Entre a infância de Patrícia Sampaio e a chegada ao pódio olímpico, há diferenças e semelhanças. No seu primeiro encontro com o judo não ficou totalmente convencida, só mais tarde decidiu dar uma segunda oportunidade e a partir daí não largou a modalidade. Essa já era a mesma Patrícia que em 2024 subiu ao pódio dos Jogos de Paris para receber a medalha de bronze, totalmente dedicada ao desporto que escolheu para a sua vida.
“Desde cedo se tornou normal para mim chegar ao fim do dia e ir para o treino e nos fins de semana ir para os torneios. Apaixonei-me pelos desafios, por lutar com rapazes nos torneios, mudar de cinto e treinar na turma dos mais velhos. Cada vez que subia um degrau, ficava com vontade de subir os próximos”, conta Patrícia à Forbes Portugal.
Com o judo aprendeu tudo sobre resiliência, humildade e ambição. Características que a levaram a vingar no maior palco do desporto mundial. “É o palco que todos os competidores sonham um dia pisar. Representar o nosso país nesse evento é fazer parte de uma baixíssima percentagem que conquista esse sonho. É pertencer à elite mundial”, diz.

Leia o artigo completo na edição de junho/julho 2026 da Forbes Portugal. Nas bancas.





