A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e o Turismo de Portugal inauguraram no sábado, em Brooklyn, nos Estados Unidos, a ‘Portugal House’ (Casa de Portugal), um espaço de encontro e celebração da identidade portuguesa durante o Mundial.
Instalada no Time Out Market de Brooklyn, na cidade norte-americana de Nova Iorque, a “Casa de Portugal” é um espaço dedicado à promoção da cultura, gastronomia e tradições portuguesas, visando ser um ponto de encontro para adeptos, membros da comunidade portuguesa e do público que procure acompanhar o percurso da seleção portuguesa naquela que é a maior competição de futebol do mundo, mas também uma montra para todos os que queiram conhecer melhor Portugal.
O evento de inauguração teve como mote as festas de Santo António, com uma vasta oferta de música e sabores portugueses, e contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado.
Estiveram igualmente presentes o diretor Comercial e de Marketing da FPF, João Medeiros Cardoso, o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, assim como a modelo e atriz Sara Sampaio e os ex-jogadores da Seleção Nacional de Futebol Costinha e Fernando Meira.
“Este é um espaço com o qual queremos cada vez mais seduzir os americanos a visitarem Portugal. (…) Este espaço é o ‘ADN’ português, a cultura portuguesa, a gastronomia portuguesa, os vinhos portugueses, os empresários portugueses. Tudo aquilo que hoje reforça a marca Portugal nós trouxemos para Nova Iorque, aliás, onde já somos particularmente conhecidos”, afirmou Pedro Machado.
“Queremos aproveitar de facto esta onda gigante e esperar que Portugal possa sair daqui campeão. E esta casa é exatamente para que todos possam sentir que Portugal também é a sua casa”, acrescentou o secretário de Estado.
Para tornar a “Casa de Portugal” mais aconchegante, foi instalada uma espécie de sala de estar no quinto piso do Time Out Market, com sofás e decoração alusiva a Portugal, onde os visitantes se podem aproximar da experiência de entrar numa casa portuguesa.
Até 19 de julho, as várias regiões de Portugal estarão representadas a nível gastronómico e de vinhos, nesta que pretende ser uma experiência imersiva e na qual os visitantes poderão ainda usufruir de um terraço panorâmico com vista para a icónica Ponte de Brooklyn e para Manhattan.
“Mais do que um espaço de eventos, a ‘Portugal House’ é uma ponte entre estes dois grandes símbolos da identidade portuguesa: o turismo e o futebol. Estamos a utilizar o maior palco do mundo não só para apoiar a nossa Seleção Nacional, mas também para posicionar Portugal como um país de excelência, uma nação de talento, cultura e relevância global. E não há melhor lugar para o fazer do que esta bela cidade de Nova Iorque”, afirmou João Medeiros Cardoso.
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Além da transmissão em direto dos jogos da Seleção Nacional, agendados para os dias 17, 23 e 27 de junho, os visitantes poderão igualmente participar em diversas atividades culturais, desfrutar de animação musical ao vivo e testar os seus conhecimentos sobre futebol e Portugal através de questionários interativos.
De acordo com o Time Out Market, um dos visitantes terá a oportunidade de ganhar uma viagem a Portugal assim que o Mundial terminar.
Apesar de o Mundial de 2026 estar apenas a começar, a “Casa de Portugal” está já a olhar para o futuro, nomeadamente para 2030, ano em que Portugal, Espanha e Marrocos sediarão o Campeonato do Mundo de Futebol.
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“Nas próximas semanas, milhares de visitantes de diferentes geografias, culturas e origens vão passar por Nova Iorque. Aqui temos uma oportunidade extraordinária de nos ligarmos a pessoas de todo o mundo. Mas a ‘Portugal House’ também se preocupa com o futuro”, indicou o diretor Comercial e de Marketing da FPF, no evento deste sábado.
“Olhando para o Campeonato do Mundo de Futebol de 2030, que iremos receber em Portugal, esta é a oportunidade de interagir com adeptos de todo o mundo. É uma hipótese de demonstrar, desde já, que o turismo e o futebol estão unidos, a trabalhar lado a lado para garantir que, em 2030, os adeptos de futebol de todo o mundo possam viver algo genuíno no nosso país”, sublinhou João Medeiros Cardoso.
Marta Moreira/Lusa





