Tecnologia com propósito: como a IA está a acelerar a sustentabilidade

Durante anos, a sustentabilidade corporativa viveu na periferia das organizações, confinada a relatórios anuais burocráticos e metas abstratas. Era frequentemente tratada como um à parte à operação normal, uma formalidade a cumprir no final de um qualquer projeto. Contudo, na economia moderna, essa abordagem esgotou-se. Hoje, a verdadeira sustentabilidade tem de atuar como o sistema…
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A sustentabilidade nas empresas deixou de ser apenas um conceito associado ao reporte; ela é uma realidade que pode trazer grandes vantagens, sobretudo quando se utilizam as ferramentas certas
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Durante anos, a sustentabilidade corporativa viveu na periferia das organizações, confinada a relatórios anuais burocráticos e metas abstratas. Era frequentemente tratada como um à parte à operação normal, uma formalidade a cumprir no final de um qualquer projeto. Contudo, na economia moderna, essa abordagem esgotou-se. Hoje, a verdadeira sustentabilidade tem de atuar como o sistema nervoso central de uma empresa, processando ações em tempo real. A premissa que dita a sobrevivência corporativa tornou-se irrefutável: o que não se mede com precisão, não se gere com impacto. A sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito associado ao reporte; ela é uma realidade que deve ser levada a sério, para o bem de todos, e que passou a ser considerada estratégica, entrando, inclusive, no núcleo das decisões empresariais. As empresas podem ser tão lucrativas quanto sustentáveis, desde que optem pelas ferramentas certas.

As metas ESG

Dada a urgência climática, as empresas começam também a ter de tratar a sustentabilidade não apenas como algo burocrático, através de relatórios, mas também de forma operacional, isto é, através de medição, em tempo real, das suas ações. Atualmente, as empresas enfrentam um conflito: por um lado, a urgência climática exige ação imediata; por outro, têm acesso a cada vez mais dados fragmentados e grandes quantidades de informação que, de certa forma, acabam por impedir o cumprimento efetivo das metas ESG (Ambientais, Sociais e de Governance). Com a entrada em vigor da Diretiva sobre Relato de Sustentabilidade Corporativa (Corporate Sustainability Disclosure Directive – CSRD) na União Europeia, 2026 foi o ano em que a tolerância para estimativas chegou ao fim. A auditabilidade deixou de ser um mero detalhe técnico para se converter no maior argumento de venda e competitividade business to business (B2B). O mercado de capitais e os stakeholders já não compram intenções; exigem a verdade nos dados.

A solução

É neste cenário de complexidade que a convergência tecnológica surge como a única via para a rentabilidade sustentável. Neste sentido, a Nextbitt desenvolveu uma plataforma em que a inteligência artificial se alia à assetmanagement (gestão de ativos), criando a capacidade de transformar a sustentabilidade de um registo histórico numa força preditiva. Através da inteligência artificial, a plataforma analisa grandes volumes de informação, identificando ineficiências de forma contínua e antecipando falhas antes que estas se tornem emissões. Esta transição para uma gestão preditiva permite o cálculo da pegada carbónica em tempo real e com total auditabilidade. As organizações passam a dispor de dados fiáveis para poderem tomar decisões mais rápidas e informadas, garantindo uma monitorização contínua e um alinhamento rigoroso e inquestionável com os objetivos ESG. De acordo com a consultora tecnológica Gartner, através da adoção de Green Twin Technology (réplicas virtuais 3D de ativos, edifícios ou sistemas, alimentadas por dados em tempo real, focadas em otimizar o desempenho, reduzir o consumo de energia e monitorizar o impacto ambiental), as organizações podem reduzir os seus custos operacionais entre 15% e 20%, ao mesmo tempo que otimizam o consumo energético. Ao unificar a gestão de ativos e a energia numa plataforma inteligente, a Nextbitt cria o motor definitivo para o lucro consciente.

Uma plataforma, o impacto global

Ao contrário de abordagens fragmentadas, esta integração da Nextbitt oferece uma visão holística das operações, suportando decisões mais rápidas, informadas e sustentáveis. Um dos seus principais diferenciadores é a capacidade de calcular a pegada carbónica em tempo real, com total auditabilidade. Tal permite às organizações não só medir, mas agir, com dados fiáveis, monitorização contínua e alinhamento efetivo com objetivos ESG. Num contexto de crescente pressão para reduzir a pegada ambiental, a tecnologia assume um papel decisivo. E a Nextbitt posiciona-se nesta interseção ao integrar Enterprise Asset Management, Energy Management e sustentabilidade numa única plataforma inteligente.

Uma solução com distinção

A recente distinção da Nextbitt nos Forbes Green ESG Awards, na categoria de Geek for Good, é a prova social e o selo de validação desta abordagem inovadora. O reconhecimento reforça que a sustentabilidade operacional não é um fardo, mas sim uma vantagem competitiva da década. Mais do que uma solução tecnológica, a Nextbitt assume o compromisso de transformar dados em decisões, e decisões em impacto global. “Este prémio é mais do que um troféu; é o reconhecimento de que a tecnologia é a ferramenta mais poderosa de que dispomos para enfrentar os atuais desafios ambientais”, explica Miguel Salgueiro, Partner e Chief Business Officer da Nextbitt. “Este reconhecimento reforça a nossa missão de liderar a transformação digital, capacitando as empresas para medir, prever e reduzir o seu impacto ambiental com rigor, escala e inteligência”, adianta. A sustentabilidade não é um destino, é um dado. Descubra como a plataforma Nextbitt está a codificar o futuro das organizações globais.

Este conteúdo foi produzido em parceria com a Nextbitt.

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