Kimmel destaca o mínimo histórico de aprovação de Trump depois de o presidente norte-americano ter voltado a pedir a sua demissão

Jimmy Kimmel respondeu ao presidente dos EUA Donald Trump, que mais uma vez exigiu a sua demissão do programa de fim de noite e alegou que os índices de audiência eram baixos, chamando a atenção para a queda nos índices de aprovação do presidente, ao mesmo tempo que elogiou um "pequeno grupo" de legisladores republicanos…
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Kimmel respondeu às provocações de Trump sobre as audiências do seu programa, chamando a atenção para os índices de aprovação do presidente dos EUA, que atingiram um mínimo histórico.
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Jimmy Kimmel respondeu ao presidente dos EUA Donald Trump, que mais uma vez exigiu a sua demissão do programa de fim de noite e alegou que os índices de audiência eram baixos, chamando a atenção para a queda nos índices de aprovação do presidente, ao mesmo tempo que elogiou um “pequeno grupo” de legisladores republicanos que se manifestaram em defesa do seu direito à liberdade de expressão.

No seu monólogo de abertura, Kimmel afirmou que ambos deveriam estar desempregados se o problema fosse “presidir de forma incompetente… à audiência mais baixa da história”, referindo-se às manchetes sobre os índices de aprovação de Trump, que atingiram um mínimo histórico.

Kimmel exibiu então excertos de Trump a falar sobre a proteção da liberdade de expressão e a criticar a “cultura do cancelamento” durante a sua campanha presidencial, e depois brincou: “Começo a pensar que Donald Trump pode ser um hipócrita”.

O comediante também ironizou a publicação de Trump na rede social Truth Social, na qual este afirmava ter obtido excelentes resultados num teste cognitivo, e disse que o facto de o presidente se gabar repetidamente de ter passado num teste simples era “um sinal de que não passou no teste de deficiência cognitiva”.

Na publicação, Trump mencionou os seus “TRÊS” mandatos como presidente e Kimmel disse que pensar que teve três mandatos era um sinal de que Trump tinha “deficiência cognitiva”.

Texto original aqui. Artigo traduzido e editado por Rita Meireles

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