As 40 líderes da banca portuguesa que contrariam as estatísticas

Em 1975 as Nações Unidas instituíram o 8 de março como o Dia Internacional das Mulheres. Desde então se tem procurado criar medidas que reduzam a desigualdade de género, para que as mulheres façam ouvir a sua voz no mundo. No entanto, passados 51 anos, o caminho para a equidade ainda parece longo até chegar…
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Os cargos de decisão em Portugal ainda não refletem a equidade de género e o setor da banca reflete a fraca presença feminina na liderança. Ainda assim, a edição de fevereiro/março da Forbes Portugal, que já está nas bancas, identificou as 40 mulheres portuguesas que estão a dar cartas na liderança do setor.
Forbes Women Líderes

Em 1975 as Nações Unidas instituíram o 8 de março como o Dia Internacional das Mulheres. Desde então se tem procurado criar medidas que reduzam a desigualdade de género, para que as mulheres façam ouvir a sua voz no mundo. No entanto, passados 51 anos, o caminho para a equidade ainda parece longo até chegar a bom porto. Em vários setores de atividade o número de mulheres em cargos de liderança continua escasso. É o caso da banca onde a liderança continua a ser feita, sobretudo, no masculino. Em Portugal esta realidade não é exceção estando esta atividade entre os setores com menor paridade de género na gestão e liderança, ainda que mais de metade dos trabalhadores sejam mulheres. Apenas 22% dos cargos de gestão são ocupados por mulheres e apenas 13% estão em funções de liderança.

Ciente desta realidade, a Forbes Portugal fez uma ronda pelas principais instituições bancárias instaladas no mercado português e constatou que a presença feminina faz-se sentir em funções intermédias, em funções de apoio dos conselhos de administração e muitas vezes em cargos sem poder de decisão. Ainda assim, foi possível identificar a lista das 40 mulheres que lideram instituições bancárias em Portugal, de entre as quais escolhemos quatro que protagonizam a capa da edição de fevereiro/março que está agora nas bancas.  São elas, Isabel Guerreiro que desde o passado dia 1 de março passou a ser a primeira mulher a assumir o cargo de CEO do Santander em Portugal. Cristina Rios de Amorim que desde abril de 2024 é vice-presidente do banco BPI, cargo que assumiu após sete anos como administradora não executiva da instituição.

Teresa Fiúza que conta com mais de três décadas de experiência no setor financeiro e que integra o conselho de administração do Banco Português de Fomento como administradora executiva e Chief Investment Officer, no mandato 2025–2027.

E Inês Rocha, que assumiu, em 2024, a direção regional para a Europa da IFC, instituição do Banco Mundial para o investimento privado nos mercados emergentes, e que tem como uma das missões a reconstrução da Ucrânia, procurando apoiar investimento privado na região devastada pela guerra.

Pode ler o artigo completo na edição de fevereiro/março que já está nas bancas.

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