Neste Dia Internacional da Felicidade, o Happiness Camp anuncia o regresso ao Porto da iniciativa que anualmente tem vindo a organizar desde 2022, de modo a promover o bem-estar e a saúde mental nas empresas. A 4ª edição deste projeto vai decorrer a 24 de setembro próximo, num contexto em que a saúde mental no trabalho se tornou uma das maiores preocupações globais.
“De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão e a ansiedade custam à economia mundial mais de 1 bilião de dólares por ano em perda de produtividade. Já o burnout, reconhecido como fenómeno ocupacional, afeta uma fatia crescente da força de trabalho, com vários estudos a indicar que mais de 1 em cada 3 profissionais apresenta sintomas de exaustão extrema”, aponta António Pedro Pinto, fundador e CEO do Happiness Camp.
Para este responsável, em Portugal, o cenário acompanha a tendência internacional: “Níveis elevados de stress, dificuldade na retenção de talento e uma crescente pressão sobre líderes para repensar modelos de trabalho. Hoje já não discutimos se a felicidade no trabalho é importante — discutimos o custo de a ignorar”, afirma.
Os responsáveis acrescentam que “o Happiness Camp nasceu como uma conferência, mas evoluiu para um verdadeiro movimento internacional, onde o pensamento estratégico se transforma em ação concreta e onde Portugal assume um papel ativo na definição das próximas décadas do mundo do trabalho”.
“Assinalar o Dia Internacional da Felicidade com este anúncio é também um alerta: as organizações que não colocarem as pessoas no centro ficarão para trás”, salienta o responsável da iniciativa que considera que o Happiness Camp se posiciona como um espaço de resposta concreta, reunindo líderes, especialistas e organizações que procuram transformar o bem-estar numa vantagem competitiva real.

A 4ª edição, com participação gratuita mediante inscrição, reforça o formato de festival corporativo, com dois palcos, Impact Stage e Forward Stage, masterclasses certificadas, área de bem-estar e a presença de um Conselho Executivo internacional com líderes globais.
“Após reunir mais de 15.000 participantes de 87 nacionalidades, o Happiness Camp volta a colocar o Porto no centro do debate sobre o futuro do trabalho — desta vez com um foco ainda mais claro: responder a uma crise silenciosa que já está a impactar empresas, economias e sociedades”, referem os promotores da iniciativa.
Novo Conselho Executivo internacional
Em paralelo, o Happiness Camp apresenta um novo Conselho Executivo internacional, criado para reforçar a ambição global do projeto e acelerar a transformação dos modelos tradicionais de trabalho.
Entre os membros que integram o Conselho Consultivo encontram-se Felicia Cheng, Global Head of Wellbeing & Mental Health da Salesforce; Riddhima Kowley, Global Head of Wellbeing & Inclusion da Nokia; César Carvalho, CEO e cofundador da Wellhub, uma das maiores plataformas globais de bem-estar corporativo; e Claude Silver, Chief Heart Officer da VaynerX. O Conselho conta ainda com a participação de António Pedro Pinto, fundador e CEO do Happiness Camp, e é presidido por Jen Fisher, Diretora de Impacto & Comunidade do Happiness Camp e uma das principais referências internacionais na área da sustentabilidade humana.
O Conselho Executivo terá um papel ativo na definição dos princípios orientadores da 4.ª edição do Happiness Camp, contribuindo para a curadoria dos temas, para a produção de pensamento crítico e para a geração de contributos relevantes dirigidos a líderes empresariais, organizações e decisores públicos.
Para Jen Fisher, Diretora de Impacto & Comunidade do Happiness Camp e Presidente do Conselho Executivo, “o Conselho Executivo é o ponto de encontro entre o pensamento estratégico e a ação transformadora. Reunimos líderes de diferentes continentes e setores que partilham a convicção de que o trabalho tem de funcionar para os seres humanos e que têm a influência necessária para o concretizar à escala global. O que torna este movimento verdadeiramente extraordinário é o facto de estar a ser construído a partir de Portugal, provando que o impacto global não depende de centros de poder tradicionais, mas sim de uma visão autêntica e da coragem para agir”.





