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	<title>Brenda Sambo, Author at Forbes Portugal</title>
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	<link>https://www.forbespt.com/author/brenda-cufunazap-co-ao/</link>
	<description>A revista de líderes e de empreendedores com maior impacto no mundo dos negócios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Jul 2021 18:04:16 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Brenda Sambo, Author at Forbes Portugal</title>
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	<item>
		<title>Mudey ambiciona chegar aos  20 mil utilizadores até 2023</title>
		<link>https://www.forbespt.com/mudey-ambiciona-chegar-aos-20-mil-utilizadores-ate-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 18:04:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Teixeira possui uma vasta experiência internacional na área de seguros e, em julho de 2020, em plena pandemia, criou a Mudey, um investimento de 720 mil euros, com recurso a investidores sediados em Portugal, Estados Unidos da América e Brasil. Há um ano no mercado, a plataforma surgiu quando a sua cofundadora, que vivia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Teixeira possui uma vasta experiência internacional na área de seguros e, em julho de 2020, em plena pandemia, criou a Mudey, um investimento de 720 mil euros, com recurso a investidores sediados em Portugal, Estados Unidos da América e Brasil.</p>
<p>Há um ano no mercado, a plataforma surgiu quando a sua cofundadora, que vivia no Reino Unido, numa viagem de passeio a Portugal, em 2017, sentiu necessidade de comprar um seguro de saúde <em>online</em>, numa plataforma que reunisse a oferta de várias seguradoras.</p>
<p>A plataforma inteligente, além de facilitar a gestão de seguros, permite simular, comprar, comparar e gerir diferentes tipos de produtos oferecidos pelas seguradoras, com autonomia e transparência. Através do uso da inteligência artificial, a <em>insurtech</em> portuguesa torna o processo de compra e gestão de seguros mais fácil, como garante a inventora.</p>
<p>Desde a sua criação, a Mudey tem registado um crescimento positivo. Actualmente, a plataforma pioneira em Portugal conta com 5 mil utilizadores registados e ambiciona chegar aos 20 mil até o ano de 2023, segundo revela Ana Teixeira à FORBES.</p>
<blockquote><p>Para alcançar tal meta, a empreendedora avança que a plataforma vai continuar a disponibilizar mais serviços e funcionalidades aos seus utilizadores. “Pretendemos também afirmar a Mudey como uma referência na área dos seguros no mercado nacional”, aponta.</p></blockquote>
<p>Quanto aos seguros com compra 100% <em>online</em>, a plataforma disponibilizava apenas dois no início, mas tem vindo a aumentar, em média, um novo seguro por mês. Neste momento a Mudey conta com 17 tipos de seguros diferentes que podem ser comprados pela internet, que vão desde o seguro vida proteção, vida crédito habitação, carro, investimento, saúde, casa, dentário, doenças graves, empregada doméstica, acidentes pessoais, bicicleta, trotinete, drones, crianças, família, viagem as atividades desportivas.</p>
<p>No que diz respeito às seguradoras parceiras, Ana refere que o número passou de cinco para onze e que a perspectiva é que cresça, cada vez mais.</p>
<p>“Queremos aumentar o número de seguradoras parceiras para que a oferta apresentada aos nossos utilizadores seja diversificada e cada vez mais ajustada às suas necessidades, para que possam estar sempre bem seguros, a um preço justo”, justifica.</p>
<p>Ana Teixeira garante que vai continuar a apostar no “carácter irreverente da Mudey, que utiliza uma linguagem simples e facilmente compreensível pelos consumidores”, desmistificando a ideia de que comprar um seguro é um processo burocrático, complexo e moroso. A entrada para o mercado internacional também faz parte dos planos da empreendedora</p>
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		<title>Lisboa é a 83.ª mais cara para expatriados</title>
		<link>https://www.forbespt.com/lisboa-e-a-83-a-mais-cara-para-expatriados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 13:06:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Mercer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o estudo Mercer,  sobre o Custo de vida das cidades 2021, Lisboa, é a única cidade portuguesa a entrar nos 209 lugares do ranking, subiu 23 posições face a 2020 e passa a ser a 83.ª cidade mais cara para expatriados. No que toca às cidades que fazem parte do grupo de Portugal no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o estudo Mercer,  sobre o Custo de vida das cidades 2021, Lisboa, é a única cidade portuguesa a entrar nos 209 lugares do ranking, subiu 23 posições face a 2020 e passa a ser a 83.ª cidade mais cara para expatriados.</p>
<p>No que toca às cidades que fazem parte do grupo de Portugal no campeonato europeu de futebol, que está a decorrer, Lisboa situa-se à frente de Budapeste (162) na Hungria, mas atrás de Paris (33) e Munique, na Alemanha (52)&#8221;.</p>
<p>Relativamente à análise às cidades 55 europeias do ranking, Lisboa situa-se no meio da tabela na 24.ª posição. No estudo da Mercer à que à FORBES Teve acesso indica também que, Ashgabat é a cidade mais cara para expatriados, empurrando Hong Kong para o segundo lugar.</p>
<p>Já a cidade de Beirute ficou em terceiro lugar, subindo 42 posições no ranking face ao ano passado, como resultado de uma grave e extensa depressão económica, devido à escalada de várias crises &#8211; a maior crise financeira do país, a covid-19 e a explosão do Porto de Beirute em 2020.</p>
<p><strong>As mais baratas </strong></p>
<p>Entre  as cidades mais baratas do mundo, constam a cidade de Tbilissi, Geórgia, (207), Lusaka, Zâmbia (208) e Bishkek, Quirguistão, classificada como a cidade menos dispendiosa, em 209º lugar.</p>
<p>Segundo o estudo Mercer “Custo de vida das cidades 2021”, a pandemia modificou o ranking, com os países a continuarem afetados pela crise económica, instabilidade política e a emergência sanitária causada pela covid-19, originando também disrupções que obrigam empresas a reavaliar a sua abordagem à mobilidade.</p>
<p>O estudo inclui mais de 400 cidades em todo o mundo, refletindo o ranking deste ano, dados de 209 cidades em cinco continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada local, incluindo habitação, transporte, alimentação, vestuário, bens domésticos e entretenimento.</p>
<p>&#8220;O custo de vida sempre foi um fator importante no planeamento internacional da mobilidade, mas a pandemia trouxe toda uma nova camada de complexidade, bem como implicações a longo prazo relacionadas com a saúde e segurança dos colaboradores, políticas de trabalho remoto e flexibilidade, entre outras considerações&#8221;, diz o business leader de career da Mercer,Tiago Borges.</p>
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		<item>
		<title>As 10 profissões mais bem pagas em Portugal</title>
		<link>https://www.forbespt.com/estas-sao-as-10-profissoes-mais-bem-pagas-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 15:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Profissionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 colocou o setor da saúde no centro de todas as prioridades, nomeadamente com a crescente procura de profissionais competentes e capazes de fazer frente às dificuldades e desafios acrescidos. Atualmente não só médicos e enfermeiros são “fortemente” procurados, mas também profissionais altamente qualificados e com as habilidades necessárias para dirigirem as instituições deste [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pandemia da Covid-19 colocou o setor da saúde no centro de todas as prioridades, nomeadamente com a crescente procura de profissionais competentes e capazes de fazer frente às dificuldades e desafios acrescidos.</p>
<p>Atualmente não só médicos e enfermeiros são “fortemente” procurados, mas também profissionais altamente qualificados e com as <em>habilidades</em> necessárias para dirigirem as instituições deste setor são fundamentais. E, neste momento, são mesmo os profissionais com as remunerações mais elevadas.</p>
<p>Um diretor-geral na área da saúde, por exemplo, recebe entre 120.000 e 150.000 euros brutos por ano, ou seja, entre 8.571 e 10.714 euros brutos por mês, o que faz destes profissionais os mais bem pagos.</p>
<p>A informação consta de um levantamento das dez profissões mais bem pagas do país, fornecido pelo ManpowerGroup à pessoas na qual  à FORBES teve acesso.</p>
<p>O setor da tecnologia é o mais representado na lista das dez profissões mais bem pagas, podendo chegar até aos 120 mil euros brutos anuais.</p>
<p>O segundo lugar do pódio pertence à função de <em>chiefinformation</em> <em>officer</em> (CIO), ou seja, o responsável pela área de tecnologia da informação da empresa, sendo, normalmente, a pessoa com mais experiência desse departamento.</p>
<p>Um CIO, de acordo com o levantamento da ManpowerGroup ganha entre 95.000 e 120.000 euros brutos anuais, o que corresponde a 6.785 e 8.571 euros mensais.</p>
<p>“Entre as várias funções, faz a ponte entre a direção da empresa e a equipa de colaboradores da área da informática. Por esse motivo, além de formação em tecnologia da informação, precisa de ter também conhecimentos de estratégia, liderança e gestão, o que torna esta função muito especializada”, justifica o <em>managing</em> <em>director</em> da Experis, consultora de recursos humanos do grupo Manpower, Pedro Amorim.</p>
<p>Na lista, consta também  o diretor de centro de serviços partilhados, “um modelo que tem vindo a ser cada vez mais adotado em Portugal”. salienta Pedro Amorim.</p>
<p>O centro de serviços partilhados caracteriza-se pela concentração da gestão de serviços não estratégicos numa única unidade organizacional e é uma opção escolhida por grandes grupos económicos nacionais e internacionais.</p>
<p>Um diretor de centro de serviços partilhados ganha anualmente entre 90.000 e 110.000 euros brutos, ou seja, entre 6.428 e 7.857 euros ao final de cada mês.</p>
<p>O ManpowerGroup integra, ainda, na lista profissionais como e  <em>commerce</em> <em>manager</em>, <em>cibersecurity specialist</em>, SAP <em>consultant, big data specialist, software engineer,</em> <em>machine learning specialist</em> e<em> digital marketeer, </em>evidenciando uma clara tendência do setor tecnológico como um dos que paga melhor.</p>
<p><strong>TOP </strong><strong>10 </strong><strong>das </strong><strong>profissões mais bem pagas em Portugal</strong></p>
<ol>
<li>Diretor-geral na área da saúde (120.000 a 150.000 euros brutos anuais)</li>
<li>CIO (95.000 a 120.000 euros brutos anuais)</li>
<li>Diretor de Centro de Serviços Partilhados (90.000 a 110.000 euros brutos anuais)</li>
<li>E-commerce Manager (50.000 a 75.000 euros brutos anuais)</li>
<li>Cibersecurity Specialist (45.000 a 60.000 euros brutos anuais)</li>
<li>SAP Consultant (+ 50.000 euros brutos anuais)</li>
<li>Big Data Specialist (30.000 a 50.000 euros brutos anuais)</li>
<li>Software Engineer (+ 45.000 euros brutos anuais</li>
<li>Digital Marketeer (35.000 a 45.000 euros brutos anuais)</li>
<li>Machine Learning Specialist (+ 40.000 euros brutos anuais)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>“O meu desafio é levar a GoContact para outras geografias”</title>
		<link>https://www.forbespt.com/o-meu-desafio-e-levar-a-gocontact-para-outras-geografias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 07:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 20 anos de experiência em funções de liderança em mercados competitivos, Miguel Noronha, assumiu em Março do ano em curso o cargo de vice-presidente executivo da GoContact, empresa especializada em soluções integradas de Contact Center baseadas na Cloud. O gestor entrou para a GoContact e assumiu o desafio de assegurar a coordenação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 20 anos de experiência em funções de liderança em mercados competitivos, Miguel Noronha, assumiu em Março do ano em curso o cargo de vice-presidente executivo da GoContact, empresa especializada em soluções integradas de Contact Center baseadas na Cloud.</p>
<p>O gestor entrou para a GoContact e assumiu o desafio de assegurar a coordenação comercial de todo o mercado internacional, com realce para o espanhol e da América Latina, onde a empresa já marca presença. Outro “grande” desafio passa ainda por planear o crescimento internacional, com foco numa rede de parceiros estratégicos e parcerias locais.</p>
<p>“O aliciante desafio que me foi oferecido é levar a GoContact para outras geografias tornando-a verdadeiramente uma empresa global”, diz Miguel Noronha à FORBES. De acordo com o responsável, o objectivo para 2021 é abrir também operação em mercados como o do Brasil e da América Latina, concretamente no México, Colômbia, Chile, Peru, sem perder o foco no europeu.</p>
<p>“Estou neste momento a construir a equipa para a entrada nesses mercados. Em 2022 será a altura de entrar para o mercado norte-americano”, avança.</p>
<p>Licenciado em engenharia informática pelo Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa (IST), Miguel Noronha  tem uma pós-graduação e MBA em gestão pela Universidade Católica.</p>
<p>Iniciou a carreira empresarial na área de serviços profissionais tendo sido gestor de projecto e director da unidade de serviços. Antes de abraçar o seu novo desafio, exerceu as mesmas funções na Altitude Software – empresa de tecnologias de informação, dedicada à criação de produtos e soluções para <em>c</em><em>ontact </em><em>c</em><em>enters</em>.</p>
<p>Na Altitude Software foi responsável pela gestão das unidades da América do Norte, UK, Portugal e Global Accounts. Foi ainda membro da comissão executiva da empresa, tendo assumido, em 2011, a responsabilidade comercial da região do Sudoeste da Europa, integrada por países com a Grécia, Itália, Chipre e Malta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Foco na rapidez ameaça inovação, dizem líderes</title>
		<link>https://www.forbespt.com/foco-na-rapidez-ameaca-inovacao-dizem-lideres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2021 09:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Técnica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “dívida técnica” conceito utilizado no desenvolvimento de software que reflete o custo implícito de escolher um caminho mais rápido e fácil, mas limitado em detrimento da solução ideal e mais completa, é apontada como a principal ameaça no desenvolvimento de muitas empresas. Conforme indica o recente inquérito global que envolve cerca de 500 líderes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A “dívida técnica” conceito utilizado no desenvolvimento de software que reflete o custo implícito de escolher um caminho mais rápido e fácil, mas limitado em detrimento da solução ideal e mais completa, é apontada como a principal ameaça no desenvolvimento de muitas empresas.</p>
<p>Conforme indica o recente inquérito global que envolve cerca de 500 líderes tecnológicos, 69% dos líderes inqueridos identificam a “dívida técnica” como a principal ameaça para a capacidade de inovação das empresas. O relatório conclui que as grandes empresas gastam em média 41% do seu orçamento de Tecnologia da Informação (TI) em “dívida técnica” enquanto que as pequenas organizações gastam 27%.</p>
<p>De acordo com o mesmo relatório, 64% dos líderes concordam que a “dívida técnica” vai continuar a ter um impacto relevante no futuro enquanto que 61% dos líderes refere que a dívida em causa prejudica o desempenho da sua empresa.</p>
<p>Face ao cenário difícil que as empresas atravessam, o relatório destaca os desafios que as empresas enfrentam enquanto se confrontam com muitas causas da ‘dívida técnica’, incluindo a pressão para responder a prazos, mudanças constantes no mercado e tecnologia desatualizada.</p>
<p>O fundador e CEO da OutSystem, Paulo Rosado, explica que a combinação do código antigo com a nova geração de apps mobile, aplicações stack e a disseminação de SaaS está a roubar recursos, tempo e a capacidade para inovar às organizações.</p>
<p>O relatório prova por outra que a “dívida técnica” vai continuar a crescer, requerendo uma nova abordagem para ultrapassá-la e inovar à velocidade e escala necessária para obter uma verdadeira vantagem competitiva.</p>
<p>“À medida que as empresas se esforçam para se reconstruírem após os desafios do último ano, a “dívida técnica” tem emergido como um dos principais bloqueios para a inovação e recuperação, especialmente em empresas focadas no crescimento”, afirma Paulo Rosado, num comunicado enviado à FORBES.</p>
<p>“A dívida técnica pode ser particularmente cara na indústria dos serviços financeiros, onde as empresas prosperam na sua capacidade de inovar enquanto disponibilizam serviços rápidos e de confiança”, explica Izak Joubert, CTO do Grupo JTC.</p>
<p>Denominado “Ameaça Crescente da Dívida Técnica”, o inquérito global foi realizado pela empresa do mercado de plataformas para o desenvolvimento rápido de aplicações, Outsystems e envolveu vários países da europa, entre eles Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Arrendamento e venda de imóveis rende 97 milhões de euros à Engel &#038; Völkers</title>
		<link>https://www.forbespt.com/arrendamento-e-venda-de-imoveis-rende-97-milhoes-de-euros-a-engel-volkers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2021 22:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 44 anos de experiência no mercado imobiliário, a Engel &#38; Völkers iniciou a sua atividade através da Engel &#38; Cie, vendendo imóveis para investidores alemães em Hamburgo. Pouco depois, juntou-se a Christian Völkers, dando origem a sua atual denominação. Com o andar do tempo a empresa foi crescendo e atingiu a liderança na mediação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com 44 anos de experiência no mercado imobiliário, a Engel &amp; Völkers iniciou a sua atividade através da Engel &amp; Cie, vendendo imóveis para investidores alemães em Hamburgo. Pouco depois, juntou-se a Christian Völkers, dando origem a sua atual denominação. Com o andar do tempo a empresa foi crescendo e atingiu a liderança na mediação de propriedades de luxo, iates e aeronaves executivas.</p>
<p>Em 2003, a multinacional alemã começou a operar em Portugal, inicialmente com apenas uma agência, contando hoje com uma rede de agências de Norte a Sul do país e um Market Center em Lisboa.</p>
<p>Apesar do período pandémico, a imobiliária alemã conseguiu manter a sua trajetória de crescimento em 2020, tendo obtido uma faturação de cerca de 97 milhões de euros em Portugal, com a venda e arrendamento de habitações, sendo este o segundo melhor ano de sempre da Engel &amp; Völkers em Portugal.</p>
<p>A   <em>head of operations &amp; expansion</em> na Engel &amp; Völkers Espanha, Portugal e Andorra, Constanza Maya, disse em exclusivo à FORBES que, no ano passado, a empresa comercializou 258 casas, uma média de 20 propriedades vendidas por mês. Entretanto, em comunicado, a empresa refere que na região do Grande Porto os bairros Foz e Nevogilde, Aldoar e Miragaia, Vitória, São Nicolau e Sé são os mais caros e também os mais procurados por investidores nacionais e estrangeiros.</p>
<p>Constanza Maya considera que Lisboa, enquanto a capital de investimento, é a região em que os projetos imobiliários mantêm a maior tendência, enquanto o Porto a que apresenta os preços mais baixos, face a capital lusa, e também tida como a cidade mais segura, registando um dos maiores aumentos em termos de percentagem de unidades vendidas.</p>
<p>A responsável olha para o sector do imobiliário de forma positiva, por, na sua ótica, mostrar uma forte estrutura basilar capaz de responder aos novos desafios. “A pandemia travou a tendência de subida das transações de compra e venda no mercado de luxo, mas ao mesmo tempo criou um maior dinamismo no mercado de arrendamento”, explica.</p>
<p><strong>Franceses são os que mais investem </strong></p>
<p>Quanto ao clientes estrangeiros,  os que mais investem na cidade do Porto são maioritariamente franceses, especialmente em habitações na zona histórica da urbe, através da reabilitação de casas.</p>
<p>Já os clientes brasileiros procuram por propriedades localizadas na zona costeira do Porto, Matosinhos e Gaia, ao passo que os investidores ingleses investem mais na zona da Foz e baixa do Porto.</p>
<p>Constanza Maya diz acreditar que mesmo com as limitações de circulação, os investidores internacionais vão continuar a apostar em Portugal, por ser um país que tem mostrado, ano após ano, ser um dos melhores mercados ao nível do imobiliário, daí que os preços dos imóveis não registaram grandes quebras, mesmo com a pandemia, ao contrário de outras cidades da Europa.</p>
<p>“Há em Portugal fortes projetos imobiliários em curso, o setor da construção nunca parou, o que abre oportunidades à nossa oferta”, garante a head of operations &amp; expansion na Engel &amp; Völkers Espanha, Portugal e Andorra.</p>
<p>A empresa pretende continuar a crescer, por isso, tem planos para continuar a se expandir na zona centro do país, em Évora e eventualmente chegar às ilhas. A Engel &amp; Völkers vai igualmente continuar a apostar na inovação, de forma a conseguir através de soluções digitais, estar um passo à frente das necessidades deste ofício e agilizar toda a dinâmica do trabalho remoto, seja no que toca a reuniões de equipa, quer nas visitas virtuais.</p>
<p>The post <a href="https://www.forbespt.com/arrendamento-e-venda-de-imoveis-rende-97-milhoes-de-euros-a-engel-volkers/">Arrendamento e venda de imóveis rende 97 milhões de euros à Engel &#038; Völkers</a> appeared first on <a href="https://www.forbespt.com">Forbes Portugal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Taylor’s lança novo produto no mercado</title>
		<link>https://www.forbespt.com/taylors-lanca-novo-produto-no-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 17:26:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Taylor’s,  uma das mais antigas casas que se dedica ao comércio e à produção exclusiva de Vinho do Porto, apresentou no mercado português o seu primeiro tónico em lata, denominado Taylor&#8217;s Chip Dry. Com o novo produto a Taylor’s espera comercializar um total de 2 milhões de latas, ainda este ano, tal como revelou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Taylor’s,  uma das mais antigas casas que se dedica ao comércio e à produção exclusiva de Vinho do Porto, apresentou no mercado português o seu primeiro tónico em lata, denominado Taylor&#8217;s Chip Dry.</p>
<p>Com o novo produto a Taylor’s espera comercializar um total de 2 milhões de latas, ainda este ano, tal como revelou em exclusivo à FORBES a relações-públicas da empresa, Ana Margarida Morgado.</p>
<p>A bebida,  disponível em lata de 250 ml, junta ao vinho  um ingrediente-chave para compor a receita original: água tónica seca e especial, produzida em exclusivo pela Taylor&#8217;s. A criação do Porto Tónico, que resulta de uma parceria entre a Taylor’s e o Instituto do Vinho do Douro e do Porto (IVDP), surge depois de dois anos de trabalho.</p>
<p>Ana Margarida Morgado afirma que a postura da Taylor’s, desde 1692, tem sido de constantes inovações, e sempre no sector do vinho do Porto. “Somos reconhecidos pelo nosso pioneirismo em várias áreas do vinho do Porto, seja na viticultura, na enologia, no desenvolvimento de novos vinhos do Porto, pois somos praticamente sempre a locomotiva da inovação no setor do vinho do Porto”, frisou.</p>
<p>Sem avançar o valor do investimento, a responsável disse apenas que o mesmo se insere num “significativo valor destinado à investigação e desenvolvimento” que a empresa tem anualmente.</p>
<p>A Taylor’s está presente em 103 mercados. O Reino Unido e os Estados Unidos da América estão entre os países prioridades para o lançamento do primeiro Porto Tónico em lata<strong>.</strong></p>
<p>O objetivo principal, apontou Ana Margarida, é mostrar que o vinho do Porto não só é excecional como é muito versátil e tem de se aproximar dos consumidores, fazendo cair as barreiras que limitam o seu consumo.</p>
<p>“Esta é uma inovação muito significativa para o sector do vinho do Porto, que é muito regulamentado”, disse tendo acrescentado, “estamos convictos que esta é mais uma ferramenta para fazer chegar o Vinho do Porto a uma maior base de consumidores, que a partir daqui entrará neste magnifico e diversificado universo”.</p>
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		<title>Portugal Ventures quer escalar negócios</title>
		<link>https://www.forbespt.com/portugal-ventures-quer-escalar-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jun 2021 22:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a conclusão dos programas de ideação, aceleração e inovação aberta, muitos projetos ainda encontram dificuldades de financiamento para fazer escalar os seus negócios. Atenta a esta lacuna no mercado, a Portugal Ventures, empresa do grupo Banco Português de Fomento (BPF), lançou a Call FIT&#8211; Fostering Innovation in Tourism e a Call for Deep Tech. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após a conclusão dos programas de ideação, aceleração e inovação aberta, muitos projetos ainda encontram dificuldades de financiamento para fazer escalar os seus negócios. Atenta a esta lacuna no mercado, a Portugal Ventures, empresa do grupo Banco Português de Fomento (BPF), lançou a <em>Call FIT</em><em>&#8211;</em><em> Fostering Innovation in Tourism</em><em> e a Call for Deep Tech<strong>.</strong></em></p>
<p>A<em> “Call FIT” serve </em>para investir nos projetos finalistas dos programas que demonstrem ter potencial para contribuir para o desenvolvimento da oferta turística do país, aumentar a competitividade das empresas nele inseridas, para melhorar a experiência do turista e também aumentar o seu grau de satisfação.</p>
<p>Já a <em>C</em><em>all for Deep Tech</em> destina-se a projetos de I&amp;D assentes em ciência ou tecnologia, com foco nas áreas de <em>Fintech</em> e Identidade Digital, onde os <em>tickets</em> de investimento se situam entre os 250 mil e 1 milhão de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado à FORBES, o vice-presidente da Portugal Ventures, Rui Ferreira, diz ser fundamental manter a aposta no empreendedorismo, na procura por soluções inovadoras e disruptivas que tenham uma ambição global, e que contribuam, não só para a criação de empregos qualificados, mas também para projetar internacionalmente uma imagem de “um Portugal inovador e com capacidade para fazer parte da mudança que o mundo precisa”.</p>
<p>A empresa refere no documento que as candidaturas para a primeira <em>Call FIT – Fostering Innovation in Tourism</em>, criada em parceria com o Turismo de Portugal e com o Centro de Inovação do Turismo (Nest), estão abertas desde o dia 1 de junho, devendo encerrar a 8 de outubro.</p>
<p>Entretanto, as inscrições para a segunda chamada, a <em>Call for Deep Tech</em>, criada em parceria com a Imprensa Nacional Casa da Moeda, que iniciaram igualmente no dia 1 de junho, terminam a 27 do mês em curso. Outra novidade da <em>Call For Deep</em> é que a mesma foi lançada com duas soluções que podem ser direcionadas, quer para clientes empresariais, quer para consumidores finais.</p>
<p>Desde 2019, a Portugal Ventures já investiu em empresas como a Bag4days, Classihy, Sailside e Wide Ocean Retreat.</p>
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		<title>Plataforma de eventos com nova versão no mercado</title>
		<link>https://www.forbespt.com/plataforma-de-eventos-com-nova-versao-no-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 09:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Forbes Life]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com vista a acompanhar a transformação digital, a beamian – plataforma de gestão de eventos que permite a migração entre eventos virtuais e híbridos, desenvolveu e lançou recentemente no mercado a “beamian 2.0”, um site que integra novas funcionalidades. Com um novo layout, a beamian 2.0 permite que os organizadores e expositores, através da customização [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com vista a acompanhar a transformação digital, a beamian – plataforma de gestão de eventos que permite a migração entre eventos virtuais e híbridos, desenvolveu e lançou recentemente no mercado a “beamian 2.0”, um <em>site</em> que integra novas funcionalidades.</p>
<p>Com um novo <em>layout</em>, a beamian 2.0 permite que os organizadores e expositores, através da customização dos seus conteúdos, possam reproduzir a identidade visual da marca, tornando a experiência de visualização mais inclusiva, intuitiva e envolvente a audiências remotas.</p>
<p>A ideia, que surgiu de forma sustentável para alavancar o presente e perspetivar o futuro, pretende assumir-se como um marco no período de adaptação à mudança e, essencialmente, de progresso da beamian, segundo o seu CEO, Sérgio Pinto.</p>
<p>Em exclusivo à FORBES, o cofundador da plataforma reforça que a plataforma <em>all-in-one</em> da beamian, que integra soluções para audiências presenciais e virtuais, oferece agora mais opções de customização para marcas expositoras, maior usabilidade para organizadores e uma experiência de visualização mais atrativa para audiências remotas.</p>
<p>“Enquanto <em>player</em> disruptivo, a empresa tem a responsabilidade de encontrar novos caminhos no espaço tecnológico do mundo dos eventos”, sublinha.</p>
<p>Para além das novas opções para dar destaque a patrocinadores, a empresa desenvolveu também um <em>marketplace</em>, ou seja, uma montra de produtos para eventos B2B e uma interface pública que permite espreitar para dentro do evento, mesmo antes deste ter início, e sem pedir aos participantes que partilhem os seus dados numa primeira instância.</p>
<p>Não estando ainda previstas funcionalidades de <em>e</em><em>-commerce</em>, a nova plataforma apresenta-se também como um <em>showcase</em> dos produtos e ofertas do expositor, para que cada participante possa aceder a páginas de produto específicas, através de uma montra virtual.</p>
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		<title>Askblue prevê crescimento de 19% este ano</title>
		<link>https://www.forbespt.com/askblue-preve-crescimento-de-19-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Brenda Sambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 21:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do contexto pandémico, a empresa de consultoria tecnológica e de negócios, AsKblue prevê atingir um crescimento no seu volume de negócios na ordem dos 19%, para 16 milhões de euros ainda este ano, segundo antecipa à FORBES, o seu CEO, Pedro Nicolau. Em 2020, a consultora conseguiu um crescimento de 25%, para 13,5 milhões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do contexto pandémico, a empresa de consultoria tecnológica e de negócios, AsKblue prevê atingir um crescimento no seu volume de negócios na ordem dos 19%, para 16 milhões de euros ainda este ano, segundo antecipa à FORBES, o seu CEO, Pedro Nicolau.</p>
<p>Em 2020, a consultora conseguiu um crescimento de 25%, para 13,5 milhões de euros, face a 2019, ano em que se cifrou nos 10,8 milhões de euros. A consultora refere que a área de operações foi a que maior ascensão registou no ano passado, assim como o mercado internacional, que cresceu cerca de 30%, contribuindo, “de forma decisiva”, para o desempenho global.</p>
<blockquote><p>Fora os resultados, a equipa da Askblue também cresceu para dar apoio ao aumento de projectos, tendo passado de 330 colaboradores, no final do ano passado, para 350 este ano e espera-se que continue a contratar.</p></blockquote>
<p>Para o CEO da Askblue, os resultados atingidos em 2020 refletem a aposta estratégica, assente numa metodologia de desenvolvimento ágil, na manutenção aplicacional, no modelo <em>nearshore</em> e no conhecimento profundo dos setores de atuação, do financeiro à indústria, serviços e utilities, entre outros.</p>
<p>“O fato de termos apostado desde muito cedo no desenvolvimento desta estratégia, permitiu-nos minimizar o impacto na atividade resultante da pandemia, mas também nos proporcionou novas oportunidades de crescimento no desenvolvimento de soluções para os clientes, num modelo <em>nearshore</em>”, indica.</p>
<p>Frisou ainda que a empresa pretende continuar a desenvolver os atuais mercados internacionais, bem como entrar em novas geografias. “Queremos continuar a entregar aos nossos clientes projetos de excelência, com crescente complexidade e críticos para o negócio, suportando assim a suas iniciativas de transformação digital”, afirmou o gestor.</p>
<p>Adicionalmente, sublinhou Pedro Nicolau, o crescimento internacional continuará a ser um dos <em>drivers</em> da estratégia da Askblue, permitindo acelerar a presença da consultora nos mercados identificados como prioritários, nomeadamente da América do Norte e do Noroeste europeu.</p>
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