A tradição ainda é o que era

Desde o Verão de 2015 que a marca centenária tem um novo accionista maioritário e uma nova estratégia de crescimento. Em pouco mais de um ano, a equipa de Francisco Neto abriu uma subsidiária nos EUA e a primeira loja própria Claus Porto em Lisboa. Seguir-se-ão Londres, Nova Iorque, Hong Kong, Singapura...e o mundo. A…
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Com novo accionista, a Ach Brito carrega um espírito de star-tup para impulsionar as vendas e os lucros, mas “sem estragar” a centenária marca de Vila do Conde.
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Desde o Verão de 2015 que a marca centenária tem um novo accionista maioritário e uma nova estratégia de crescimento. Em pouco mais de um ano, a equipa de Francisco Neto abriu uma subsidiária nos EUA e a primeira loja própria Claus Porto em Lisboa. Seguir-se-ão Londres, Nova Iorque, Hong Kong, Singapura…e o mundo.

A comemorar este ano 130 primaveras, quem diria que a Claus Porto ainda é desconhecida para muitos portugueses. “As lojas demonstram isso mesmo (a de Lisboa e a pop up store no Porto, enquanto não abre a loja-museu). Daí a nossa decisão de abrir primeiro lojas em Portugal, porque muitos portugueses ainda não conhecem a marca. Eu próprio, na minha rede familiar e de amigos, constatei isso”, refere o presidente da Ach Brito.

A estrutura accionista é liderada pelo fundo de capitais portugueses Menlo Capital, seguida pelo accionista Aquiles de Brito, bisneto do fundador, e a Haitong Capital, um fundo de capitais também portugueses a quem pertence a outra participação minoritária. “A parte interessante desta história é que não é o estado de necessidade que motiva a venda da empresa (por Aquiles de Brito). A empresa tinha, e tem, contas saudáveis. Foi um cruzamento de vontades. O que nós trazemos (Menlo Capital) é um plano mais ambicioso e meios para o executar”, explica Francisco.

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