No final de 2025, no palco da Forbes Annual Summit, Julieta Rueff disse a todos os presentes: “O meu objetivo é chegar à bancarrota”. Para muitos não é fácil compreender como é que este pode ser o objetivo de alguém que está a construir um negócio. Principalmente quando se trata de um mundo onde os números falam mais alto. Mas quando se entende o propósito de Julieta e da FlamAid, fica muito fácil entender este objetivo.
“O feminismo entrou na minha vida pela porta de trás: pela constatação de que metade da população organiza a sua mobilidade à volta de uma ameaça que a outra metade nem sequer regista”, diz Julieta à Forbes Portugal. Não passou por um despertar ideológico, passou por um momento em concreto que mudou tudo. Seguia a mesma rotina que qualquer outra mulher: mudava de passeio para se sentir mais segura, mandava a localização a amigas, avisava sempre que chegava a casa e chegava mesmo a andar com as chaves entre os dedos. Mas nada disto a impediu de passar pela situação em que foi seguida na rua à noite e ficou bloqueada de tal forma que nem o gás pimenta que tinha na mão conseguiu usar.
Percebeu que se o problema não desaparecia, era necessário encontrar uma solução melhor. A FlamAid e a sua granada pacifica nasceram logo a seguir.

Leia o artigo completo na edição de junho/julho 2026 da Forbes Portugal. Nas bancas.





