Penguin Random House adquire Grupo Saída de Emergência e reforça presença em Portugal

O grupo editorial Penguin Random House adquiriu o grupo Saída de Emergência, reforçando a sua presença em Portugal e alargando o catálogo nas áreas da fantasia, ficção científica, terror, ‘thriller’, romance e romance histórico, anunciou hoje a editora. Em comunicado, a Penguin Random House afirma que a integração do Grupo Saída de Emergência permitirá ampliar…
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O grupo editorial Penguin Random House adquiriu o grupo Saída de Emergência, reforçando a sua presença em Portugal e alargando o catálogo nas áreas da fantasia, ficção científica, terror, ‘thriller’, romance e romance histórico, anunciou hoje a editora.
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O grupo editorial Penguin Random House adquiriu o grupo Saída de Emergência, reforçando a sua presença em Portugal e alargando o catálogo nas áreas da fantasia, ficção científica, terror, ‘thriller’, romance e romance histórico, anunciou hoje a editora.

Em comunicado, a Penguin Random House afirma que a integração do Grupo Saída de Emergência permitirá ampliar o catálogo do grupo em Portugal para mais de 8.000 títulos, mantendo, contudo, a identidade editorial das suas chancelas – Saída de Emergência, Chá das Cinco e Desassossego -, bem como do universo BANG!, um projeto multiplataforma dedicado à literatura de género.

Este projeto dedicado à literatura de género integra uma coleção editorial, uma revista e um festival literário, sendo considerado um dos elementos distintivos do grupo Saída de Emergência.

Considerado um dos grupos editoriais portugueses de referência na literatura de género e na cultura popular, o grupo Saída de Emergência foi fundado em 2003 por Luís Corte Real, tendo-se afirmado no mercado livreiro pela publicação de autores internacionais de grande projeção, como George R. R. Martin, Isaac Asimov, Arthur C. Clarke, Nora Roberts, Clive Cussler e Andrzej Sapkowski.

O grupo passa agora para a alçada da Penguin Random House, que já era um dos maiores a nível nacional, representando “um novo passo na estratégia de crescimento sustentável do grupo em Portugal”, reforçando “a sua posição no mercado editorial português” e ampliando a sua “capacidade de chegar a novos leitores através de um catálogo diversificado de literatura de género”, destaca o comunicado.

“A dimensão internacional da Penguin Random House permite-nos olhar para os nossos projetos com uma nova ambição”, afirma o fundador da Saída de Emergência, citado no comunicado, destacando o potencial de crescimento da revista e do festival BANG!.

Luís Corte Real considera que a entrada na “família Penguin Random House” representa “uma oportunidade única” para desenvolver os projetos editoriais e valorizar os autores publicados pela editora.

Por sua vez, a direção da Penguin Random House em Portugal, representada por Clara Capitão e Pedro Veiga, salienta que a aquisição permite integrar “um catálogo de elevada qualidade” e uma comunidade de leitores “fiel e muito participativa”, assegurando a continuidade das marcas editoriais agora incorporadas, acompanhando os seus autores e as suas chancelas “para que cheguem a um número cada vez maior de leitores”.

Também a diretora executiva da Penguin Random House Grupo Editorial, Núria Cabutí, considera que a operação reforça a aposta do grupo na construção de “um grupo editorial em língua portuguesa plural, inovador e diversificado”.

Esta aquisição dá continuidade ao percurso de consolidação da Penguin Random House Grupo Editorial em Portugal, após a integração da 20/20 Editora, em 2021.

Questionada pela Lusa, fonte oficial do grupo não quis revelar o valor da aquisição.

Lusa

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