FAO quer ser o “sistema operativo” das PME e ligar toda a gestão num único ecossistema

O Grupo Érre apresentou o FAO, acrónimo de “Framework for Agile Operations”, uma solução tecnológica orientada para Pequenas e Médias Empresas (PME) que procura responder a um problema recorrente no tecido empresarial, a fragmentação da informação e o uso de múltiplas ferramentas para gerir áreas críticas do negócio. Desenvolvido pela Érre Technology, empresa do grupo…
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O grupo empresarial português Érre lançou o FAO, uma nova plataforma tecnológica que integra seis aplicações para centralizar operações empresariais, com um preço de entrada de 19,90 euros por utilizador.
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O Grupo Érre apresentou o FAO, acrónimo de “Framework for Agile Operations”, uma solução tecnológica orientada para Pequenas e Médias Empresas (PME) que procura responder a um problema recorrente no tecido empresarial, a fragmentação da informação e o uso de múltiplas ferramentas para gerir áreas críticas do negócio.

Desenvolvido pela Érre Technology, empresa do grupo sediada em Esposende, o FAO reúne num único ecossistema digital seis aplicações desenhadas para diferentes funções empresariais, desde a gestão comercial à monitorização de desempenho. A plataforma inclui os módulos Sales, para gestão comercial, Perform, focado na avaliação de desempenho, Flow, para gestão de projetos, Ponto, dedicado ao controlo de assiduidade, Portal, para recursos humanos, e Radar, orientado para análise e monitorização.

Segundo o Grupo Érre, o objetivo passa por permitir que as PME concentrem vendas, operações, equipas, tempo e dados num único sistema, facilitando o acesso à informação e a tomada de decisão em tempo real. A empresa posiciona o FAO como um “sistema operativo da PME moderna”, numa lógica de integração de processos e eliminação de redundâncias.

A plataforma é lançada hoje, dia 1 de abril, está disponível através do website oficial, com um preço de lançamento de 19,90 euros por utilizador, IVA incluído. A proposta, de acordo com a empresa, aposta num modelo acessível para alargar o uso deste tipo de ferramentas a empresas de menor dimensão.

“Crescer não deve significar mais complexidade. O objetivo do FAO é trazer estrutura e inteligência à gestão diária das empresas. Orientado para as PME, este sistema segue o conceito de aplicações interligadas, eliminando a redundância de processos e tornando o sistema produtivo mais rápido, eficiente e dotado de maior rigor de informação. A ideia foi tornar este tipo de ferramentas acessível a qualquer empresa, daí a aposta num valor competitivo por utilizador”, afirma Inês Teixeira, Marketing Strategist do produto.

O nome FAO resulta da combinação do acrónimo com uma referência à freguesia de Fão, no concelho de Esposende, onde se localizam as instalações do grupo. Para Ramiro Brito, CEO do Grupo Érre, esta escolha também tem uma dimensão simbólica: “O naming de um produto que se pretende escalar em diversas geografias pode também ser um bom embaixador de uma localidade. Quisemos homenagear Esposende e a bela vila de Fão, num agradecimento pela forma calorosa e empática com que este concelho nos recebeu”.

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