portugal tem uma das maiores percentagens de graduados em ciência, tecnologia e engenharia da Europa, mas continua a viver sob a sombra da chamada “fuga de cérebros”. A questão, porém, já não é apenas saber como atrair talento jovem altamente qualificado, mas como criar condições para que esse talento queira construir o seu futuro no país.
No mais recente episódio do Forbes Forward, Marta Vilar, Head of Talent Development da GMV, sustenta que Portugal ainda vai a tempo de inverter esta tendência. Para isso, empresas e mercado precisam de assumir uma mudança de paradigma: deixar de olhar para o talento como um recurso a reter e começar a encará-lo como um parceiro que escolhe, todos os dias, onde quer trabalhar.
Oiça o episódio completo aqui:
Este conteúdo foi produzido em parceria com a GMV.





