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	<title>Resultados Archives - Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 15 May 2026 18:55:32 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Resultados Archives - Forbes Portugal</title>
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	<item>
		<title>Lucro da Brisa cai 44% para 173 milhões de euros em 2025</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lucro-da-brisa-cai-44-para-173-milhoes-de-euros-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestradas]]></category>
		<category><![CDATA[Brisa]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo Brisa totalizou 173,4 milhões de euros de lucro em 2025, uma descida de 44% face ao ano anterior, foi ontem anunciado. “O resultado líquido ascendeu a 173,4 milhões de euros, apurado com base num imposto sobre o rendimento de 83,9 milhões de euros e em interesses sem controlo de 118,3 milhões de euros”, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Brisa totalizou 173,4 milhões de euros de lucro em 2025, uma descida de 44% face ao ano anterior, foi ontem anunciado. “O resultado líquido ascendeu a 173,4 milhões de euros, apurado com base num imposto sobre o rendimento de 83,9 milhões de euros e em interesses sem controlo de 118,3 milhões de euros”, lê-se no relatório do grupo. Em 2024, a Brisa tinha somado 309,5 milhões de euros de lucro.</p>
<p class="text-paragraph">No ano passado, o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) do grupo fixou-se em 860,9 milhões de euros, mais 5,3% em comparação com 2024. Por sua vez, os proveitos operacionais avançaram 13% para 1.231,6 milhões de euros. Os custos operacionais representaram 370,7 milhões de euros, um aumento de 35,8%.</p>
<blockquote><p><strong>Ao longo de 2025, a Brisa registou na totalidade das redes de autoestradas por si operadas mais de 267,7 milhões de transações, o que representou um acréscimo de 3,5% face ao ano anterior. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Os encargos com pessoal situaram-se em 159 milhões de euros. Só em Portugal, os encargos com as remunerações dos trabalhadores foram de cerca de 137 milhões de euros. Já os resultados financeiros foram negativos em 96,2 milhões de euros, mais do que duplicando (121%) o resultado obtido no ano anterior. A Brisa investiu 109 milhões de euros em 2025, acima dos 83,2 milhões de euros de 2024. No final do ano passado, a dívida financeira líquida do grupo estava em 2.108,8 milhões de euros, abaixo dos 2.163,1 reportados em 2024.</p>
<p class="text-paragraph">Em Portugal, o grupo contava, no final de 2025, com 3.053 trabalhadores, sendo que 299 entraram para os quadros nesse mesmo ano. A Brisa gere, em Portugal, 11 autoestradas, num total de 1.100 quilómetros (km) de operação. Destes, 1.014 km correspondem a sublanços com portagens. “Ao longo de 2025, a Brisa registou na totalidade das redes de autoestradas por si operadas mais de 267,7 milhões de transações, o que representou um acréscimo de 3,5% face ao ano anterior. O peso do sistema Via Verde atingiu os 85,1%, um acréscimo de 0,3 pontos percentuais face aos 84,8% registados em 2024”, detalhou.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Telefónica regista prejuízos de 411 milhões de euros no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/telefonica-regista-prejuizos-de-411-milhoes-de-euros-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Prejuízos]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[Telefónica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A operadora de telecomunicações espanhola Telefónica teve prejuízos de 411 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, anunciou hoje a empresa. As perdas no primeiro trimestre foram inferiores em 68% aos prejuízos da empresa no mesmo período de 2025. A Telefónica explicou o resultado no primeiro trimestre deste ano com o impacto da venda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora de telecomunicações espanhola Telefónica teve prejuízos de 411 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, anunciou hoje a empresa. As perdas no primeiro trimestre foram inferiores em 68% aos prejuízos da empresa no mesmo período de 2025. A Telefónica explicou o resultado no primeiro trimestre deste ano com o impacto da venda dos negócios que tinha na Colômbia, Chile e México.</p>
<p class="text-paragraph">O resultado de 2025 teve também o impacto da saída da Telefónica de outros dois países da América Latina (Chile e Argentina). Sem levar em conta essas operações na América Latina, a Telefónica teria tido lucros de 386 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano, segundo as informações que a empresa comunicou hoje à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) de Espanha. A Telefónica teve um prejuízo de 4,32 mil milhões de euros no conjunto de 2025, devido à saída dos mercados da América Latina e a um programa de despedimentos em Espanha.</p>
<blockquote><p><strong>A Telefónica, que ambiciona tornar-se uma das principais empresas tecnológicas da Europa nos próximos anos, anunciou em novembro que esperava uma poupança total de até 2,8 mil milhões de euros em 2028 e de três mil milhões em 2030. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">A América Latina chegou a ser um dos mercados preferenciais da Telefónica, mas a operadora enfrenta atualmente forte concorrência e perda de quota de mercado. A empresa alcançou por outro lado um acordo com os sindicatos que representam os trabalhadores em Espanha, para a saída de cerca de 5.500 pessoas, algo que custou à Telefónica 2,05 mil milhões de euros em 2025.</p>
<p class="text-paragraph">Este &#8220;processo de regulação de emprego&#8221; mereceu a &#8220;profunda discordância&#8221; do Governo de Espanha &#8211; o Estado espanhol ainda detém uma quota de 10% na operadora, que foi privatizada em 1997. A operadora, que ambiciona tornar-se uma das principais empresas tecnológicas da Europa nos próximos anos, anunciou em novembro que esperava uma poupança total de até 2,8 mil milhões de euros em 2028 e de três mil milhões em 2030. A Telefónica pretende concentrar-se nos seus quatro principais mercados: Espanha, Alemanha, Reino Unido e Brasil.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<item>
		<title>Os quatro maiores bancos da China perderam 35 mil milhões de dólares em receitas</title>
		<link>https://www.forbespt.com/os-quatro-maiores-bancos-da-china-perderam-35-mil-milhoes-de-dolares-em-receitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 11:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia-Pacífico]]></category>
		<category><![CDATA[Banca]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de os grandes bancos chineses continuarem a liderar os rankings mundiais em volume de negócios, as instituições financeiras daquela região já viram dias melhores. Segundo os analistas da GlobalData, multinacional de recolha e análise de dados de mercado, os quatros grandes bancos chineses – o ICBC, o Bank of China, o Agricultural Bank e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de os grandes bancos chineses continuarem a liderar os rankings mundiais em volume de negócios, as instituições financeiras daquela região já viram dias melhores. Segundo os analistas da GlobalData, multinacional de recolha e análise de dados de mercado, os quatros grandes bancos chineses – o ICBC, o Bank of China, o Agricultural Bank e o China Construction &#8211; perderam, no seu conjunto 36 mil milhões de dólares (cerca de 30,7 mil milhões de euros) em receitas durante o ano passado. Tal como explica em comunicado Murthy Grandhi, analista desta plataforma de dados, “isto é a consequência aritmética da política deliberada de Pequim de reduzir as taxas hipotecárias e de comprimir as margens líquidas de juros como tábua de salvação para um setor imobiliário que ainda atravessa a sua recessão mais grave dos últimos anos”.</p>
<blockquote><p><strong>O Shanghai Pudong Development Bank registou uma quebra de 8,1% nas suas receitas, o Industrial Bank Co caiu 7,3% e o China CITIC Bank perdeu 6%. </strong></p></blockquote>
<p>A GlobalData refere ainda que o Shanghai Pudong Development Bank registou uma quebra de 8,1% nas suas receitas, caindo para 45,3 mil milhões de dólares (cerca de 38,7 mil milhões de euros) e o Industrial Bank Co caiu 7,3% para os 54,3 mil milhões de dólares (46,4 mil milhões de euros). Estas são entidades de crédito de nível médio, mas com uma grande exposição ao setor imobiliário comercial. Vários são os promotores que, estando em dificuldades, negociaram reestruturações dos seus empréstimos, reduzindo desta forma as comissões e receitas dos bancos. O analista, citado acima, diz ainda que o mesmo se passa com o China CITIC Bank, que perdeu 6% de receita, caindo para os 50,2 mil milhões de dólares (cerca de 43 mil milhões de euros).</p>
<h3><strong>Bancos japoneses com crescimento acentuado de receitas </strong></h3>
<p>No entanto, e enquanto os bancos chineses estão em contração, os grandes bancos japoneses estão a registar a sua melhor performance dos últimos 20 anos. O Mitsubishi UFJ Financial Group é disso um bom exemplo: registou um aumento de 8,4%, atingindo os 88,6 mil milhões de dólares (75,7 mil milhões de euros), sendo este o seu maior crescimento absoluto em receitas. A explicação reside, para Murthy Grandhi, no abandono, por parte do Banco do Japão, da política de taxas negativas que vigorou mais de uma década. O fim desta estratégia, em 2024, permitiu que os bancos japoneses começassem a obter mais rendimentos sobre os depósitos e carteiras de empréstimos domésticos.</p>
<p>Cada aumento de 25 pontos base na taxa acrescenta milhões à receita líquida destas instituições, como é o caso do Sumitomo Mitsui Financial Group, que aumentou 3,1% nas suas receitas, alcançando os 66,7 mil milhões de dólares (cerca de 57 mil milhões de euros). No entanto, o banco Mizuho, registou uma ligeira descida de 2,2% para 59,5 mil milhões de dólares (cerca de 51 mil milhões de euros), situação que o analista explica pelo facto de esta instituição ter uma proporção mais elevada de negócios dependentes de comissões, incluindo a banca de investimento, onde o fluxo de negócios no Japão foi irregular em 2025.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Enquanto os bancos chineses dão prioridade à estabilidade económica, as instituições de crédito indianas e japonesas estão a posicionar-se para captar capital, sendo que o sucesso futuro favorecerá as instituições que conseguirem navegar num ambiente politicamente fragmentado e de crescimento mais lento”, diz o analista Murthy Grandhi.</strong></p></blockquote>
<p>Também alguns bancos indianos estão a atravessar uma fase otimista. O State Bank of India, por exemplo, registou um crescimento de receitas 10,1%, superando a maioria dos seus concorrentes. A instituição está a aproveitar a forte procura de crédito, a expansão do crédito a retalho e a melhoria da qualidade dos ativos para reforçar a sua quota. A GlobalData refere ainda que o crédito ao consumo, o financiamento de infraestruturas e o crescimento dos pagamentos digitais continuam a ser fatores impulsionadores fundamentais para o crescimento deste mercado.</p>
<p>«A GlobalData antecipa que as perspetivas para o setor bancário da APAC serão cada vez mais moldadas pela geopolítica, pelas mudanças na cadeia de abastecimento e pelas exigências regulatórias ao nível da resiliência. Enquanto os bancos chineses dão prioridade à estabilidade económica, as instituições de crédito indianas e japonesas estão a posicionar-se para captar capital, sendo que o sucesso futuro favorecerá as instituições que conseguirem navegar num ambiente politicamente fragmentado e de crescimento mais lento”, remata o analista Murthy Grandhi.</p>
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		<item>
		<title>Salsa Jeans atinge vendas de 200 milhões de euros em 2025</title>
		<link>https://www.forbespt.com/salsa-jeans-atinge-vendas-de-200-milhoes-de-euros-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Meireles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Denim]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Salsa Jeans, marca portuguesa de denim, anunciou esta segunda-feira um &#8220;desempenho financeiro sólido&#8221; no ano passado, alcançando 200 milhões de euros em vendas globais. A marca está presente em 50 países através de mais de 180 lojas próprias e mais de 1200 lojas multimarca. As lojas próprias representaram 35% do total da receita global, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Salsa Jeans, marca portuguesa de denim, anunciou esta segunda-feira um &#8220;desempenho financeiro sólido&#8221; no ano passado, alcançando 200 milhões de euros em vendas globais.</p>
<p>A marca está presente em 50 países através de mais de 180 lojas próprias e mais de 1200 lojas multimarca. As lojas próprias representaram 35% do total da receita global, o <em>wholesale</em> 33%, o digital 16%, o <em>franchising</em> 8% e as <em>department stores</em> 8%.</p>
<p>“O último ano demonstra que sustentabilidade e negócio estão hoje de mãos dadas. São dimensões que se reforçam mutuamente e que hoje fazem parte da forma como pensamos o produto, gerimos a operação e construímos a relação com os nossos clientes&#8221;, afirmou Hugo Martins, CEO da Salsa Jeans, em comunicado.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a marca divulgou ainda os resultados do seu desempenho ambiental e social. A Salsa aumentou a eficiência energética, reduziu as emissões e avançou na circularidade. A empresa reduziu em 8% o consumo total de eletricidade nas operações do Grupo IVN e aumentou para 68% a proporção de eletricidade proveniente de fontes renováveis, mais 16 pontos percentuais do que no ano anterior. A produção própria de energia também cresceu, representando 32% da energia consumida nos escritórios centrais e 21% na unidade industrial.</p>
<p>Outra nota de destaque foi a gestão de resíduos. A produção total de resíduos diminuiu 9% e 60% dos resíduos produzidos foram reciclados.</p>
<p>Em 2025, 74% das matérias-primas utilizadas foram fibras renováveis, e 51% dos produtos foram desenvolvidos em monomateriais, facilitando a reciclagem.</p>
<p>“Apesar dos progressos que conseguimos alcançar, mantemos a ambição de melhorar continuamente. Temos consciência de que ainda há muito a fazer e que, por isso, devemos continuar a desafiar-nos diariamente para inovar e construir impacto duradouro. É esse o compromisso que continuaremos a assumir”, acrescentou Hugo Martins.</p>
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		<item>
		<title>Lucro da NOS no primeiro trimestre cresce 4,7% e atinge 62 milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lucro-da-nos-no-primeiro-trimestre-cresce-47-e-atinge-62-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 17:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[NOS]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[telecomunicações]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O resultado líquido da NOS subiu 4,7% no primeiro trimestre, face a igual período de 2025, para 62,0 milhões de euros, divulgou hoje a empresa. Em igual período, a receita consolidada &#8220;atingiu 460,2 milhões de euros, um crescimento de 1,9% com um forte contributo das receitas dos segmentos de TI e de cinema e audiovisuais&#8221;, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O resultado líquido da NOS subiu 4,7% no primeiro trimestre, face a igual período de 2025, para 62,0 milhões de euros, divulgou hoje a empresa. Em igual período, a receita consolidada &#8220;atingiu 460,2 milhões de euros, um crescimento de 1,9% com um forte contributo das receitas dos segmentos de TI e de cinema e audiovisuais&#8221;, adianta o grupo liderado por Miguel Almeida.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Num trimestre impactado pelas tempestades que afetaram grande parte da zona centro do país, as receitas de telecomunicações mantiveram-se em linha com o mesmo período do ano passado, nos 389,8 milhões de euros, com as receitas do segmento empresarial a cresceram 5,5%&#8221;, adianta a NOS.</p>
<blockquote><p><strong>O EBITDA da NOS melhorou 3,1% face aos primeiros três meses do ano passado, para 203,3 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de negócio. </strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">As receitas de TI, ou seja, de tecnologias de informação, &#8220;segmento de negócio da NOS que agrega receitas de TI da NOS e da Claranet Portugal, aumentaram 16,0% para 54,4 milhões de euros face ao primeiro trimestre do ano passado, com as receitas de Serviços e de Equipamentos e Licenças a revelarem crescimento&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) &#8220;melhorou 3,1% face aos primeiros três meses do ano passado para 203,3 milhões de euros, com contributos positivos de todos os segmentos de negócio&#8221;.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Lucro dos cinco principais bancos cresce 4,9% até março para 1.279 milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lucro-dos-cinco-principais-bancos-cresce-49-ate-marco-para-1-279-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 11:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Banca]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
		<category><![CDATA[BPI]]></category>
		<category><![CDATA[CGD]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados de 1.279 milhões de euros de janeiro a março, mais 4,9% do que nos primeiros três meses de 2025. Segundo contas da Lusa, as cinco maiores instituições financeiras, que representam mais de 80% do sistema bancário, registaram lucros totais de 1.278,9 milhões de euros, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/lucro-dos-cinco-principais-bancos-cresce-49-ate-marco-para-1-279-milhoes-de-euros/">Lucro dos cinco principais bancos cresce 4,9% até março para 1.279 milhões de euros</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os cinco principais bancos a operar em Portugal tiveram lucros agregados de 1.279 milhões de euros de janeiro a março, mais 4,9% do que nos primeiros três meses de 2025. Segundo contas da Lusa, as cinco maiores instituições financeiras, que representam mais de 80% do sistema bancário, registaram lucros totais de 1.278,9 milhões de euros, o que compara com resultados de 1.218,6 milhões do período homólogo. Os resultados dizem respeito à Caixa Geral de Depósitos (CGD), Millennium BCP, Santander Totta, Novo Banco e BPI.</p>
<p class="text-paragraph">Dos cinco, três registaram uma melhoria nos lucros (CGD, BCP e Novo Banco) e dois um recuo (Santander e BPI). O banco público foi o grupo que apresentou os lucros mais elevados. A CGD &#8211; que este ano celebra 150 anos &#8211; divulgou ontem lucros de 397 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 1% do que nos primeiros três meses de 2025, comparando com 393 milhões de euros no mesmo período do ano passado.</p>
<blockquote><p><strong>Dos cinco bancos, apenas um – o BCP – obteve uma melhoria na margem financeira, que subiu 2,4%, para 738,4 milhões de euros.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">O BCP apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025. O banco liderado por Miguel Maya é a instituição com a subida percentual mais elevada. O Novo Banco registou lucros de 200,7 milhões de euros, mais 13,2% do que nos meses de janeiro a março do ano passado. Já o Santander Totta anunciou lucros de 242,4 milhões de euros, uma quebra de 9,8%, e o BPI teve lucros de 133,3 milhões de euros até março, menos 2,4% em termos homólogos.</p>
<p class="text-paragraph">Em relação à margem financeira, que diz respeito à diferença entre os juros cobrados nos empréstimos e os juros pagos nos depósitos, o valor agregado das cinco instituições baixou 1,0%, recuando 21,61 milhões de euros. A margem passou de 2.213,16 milhões de euros nos primeiros três meses de 2025 para 2.191,55 milhões no primeiro trimestre deste ano. A margem da CGD passou para 616,45 milhões, recuando 3,1%, e a do Santander recuou para 341,8 milhões, descendo 3,5%. A margem do BPI caiu 1,8%, decrescendo para 218,7 milhões de euros, tal como o Novo Banco que registou uma quebra de 1,0% na margem, para 276,2 milhões de euros. Dos cinco bancos, apenas um – o BCP – obteve uma melhoria na margem financeira, que subiu 2,4%, para 738,4 milhões de euros.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Volume de negócios da construtora Garcia Garcia atinge os 173 milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/volume-de-negocios-da-construtora-garcia-garcia-atinge-os-173-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 11:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[faturação]]></category>
		<category><![CDATA[Garcia Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construtora Garcia Garcia, especializada no setor industrial e logístico, continua a sua rota de crescimento sustentado. Sediada em Santo Tirso, a empresa nacional registou um aumento de 48% na sua faturação de 2025, atingindo um volume de negócios total de 173 milhões de euros em 2025. A empresa refere que este foi o seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A construtora Garcia Garcia, especializada no setor industrial e logístico, continua a sua rota de crescimento sustentado. Sediada em Santo Tirso, a empresa nacional registou um aumento de 48% na sua faturação de 2025, atingindo um volume de negócios total de 173 milhões de euros em 2025. A empresa refere que este foi o seu melhor exercício de sempre, sendo que já ultrapassou a barreira dos 100 milhões de euros há quatro anos. Acrescenta ainda que 80% dos seus projetos foram na área industrial e logística, tendo realizado projetos para diversas empresas nacionais e não só. A construtora explica que continua a atrair investimento direto estrangeiro, assinado contrato com diversas multinacionais que estão a aumentar as suas instalações no nosso país, e a criar novos postos de trabalho.</p>
<p>Do seu portefólio, a construtora destaca a nova unidade industrial da Coloplast, em Felgueiras, a unidade industrial da Testo, em Albergaria-a-Velha e a unidade industrial da Continental Mabor, em Lousado, Vila Nova de Famalicão. Na área logística, o destaque vai também para a construção de centros logísticos para a Logicor, em Vila Nova de Gaia e no Montijo.</p>
<blockquote><p><strong>“Para 2026 antecipamos a continuidade da trajetória de sucesso. Apesar da incerteza global, o setor da construção mantém-se dinâmico, impulsionado pelo investimento direto estrangeiro, ainda que enfrente desafios como a escassez de mão de obra e a inflação&#8221;, diz Miguel Garcia, administrador. </strong></p></blockquote>
<p>A construtora tem ainda projetos na área residencial e de hospitalidade, que representam 13,5% da sua atividade. O destaque aqui vai para a construção de uma residência de estudantes na Asprela, no Porto, promovida pela Hines, e um novo edifício de habitação construído para a Vizta. No segmento da habitação a sua área mais forte tem sido Santo Tirso e Guimarães. Já a área de retalho representou 3,6% de peso e a dos escritórios 2,9% no total de projetos realizados no ano passado.</p>
<p>Citado em comunicado, Miguel Garcia, administrador da empresa, refere que “Para 2026 antecipamos a continuidade da trajetória de sucesso. Apesar da incerteza global, o setor da construção mantém-se dinâmico, impulsionado pelo investimento direto estrangeiro, ainda que enfrente desafios como a escassez de mão de obra e a inflação. Iniciámos o ano com uma carteira de obras sólida, o que nos permite antecipar um ano de consolidação”.</p>
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		<title>Lucros da Teixeira Duarte quase duplicam em 2025 para 50 milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lucros-da-teixeira-duarte-quase-duplicam-em-2025-para-50-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 10:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[Teixeira Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Teixeira Duarte fechou 2025 com lucros atribuíveis a acionistas de 50 milhões de euros, quase o dobro do registado no ano anterior, adiantou, num relatório e contas publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). A construtora obteve, no ano passado, rendimentos operacionais de 736,6 milhões de euros, uma queda de 12,7% em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Teixeira Duarte fechou 2025 com lucros atribuíveis a acionistas de 50 milhões de euros, quase o dobro do registado no ano anterior, adiantou, num relatório e contas publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). A construtora obteve, no ano passado, rendimentos operacionais de 736,6 milhões de euros, uma queda de 12,7% em termos homólogos, indicou. &#8220;Portugal registou uma diminuição de 5% face ao período homólogo, penalizado pelo setor da imobiliária com redução de 80,9%&#8221;, destacou, apontando que &#8220;não se conseguiu compensar com os bons desempenhos dos setores da construção, das concessões e serviços e da hotelaria&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Já os mercados externos registaram uma quebra de 11,8% das vendas e prestações de serviços, “penalizados essencialmente pela redução verificada no Brasil”. “Neste contexto, os mercados externos que representavam 58,3% das vendas e prestações de serviços do grupo em 2024 passaram a representar 56,5% em 2025”, adiantou a empresa. O EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) de cerca de 100 milhões de euros registou uma queda de 5,3%, disse ainda a empresa.</p>
<blockquote><p><strong>A Teixeira Duarte divulgou o relatório no âmbito da convocatória para a assembleia-geral do grupo, marcada para 26 de maio.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">A dívida financeira líquida do grupo fixou-se em 496,2 milhões de euros em 31 de dezembro de 2025, uma diminuição de 146,7 milhões de euros face ao período homólogo. A empresa lembrou que “decorrente do acordo de refinanciamento assinado em 27 de março de 2025 com bancos, e tendo presente que determinadas tranches dos financiamentos foram contratadas com condições favoráveis comparativamente às de mercado, o grupo procedeu à determinação do justo valor dos respetivos parciais financiamentos”, o que originou uma redução da dívida financeira líquida de 54,8 milhões de euros. A Teixeira Duarte divulgou o relatório no âmbito da convocatória para a assembleia-geral do grupo, marcada para 26 de maio. A empresa fechou ontem a sessão na bolsa de Lisboa a subir 0,45% para 0,45 euros.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Seguradora Mapfre apresenta lucros de 311 milhões de euros no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.forbespt.com/seguradora-mapfre-apresenta-lucros-de-311-milhoes-de-euros-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena C. Peralta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 17:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[lucros]]></category>
		<category><![CDATA[Mapfre]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seguradora Mapfre apresentou ontem os seus resultados do primeiro trimestre do ano, anunciando um lucro de 311 milhões de euros, valor que representou um crescimento de 12,7% face ao período homólogo do ano anterior. Para este resultado, a região Ibéria contribuiu com um incremento de 13,9%, atingindo os 138 milhões de euros de resultados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A seguradora Mapfre apresentou ontem os seus resultados do primeiro trimestre do ano, anunciando um lucro de 311 milhões de euros, valor que representou um crescimento de 12,7% face ao período homólogo do ano anterior. Para este resultado, a região Ibéria contribuiu com um incremento de 13,9%, atingindo os 138 milhões de euros de resultados líquidos. Fundada em 1933, em Espanha, a seguradora tem uma forte implantação na região ibérica, embora tenha já uma presença global.</p>
<p>No primeiro trimestre, a companhia de seguros liderada pelo espanhol António Huertas registou um total de 8,4 mil milhões de euros de prémios, que, no entanto, refletem uma ligeira quebra de 2,2%, devido ao impacto da da depreciação cambial – retirando este efeito, a quebra seria de apenas 0,2%. Relativamente aos resultados líquido, a companhia refere que todas as regiões e unidades contribuíram de forma positiva para os lucros. A região da América Latina obteve um lucro de 114 milhões de euros, o que representou uma quebra de 3,9%. No entanto o Brasil aumentou a sua contribuição nos resultados líquidos em 5,8% atingindo um total de 65 milhões de euros. Já a América do Norte cresceu de forma mais modesta, em cerca de 1,3% para os 30 milhões de euros.</p>
<blockquote><p><strong>O mercado português registou uma leve perda de 400 mil euros nos primeiros três meses do ano, motivada pelo impacto negativo das tempestades que ocorreram no trimestre. No período homólogo de 2025, o lucro em território nacional tinha sido de 1,6 milhões de euros.</strong></p></blockquote>
<p>Em termos de áreas de negócio, o ramo Não Vida cresceu 16,6%, como consequência de uma gestão prudente e ausência de grandes eventos catastróficos. Já a o ramo Vida contribuiu com 75 milhões de euros para os resultados, atingindo um índice combinado de Vida Risco de 85,8%. Já o índice combinado de Não Vida melhorou 0,9 pontos percentuais, atingindo os 93,2%.</p>
<p>Olhando para a Península Ibérica, os prémios nesta região alcançaram os 3.429 milhões de euros, o que representou uma ligeira queda de 0,2%. O exercício em Portugal apenas teve um impacto de 107 milhões de euros neste total.  Os prémios de Não Vida subiram 1%, com uma boa evolução em automóveis, que cresceu 2,3% e saúde e acidentes com um acréscimo de 3,8%. Por sua vez, a área de seguros gerais caiu 3,9%, devido à emissão extraordinária de empresas no primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>Relativamente aos resultados líquidos, o mercado espanhol contribuiu com 138 milhões de euros enquanto que o português registou uma leve perda de 400 mil euros, motivada pelo impacto negativo das tempestades que ocorreram no trimestre. No período homólogo de 2025, o lucro em território nacional tinha sido de 1,6 milhões de euros.</p>
<p>Citado em comunicado, o presidente da Mapfre, António Huertas, referiu que “Encerramos um excelente primeiro trimestre, o que confirma que estamos no caminho certo para cumprir os compromissos do plano estratégico, apesar do complexo cenário geopolítico. A rentabilidade continua a melhorar de forma consistente na maioria dos negócios, e encaramos o exercício com um otimismo prudente, baseado na força do nosso modelo de negócio altamente diversificado”.</p>
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		<title>Receitas da Meo em 2025 sobem 1,3% para 2,8 mil milhões de euros</title>
		<link>https://www.forbespt.com/receitas-da-meo-em-2025-sobem-13-para-28-mil-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[MEO]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As receitas da Meo subiram 1,3% em 2025 para 2,8 mil milhões de euros, um desempenho que foi impulsionado pelos segmentos Consumo e Serviços Empresariais e pelo negócio da energia, divulgou esta quinta-feira a empresa. &#8220;As receitas registaram um crescimento de 1,3% face ao período homólogo, desempenho suportado por um aumento de 5,0% no segmento [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/receitas-da-meo-em-2025-sobem-13-para-28-mil-milhoes-de-euros/">Receitas da Meo em 2025 sobem 1,3% para 2,8 mil milhões de euros</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As receitas da Meo subiram 1,3% em 2025 para 2,8 mil milhões de euros, um desempenho que foi impulsionado pelos segmentos Consumo e Serviços Empresariais e pelo negócio da energia, divulgou esta quinta-feira a empresa.</p>
<p>&#8220;As receitas registaram um crescimento de 1,3% face ao período homólogo, desempenho suportado por um aumento de 5,0% no segmento Consumo, impulsionado pelo negócio da energia, que mitigou parcialmente a pressão sobre o ARPU [receita média por cliente] telco num contexto de elevada competitividade&#8221;, refere a Meo.</p>
<p>Foram ainda impulsionadas pelo &#8220;crescimento de 3,5% das receitas do segmento de Serviços Empresariais, excluindo a performance da Altice Labs e a perda progressiva do MVNO [operador móvel virtual]&#8221;, acrescenta a empresa liderada por Ana Figueiredo.</p>
<p>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) &#8220;situou-se em 947 milhões de euros, refletindo uma diminuição homóloga de 4,8%&#8221;.</p>
<p>A Meo adianta que, &#8220;excluindo os resultados da Altice Labs e perda progressiva do MVNO, o EBITDA decresce 1,2% penalizado pelo impacto na receita da pressão sentida no ARPU telco e pelo aumento de custos decorrentes da inflação&#8221;.</p>
<p>Quanto ao investimento, este &#8220;atingiu 403 milhões de euros, refletindo o compromisso contínuo da Meo na expansão e modernização das suas redes e infraestruturas, garantindo níveis de excelência e segurança no serviço prestado aos clientes residenciais e empresariais&#8221;.</p>
<p>Em dezembro, a Meo tinha 6,7 milhões de casas cobertas por fibra ótica e a &#8220;cobertura populacional da rede móvel atingiu níveis elevados, de 99,98% na rede 4G e de 97,22% na tecnologia 5G&#8221;, refere a empresa.</p>
<p><em>(LUSA)</em></p>
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