Volume de negócios da construtora Garcia Garcia atinge os 173 milhões de euros

A construtora Garcia Garcia, especializada no setor industrial e logístico, continua a sua rota de crescimento sustentado. Sediada em Santo Tirso, a empresa nacional registou um aumento de 48% na sua faturação de 2025, atingindo um volume de negócios total de 173 milhões de euros em 2025. A empresa refere que este foi o seu…
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Com um crescimento de 48% face a 2024, cerca de 80% dos seus projetos concentram-se na área industrial e de logística, tendo construído novas unidades industriais como a da Coloplast, em Felgueiras, a da Testo, em Albergaria-a-Velha, e a da Continental Mabor, em Vila Nova de Famalicão.
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A construtora Garcia Garcia, especializada no setor industrial e logístico, continua a sua rota de crescimento sustentado. Sediada em Santo Tirso, a empresa nacional registou um aumento de 48% na sua faturação de 2025, atingindo um volume de negócios total de 173 milhões de euros em 2025. A empresa refere que este foi o seu melhor exercício de sempre, sendo que já ultrapassou a barreira dos 100 milhões de euros há quatro anos. Acrescenta ainda que 80% dos seus projetos foram na área industrial e logística, tendo realizado projetos para diversas empresas nacionais e não só. A construtora explica que continua a atrair investimento direto estrangeiro, assinado contrato com diversas multinacionais que estão a aumentar as suas instalações no nosso país, e a criar novos postos de trabalho.

Do seu portefólio, a construtora destaca a nova unidade industrial da Coloplast, em Felgueiras, a unidade industrial da Testo, em Albergaria-a-Velha e a unidade industrial da Continental Mabor, em Lousado, Vila Nova de Famalicão. Na área logística, o destaque vai também para a construção de centros logísticos para a Logicor, em Vila Nova de Gaia e no Montijo.

“Para 2026 antecipamos a continuidade da trajetória de sucesso. Apesar da incerteza global, o setor da construção mantém-se dinâmico, impulsionado pelo investimento direto estrangeiro, ainda que enfrente desafios como a escassez de mão de obra e a inflação”, diz Miguel Garcia, administrador. 

A construtora tem ainda projetos na área residencial e de hospitalidade, que representam 13,5% da sua atividade. O destaque aqui vai para a construção de uma residência de estudantes na Asprela, no Porto, promovida pela Hines, e um novo edifício de habitação construído para a Vizta. No segmento da habitação a sua área mais forte tem sido Santo Tirso e Guimarães. Já a área de retalho representou 3,6% de peso e a dos escritórios 2,9% no total de projetos realizados no ano passado.

Citado em comunicado, Miguel Garcia, administrador da empresa, refere que “Para 2026 antecipamos a continuidade da trajetória de sucesso. Apesar da incerteza global, o setor da construção mantém-se dinâmico, impulsionado pelo investimento direto estrangeiro, ainda que enfrente desafios como a escassez de mão de obra e a inflação. Iniciámos o ano com uma carteira de obras sólida, o que nos permite antecipar um ano de consolidação”.

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