Fundada em 2017, a Infinitude é um projeto vínico sediado na Quinta da Azenha, em Colares, que nasce do legado da família Jardim Gonçalves — associada a Jardim Gonçalves — e da tradição vitivinícola dos Osório de Vasconcelos.
Inspirada no legado de Jardim Gonçalves, uma das figuras mais marcantes do panorama empresarial português, Infinitude afirma-se como um dos projetos vínicos emergentes mais dinâmicos em Portugal, após quadruplicar as suas vendas de 4.000 garrafas em 2024 para 16.000 em 2025, sob orientação do enólogo e diretor geral, João Lino. Nos últimos dois anos, o projeto reforçou a sua estrutura, com investimento em equipa, adega, desenvolvimento de gamas e enoturismo.

“A aposta em experiências na Quinta da Azenha, em Colares, tem sido central na estratégia de aproximação ao consumidor, criando uma ligação direta entre a marca, o território e o público. A Infinitude posiciona-se como uma marca premium emergente, dirigida a consumidores exigentes que valorizam autenticidade, sofisticação e origem”, explica João Lino.
Mais do que um projeto vínico, a Infinitude “é a continuidade de um legado familiar ligado à excelência e à construção de valor ao longo de gerações”, enfatizam os seus responsáveis.
Após consolidar a presença em Portugal, a Infinitude inicia agora um novo ciclo de crescimento com os seus responsáveis a colocarem o foco na expansão internacional, apoiada em parcerias e presença em eventos do setor.
“Este projeto nasce de uma base muito sólida — um legado familiar forte e uma visão clara. O crescimento que temos vindo a alcançar confirma que estamos preparados para dar o próximo passo e afirmar a marca além-fronteiras”, afirma o diretor geral da Infinitude. “Num setor altamente competitivo, a Infinitude distingue-se pela sua abordagem contemporânea, ancorada num terroir único e numa narrativa autêntica com um portefólio que inclui referências como Branco, Rosé, Tinto, Semillon, Pinot Noir, Merlot e Legado, bem como a gama Indie e vinhos de Colares com castas históricas como Malvasia e Ramisco”, continua o responsável.
“Estamos preparados para dar o próximo passo”, afirma o diretor geral da Infinitude, João Lino.
“A produção segue princípios de intervenção mínima e viticultura de precisão, garantindo vinhos elegantes, frescos e alinhados com as tendências internacionais, sem perder identidade”, refere João Lino.
O crescimento mantém-se em 2026, com 4.500 garrafas vendidas apenas no primeiro trimestre. Com uma faturação estimada em 150.000 euros em 2025, a marca aponta agora a uma meta ambiciosa de 40.000 garrafas anuais, com os seus responsáveis a destacarem que essa expansão se sustenta na consistência e identidade dos seus vinhos.





