Nesta conversa, exploramos o percurso da Silva Ivinha, uma empresa que cresceu de um contexto nacional para se afirmar em mercados exigentes como o alemão, mantendo sempre o foco na segurança, na qualidade e nas pessoas. Entre desafios de internacionalização, escassez de talento e a crescente pressão sobre as redes elétricas, fica claro que o futuro da energia na Europa depende não só de inovação tecnológica, mas também da capacidade de formar, integrar e valorizar equipas num setor cada vez mais crítico e exigente.
Veja a conversa completa:





