EurAfrican Forum regressa para debater o futuro económico entre Europa e África

África está a assumir um papel cada vez mais determinante na economia mundial e Portugal quer reforçar a sua posição como ponte estratégica entre os dois continentes. É neste contexto que o EurAfrican Forum regressa à Nova SBE, em Carcavelos, Cascais, nos dias 15 e 16 de julho, para a sua 9.ª edição, reunindo líderes…
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Promovido pelo Conselho da Diáspora Portuguesa, o encontro decorrerá sob o tema "Africa Rising: Prosperity Through Global Cooperation", refletindo a crescente importância do continente africano na economia, na geopolítica e na inovação globais.
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África está a assumir um papel cada vez mais determinante na economia mundial e Portugal quer reforçar a sua posição como ponte estratégica entre os dois continentes. É neste contexto que o EurAfrican Forum regressa à Nova SBE, em Carcavelos, Cascais, nos dias 15 e 16 de julho, para a sua 9.ª edição, reunindo líderes políticos, empresariais, académicos e institucionais para discutir as novas dinâmicas de cooperação entre Europa e África.

Promovido pelo Conselho da Diáspora Portuguesa, o encontro decorrerá sob o tema “Africa Rising: Prosperity Through Global Cooperation”, refletindo a crescente importância do continente africano na economia, na geopolítica e na inovação globais.

A sessão de abertura contará com a participação de José Manuel Durão Barroso, chairman do EurAfrican Forum, do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, do presidente da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, e do presidente da Direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, António Calçada de Sá.

Num momento em que África concentra uma das populações mais jovens do mundo, recursos naturais estratégicos, ecossistemas tecnológicos em expansão e uma influência crescente nas instituições multilaterais, o Fórum pretende afirmar-se como uma plataforma para acelerar investimento, parcerias empresariais e cooperação institucional.

Ao longo de dois dias, serão debatidos seis temas centrais para o futuro da relação euro-africana: comércio e investimento, capital humano, energia, infraestruturas, inovação e tecnologia, e geopolítica. Em discussão estarão questões como a atração de investimento privado, a transição energética, a investigação científica, a digitalização, o financiamento de infraestruturas resilientes e o reposicionamento de África e da Europa perante a nova ordem geopolítica internacional.

Entre os oradores confirmados encontram-se a ministra dos Negócios Estrangeiros da Nigéria, Bianca Odumegwu-Ojukwu, Michael Sheldrick, cofundador da Global Citizen, Maria Manuel Mota, CEO do Gulbenkian Institute for Molecular Medicine, Sérgio Pimenta, CEO do Africa50 Infrastructure Acceleration Fund, Miguel Poiares Maduro, dean da Católica Global School of Law, bem como representantes de instituições financeiras internacionais, universidades, empresas e organizações multilaterais.

Para António Calçada de Sá, presidente da direção do Conselho da Diáspora Portuguesa, “a crescente relevância de África na economia e na geopolítica mundial exige uma nova geração de parcerias, assentes na confiança, na criação de valor partilhado e numa visão de longo prazo”. O responsável defende que o EurAfrican Forum pretende transformar o diálogo em ação concreta, promovendo iniciativas capazes de gerar impacto económico e social para ambos os continentes.

A edição deste ano contará ainda com a participação ativa de conselheiros e jovens conselheiros do Conselho da Diáspora Portuguesa, provenientes de várias geografias, que terão um papel na moderação e dinamização dos debates, reforçando a ligação entre talento global, instituições e projetos empresariais.

Num contexto internacional marcado pela reorganização das cadeias de valor, pela competição por recursos estratégicos e pela aceleração da transição energética e digital, o EurAfrican Forum procura consolidar-se como uma das principais plataformas de reflexão sobre o futuro das relações económicas entre Europa e África. Ao mesmo tempo, reforça a ambição de posicionar Portugal como um parceiro privilegiado na construção de novas oportunidades de investimento, inovação e prosperidade partilhada entre os dois continentes.

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