A Louis Vuitton foi fundada em 1854, em Paris. Porém, foi em 1896 que Georges Vuitton criou (em tributo ao seu pai e fundador da Maison, Louis, falecido quatro anos), a tela do monograma da marca, a qual haveria de se tornar num dos símbolos mais icónicos do mundo do design e da moda.
A Louis Vuitton está, por isso, a celebrar 130 anos da criação desta emblemática tela com coleções e vitrines dedicadas ao tema.

A celebração começa em janeiro de 2026 com uma homenagem às suas icónicas carteiras monogramadas, enquanto verdadeiras obras-primas do património da Maison, e com a apresentação de edições especiais de carteiras com o monograma.

A campanha, lançada a 1 de janeiro, celebra as icónicas Keepall, Alma, Speedy, Noé e Neverfull em carteiras intemporais monogramadas, desenhadas para durar e para serem acarinhadas por várias gerações.
“Desde a sua conceção, o monograma foi concebido como uma ideia pioneira – uma fusão de arte e identidade”, explica a empresa.
Georges Vuitton desenhou pessoalmente o padrão, registando a patente para uma composição entrelaçada das iniciais LV com um motivo floral. Inspirado na ornamentação neogótica e na influência nipónica, o monograma foi criado para salvaguardar a autenticidade das criações da Maison, seguindo-se à tela às riscas de 1872 e à Damier de 1888.
O design rapidamente ganhou dimensão: tornou-se a assinatura e a duradoura marca do espírito de Louis Vuitton.

“Georges pensou num emblema que não só adornasse objetos, mas que lhes conferisse uma filosofia de excelência, modernidade e transmissão”, aponta a empresa.
Ao longo da sua história, o monograma uniu gerações de criadores, colecionadores e ícones culturais. Guiou as mãos dos mestres artesãos da casa, moldando a visão dos seus diretores criativos: Marc Jacobs (Diretor Artístico de coleções de senhora e homem desde 1997 até 2013), Nicolas Ghesquière (Diretor Artístico de coleções de senhora desde 2013), Virgil Abloh (Diretor Artístico de coleções de homem de 2018 até 2021) e Pharrell Williams (Diretor Criativo para as coleções de homem desde 2022).
Em janeiro de 2026, a Louis Vuitton começa o aniversário do seu monograma celebrando as suas carteiras mais icónicas: a Speedy (1930), que redefine o conceito de mobilidade pessoal; a Keepall (1930), um símbolo de longa data de liberdade e de viagens descontraídas; a Noé (1932), desenhada originalmente para carregar cinco garrafas de champagne, celebrando criatividade e alegria; a Alma (1992), um tributo à arquitetura parisiense e expressão de elegância refinada; e a Neverfull (2007), a companheira moderna essencial.

A Louis Vuitton desvenda ainda a sua coleção especial de aniversário: com base nos códigos de savoir faire dos baús da marca, três carteiras icónicas ganham uma reinterpretação do monograma, com um design moderno, materiais diversos e uma mistura de técnicas artesanais e inovadoras.
A Monogram Origine Collection revisita o primeiro padrão de 1896 através de uma nova tela monogramada, que revisita a tecido jacquard tradicional, desta vez criado a partir de uma mistura de algodão e linho numa paleta de tons pastel. A coleção vai buscar inspiração à capa do arquivo de clientes da Maison.

A VVN Collection é uma ode ao legado de leather goods da Louis Vuitton. Feita com o melhor couro natural, a coleção destaca a pureza, a autenticidade e a poesia tátil do couro com acabamento manual, com cada peça desenvolvendo uma pátina única ao longo do tempo.
A Time Trunk Collection liga o passado ao presente através de através de uma impressão trompe l’oeil que reproduz as texturas e os detalhes metálicos das carteiras históricas da Louis Vuitton.







