Face a este cenário, é inevitável a queda de vendas que, nem mesmo as compras online, consegue travar. Reinventar negócios terá de ser a chave para continuar a fazer parte das escolhas do novo consumidor, o verdadeiro dono disto tudo. “Na Centromarca fizemos um exercício para perceber o impacto no consumidor e em tudo aquilo que está a interferir com o mercado. Uma das conclusões é que foi a saúde quem nos colocou nesta crise e será também a saúde que nos vai tirar daqui. A
velocidade de como isto vai acontecer vai depender muito de como a própria saúde irá dar resposta ao mercado. Isto porque se as pessoas se sentirem um pouco mais confiantes em termos de situação sanitária, seguramente tudo o resto irá entrar numa progressiva normalidade. A saúde é ponto no meio de isto tudo. A vida não vai recuperar a normalidade enquanto não for descoberto algo que funcione como um tratamento efetivo, seja uma vacina ou outra coisa qualquer. Até lá vamos viver durante meses numa normalidade relativa, em que, as pessoas não têm o mesmo grau de mobilidade e liberdade. Neste período houve uma parte substancial do consumo, feito dentro ou fora de casa, que continuou até porque ninguém deixa de comer ou de consumir determinados produtos. Mas há uma parte do mercado que desapareceu. Todo o mercado relacionado com o canal horeca, seja restauração ou hotelaria, está em coma”, avança Pedro Pimentel.
A entrevista completa na sua Forbes Junho/Julho.
“As vendas no digital repõem alguma parte do que se perde, mas não é tudo”

Face a este cenário, é inevitável a queda de vendas que, nem mesmo as compras online, consegue travar. Reinventar negócios terá de ser a chave para continuar a fazer parte das escolhas do novo consumidor, o verdadeiro dono disto tudo. “Na Centromarca fizemos um exercício para perceber o impacto no consumidor e em tudo aquilo…
ebenhack/AP
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