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	<title>Forbes Lab | Conteúdo Patrocinado, Author at Forbes Portugal</title>
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	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Jul 2026 14:48:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Forbes Lab | Conteúdo Patrocinado, Author at Forbes Portugal</title>
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		<title>THE LEADERS, a Business Talk Experience onde os negócios ganham palco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 14:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia esta quinta-feira, 30 de julho, a primeira edição do evento THE LEADERS, a Business Talk Experience, um encontro que reúne algumas das vozes mais influentes do panorama empresarial português. Num contexto empresarial onde a inovação, a transformação digital e a constante adaptação são imperativos, a liderança deixou de ser considerada apenas mais uma competência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia esta quinta-feira, 30 de julho, a primeira edição do evento <strong>THE LEADERS, a Business Talk Experience</strong>, um encontro que reúne algumas das vozes mais influentes do panorama empresarial português.</p>
<p>Num contexto empresarial onde a inovação, a transformação digital e a constante adaptação são imperativos, a liderança deixou de ser considerada apenas mais uma competência de gestão, para se afirmar como um fator decisivo no crescimento e na diferenciação das organizações.</p>
<p>É precisamente neste enquadramento que nasce o THE LEADERS – Business Talk Experience, um projeto desenvolvido pela Sense Media, em parceria com a Sala 13, concebido para reunir empresários, especialistas e líderes de diferentes setores num ambiente dedicado à partilha de conhecimento, ao networking e à construção de novas oportunidades.</p>
<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-192603 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-960x640.jpg" alt="" width="362" height="241" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06659-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" />Um evento 180º, inspirado nos grandes fóruns internacionais</strong></p>
<p>A decorrer no <em>NH Collection Porto Batalha, destaca-se pelo seu formato diferenciado, que cruza Business Talks, partilha de experiências e reflexão sobre os temas do momento, como liderança, empreendedorismo</em>, comunicação, desenvolvimento humano e inovação.</p>
<p>Num mundo onde liderar pessoas e organizações significa saber antecipar, inspirar e criar impacto, mesmo perante os desafios mais complexos, o THE LEADERS vem criar este espaço que proporciona o ambiente ideal para um encontro dedicado à partilha de conhecimento, ao networking, e ao desenvolvimento de novas oportunidades de negócio.</p>
<p>Este evento pioneiro aposta num formato diferenciado, alternando apresentações individuais com Business Talks, promovendo uma conversa próxima entre oradores e participantes. A ideia não é focar-se apenas em histórias de sucesso, mas criar um espaço para refletir sobre todos os caminhos possíveis que permitam construir organizações sólidas e competitivas.</p>
<p>O palco será partilhado por líderes com muitas experiências diversificadas e, é essa proposta, que permitirá cruzar diferentes visões sobre o futuro dos negócios, reforçando a importância da colaboração entre setores e da partilha de conhecimento com vista ao crescimento sustentável dos negócios.</p>
<p><strong>Um programa rico em vozes influentes</strong></p>
<p>A primeira edição do THE LEADERS conta com um programa rico e diversificado com líderes e especialistas, conhecidos do tecido empresarial português, que partilham experiências reais sobre inovação, estratégia e crescimento.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-192604 alignright" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-960x640.jpg" alt="" width="362" height="242" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06649-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" /></p>
<p>Na área da gestão e do desenvolvimento empresarial, sobe a palco <strong>Élia Gonçalves</strong>, economista e fundadora da Formalnumbers e da DAFRAGA; <strong>Luís Costa</strong>, fundador da Artbel Cosmo; e <strong>Verónica Milhazes</strong>, cofundadora do Grupo Inova. Neste segmento, vão debater temas como estratégia, crescimento sustentável, inovação, liderança e desenvolvimento de negócios.</p>
<p>A área da saúde, estética e bem-estar vai estar representada pela <strong>Ana Santarelli</strong>, uma referência em Estética Regenerativa e que tem vindo a investir muito na formação, na inovação e no desenvolvimento de metodologias próprias.</p>
<p>Ao palco juntam-se também <strong>Adriana Cruz,</strong> <strong>Cecília Paredes, Isabel Correia, Susana Silva e Rafael Santos</strong>, nomes que têm sido fundamentais para elevar a fasquia da qualidade, especialização e diferenciação nestes setores.</p>
<p>Neste evento, a comunicação e o desenvolvimento humano assumem igualmente um papel central. O painel conta com a participação de <strong>Joana Bastos</strong>, uma conceituada empresária e criadora digital, especialista em comunicação, empreendedorismo e posicionamento pessoal. O programa inclui ainda intervenções de <strong>Dra. Juliana Rita</strong>, especialista em comportamento humano, e de <strong>Rita Mendes</strong>, apresentadora, DJ e empreendedora, dois percursos que ilustram a arte da adaptação e da construção de marcas pessoais diferenciadoras.</p>
<p>Apresentado por Guilherme Neves, Magda Pimenta, Miguel Cardoso, Marta Lima e Rita Mendes, o programa conta ainda com o estudo de caso <strong>&#8220;Fama &amp; Fofoca: quando o conteúdo deixa de ser publicidade e passa a construir marcas&#8221;</strong>, sobre a evolução da comunicação editorial e a criação de valor para as marcas.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="wp-image-192605 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-960x640.jpg" alt="" width="363" height="242" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-960x640.jpg 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-1920x1280.jpg 1920w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-768x512.jpg 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-1536x1024.jpg 1536w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-2048x1365.jpg 2048w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-1200x800.jpg 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/DSC06645-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 363px) 100vw, 363px" />Os parceiros que elevam a experiência do evento</strong></p>
<p>Os parceiros do THE LEADERS, fundamentais para o sucesso do evento, incluem nomes como <strong>Healsi,</strong> que garante a hidratação oficial, a <strong>Red Carpet Wines</strong> que se ocupa dos vinhos nos momentos de <em>networking</em>, e a <strong>Chocolate com Pimenta</strong> que vai adocicar pausas com os seus chocolates personalizados. A esta edição junta-se ainda a histórica <strong>Ach. Brito</strong> com os seus produtos e as <strong>Padarias Requinte</strong>, reforçando o valor do trabalho conjunto entre marcas que apostam no empreendedorismo e na inovação.</p>
<p>Acompanhem na próxima quinta.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este artigo foi produzido em parceria com a Sala 13.</span></p>
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		<title>As tecnológicas portuguesas já não competem apenas por salários</title>
		<link>https://www.forbespt.com/as-tecnologicas-portuguesas-ja-nao-competem-apenas-por-salarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 12:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Forward]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal tem uma das maiores percentagens de graduados em ciência, tecnologia e engenharia da Europa, mas continua a viver sob a sombra da chamada “fuga de cérebros”. A questão, porém, já não é apenas saber como atrair talento jovem altamente qualificado, mas como criar condições para que esse talento queira construir o seu futuro no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal tem uma das maiores percentagens de graduados em ciência, tecnologia e engenharia da Europa, mas continua a viver sob a sombra da chamada “fuga de cérebros”. A questão, porém, já não é apenas saber como atrair talento jovem altamente qualificado, mas como criar condições para que esse talento queira construir o seu futuro no país.</p>
<p>No mais recente episódio do <em>Forbes Forward</em>, Marta Vilar, Head of Talent Development da GMV, sustenta que Portugal ainda vai a tempo de inverter esta tendência. Para isso, empresas e mercado precisam de assumir uma mudança de paradigma: deixar de olhar para o talento como um recurso a reter e começar a encará-lo como um parceiro que escolhe, todos os dias, onde quer trabalhar.</p>
<p><strong>Oiça o episódio completo aqui:<br />
</strong><iframe loading="lazy" src="https://creators.spotify.com/pod/profile/forbes-forward/embed/episodes/As-tecnolgicas-portuguesas-j-no-competem-apenas-por-salrios-e3ml3ci/a-acpr2q7" width="400px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com a GMV. </span></p>
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		<title>Quando a precisão do golfe encontra a inovação da mobilidade premium</title>
		<link>https://www.forbespt.com/quando-a-precisao-do-golfe-encontra-a-inovacao-da-mobilidade-premium/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja aqui a entrevista completa: </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Veja aqui a entrevista completa: </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/cb-lt5MCnLU?si=l3vngIr5ZyVidl0i" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>O Futuro do Agronegócio na Lusofonia</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-futuro-do-agronegocio-na-lusofonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroconnect]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como pode a lusofonia afirmar-se como um dos grandes polos do agronegócio mundial? Neste episódio do AgroConnect – Agricultura do Futuro, Assunção Cristas, Nelma Fernandes e Francisco Ferreira dos Santos debatem as oportunidades de investimento nos países de língua portuguesa, com destaque para o potencial agrícola de África, os desafios da infraestrutura, da tecnologia, da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)">
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="548" data-end="1109" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Como pode a lusofonia afirmar-se como um dos grandes polos do agronegócio mundial? Neste episódio do <em data-start="666" data-end="703">AgroConnect – Agricultura do Futuro</em>, Assunção Cristas, Nelma Fernandes e Francisco Ferreira dos Santos debatem as oportunidades de investimento nos países de língua portuguesa, com destaque para o potencial agrícola de África, os desafios da infraestrutura, da tecnologia, da segurança jurídica e da soberania alimentar. Uma conversa sobre cooperação, inovação e as condições necessárias para transformar recursos em crescimento sustentável.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>Veja o episódio completo aqui: </strong><br />
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		<item>
		<title>Esta taça junta golfe, economia e negócios</title>
		<link>https://www.forbespt.com/esta-taca-junta-golfe-economia-e-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O drive perfeito aconteceu, e, com ele, nasceu a 1.ª Taça Professor Francisco Pereira de Moura. Um evento inédito criado entre o Clube de Golfe dos Economistas e a Ordem dos Economistas, que pretende tornar-se num marco no calendário do mundo empresarial português. No dia 31 de outubro, a Quinta do Peru, em Sesimbra, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O drive perfeito aconteceu, e, com ele, nasceu a 1.ª Taça Professor Francisco Pereira de Moura. Um evento inédito criado entre o Clube de Golfe dos Economistas e a Ordem dos Economistas, que pretende tornar-se num marco no calendário do mundo empresarial português. No dia 31 de outubro, a Quinta do Peru, em Sesimbra, é palco deste evento, o qual conta já com a confirmação de equipas de prestígio, como a Turkish Airlines, a LG, a Ordem dos Economistas, a Link to Leaders e os melhores classificados do Clube de Golfe dos Economistas. A Forbes Portugal junta-se, também, a este evento, com a sua equipa que entrará em jogo.</p>
<p><strong>Tome nota!</strong></p>
<p>A 1ª Taça Professor Francisco Pereira de Moura decorre no dia 31 de outubro, na Quinta do Peru, em Sesimbra.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-192062 aligncenter" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-6.png" alt="" width="574" height="359" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-6.png 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-6-768x480.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-6-600x375.png 600w" sizes="auto, (max-width: 574px) 100vw, 574px" />Homenagem com peso histórico</strong></p>
<p>Francisco Pereira de Moura foi uma das figuras mais influentes do ensino da economia em Portugal, tendo formado uma vasta geração de gestores e líderes nacionais. Foi fundador da ciência económica em Portugal e influenciou as ideias desenvolvimentistas e de abertura económica à Europa que se afirmaram nas décadas de 60 e 70, e que acabaram por se materializar nos Planos de Fomento. Agora, para lhe prestar a devida homenagem, a Ordem dos Economistas lançou a sugestão de atribuir o seu nome a este torneio, como um ato de memória. Desta forma, enquanto honra quem construiu as bases do pensamento económico português, cria, também, novas pontes entre os seus herdeiros intelectuais e o tecido empresarial contemporâneo.</p>
<p><strong>As equipas</strong></p>
<p>PRO-AM, assim será o formato do primeiro evento da Taça Professor Francisco Pereira de Moura. O que na prática significa que o torneio combina jogadores amadores e profissionais numa mesma equipa, criando um ambiente que tem tanto de descontraído como de competitivo. Deste modo, cada empresa pode inscrever uma equipa composta por três jogadores amadores que a representam; já o jogador profissional, proveniente da PGA Portugal (a associação de jogadores profissionais de Golf de Portugal), que se juntará a cada equipa será escolhido por sorteio. Ao todo, podem competir até 25 equipas, o que garante não apenas exclusividade, mas também a qualidade das interações. Afinal de contas, esta taça, mais do que uma competição desportiva, é uma oportunidade estratégica de ligação entre profissionais e empresas, num ecossistema onde o golfe, a economia e as influências se cruzam de forma natural.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-192066 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-2.png" alt="" width="402" height="251" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-2.png 960w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-2-768x480.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Design-sem-nome-1-2-600x375.png 600w" sizes="auto, (max-width: 402px) 100vw, 402px" />Não joga golfe? Também há lugar para si!</strong></p>
<p>Caso não jogue golfe, mas queira participar neste torneio, também é possível. Na Taça Professor Francisco Pereira de Moura, haverá uma Clínica de Golfe para os não-iniciados, a qual lhes permite descobrir a modalidade e juntarem-se, no final, ao almoço de entrega de prémios.</p>
<p><strong>Desporto e networking</strong></p>
<p>Num percurso de 18 buracos, com vistas deslumbrantes para a Serra da Arrábida, o golfe tem a mais-valia de proporcionar conversas de qualquer tipo. Por isso, é também uma boa forma de promover o networking entre decisores, fortalecendo relações e até podendo explorar sinergias de negócio. Para as empresas participantes, este torneio representa uma oportunidade concreta de ativação de marca, com visibilidade junto de um público qualificado de economistas, empresários e profissionais de topo, tornando a presença das empresas como que um posicionamento estratégico.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com Ordem dos Economistas.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O bem-estar dos colaboradores pode determinar o futuro de uma empresa</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-bem-estar-dos-colaboradores-pode-determinar-o-futuro-de-uma-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 14:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Captar e reter talento é um dos grandes desafios das empresas e, sobretudo desde a pandemia, a saúde mental é um tema relevante. Nos últimos anos, episódios de burnout e outras manifestações graves de desgaste emocional ou intelectual têm impactado negativamente o desempenho de equipas e, por consequência, das próprias organizações. Na verdade, a rotatividade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Captar e reter talento é um dos grandes desafios das empresas e, sobretudo desde a pandemia, a saúde mental é um tema relevante. Nos últimos anos, episódios de burnout e outras manifestações graves de desgaste emocional ou intelectual têm impactado negativamente o desempenho de equipas e, por consequência, das próprias organizações. Na verdade, a rotatividade dos recursos humanos, a falta de compromisso que leva ao presenteísmo (estar presente, mas não envolvido nem produtivo) e o próprio absentismo, prejudicam seriamente toda a dinâmica de uma empresa. Hoje, os gestores de talento não têm dúvidas: o bem-estar é um indicador de resiliência organizacional e, por isso, passou a ser um pilar estratégico.</p>
<p><strong>O que é, hoje,</strong><strong> um benefício corporativo</strong></p>
<p>Durante muitos anos, ter um carro “da empresa” ou um seguro de saúde era considerado como uma promoção muito valiosa e nas primeiras décadas do século atual, uma mesa de ping-pong ou um piano atraíam pelo glamour e pela sensação de modernidade que provocavam. Hoje, as gerações de colaboradores que chegam ou já estão no mercado — basicamente gen Z e millenials — querem mais. Um automóvel diz pouco face às novas formas de transporte que, na realidade, dispensam a posse do carro. Estas pessoas querem tempo, reconhecimento, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e, principalmente, qualidade de vida. Escusado será lembrar que a expetativa de vida é cada vez mais elevada e a manutenção da saúde, principalmente através da boa alimentação e da atividade física, é um requisito óbvio. Para as novas gerações, não faz sentido descuidar da saúde. E é por isso que as empresas de sucesso têm vindo a evoluir para se tornarem Wellness Companies.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-191946 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-723x960.png" alt="" width="318" height="422" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-723x960.png 723w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-768x1019.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-1157x1536.png 1157w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-1200x1593.png 1200w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1-600x796.png 600w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/urbspr_httpss.mj_.run-OizF5PJZ4k_MOOD__ART_DIRECTION_Intimate__d61fdc3d-896d-48c2-a056-2ac53d49e7f8_1-1.png 1365w" sizes="auto, (max-width: 318px) 100vw, 318px" />Bem-estar e produtividade</strong></p>
<p>Nunca como hoje se falou tanto na felicidade no trabalho. Existem rankings, prémios, distinções que revelam as empresas onde todos querem estar. Estudos realizados por entidades especializadas, como o People Engagement Survey, realizado desde 2016 pela CEGOC com coordenação científica do ISCTE Executive Education, levam a afirmar, com segurança, que o bem-estar está longe de ser um luxo e, pelo contrário, é um imperativo para as empresas que se querem manter competitivas e resilientes. As lideranças de Recursos Humanos empenham-se em apresentar soluções flexíveis e completas às suas pessoas, reforçando que a felicidade dos colaboradores é uma prioridade da cultura e do ADN da empresa. Identificam-se, inclusivamente, como gestores de talento ou de felicidade organizacional. E porquê? Porque pessoas felizes trabalham melhor, empenham-se mais, envolvem-se verdadeiramente e até podem custar menos.</p>
<p><strong>As soluções já existem</strong></p>
<p>A boa notícia é que assegurar a felicidade dos colaboradores é possível quando se encontra o parceiro certo. Propostas como a do Urban Sports Club, a Wellhub Company, por exemplo, oferecem tudo o que se pode esperar de um benefício corporativo nos nossos dias: trata-se de uma plataforma de bem-estar corporativo que concede acesso flexível a milhares de atividades de fitness, wellness e saúde através de uma única subscrição. Nascida na Alemanha, está presente em vários mercados europeus cujos utilizadores usufruem de modalidades como ginásio, yoga, natação, pilates ou escalada, adaptando-se às suas preferências e estilo de vida. A sua missão é promover hábitos saudáveis e tornar o bem-estar mais acessível. Tem grande foco no B2B e a vantagem que oferece às empresas é permitir a sua evolução real enquanto Wellness Company com ganhos diretos na sua capacidade de captar e reter talento. E se, à primeira vista, criar um programa de bem-estar pode parecer simples, o facto é que estes só funcionam quando há adesão real. Ao oferecer desde o desporto físico até ao suporte digital em saúde mental, nutrição e sono, a plataforma permite que cada colaborador personalize a sua jornada e possa pô-la em prática onde estiver e quando quiser.</p>
<p><strong>Não agir tem o seu preço</strong></p>
<p>Muitos gestores de pessoas têm a clara noção desta necessidade, mas hesitam antes de tomar medidas. Mas dar início ao processo de transformação dos benefícios corporativos é muito mais simples do que se pode pensar. E convém lembrar que o bem-estar estratégico não é um custo mas um investimento inteligente no futuro das organizações. As empresas que pretendam dar este passo podem conhecer melhor a oferta corporativa do Urban Sports Club e descobrir como apoiar as suas equipas de forma mais flexível e personalizada em https://corporate.urbansportsclub.com/pt</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este artigo foi produzido em parceria com a Urban Sports Club.</span></p>
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		<title>Liberdade Para Brilhar</title>
		<link>https://www.forbespt.com/liberdade-para-brilhar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há quem viva para os holofotes. E há quem nunca os procure, mas acabe inevitavelmente por os atrair. As presenças mais marcantes raramente fazem esforço para se destacar. Limitam-se a aparecer, e de repente tudo à sua volta parece ganhar uma nova luz. Sabe aquele instante em que alguém chega e, sem esforço, muda a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem viva para os holofotes. E há quem nunca os procure, mas acabe inevitavelmente por os atrair. As presenças mais marcantes raramente fazem esforço para se destacar. Limitam-se a aparecer, e de repente tudo à sua volta parece ganhar uma nova luz. Sabe aquele instante em que alguém chega e, sem esforço, muda a energia de um lugar? É exatamente essa sensação que o novo firefly traz para a cidade. Um elétrico compacto, mas com uma personalidade difícil de ignorar. Daqueles que dão nas vistas sem querer dar nas vistas. Apresentado como “o novo cool kid”, o firefly ainda agora chegou e já faz virar cabeças no trânsito.</p>
<p><strong>Inspirado na natureza</strong></p>
<p>Os pirilampos (em inglês, firefly) são pequenos milagres de eficiência que conseguem gerar luz sem dissipar calor, representando a otimização pura da energia. Foi esta premissa de “iluminar de modo inteligente” que orientou as equipas de engenharia e design no desenvolvimento deste modelo. Coroado Carro Urbano do Ano 2026 pelos World Car Awards, o firefly vem provar que a mobilidade urbana 100% elétrica pode ser premium, conectada e emocional, sem deixar de ser acessível.</p>
<p><strong>Design cativante</strong></p>
<p>A identidade visual afasta-se do convencional, preferindo uma fluidez contínua inspirada numa forma oval que funde estética com responsabilidade ambiental. Os faróis em trio, à frente e atrás, conferem-lhe uma assinatura luminosa inconfundível, que se conjuga com as opções de cor da carroçaria, em cinco tons sofisticados que vão do lavanda ao mármore. Os painéis interiores e os estofos concebidos a partir de poliéster reciclado criam uma atmosfera de luxo sustentável, reforçada pelo teto panorâmico nas versões Comfort.</p>
<p><strong>Tecnologia com alma</strong></p>
<p>O habitáculo é um casulo confortável onde brilha o LUMO, um simpático assistente de IA que interage connosco como se fosse o co-piloto perfeito. O ambiente digital é reforçado pelo sistema Aster, que garante conectividade e atualizações remotas (OTA). A experiência sensorial atinge o auge na versão Comfort, graças aos bancos elétricos, ventilados e com massagem, iluminação de 256 cores, áudio imersivo Dolby Atmos com 14 colunas e um inovador sistema de fragrância Luminescent Glow.</p>
<p><strong>Performance e segurança</strong></p>
<p>Desenvolvido sobre uma plataforma elétrica de última geração, o firefly oferece uma autonomia até 470 km (WLTP) e consumos de 9.5 kWh/100 km em ciclo urbano. O motor de 105 kW permite alcançar os 100 km/h em 8,1 segundos e até a bateria dispõe de recarga relâmpago, podendo passar dos 10% aos 80% de capacidade em apenas 29 minutos (DC).</p>
<p>Equipado com sete airbags e 24 sistemas de condução assistida, não admira que o “novo cool kid” alcance “5 Estrelas” nos testes Euro NCAP e nota máxima na proteção de adultos (38.8/40). Com preços competitivos a arrancar nos 30.900€ (Select) e 32.490€ (Comfort), apoiados por uma garantia de oito anos para a bateria, o firefly chega à cidade para reclamar o lugar de protagonista e mostrar que o futuro urbano é brilhante e inteligente. Conheça também as campanhas atualmente em vigor em fireflyportugal.pt.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com a firefly Portugal.</span></p>
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		<title>Alimentação consciente: e se começarmos pelo desejo?</title>
		<link>https://www.forbespt.com/alimentacao-consciente-e-se-comecarmos-pelo-desejo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comer de forma saudável foi durante muitos anos uma aritmética de restrições. Sem açúcar, menos gordura, zero prazer. A palavra dieta vinha muitas vezes associada a uma linguagem técnica, embalagens pouco inspiradoras e uma certa ideia de renúncia. Mas será que a alimentação saudável só pode existir num registo paralelo ao do desejo, ou seja, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comer de forma saudável foi durante muitos anos uma aritmética de restrições. Sem açúcar, menos gordura, zero prazer. A palavra dieta vinha muitas vezes associada a uma linguagem técnica, embalagens pouco inspiradoras e uma certa ideia de renúncia. Mas será que a alimentação saudável só pode existir num registo paralelo ao do desejo, ou seja, necessária mas raramente sedutora? Nem por isso. À medida que o bem-estar se torna uma dimensão cada vez mais presente nas escolhas de consumo, a alimentação saudável começa a ocupar um novo lugar: deixa de ser apenas funcional e passa a ser também estética, emocional, social e experiencial. Hoje, comer de forma mais consciente não significa necessariamente abdicar do prazer. Pelo contrário. Para uma nova geração de consumidores, sobretudo millennials e Gen Z, saúde, beleza, identidade e experiência já não vivem em territórios separados.</p>
<p>A McKinsey estima que o mercado global de wellness valha cerca de dois biliões de dólares e sublinha que, para as gerações mais jovens, o bem-estar deixou de ser uma compra ocasional para passar a ser uma prática diária, personalizada e integrada. no estilo de vida.</p>
<p><strong>Comer primeiro com os olhos</strong></p>
<p>“As pessoas sabem, hoje, o que lhes faz bem. O verdadeiro desafio está em criar desejo e motivação para que escolham esse caminho.” A frase é de Clara Gonçalves, fundadora do Club Lemonade, e resume com precisão o problema que a marca se propõe resolver. A ideia de que “comemos primeiro com os olhos” pode parecer cliché, mas encontra provas na psicologia do consumidor. Investigadores do National Institute of Genetics identificaram circuitos neurais diretos entre o sistema visual e o centro de alimentação no hipotálamo, mostrando que o cérebro avalia o apelo de um alimento em milissegundos, antes de qualquer decisão consciente. Estudos publicados na ScienceDirect demonstram que apresentações com maior valor estético produzem classificações mais altas em três dimensões simultâneas: perceção visual, olfativa e gustativa.</p>
<p>O design não só embeleza o produto como altera a experiência real de o consumir. É neste âmbito que nasce o Club Lemonade, criado em 2026. “Utilizamos ferramentas normalmente associadas ao branding e à experiência para tornar a alimentação saudável mais apelativa, inspiradora e acessível.” Mais do que uma marca alimentar, o Club Lemonade procura explorar o cruzamento entre alimentação funcional, wellness, lifestyle, design, experiência e comunicação.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-191541 alignleft" src="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1.png" alt="" width="395" height="263" srcset="https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1.png 900w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1-768x512.png 768w, https://www.forbespt.com/wp-content/uploads/2026/07/Club-Lemonade-1-600x400.png 600w" sizes="auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px" />Do cesto de fruta à experiência de marca</strong></p>
<p>O World Economic Forum identificou a saúde e o bem-estar dos colaboradores como uma prioridade crescente para os empregadores até 2030. Ao mesmo tempo, estudos como o “Deloitte Gen Z and Millennial Survey 2024” e o relatório Randstad Work monitor 2025 mostram que estas gerações valorizam modelos de trabalho mais sustentáveis, com maior atenção ao equilíbrio, à saúde mental e ao sen- tido de pertença. A alimentação funcional surge como uma expressão concreta deste movimento. O cesto de fruta na copa deu lugar a uma estratégia. Os colaboradores já não querem opções genericamente “saudáveis”; querem soluções que melhorem o seu desempenho, que se alinhem com os seus valores e que comuniquem, também visualmente, a cultura da empresa onde trabalham. É neste contexto que o Club Lemonade tem sido procurado. “As empresas estão cada vez mais conscientes da importância do bem-estar físico e emocional dos seus colaboradores e procuram formas mais criativas e alinhadas com os valores atuais para promover essa cultura”, explica Clara Gonçalves. A oferta da marca — bebidas funcionais, refeições saudáveis, experiências de food &amp; wellness, catering contemporâneo, ativações e gifting corporativo — é planeada de forma integrada: da seleção de ingredientes ao packaging, é tudo pensado para transformar o momento de consumo numa experiência especial e memorável.</p>
<p><strong>A nova categoria entre função, beleza e significado</strong></p>
<p>A fronteira entre alimentação, wellness, lifestyle e branding está cada vez mais fluida. O consumidor já não pro- cura apenas produtos que resolvam uma necessidade, mas experiências e escolhas que reflitam a forma como quer viver, trabalhar e relacionar-se. “Acreditamos que o futuro da alimentação não será decidido apenas por nutricionistas ou chefs, mas também por designers, criadores de experiências e especialistas em comportamento do consumidor”, afirma Clara Gonçalves.</p>
<p>É essa categoria híbrida que o Club Lemonade procura explorar, onde a alimentação funcional não é comunicada apenas pelo benefício nutricional, mas também pela beleza, criatividade e contexto em que acontece. “Não vemos a comida apenas como nutrição, mas como uma experiência que envolve comportamento, emoção, estética e identidade”, adianta. O desafio pode estar menos em convencer consumidores a escolher melhor por obrigação e mais em criar motivos para que queiram fazê-lo. “A melhor forma de promover hábitos mais saudáveis não é através da imposição, mas através do desejo.” É com esta convicção que o Club Lemonade define o seu papel enquanto criador de uma nova categoria onde saúde, estética, experiência e identidade convergem num mesmo momento. E o desejo, como sempre, é onde tudo começa.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este conteúdo foi produzido em parceria com o Club Lemonade.</span></p>
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		<title>Liderar na nova economia da saúde: sustentabilidade, regulação e o futuro da competitividade</title>
		<link>https://www.forbespt.com/liderar-na-nova-economia-da-saude-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, liderar na Europa implica responder a um novo contrato social entre empresas, cidadãos e reguladores, refletido em instrumentos como a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), que reforça as exigências de transparência e responsabilidade ambiental, social e de governance. Neste enquadramento, afirmar que não há saúde humana sem saúde planetária é mais do que uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, liderar na Europa implica responder a um novo contrato social entre empresas, cidadãos e reguladores, refletido em instrumentos como a Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD), que reforça as exigências de transparência e responsabilidade ambiental, social e de governance. Neste enquadramento, afirmar que não há saúde humana sem saúde planetária é mais do que uma convicção ética: é uma condição de competitividade. A sustentabilidade deixou de ser periférica e passou a integrar o centro da estratégia empresarial.</p>
<p>Na Sanofi, esta visão traduz-se na estratégia AIR — Acesso, Impacto Ambiental e Resiliência — alinhada com os princípios europeus de dupla materialidade ESG. Isto significa avaliar não apenas como os fatores ambientais e sociais afetam o negócio, mas também o impacto da atividade da empresa nos sistemas de saúde, na sociedade e no ambiente.</p>
<p>Este compromisso concretiza-se em metas mensuráveis: desde 2019, reduzimos as emissões em 47%, garantimos que 85% da eletricidade utilizada nos nossos complexos industriais é renovável e diminuímos o consumo de água em 50%. Paralelamente, a integração de princípios de eco-design em novos produtos promove maior eficiência ao longo da cadeia de valor. A transformação é igualmente tecnológica e cultural. A inteligência artificial já permite acelerar o desenvolvimento clínico, tornando a investigação mais eficiente e sustentável. Ao mesmo tempo, novas metodologias industriais ajudam a reduzir desperdícios e consumo energético, demonstrando que sustentabilidade e competitividade são hoje inseparáveis.</p>
<p>Esta evolução é particularmente relevante num setor responsável por cerca de 4,4% das emissões globais de gases com efeito de estufa. Em Portugal, o setor da saúde representa aproximadamente 5,8% das emissões nacionais, assumindo assim um papel central na concretização das metas climáticas do país.</p>
<p>Ao desenvolver medicamentos e vacinas que previnem doenças e evitam hospitalizações, contribuímos não apenas para melhorar a qualidade de vida das pessoas, mas também para reduzir a pressão sobre os recursos do sistema de saúde. A inovação científica e a sustentabilidade reforçam-se mutuamente.</p>
<p>Neste novo contexto, liderar exige antecipar regulação, integrar critérios ESG na tomada de decisão e colaborar ativamente com decisores públicos, parceiros e sociedade civil. O futuro da saúde construir-se-á precisamente nesse equilíbrio: inovação com impacto clínico, económico, social e ambiental.</p>
<p><span style="font-size: 10pt;">Este artigo foi produzido em parceria com a Sanofi. </span></p>
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		<title>O agronegócio precisa de mais investimento para acelerar o crescimento</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-agronegocio-precisa-de-mais-investimento-para-acelerar-o-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forbes Lab &#124; Conteúdo Patrocinado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroconnect]]></category>
		<category><![CDATA[Forbes LAB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num contexto em que o acesso ao capital é determinante para a competitividade do setor agroalimentar, o AgroConnect – Agricultura do Futuro reúne especialistas de Portugal e de Angola para analisar os desafios e as oportunidades do financiamento do agronegócio. Ao longo deste episódio, os convidados debatem a evolução do investimento, o papel da banca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Num contexto em que o acesso ao capital é determinante para a competitividade do setor agroalimentar, o AgroConnect – Agricultura do Futuro reúne especialistas de Portugal e de Angola para analisar os desafios e as oportunidades do financiamento do agronegócio. Ao longo deste episódio, os convidados debatem a evolução do investimento, o papel da banca e das instituições financeiras e as estratégias necessárias para impulsionar a inovação, aumentar a produtividade e promover um crescimento sustentável nos mercados lusófonos.</p>
<p><strong>Veja aqui o episódio completo: </strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S37gDbfQZR0?si=7udgvSDV-BcjyHn_" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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