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	<title>Forbes Líderes - Forbes Portugal: Gestão e Liderança</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Sep 2026 16:21:29 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Forbes Líderes - Forbes Portugal: Gestão e Liderança</title>
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		<title>Bill Gates alerta que a IA é &#8220;poderosa&#8221; o suficiente para &#8220;causar mil milhões de mortes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alison Durkee]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2026 07:42:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bilionário Bill Gates afirmou no programa &#8220;Meet the Press&#8221; que é necessária uma regulamentação governamental para a inteligência artificial e alertou que a tecnologia é suficientemente &#8220;poderosa&#8221; para &#8220;causar mil milhões de mortes&#8221; se for utilizada de forma maliciosa, numa altura em que Washington e o setor da IA ponderam como avançar à luz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O bilionário Bill Gates afirmou no programa &#8220;Meet the Press&#8221; que é necessária uma regulamentação governamental para a inteligência artificial e alertou que a tecnologia é suficientemente &#8220;poderosa&#8221; para &#8220;causar mil milhões de mortes&#8221; se for utilizada de forma maliciosa, numa altura em que Washington e o setor da IA ponderam como avançar à luz dos alertas graves sobre os potenciais efeitos da IA.</p>
<p>A NBC News divulgou na passada sexta-feira um excerto da entrevista de Gates ao programa &#8220;Meet the Press&#8221;, na qual o bilionário e filantropo foi questionado sobre os alertas de profissionais da IA de que a tecnologia poderia potencialmente exterminar a humanidade.</p>
<p>&#8220;A IA é certamente suficientemente poderosa para desencadear acontecimentos que causem mil milhões de mortes&#8221;, afirmou Gates, salientando que &#8220;nunca houve uma arma tão poderosa como a combinação de pessoas com más intenções a utilizar as mais recentes ferramentas de IA&#8221;.</p>
<p>Gates foi também questionado sobre o recente ensaio de Dario Amodei, CEO da Anthropic, apelando a uma desaceleração no desenvolvimento da IA, no qual se defendia que os laboratórios de vanguarda deveriam abrandar o ritmo dos seus progressos e &#8220;colaborar voluntariamente para estabelecer normas&#8221; em torno da inteligência artificial.</p>
<p>&#8220;Ninguém acha que a autorregulação seja suficiente&#8221;, afirmou Gates sobre a perspetiva de as empresas de IA liderarem os esforços para restringir as suas próprias ações, argumentando que é &#8220;absolutamente&#8221; necessário que haja legislação a regulamentar a IA e que &#8220;é preciso que as autoridades responsáveis pela aplicação da lei e os políticos participem na discussão sobre como devem ser as salvaguardas e a monitorização&#8221;.</p>
<p>O ensaio de Amodei apelou também ao envolvimento do governo na IA, embora tenha observado que &#8220;infelizmente, a aprovação de leis pode demorar tempo, e a IA está a avançar muito rapidamente&#8221;.</p>
<p>Resta ainda ver o que o governo norte-americano fará em relação à regulamentação da IA, uma vez que os líderes republicanos no Congresso minimizaram a questão depois de Donald Trump se ter manifestado veementemente contra as medidas de proteção da IA e ter descrito os apelos à regulamentação como uma &#8220;farsa&#8221;.</p>
<p><strong><em>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/alisondurkee/2026/09/25/bill-gates-warns-ai-is-powerful-enough-to-cause-a-billion-deaths/">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por <a href="https://www.forbespt.com/author/ritameireles/">Rita Meireles</a>. </em></strong></p>
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		<title>Ana Casaca assume presidência da AICEP em outubro e mantém docência</title>
		<link>https://www.forbespt.com/ana-casaca-assume-presidencia-da-aicep-em-outubro-e-mantem-docencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 06:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[AICEP]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Ana Casaca, assume funções em 01 de outubro, que poderá acumular com a docência no ensino superior público e a participação no European Innovation Council Board. Nos termos da resolução do Conselho de Ministros n.º 183/2026, publicada hoje em Diário da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Ana Casaca, assume funções em 01 de outubro, que poderá acumular com a docência no ensino superior público e a participação no European Innovation Council Board.</p>
<p class="text-paragraph">Nos termos da resolução do Conselho de Ministros n.º 183/2026, publicada hoje em Diário da República e que nomeia a nova presidente do Conselho de Administração da AICEP, Ana Casaca fica autorizada “a acumular o exercício das suas funções com as atividades de docência em estabelecimentos de ensino superior público ou de interesse público, bem como a participar no European Innovation Council Board”.</p>
<p class="text-paragraph">Desde 2020 diretora global de Inovação da Galp, Ana Casaca é licenciada em microbiologia pela Universidade Católica Portuguesa e tem um MBA da Porto Business School, sendo professora convidada nesta faculdade e na Universidade Católica Portuguesa, professora associada convidada no ISEG, Lisbon School of Economics &amp; Management, e avaliadora no Programa Horizonte Europa da Comissão Europeia. No final de 2025, foi nomeada para a administração do European Innovation Council (EIC), o principal programa europeu de apoio à inovação disruptiva e tecnologias &#8216;deeptech&#8217;, no âmbito do programa Horizonte Europa.</p>
<blockquote><p><strong>Ana Casaca sucede a Madalena Oliveira e Silva &#8211; cujo mandato era até ao final do ano, mas que deixa agora o cargo para se reformar &#8211; e é a terceira presidente a ser nomeada pelos governos de Luís Montenegro.</strong></p></blockquote>
<p class="text-paragraph">Após parecer positivo da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), Ana Casaca assume a presidência da AICEP &#8211; entidade pública que promove a captação de investimento produtivo e a internacionalização da economia portuguesa – para terminar o mandato de três anos do atual Conselho de Administração, relativo ao período 2024-2026.</p>
<p class="text-paragraph">Ana Casaca sucede a Madalena Oliveira e Silva &#8211; cujo mandato era até ao final do ano, mas que deixa agora o cargo para se reformar &#8211; e é a terceira presidente a ser nomeada pelos governos de Luís Montenegro. Em 03 de junho de 2024, o primeiro Governo liderado por Luís Montenegro dissolveu a administração da AICEP liderada por Filipe Santos Costa, que tinha assumido a presidência há menos de um ano, mais concretamente em 05 de junho de 2023, para um mandato de três anos.</p>
<p class="text-paragraph">Para o seu lugar, o então ministro da Economia, Pedro Reis, escolheu o docente e consultor Ricardo Arroja, que esteve apenas um ano na liderança da agência e foi afastado já sob tutela do atual ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, com o executivo a considerar que era necessário ““imprimir uma nova dinâmica aos serviços”. Madalena Oliveira e Silva assumiu, então, em 26 de junho de 2025 a presidência da AICEP, cuja administração executiva já integrava, sendo agora substituída por Ana Casaca.</p>
<p><strong>(Lusa) </strong></p>
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		<title>Alice Walton: como se construiu a fortuna de $118 mil milhões da mulher mais rica dos EUA</title>
		<link>https://www.forbespt.com/alice-walton-como-se-construiu-a-fortuna-de-118-mil-milhoes-da-mulher-mais-rica-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea Murphy]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A riqueza gera riqueza. Alice Walton que o diga. A herdeira do fundador do Walmart volta a ser a mulher mais rica dos Estados Unidos na lista anual Forbes 400, conquistando o primeiro lugar pelo quarto ano consecutivo e pela 11.ª vez nos últimos 12 anos. A única filha de Sam Walton, fundador do Walmart, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A riqueza gera riqueza. Alice Walton que o diga. A herdeira do fundador do Walmart volta a ser a mulher mais rica dos Estados Unidos na lista anual <a href="https://www.forbespt.com/lista-forbes-os-400-mais-ricos-dos-eua/" target="_blank" rel="noopener">Forbes 400</a>, conquistando o primeiro lugar pelo quarto ano consecutivo e pela 11.ª vez nos últimos 12 anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A única filha de Sam Walton, fundador do Walmart, que morreu em 1992, está agora $12 mil milhões (10,2 mil milhões de euros) mais rica do que há um ano, depois de as ações da retalhista terem subido 10%, impulsionadas pelo crescimento do comércio eletrónico e das receitas de adesão, bem como pela expansão do serviço de entregas ultrarrápidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A distância para a segunda mulher mais rica dos Estados Unidos também aumentou. Julia Koch, herdeira da Koch Inc., viu a sua fortuna crescer $3,4 mil milhões (2,9 mil milhões de euros) no último ano, mas está agora $33,4 mil milhões (28,5 mil milhões de euros) abaixo de Walton. Há um ano, a diferença era de $24,8 mil milhões (21,2 mil milhões de euros).</p>
<h3>Uma fortuna construída com o Walmart</h3>
<p class="isSelectedEnd">No conjunto da lista, Alice Walton, de 76 anos, ocupa a 13.ª posição entre as pessoas mais ricas dos Estados Unidos, imediatamente atrás dos irmãos Rob Walton, com uma fortuna estimada em $132 mil milhões (112,6 mil milhões de euros), e Jim Walton, com $128 mil milhões (109,2 mil milhões de euros).</p>
<p class="isSelectedEnd">Os três irmãos, juntamente com dois herdeiros do seu irmão John Walton, que morreu em 2005, e com trusts de cariz filantrópico criados em seu nome, controlam em conjunto uma participação de 44% no Walmart.</p>
<p class="isSelectedEnd">Rob Walton deixou o conselho de administração do Walmart em 2024, depois de mais de quatro décadas como administrador, incluindo mais de 20 anos como presidente. Jim Walton continua a presidir ao Arvest Bank Group, o banco da família, que tem $26 mil milhões (22,2 mil milhões de euros) em ativos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caminho de Alice Walton até se tornar a mulher mais rica dos Estados Unidos começou em 1953. Nessa altura, o seu pai, proprietário de uma loja, transferiu estrategicamente 80% da sua participação na empresa familiar para os filhos, nove anos antes de abrir o primeiro Walmart. A operação permitiu evitar uma futura e elevada fatura de impostos sucessórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alice licenciou-se em Administração de Empresas pela Trinity University, no Texas, em 1971. Trabalhou brevemente no Walmart, como responsável pela compra de roupa infantil, mas acabou por mudar o foco para a arte.</p>
<h3>Do Walmart para a arte</h3>
<p class="isSelectedEnd">Durante uma década, Alice Walton presidiu ao Crystal Bridges Museum of American Art, na sua cidade natal, Bentonville, no Arkansas, antes de deixar o cargo em 2021.A coleção permanente do museu está centrada na arte norte-americana dos últimos cinco séculos. Entre as obras de maior destaque encontram-se Rosie the Riveter, de Norman Rockwell, Radiator Building—Night, New York, de Georgia O’Keeffe, e um retrato de George Washington pintado por Gilbert Stuart em 1797.</p>
<p class="isSelectedEnd">Walton é apontada como a fundadora do museu, embora quase todo o $1,6 mil milhões (1,4 mil milhões de euros) necessários para abrir as instalações em 2011 tenham vindo de <em>trusts</em> criados em nome do seu irmão John e da sua mãe, Helen Walton, que morreu em 2007.</p>
<h3>Milhões para a filantropia</h3>
<p class="isSelectedEnd">À medida que as ações do Walmart dispararam nas décadas que se seguiram à morte de Sam Walton, a família foi vendendo ou doando gradualmente dezenas de milhares de milhões de dólares em ações, de forma a manter a sua participação abaixo dos 50%, apesar dos enormes programas de recompra de ações da retalhista.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alice Walton canalizou parte dos seus ganhos para a filantropia, uma área em que tem aumentado significativamente a sua atividade ao longo da última década. A empresária já canalizou mais de $6 mil milhões (5,1 mil milhões de euros) para cinco fundações filantrópicas da família. Até 2024, estas organizações tinham distribuído mais de $2 mil milhões (1,7 mil milhões de euros) dos fundos de Walton, de acordo com a estimativa da Forbes e com os dados mais recentes das declarações fiscais das organizações, referentes a esse ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Através da Art Bridges Foundation, Walton gastou mais de $500 milhões (426 milhões de euros) desde 2016 na aquisição e cedência de obras de arte norte-americana a mais de 400 museus em todo o país. Também contribuiu com pelo menos $250 milhões (213 milhões de euros) para a Alice L. Walton School of Medicine, em Bentonville, que recebeu a sua primeira turma, composta por 48 estudantes de Medicina num curso de quatro anos, em 2025.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse mesmo ano, Alice Walton e outros membros da família anunciaram a construção de uma nova universidade dedicada às áreas STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática — no local onde funcionava anteriormente a sede do Walmart. A instituição planeia receber a primeira turma de estudantes em 2029.</p>
<p class="isSelectedEnd"><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/andreamurphy/2026/09/16/inside-the-118-billion-fortune-of-americas-richest-woman/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
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		<title>Inditex escolhe gestora portuguesa para liderar Zara Woman</title>
		<link>https://www.forbespt.com/inditex-escolhe-gestora-portuguesa-para-liderar-zara-woman/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo Inditex, dono de marcas como Zara ou Pull &#38; Bear, tem vindo a reorganizar as equipas de liderança e, desta vez, a mudança coube à Zara Woman que passa a contar com gestão com um toque português. O grupo espanhol prepara-se para nomear a portuguesa Marta Andreia Rodrigues como a nova diretora da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Inditex, dono de marcas como Zara ou Pull &amp; Bear, tem vindo a reorganizar as equipas de liderança e, desta vez, a mudança coube à Zara Woman que passa a contar com gestão com um toque português. O grupo espanhol prepara-se para nomear a portuguesa Marta Andreia Rodrigues como a nova diretora da Zara Woman, um dos principais segmentos da cadeia de moda e vestuário.</p>
<p>De acordo com a imprensa espanhola, que cita a Modaes, um jornal de informação económica sobre o setor da moda em Espanha, Marta Andreia Rodrigues conta com 14 anos de carreira no grupo, sendo que irá substituir Lorena Rodriguez Veiga, que liderava esta área desde 2024.</p>
<p>Nos últimos 18 meses a gestora portuguesa, foi diretora da linha feminina da Pull &amp; Bear e antes desempenhou outras funções na equipa da Zara Basic, até agora liderada por Alfredo Ferro Varela.</p>
<p>Segundo a Modaes, o grupo fundado pelo bilionário <a href="https://www.forbes.com/profile/amancio-ortega/">Amancio Ortega</a> a ainda não anunciou internamente qual será o cargo de Lorena Rodríguez no seu organograma.</p>
<p>A Moades explica que esta reorganização surge depois de Beatriz Padín Santos, até agora diretora da Zara Woman e membro do conselho de administração da empresa, ter decidido encerrar o percurso profissional na Inditex. Com a saída de Beatriz Padín Santos, Alfredo Ferro Varela, antes diretor da Zara Basic, assumiu a direção da Zara Woman.</p>
<p>Por sua vez, Eva Pérez Salgado, que está ligada à cadeia de moda há 15 anos, ficou encarregada de substituir Alfredo Ferro Varela na direção da Zara Basic.</p>
<p>A Inditex registou um lucro líquido de 2,98 mil milhões de euros durante o primeiro semestre do seu ano fiscal de 2026-2027 (entre 1º de fevereiro e 31 de julho), o que significa um aumento de 6,8% face ao ano anterior.</p>
<p>As vendas cresceram 7,6% em comparação com o primeiro semestre de 2025, atingindo 19,755 mil milhões de euros, sendo que a empresa destaca o desempenho satisfatório tanto nas lojas físicas como no online. As vendas a taxas de câmbio constantes cresceram 9,2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Ciência no feminino: quatro investigadoras recebem 60 mil euros da L’Oréal Portugal para desenvolver novas soluções</title>
		<link>https://www.forbespt.com/ciencia-no-feminino-quatro-investigadoras-recebem-60-mil-euros-da-loreal-portugal-para-desenvolver-novas-solucoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Women]]></category>
		<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro investigadoras portuguesas vão receber um total de 60 mil euros para desenvolver projetos científicos que procuram responder a alguns dos desafios nas áreas da saúde e da sustentabilidade. Ana Esteves, Cláudia Martins, Fátima Santos e Inês Alves foram as distinguidas na 22ª edição das Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Quatro investigadoras portuguesas vão receber um total de 60 mil euros para desenvolver projetos científicos que procuram responder a alguns dos desafios nas áreas da saúde e da sustentabilidade. Ana Esteves, Cláudia Martins, Fátima Santos e Inês Alves foram as distinguidas na 22ª edição das Medalhas de Honra L’Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência, uma iniciativa do programa Fundação L’Oréal-UNESCO “For Women in Science”, em parceria com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Cada investigadora recebe um prémio de 15 mil euros, destinado a apoiar a execução dos projetos de investigação.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Entre os projetos distinguidos está o de Ana Esteves, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), que procura tornar a produção de microalgas mais eficiente, sustentável e economicamente viável. A investigação combina diferentes espetros de luz e frequências sonoras para estimular o crescimento das microalgas e promover o seu agrupamento natural, facilitando a separação da água. A abordagem poderá permitir reduzir o consumo de energia e evitar a utilização de aditivos químicos neste processo. Numa fase posterior, o projeto prevê ainda recorrer a modelos de inteligência artificial para otimizar os processos, numa lógica de bioeconomia circular.</p>
<figure id="attachment_195386" aria-describedby="caption-attachment-195386" style="width: 1814px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-195386 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves.jpg" alt="" width="1814" height="613" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves.jpg 1814w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves-960x324.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves-768x260.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves-1536x519.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves-1200x406.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/ana-esteves-600x203.jpg 600w" sizes="(max-width: 1814px) 100vw, 1814px" /><figcaption id="caption-attachment-195386" class="wp-caption-text">Ana Esteves</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">Na área das energias renováveis, Fátima Santos, também da FEUP, está a desenvolver uma nova geração de células fotovoltaicas sensibilizadas por corante, conhecidas como DSSC. O objetivo é aproveitar a luz disponível em espaços interiores, como casas e escritórios, e convertê-la em eletricidade. A tecnologia poderá alimentar dispositivos de baixo consumo e sensores da Internet das Coisas (IoT), reduzindo a necessidade de substituição de baterias. Uma das possibilidades em estudo passa pela integração destas células em superfícies como janelas, permitindo aproveitar a luz disponível tanto no interior como no exterior.</p>
<figure id="attachment_195387" aria-describedby="caption-attachment-195387" style="width: 1852px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-195387 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima.jpg" alt="" width="1852" height="613" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima.jpg 1852w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima-960x318.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima-768x254.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima-1536x508.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima-1200x397.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/fatima-600x199.jpg 600w" sizes="(max-width: 1852px) 100vw, 1852px" /><figcaption id="caption-attachment-195387" class="wp-caption-text">Fátima Santos</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">Na saúde, Cláudia Martins, do i3S da Universidade do Porto, trabalha numa solução para combater as células cancerígenas que permanecem no cérebro depois da cirurgia ao glioblastoma, um dos tumores cerebrais mais agressivos em adultos. O projeto prevê o desenvolvimento de um pequeno implante colocado no local onde o tumor foi removido. O dispositivo funcionará como um reservatório inteligente de medicamentos, permitindo libertar quimioterapia de forma faseada e localizada, ao mesmo tempo que combina mecanismos destinados a bloquear a resistência das células tumorais e a travar a sua proliferação.</p>
<figure id="attachment_195388" aria-describedby="caption-attachment-195388" style="width: 1753px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-195388 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia.jpg" alt="" width="1753" height="618" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia.jpg 1753w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia-960x338.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia-768x271.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia-1536x541.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia-1200x423.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/claudia-600x212.jpg 600w" sizes="(max-width: 1753px) 100vw, 1753px" /><figcaption id="caption-attachment-195388" class="wp-caption-text">Cláudia Martins</figcaption></figure>
<p class="isSelectedEnd">Também na área da saúde, Inês Alves, do i3S, Universidade do Porto e Universidade de Aveiro, procura novas pistas para o diagnóstico precoce do Lúpus Eritematoso Sistémico. A investigadora estuda as alterações dos açúcares presentes à superfície das células dos tecidos afetados pela doença e a forma como estas alterações influenciam a resposta do sistema imunitário. A identificação de padrões específicos de açúcares e anticorpos poderá abrir novas possibilidades para detetar a doença numa fase mais precoce e evitar danos irreversíveis nos órgãos e tecidos.</p>
<figure id="attachment_195390" aria-describedby="caption-attachment-195390" style="width: 1858px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-195390 size-full" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves.jpg" alt="" width="1858" height="618" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves.jpg 1858w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves-960x319.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves-768x255.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves-1536x511.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves-1200x399.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/09/alves-600x200.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1858px) 100vw, 1858px" /><figcaption id="caption-attachment-195390" class="wp-caption-text">Inês Alves</figcaption></figure>
<h3>Mais de 1 milhão de euros investidos em Portugal</h3>
<p class="isSelectedEnd">Criado globalmente em 1998 pela Fundação L’Oréal e pela UNESCO, o programa “For Women in Science” chegou a Portugal em 2004, através do L’Oréal Groupe em Portugal e em parceria com a FCT. Desde então, a iniciativa já distinguiu mais de 70 jovens cientistas doutoradas em Portugal e, segundo os promotores, o investimento da Fundação L’Oréal na investigação científica no feminino no país ultrapassou já 1 milhão de euros.</p>
<blockquote><p>A iniciativa já distinguiu mais de 70 jovens cientistas doutoradas em Portugal, desde 2004.</p></blockquote>
<p class="isSelectedEnd">A nível global, o programa já distinguiu mais de 4.500 investigadoras em 140 países. Sete das laureadas internacionais acabaram posteriormente por conquistar o Prémio Nobel da Ciência.</p>
<p>Em Portugal, as Medalhas de Honra L’Oréal distinguem projetos nas áreas das Ciências, Engenharias e Tecnologias aplicadas à Saúde e ao Ambiente, procurando transformar investigação científica em soluções com potencial de aplicação na sociedade e na economia.</p>
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		<title>CEO da Anthropic pede travão no ritmo de desenvolvimento da IA</title>
		<link>https://www.forbespt.com/ceo-da-anthropic-pede-travao-no-ritmo-de-desenvolvimento-da-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 09:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O apelo surpreendente da necessidade de se abrandar o ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial (IA) chega de um dos líderes de uma empresa que faz do seu negócio esta ferramenta, o cofundador e CEO da Anthropic, Dario Amodei. Num extenso texto publicado na sua página pessoal intitulado ‘We Must Pace the Frontier’, o bilionário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O apelo surpreendente da necessidade de se abrandar o ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial (IA) chega de um dos líderes de uma empresa que faz do seu negócio esta ferramenta, o cofundador e CEO da Anthropic, Dario Amodei. Num extenso texto publicado na sua página pessoal intitulado ‘<a href="https://darioamodei.com/post/we-must-pace-the-frontier"><em>We Must Pace the Frontier’</em></a>, o bilionário não hesitou em pedir às empresas de inteligência artificial para abrandarem o ritmo a que desenvolvem as capacidades dos modelos, com o objetivo de terem mais tempo para gerir os riscos que acarretam.</p>
<p>No texto Dario Amodei defende que “temos de abrandar o ritmo a que melhoramos as capacidades dos modelos de IA. O progresso continuará a parecer rápido e temos de fazer uso sensato do tempo que ganhamos”.</p>
<p>Esta tomada de posição surge depois de um colaborador da Anthropic, Jacob Coxon, ter decidido sair da empresa alegando que esta minimiza o risco existencial que a IA representa para a humanidade. “As pessoas que estão a desenvolver a IA acreditam sinceramente que esta poderá matar-nos a todos até ao final da década”, alegou Jacob Coxon.</p>
<p>Face a estas declarações, Dario Amodei acaba por reconhecer no seu manifesto que a ferramenta de IA avançou “de forma drasticamente mais rápida” nos últimos meses. E refere que esta tecnologia conseguiu se aperfeiçoar a si própria.</p>
<p>O CEO da Anthropic garante que “se não for controlada, poderá ultrapassar a nossa capacidade de compreender e controlar estes sistemas e, por isso, deve ser desenvolvida com muito cuidado, se é que deve ser desenvolvida”.</p>
<p>O gestor deixa mesmo o alerta: “a IA traz riscos e, por se tratar de uma tecnologia tão poderosa, esses riscos são graves”, detalhando que entre eles está o “risco de perder o controlo dos sistemas de IA, a utilização indevida da IA para ciberataques e bioterrorismo, assim como graves perturbações económicas”.</p>
<p>Perante estas ameaças, Dario Amodei defende “um acordo que proíba certas utilizações restritas e manifestamente perigosas da IA, tais como a utilização da IA para a produção de armas biológicas”.  E sugere que os governos deveriam mesmo “limitar substancialmente o ritmo global de desenvolvimento da IA”. Dario Amodei assume que “apoio a ideia de propor isto, mas penso que é improvável que venha a acontecer num futuro próximo”.</p>
<p>Para Dario Amodei não desenvolver a ferramenta retira à humanidade os seus benefícios ou pode colocar a IA nas mãos de poderes autoritários, “enquanto desenvolvê-la demasiado depressa é imprudente”. Por isso reconhece que “procurámos um meio-termo: demonstrar que é possível desenvolvê-la com cuidado e ter sucesso comercial, e fazer da segurança um aspeto em que as empresas de IA concorram entre si. Por outras palavras, criar uma corrida até ao topo”.</p>
<p>Nesta ideia de se repensar os avanços da IA o líder da Anthropic não está sozinho. Depois destas declarações, o CEO da OpenAI, Sam Altman e o dono da rede social X, Elon Musk, também eles presentes nos rankings dos bilionários da Forbes, vieram a público manifestar-se a favor desse travão no desenvolvimento da IA. Sam Altman escreveu na sua página na rede social X que “concordo com o Dario”, e acrescentou que este “tem sido um dos principais temas de discussão na OpenAI nas últimas semanas”. Poucas horas depois, Elon Musk reagiu dizendo: “o Dario tem razão”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dono do Novo Banco oficializa luso-francesa para o cargo de CFO</title>
		<link>https://www.forbespt.com/dono-do-novo-banco-oficializa-luso-francesa-para-o-cargo-de-cfo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dírcia Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 11:24:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
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		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres na liderança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Novo Banco, detido pelo BPCE (Banque Populaire Caisse d’Epargne), já tem autorização do Banco Central Europeu (BCE) para integrar a luso-francesa Teresa Mora-Grenier no conselho de administração executivo com o cargo de Chief Financial Officer (CFO), para o quadriénio 2025-2028. No comunicado enviado ao mercado, o banco liderado por Mark Bourke detalha que “após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Novo Banco, detido pelo BPCE (Banque Populaire Caisse d’Epargne), já tem autorização do Banco Central Europeu (BCE) para integrar a luso-francesa Teresa Mora-Grenier no conselho de administração executivo com o cargo de Chief Financial Officer (CFO), para o quadriénio 2025-2028.</p>
<p>No comunicado enviado ao mercado, o banco liderado por Mark Bourke detalha que “após a receção da autorização da entidade reguladora competente no âmbito do processo de avaliação de adequação e idoneidade (fit and proper), Teresa Mora-Grenier integra, com efeitos a 10 de setembro de 2026, o Conselho de Administração Executivo (“CAE”) do novobanco para o atual mandato 2025-2028, assumindo as funções de Chief Financial Officer (“CFO”)”.</p>
<p>De acordo com informação na página de Internet do Novo Banco, a gestora conta com mais de três décadas de experiência no sector bancário, “reunindo uma vasta especialização em gestão financeira, gestão de capital, regulação e transformação estratégica”. Antes de integrar o novobanco, Teresa Mora-Grenier desempenhou funções de liderança de topo no Groupe BPCE, incluindo como diretora‑geral adjunta do Banque Populaire Rives de Paris e como membro da Comissão Executiva do Natixis, onde teve “um papel determinante na otimização de capital, no desempenho financeiro e em operações estratégicas de grande dimensão”. A nova administradora financeira do banco iniciou a carreira na PwC e possui um Executive MBA pela ESCP Business School e um Mestrado em Gestão pela EM Lyon Business School.</p>
<p>O BPCE, segundo maior grupo bancário francês, concluiu a compra do Novo Banco no passado mês de abril por 6,7 mil milhões de euros. A remodelação do conselho de administração irá continuar sendo esperada a entrada, a 1 de janeiro de 2027, de Nicolas Namias como chairman e António Horta Osório como vice-chairman, tal como foi noticiado pelo Jornal Económico.</p>
<p>Na sequência deste anúncio, a composição do CAE para o atual mandato é a seguinte:</p>
<ul>
<li>Mark Bourke – Chief Executive Officer (“CEO”)</li>
<li>Teresa Mora-Grenier – CFO</li>
<li>Luís Ribeiro – Chief Commercial Officer Corporate (“CCOC”)</li>
<li>João Paixão Moreira – Chief Commercial Officer Retail (“CCOR”)</li>
<li>Patricia Fonseca – Chief Legal, Compliance and Sustainability Officer (“CLCSO”)</li>
<li>Carmen Garcia Gonçalves – Chief Risk Officer (“CRO”)</li>
<li>Rui Fontes – Chief Credit Officer (“CCO”)</li>
</ul>
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		<title>Português Álvaro Magalhães recebe Prémio Iberoamericano SM de Literatura Infantil e Juvenil</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugues-alvaro-magalhaes-recebe-premio-iberoamericano-sm-de-literatura-infantil-e-juvenil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Portugal Staff]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 09:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor português Álvaro Magalhães foi o galardoado com a 22.ª edição do Prémio Iberoamericano SM de Literatura Infantil e Juvenil, anunciou a organização. &#8220;A amplitude de géneros literários em que atua convida o leitor infantil e juvenil a mergulhar na ambiguidade, a pensar filosoficamente, a aceitar a complexidade e a participar ativamente da criação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor português Álvaro Magalhães foi o galardoado com a 22.ª edição do Prémio Iberoamericano SM de Literatura Infantil e Juvenil, anunciou a organização.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;A amplitude de géneros literários em que atua convida o leitor infantil e juvenil a mergulhar na ambiguidade, a pensar filosoficamente, a aceitar a complexidade e a participar ativamente da criação de sentido&#8221;, considerou o júri, citado em comunicado da Fundação educativa SM, sediada em Madrid, que o atribui em conjunto com o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e Caribe (CERLACL), a Organização de Estados Iberoamericanos (OEI), o Painel Internacional de Livros para Jovens (IBBY) e o escritório da UNESCO no México, com o apoio da Feira do Livro de Guadalajara.</p>
<p class="text-paragraph">O júri desta edição foi composto por Gerardo Meneses Claro, do CERLACL, Hazel Hernández Astorga, do IBBY, Jorge Alejandro von-Düben Padilla, da OEI, Rodrigo Morlesin, do Escritório no México da UNESCO, e Graziela Ribeiro dos Santos, da Fundação SM México.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a organização, &#8220;a obra de Magalhães foi indicada pela OEI, por se tratar de um autor extremamente prolífico, capaz de trabalhar a palavra sem limitações criativas e, ao mesmo tempo, abordar valores e temas fundamentais, como o amor e a morte&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Citado em comunicado divulgado pela Porto Editora, Álvaro Magalhães reagiu ao prémio como &#8220;uma recompensa pelos 42 anos dedicados à literatura infantil&#8221;, encarando-o como &#8220;uma homenagem à literatura infantil [portuguesa]&#8221; mais do que uma distinção individual para si próprio.</p>
<p class="text-paragraph">Atribuído desde 2005, o prémio Iberoamericano SM só contemplou uma autora portuguesa no passado: Alice Vieira, em 2023.</p>
<p class="text-paragraph">O prémio será entregue no âmbito da Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no dia 01 de dezembro.</p>
<p class="text-paragraph">Álvaro Magalhães, nascido no Porto em 1951, considerado um dos mais originais escritores portugueses, tem publicado, desde os anos 1980, cerca de 80 obras para jovens e crianças, entre contos, poesia e narrativa juvenil.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2002 venceu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens com o livro &#8220;Hipopóptimos &#8211; Uma História de Amor&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;O limpa-palavras e outros poemas&#8221;, &#8220;O homem que não queria sonhar e outras histórias&#8221; e o mais recente &#8220;O rapaz dos sapatos prateados&#8221; são alguns dos títulos do autor.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2022, para assinalar os 40 anos de vida literária do escritor Álvaro Magalhães, a Câmara Municipal de Valongo, no distrito do Porto, criou um prémio destinado a obras de literatura infantojuvenil de Portugal e Espanha com o seu nome.</p>
<p><em>Lusa</em></p>
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		<title>11 de Setembro 25 anos depois: “Um ataque contra um era um ataque contra todos”, diz Ursula von der Leyen</title>
		<link>https://www.forbespt.com/11-de-setembro-25-anos-depois-um-ataque-contra-um-era-um-ataque-contra-todos-diz-ursula-von-der-leyen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Marmé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 07:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há acontecimentos que ultrapassam largamente o momento em que acontecem. O 11 de setembro de 2001 é um deles. Vinte e cinco anos depois dos atentados que mataram 2.977 pessoas nos Estados Unidos, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, recorda aquele dia como “o acontecimento com maiores consequências na viragem do século”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Há acontecimentos que ultrapassam largamente o momento em que acontecem. O 11 de setembro de 2001 é um deles. Vinte e cinco anos depois dos atentados que mataram 2.977 pessoas nos Estados Unidos, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, recorda aquele dia como “o acontecimento com maiores consequências na viragem do século”, destacando o valor das alianças numa época marcada por novas ameaças e por uma crescente rivalidade entre grandes potências: “Os atentados vieram reforçar a importância das alianças e da segurança coletiva”, afirmou a presidente da Comissão Europeia. Na altura, acrescentou, “a Europa soube imediatamente de que lado estava. Estivemos ao lado da América”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ursula von der Leyen refere que a resposta europeia teve também uma dimensão histórica dentro da NATO. Pela primeira e única vez desde a criação da Aliança Atlântica, foi invocado o artigo 5º do Tratado de Washington, segundo o qual um ataque contra um membro é considerado um ataque contra todos: “Um ataque contra um era um ataque contra todos”, recordou Von der Leyen, numa referência a um dos princípios fundamentais da defesa coletiva da NATO.</p>
<h3>O ataque que mudou o mundo</h3>
<p class="isSelectedEnd">Os atentados foram conduzidos pela Al-Qaida. Dois aviões sequestrados atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, um terceiro atingiu o Pentágono, nos arredores de Washington, e um quarto despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e tripulantes tentarem recuperar o controlo da aeronave.</p>
<p class="isSelectedEnd">As consequências foram muito além das vítimas e da destruição física. Os Estados Unidos lançaram a chamada “guerra contra o terrorismo”, iniciaram a intervenção militar no Afeganistão e alteraram profundamente as suas políticas de segurança e de combate ao terrorismo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto também se fez sentir na Europa e noutras regiões do mundo, com novas políticas de segurança, reforço da cooperação entre serviços de informações, alterações nos controlos aeroportuários e uma atenção sem precedentes à ameaça terrorista internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">O 11 de Setembro tornou-se, assim, um ponto de viragem no globo.</p>
<h3>A lição que permanece</h3>
<p class="isSelectedEnd">Para Von der Leyen, contudo, a principal mensagem do 11 de Setembro não pertence apenas ao passado: “Hoje, as ameaças que enfrentamos mudaram”, afirmou. “Vivemos novamente em águas geopolíticas turbulentas, marcadas pela rivalidade entre grandes potências, pela guerra e pelo confronto entre Estados.”</p>
<p class="isSelectedEnd">A referência surge num momento em que a relação transatlântica enfrenta novas tensões e em que a Europa procura reforçar a sua própria capacidade de defesa. Mas, para a presidente da Comissão Europeia, a conclusão retirada de 2001 continua válida: “Em momentos de perigo, as nossas alianças são importantes. A nossa unidade é importante. E os valores que escolhemos defender são importantes.”</p>
<p class="isSelectedEnd">Para a União Europeia, a defesa da democracia e das liberdades fundamentais continua a fazer parte da resposta às ameaças que enfrenta: “Os responsáveis pelos ataques queriam espalhar o medo muito para além de Nova Iorque, da Virgínia e da Pensilvânia”, afirmou Von der Leyen. “Vinte e cinco anos depois, sabemos que falharam. As nossas democracias resistiram. As nossas sociedades permaneceram livres.”</p>
<p class="isSelectedEnd">No local onde estavam as Torres Gémeas, duas colunas de luz são projetadas sobre o céu de Nova Iorque todos os anos, no aniversário dos atentados. Para a presidente da Comissão Europeia, são mais do que um memorial. “Desafiam o esquecimento. Guardam a memória daqueles que perdemos. E recordam-nos que a luz triunfa mesmo nos dias mais sombrios.”</p>
<p><em>com Lusa</em></p>
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		<title>Michael Dell torna-se a segunda pessoa mais rica do mundo e ultrapassa Larry Page</title>
		<link>https://www.forbespt.com/michael-dell-torna-se-a-segunda-pessoa-mais-rica-do-mundo-e-ultrapassa-larry-page/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mary Whitfill Roeloffs]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 12:03:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Michael Dell tornou-se, pela primeira vez, a segunda pessoa mais rica do mundo, ultrapassando o cofundador da Alphabet, Larry Page, depois de a sua fortuna ter aumentado 2% na manhã de quarta-feira. De acordo com as estimativas da Forbes, o património do empresário tecnológico atingiu os $273,2 mil milhões (€235 mil milhões), deixando-o atrás apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Michael Dell tornou-se, pela primeira vez, a segunda pessoa mais rica do mundo, ultrapassando o cofundador da Alphabet, Larry Page, depois de a sua fortuna ter aumentado 2% na manhã de quarta-feira.</p>
<p>De acordo com as estimativas da Forbes, o património do empresário tecnológico atingiu os $273,2 mil milhões (€235 mil milhões), deixando-o atrás apenas do líder da Tesla, Elon Musk, cuja fortuna é avaliada em $942 mil milhões (€810 mil milhões).</p>
<p>Dell tinha alcançado na terça-feira o terceiro lugar do ranking, depois de a sua fortuna ter aumentado $4,6 mil milhões (€4 mil milhões). Na quarta-feira, voltou a subir, impulsionado pela valorização das ações da Dell Technologies, empresa da qual continua a deter pessoalmente cerca de 40%.</p>
<p>As ações da Dell Technologies subiram 4% na manhã de quarta-feira, atingindo um máximo histórico de $555,31 (€477,50) por ação. A subida fez aumentar a fortuna pessoal de Michael Dell em cerca de 2,36%, ou $6,3 mil milhões (€5,4 mil milhões).</p>
<p>Ao mesmo tempo, a fortuna de Larry Page caiu cerca de 2,7% durante a manhã de quarta-feira. O património do cofundador da <a href="https://www.forbespt.com/emgoogle-vai-investir-13-mil-milhoes-de-euros-na-finlandia/" target="_blank" rel="noopener">Google</a> recuou para $270,3 mil milhões (€232 mil milhões), abrindo caminho à subida de Dell para o segundo lugar da lista.</p>
<h3>Uma fortuna que mais do que duplicou num ano</h3>
<p>A fortuna de Michael Dell mais do que duplicou desde o início do ano, à medida que a empresa que fundou aos 19 anos, em 1984, se transformou num dos principais fornecedores de infraestruturas para centros de dados dedicados à inteligência artificial.</p>
<p>Desde janeiro de 2026, quando a Forbes estimava a sua fortuna em cerca de $141 mil milhões (€121 mil milhões), o património de Dell aumentou 94%.</p>
<p>Nos últimos anos, a Dell Technologies deixou de ser vista sobretudo como um fabricante de computadores pessoais para se afirmar como um importante fornecedor de hardware para inteligência artificial.</p>
<p>A procura por servidores de elevado desempenho, racks otimizados para IA e infraestruturas de armazenamento de dados disparou, e as ações da Dell acompanharam essa tendência. Desde o início do ano, quando eram negociadas em torno dos $128 (€110), as ações da empresa valorizaram 327%.</p>
<p>Michael Dell mantém uma participação de aproximadamente 40% na empresa e grande parte da sua fortuna está também concentrada na sua sociedade privada de investimento, a DFO Management, que investe em hotéis e crédito empresarial líquido. O empresário detém ainda uma participação avaliada em vários milhares de milhões de dólares na Broadcom, outra das grandes beneficiárias do crescimento do mercado de hardware para inteligência artificial.</p>
<h3>À frente de Bezos, Zuckerberg e Larry Ellison</h3>
<p>Com uma fortuna estimada em $273,2 mil milhões (€235 mil milhões) na manhã de quarta-feira, Michael Dell é agora mais rico do que o fundador da Amazon, Jeff Bezos, do que Larry Page e Sergey Brin, cofundadores da Google, do que Mark Zuckerberg, da Meta, e do que Larry Ellison, da Oracle.</p>
<h3>Um dos maiores filantropos do mundo</h3>
<p>Além da subida no ranking das maiores fortunas mundiais, Michael Dell está também entre os maiores filantropos do planeta. Michael e Susan Dell ocupam a 16.ª posição na lista da Forbes dos maiores doadores de 2026, com $3,3 mil milhões (€2,8 mil milhões) doados ao longo da vida.</p>
<p>Mais recentemente, o casal comprometeu-se a disponibilizar $6,25 mil milhões (€5,4 mil milhões) para financiar 25 milhões de contas de investimento destinadas a crianças. Michael e Susan Dell doaram ainda $750 milhões (€644 milhões) para financiar um novo hospital e um campus de investigação da Universidade do Texas, em Austin, onde Michael Dell estudava quando fundou a empresa que viria a receber o seu nome.</p>
<p><em><strong>Texto original <a href="https://www.forbes.com/sites/maryroeloffs/2026/09/09/michael-dell-hits-no-2-on-forbes-billionaire-list-for-first-time-passing-larry-page/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. Artigo traduzido e editado por<a href="https://www.forbespt.com/author/pmarme/" target="_blank" rel="noopener"> Paulo Marmé</a>.</strong></em></p>
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