As Mais Poderosas: Inês Rocha, a portuguesa que lidera a IFC na Europa

A revista Forbes Portugal acaba de lançar a lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios, na edição em papel que está agora em banca. O ranking de 2026 está organizado em 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam as 55 mulheres distinguidas. Inês Rocha, 50…
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Inês Rocha, diretora para a Europa da IFC, unidade do Banco Mundial, ocupa a quarta posição da categoria de Banca, Finanças e Investimentos, no ranking de 2026 das Mais Poderosas nos Negócios. A portuense arrecadou, este ano, 72 pontos.
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A revista Forbes Portugal acaba de lançar a lista anual que destaca as mulheres portuguesas Mais Poderosas no mundo dos negócios, na edição em papel que está agora em banca. O ranking de 2026 está organizado em 11 categorias, correspondentes aos vários setores de atividade em que atuam as 55 mulheres distinguidas.

Inês Rocha, 50 anos, ocupa a quarta posição da categoria de Banca, Finanças e Investimentos, categoria liderada pela banqueira Maria Ramos. Com 72 pontos, a gestora portuguesa, que faz carreira internacional no mundo da banca e finanças, entrou este ano na shortlist, composta apenas por cinco nomes em cada categoria.

Com uma avaliação de 77 pontos, a portuguesa Inês Rocha ocupa a quarta posição do ranking da Forbes Portugal. A executiva está atualmente como diretora regional para a Europa da IFC – International Finance Corporation, braço do Banco Mundial para o investimento privado nos mercados emergentes.

A executiva nasceu no Porto, na zona da Foz, numa família de médicos e engenheiros. Enveredou pela Economia, tendo terminado a licenciatura na Faculdade de Economia do Porto, indo então trabalhar para o Banco de Portugal. Foi então estudar para Londres, dois anos depois, tendo passado pela UBS e pelo Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento (BERD), instituição na qual se manteve cerca de 19 anos.

Foi em maio de 2024 que foi nomeada diretora regional para a Europa da IFC – International Finance Corporation, braço do Banco Mundial para o investimento privado nos mercados emergentes. Casada com um italiano, tem dois filhos, e vive atualmente em Paris.

A metodologia aplicada nas avaliações da Forbes Portugal

O ranking das mulheres portuguesas com mais poder nos negócios, dentro e fora de fronteiras, é elaborado com base numa avaliação de centenas de empresas e instituições, das quais são retirados e avaliados mais de 150 nomes de CEO, diretoras-gerais, administradoras, acionistas e empreendedoras.

A avaliação da Forbes Portugal é feita com base em cinco critérios ou dimensões, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado.

A avaliação é feita com base em cinco critérios, pontuados de zero a 20, obtendo-se assim uma pontuação final para cada nome analisado. A Forbes avaliou e pontuou estes nomes pela Fortuna, pessoal ou familiar; pelo Poder de Decisão – se é CEO, presidente do Conselho de Administração, administradora ou acionista -, Poder de Influência, ou seja a sua projeção fora da empresa, seja em programas de responsabilidade social e cívica em que se envolve, seja associações em que participa, artigos que escreve e participação ativa nas redes sociais (sobretudo Linkedin); pela Dimensão do negócio – se são grandes negócios internacionais, em que países estão presentes, qual a área geográfica de ação;  e pelo seu Empreendedorismo, se apenas fez carreira numa área, ou se envolveu na criação de empresa, etc.

Tal como a lista de 2024, também este ano o ranking foi organizado por setores de atividade. Depois de pontuados, os nomes foram organizados por 11 categorias entrando na lista apenas as cinco primeiras de cada categoria. Nas categorias com mais elementos, como a da Banca, Finanças e Investimento e a de Indústria, as duas com mais nomes analisados, ficaram inúmeras mulheres bem pontuados de fora, com pontuações mais elevadas do que as primeiras cinco de outras categorias.

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