Há dias e dias”, é o que costumamos ouvir quando pedimos a alguém para refletir e fazer um balanço acerca da sua vida profissional: há dias muito bons, há dias assim-assim, há dias que podiam nem ter começado, e assim vamos vivendo – com todas as suas alegrias e desafios -, os nossos dias na empresa, esperando que sejam sempre mais dias bons, que dias maus. A Cisco Portugal, uma empresa tecnológica americana com forte presença no país, é líder global em soluções que permitem às redes e à Internet funcionarem de forma segura e eficiente. O seu contexto organizacional distingue-se por uma abordagem centrada nas pessoas. Há 16 anos a figurar no Top 3 das melhores empresas para trabalhar em Portugal, de acordo com o ranking do Great Place To Work Portugal, fomos tentar perceber o que sustenta esta consistência, num mercado onde o talento tem cada vez mais escolha.
D de Diversidade, E de Equidade, I de Inclusão. Eis o Dei.
Na vanguarda da inovação em Inteligência Artificial, integrando desde o início princípios responsáveis, como segurança, privacidade e ética, a empresa com sede em Portugal está atualmente a liderar avanços em redes quânticas e criptografia, preparando os seus parceiros para os desafios futuros da cibersegurança. Contudo, é na forma como estas ambições tecnológicas convivem com uma forte aposta nas pessoas, que a estratégia organizacional ganha a sua dimensão.
Em Portugal desde 1995, essa visão materializa-se num compromisso claro com a Diversidade, a Equidade e a Inclusão, traduzido em ações concretas que atravessam toda a organização transversalmente: do recrutamento ao desenvolvimento e progressão de carreira. “Não estamos a falar de palavras que aparecem escritas em documentos oficiais ou no site da empresa, o compromisso com a acessibilidade e inclusão é vivido diariamente, e encarado como um pilar essencial para a inovação interna”, refere Gisela Franco, Senior Director para EMEA Operations, (à esquerda na foto)
A empresa promove uma cultura inclusiva através de 31 comunidades inclusivas e 345 grupos em todo o mundo, incluindo iniciativas como Women of Cisco e Women in Science and Engineering. Estes grupos vão muito além de encontros sociais: são motores de inovação, espaços de influência e canais que ligam a voz das pessoas à estratégia de negócio.
Em Portugal, os colaboradores participam ativamente em várias Employee Resource Organizations. “Estas comunidades oferecem uma excelente oportunidade de networking, mentoria e desenvolvimento da carreira aos nossos colaboradores, e ao mesmo tempo, fortalecendo a nossa cultura organizacional local. E com isto, integramos Portugal também na rede global de partilha de conhecimento e práticas”, comenta Natalia Martsenyuk da Cunha, responsável de Recursos Humanos na Cisco Portugal, (à direita na foto). Lideradas pelos próprios colaboradores, as EROs são fortemente apoiadas pelas lideranças da Cisco, como é o caso de Gisela Franco, Sponsor ativa de Women of Cisco Portugal e do Back to Business Network.”
Uma forma holística de olhar para os benefícios
No mundo empresarial, há várias formas de olhar para benefícios: em muitos contextos profissionais, captam inicialmente a atenção dos novos colaboradores mas raramente são suficientes para garantir retenção a longo prazo. Na Cisco, são parte de uma estratégia integrada de bem-estar e desenvolvimento, pensada para apoiar cada colaborador de forma abrangente. Natalia Martsenyuk da Cunha explica que a “a Cisco oferece planos de saúde completos e apoio contínuo à saúde mental, flexibilidade no trabalho, dias dedica- dos ao autocuidado como os Cisco Days for Me e oportunidades de formação e crescimento profissional.” Mas vão ainda mais longe: a empresa incentiva o voluntariado, oferecendo tempo remunerado para iniciativas comunitárias, apoia projetos sociais dos colaboradores, criando um ecossistema de aprendizagem e impacto real.
O impacto comunitário, através da responsabilidade social
O voluntariado e os donativos dos colaboradores são também pilares do propósito da empresa. Apoiados por um Portal Digital de Impacto Comunitário, que facilita acompanhamento e envolvimento nestas iniciativas. “Um exemplo onde nós participamos é o GirlMove Academy, uma academia de liderança, orientada por líderes de referência, que forma jovens em Moçambique para, depois, apoiarem outras jovens em situações vulneráveis”, afirma Gisela Franco. Ao integrar cuidado com as pessoas, flexibilidade, desenvolvimento e impacto social, a Cisco consegue alinhar os interesses da organização com os objetivos pessoais e profissionais de cada colaborador.
Há dias e dias. Na Cisco Portugal trabalha-se diariamente para que sejam mais os dias bons e realizados, com bem-estar, sentimento de pertença e oportunidades de desenvolvimento.
Este conteúdo foi produzido em parceria com a Cisco.





