Ainda cheirava o Jamor a fresco e já João Lagos ali começava a bater bolas. O ténis acompanhou-o desde aqueles tempos de visita ao avô. Com 20 anos era campeão, aos 30 empresário, aos 40 começava a ser famoso com os seus torneios que precederam o Estoril Open, aos 50 somava competições internacionais, aos 60 estava prestes a tornar-se comendador e aos 70, depois de uma série de investimentos que caíram em cadeia após o fim do Dakar europeu, faliu. Nada mais que uma interrupção para ganhar fôlego, segundo deixa entender a força com que continua a contar os seus planos. E estes incluem, agora, o regresso para organizar uma competição internacional. Um campeonato do mundo, já em Novembro. A raquete é agora diferente, não de ténis, mas de padel. A ambição é a mesma de antes. Uma história de vida a não perder.
Depois da falência
Ainda cheirava o Jamor a fresco e já João Lagos ali começava a bater bolas. O ténis acompanhou-o desde aqueles tempos de visita ao avô. Com 20 anos era campeão, aos 30 empresário, aos 40 começava a ser famoso com os seus torneios que precederam o Estoril Open, aos 50 somava competições internacionais, aos 60…
ebenhack/AP
Aos 72 anos, é a prova de que a idade está na mente. Com a energia de sempre, João Lagos revela os planos para o regresso às lides competitivas. De novo com uma raquete, “from Cascais to the world”.
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