O modelo educativo português que rivaliza com escolas de elite mundiais

Nos corredores da Prime School, no coração de Lisboa, respira-se uma atmosfera que mistura a disciplina britânica com a criatividade portuguesa. Esta instituição, hoje comparada a colégios centenários como Eton ou Le Rosey, nasceu há menos de duas décadas pelas mãos de um grupo improvável, composto por engenheiros ligados à Agência Espacial Europeia, diplomatas e…
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Fundada há menos de 20 anos, a Prime School transformou-se numa referência mundial ao unir rigor científico, tecnologia e humanismo.
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Nos corredores da Prime School, no coração de Lisboa, respira-se uma atmosfera que mistura a disciplina britânica com a criatividade portuguesa. Esta instituição, hoje comparada a colégios centenários como Eton ou Le Rosey, nasceu há menos de duas décadas pelas mãos de um grupo improvável, composto por engenheiros ligados à Agência Espacial Europeia, diplomatas e académicos internacionais. O objetivo era ambicioso: criar uma escola internacional capaz de competir com as melhores do mundo, mas com identidade própria. “Sempre quisemos uma escola de padrão mundial, mas com alma portuguesa”, recorda Edite Reina, CEO da instituição.

O projeto foi desenhado como uma verdadeira engenharia educativa. Processos de gestão inspirados na indústria aeroespacial, certificação ISO 9001 (inédita no ensino internacional português), e uma metodologia que trata cada aluno como um “projeto de voo”. Carlos Miguel Almeida, responsável pela qualidade, explica: “Cada estudante tem objetivos claros, métricas definidas e acompanhamento multidisciplinar contínuo. É assim que garantimos resultados mensuráveis”. Os resultados não tardaram. Alunos aceites em Oxford, Cambridge, Harvard e MIT tornaram-se cartão de visita da escola. A Metodologia Prime Program™ personaliza o percurso de cada estudante com base em dados cognitivos e emocionais, integrando inteligência artificial (IA) e projetos STEM desde a infância. Aos 14 anos, os jovens podem optar entre o currículo Cambridge ou programas BTEC em áreas como Business, Sports ou Arts, que conduzem ao Higher National Diploma (HND), equivalente a dois anos universitários no Reino Unido.

Mas a Prime não se define apenas pela excelência académica. “Focamo-nos numa excelência com humanidade, na formação de verdadeiros líderes”, sublinha Edite Reina. A escola investe em apoio psicológico residente, formação em etiqueta internacional, cidadania global e liderança ética, mantendo o lema “educar o intelecto, o coração e a conduta”. Hoje, a comunidade Prime School reúne mais de 250 profissionais — entre docentes, técnicos e staff administrativo — com presença, além de Portugal, em Gibraltar, Valência e Argentina. O investimento acompanha o posicionamento premium. O custo anual para frequentar a escola em regime diurno ronda os 16.000 euros, valor que sobre para os 33.000 euros para o regime interno. Para as famílias, trata-se de um investimento em capital humano, comparável aos internatos britânicos de elite, mas com uma abordagem contemporânea e inclusiva, asseguram os responsáveis.

O reconhecimento internacional confirma o sucesso do caminho escolhido. A Prime School é hoje membro da Cambridge International Community, centro BTEC reconhecido pela Pearson UK, e premiada em Matemática, Ciências, Literatura Inglesa e Desporto. Mas, mais do que prémios, “é a confiança das universidades e das famílias que consolida a reputação da Prime”, garante a CEO.

De Lisboa para o mundo, a Prime School tornou-se símbolo de uma nova geração de escolas europeias, tecnológicas, inclusivas e orientadas para resultados, sem perder de vista o essencial: formar mentes brilhantes e corações conscientes.

 

Este conteúdo foi produzido em parceria com a Prime School.

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