Os norte-americanos estão mais pessimistas em relação ao futuro do que estavam há 12 anos

De acordo com os dados de uma nova sondagem, a maioria dos norte-americanos está mais pessimista do que nunca em relação ao futuro e considera que os melhores anos do país já ficaram para trás. No entanto, os republicanos estão agora mais otimistas em relação ao futuro do que estavam quando Barack Obama era presidente.…
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Numa altura em que foram chamados a olhar para o futuro, os norte-americanos mostram-se mais pessimistas.
Forbes Life

De acordo com os dados de uma nova sondagem, a maioria dos norte-americanos está mais pessimista do que nunca em relação ao futuro e considera que os melhores anos do país já ficaram para trás. No entanto, os republicanos estão agora mais otimistas em relação ao futuro do que estavam quando Barack Obama era presidente.

Dados do Pew Research divulgados esta semana revelam que a maioria dos americanos (59%) considera que os melhores anos do país já ficaram para trás e apenas 40% acredita que os melhores anos ainda estão por vir.

A maioria das pessoas em quase todos os grupos demográficos raciais, económicos e políticos afirmou sentir que os melhores anos dos Estados Unidos já passaram, com uma exceção: os inquiridos com rendimentos mais elevados ficaram divididos em partes iguais (50-50) quanto a esta questão.

Os afro-americanos, os hispânicos e os democratas foram os que mais tenderam a afirmar que consideram que os melhores anos do país já passaram, mas a maioria dos republicanos, dos brancos e dos asiáticos respondeu da mesma forma (apenas por uma margem menos acentuada).

O Pew fez as mesmas perguntas em 2014, quando os políticos democratas controlavam a Casa Branca e o Senado, e constatou que os democratas estavam mais otimistas quanto ao futuro do país naquela altura do que estão agora, mas os republicanos estão significativamente mais otimistas atualmente.

Os americanos são, em geral, mais pessimistas (44%) do que otimistas (28%) quando lhes é pedido que pensem em como serão os EUA daqui a 50 anos e tornaram-se mais pessimistas desde 2014.

Texto original aqui. Artigo traduzido e editado por Rita Meireles.

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