Colete salva-vidas do Titanic foi vendido em leilão por mais de 770 mil euros

Um colete salva-vidas de uma sobrevivente do navio Titanic foi vendido este fim-de-semana num leilão em Inglaterra por 670 mil libras, mais de 770 mil euros, noticiou a agência espanhola de notícias, a EFE. O colete tinha um preço de partida de 350 mil libras, mais de 402 mil euros e foi vendido num leilão…
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A peça, utilizada pela passageira de primeira classe Laura Mabel Francatelli, foi adquirida por um comprador dos Estados Unidos que licitou por telefone, mas cuja identidade não foi revelada.
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Um colete salva-vidas de uma sobrevivente do navio Titanic foi vendido este fim-de-semana num leilão em Inglaterra por 670 mil libras, mais de 770 mil euros, noticiou a agência espanhola de notícias, a EFE. O colete tinha um preço de partida de 350 mil libras, mais de 402 mil euros e foi vendido num leilão que teve lugar na casa Henry Aldridge & Son, no condado de Wiltshire, no sudoeste de Inglaterra.

A peça, utilizada pela passageira de primeira classe Laura Mabel Francatelli quando embarcou no bote salva-vidas número 1, foi adquirida por um comprador dos Estados Unidos que licitou por telefone, mas cuja identidade não foi revelada. Trata-se do único colete salva-vidas de um sobrevivente do paquete afundado em 192 que foi colocado em leilão, pelo que se esperava que suscitasse grande interesse entre os colecionadores.

O colete tinha um preço de partida de 350 mil libras, mais de 402 mil euros e foi vendido num leilão que teve lugar na casa Henry Aldridge & Son, no condado de Wiltshire, no sudoeste de Inglaterra.

A peça tem doze bolsos de lona cheios de cortiça e está autografada por outros oito sobreviventes do bote, incluindo a própria Francatelli. O colete esteve na posse da família da sobrevivente antes de ser adquirido por um colecionador privado há 20 anos e exposto em museus dos EUA e da Europa. O leilão realizou-se quando se cumpre mais de um século do trágico episódio do Titanic, na madrugada de 14 de abril de 1912, quando o navio colidiu com um iceberg no Atlântico Norte, causando a morte de 1.500 pessoas e deixando cerca de 700 sobreviventes.

(Lusa) 

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