Portugal e Moçambique querem transformar afinidade histórica em poder económico

A relação entre Portugal e Moçambique entra num novo ciclo — menos assente na memória histórica e mais orientada para resultados concretos. A mensagem foi clara ao longo do painel que ocorreu hoje no Eurafrican Forum 2026, na Nova School of Business and Economics, que reuniu António José Seguro, Presidente da República de Portugal, e…
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Teresa Cotrim

Doing Business Angola: o caminho passa pela criação de parcerias

As relações económicas entre Portugal e Angola estão no bom caminho, mas há espaço para melhorar e estabelecer verdadeiras parcerias entre as empresas e não se ficar apenas numa lógica de exportações. Este foi o denominador comum que prevaleceu no painel ‘Angola –Portugal: a nova agenda económica e as oportunidades de parceria’, no âmbito da…
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Dírcia Lopes

Recursos minerais “devem contribuir para a qualidade de vida da população”

“O meu objetivo principal é fazer com que os recursos minerais contribuam cada vez mais para a melhoria da qualidade da população angolana”. É ao mesmo tempo um ‘statement’, um objetivo que está a ser cumprido e o futuro de um país que está a assumir um lugar especial no sul do continente africano e,…
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António Freitas de Sousa

Banca angolana está mais sólida mas ainda presa ao crédito de curto prazo e ao setor público, segundo Sidney Magalhães do Millennium Atlântico

Na  conferência “Doing Business Angola 2026”, que decorre hoje em Lisboa, no “Painel: Capital e confiança: os motores do investimento entre Angola e Portugal”, participaram Emanuela Vunge, Managing Partner Prime Advogados da VdA Legal Partners, Sidney Magalhães, Administrador Executivo Banco Millennium Atlântico, Carlos Firme, CEO Fortaleza Seguros e Eline Feijão, Administradora Executiva Banco Atlântico Europa.…
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Maria Teixeira Alves

Privatizações em Angola: o princípio do fim de um programa de forte sucesso

O programa angolano de privatizações (desde 2019 a 2026) privatizou cerca de 120 ativos nacionais, contratualizou cerca de 1,3 mil milhões de dólares e entrou naquilo que Álvaro Fernão, PCA IGAPE, definiu como “a reta final do programa de privatizações”, onde há ainda dez ativos a privatizar. São “ativo estratégico, dos quais três deverão acontecer…
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António Freitas de Sousa