Audiências da WNBA disparam enquanto a controvérsia sobre atletas transgénero persiste

As audiências da WNBA dispararam nas últimas cinco semanas, numa altura em que a liga se encontra no centro de uma onda de indignação, em grande parte alimentada por figuras da direita, devido à possível inclusão de atletas transgénero na liga desportiva feminina. A WNBA registou uma audiência de 2,5 milhões de espetadores ou mais…
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A audiência dos jogos das Indiana Fever disparou desde que Sophie Cunningham gerou uma controvérsia sobre atletas transgénero.
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As audiências da WNBA dispararam nas últimas cinco semanas, numa altura em que a liga se encontra no centro de uma onda de indignação, em grande parte alimentada por figuras da direita, devido à possível inclusão de atletas transgénero na liga desportiva feminina.

A WNBA registou uma audiência de 2,5 milhões de espetadores ou mais pela quinta semana consecutiva na semana passada, segundo os dados mais recentes da Nielsen, quando 2,56 milhões de pessoas assistiram ao jogo entre Indiana Fever e Chicago Sky na ABC.

Pelo menos um jogo de basquetebol feminino atingiu os 2,5 milhões de espetadores todas as semanas desde 12 de julho — quatro jogos das Indiana Fever e o All Stars da WNBA, a 25 de julho, segundo a Nielsen. No geral, a audiência dos jogos da época regular da WNBA registou um aumento de 15% em relação ao ano passado.

O recente aumento no número de espetadores dos jogos de Indiana coincide quase na perfeição com o início de uma controvérsia sobre atletas transgéneros que se tornou viral, desencadeada inicialmente por comentários da estrela das Fever, Sophie Cunningham, que incluíram um apelo — elogiado pela Casa Branca — para “proteger” as mulheres nos balneários.

Os comentários suscitaram uma onda de reações contrárias e de apoio por parte de vários grupos e deram início a uma campanha contra a WNBA por parte de figuras da direita e de ex-atletas da NBA, incluindo o fundador da Outkick, Clay Travis, Enes Canter Freedom e Royce White.

Texto original aqui. Artigo traduzido e editado por Rita Meireles

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