O Fundo Florestas de Portugal, gerido pela Fidelidade SGOIC ganhou novos investidores. A Fidelidade anunciou o reforço de capital do fundo com a entrada da Corticeira Amorim, Jerónimo Martins, Mota-Engil e REN no capital. Com a participação dos novos investidores o Fundo Florestas de Portugal vê reforçado o seu capital para cerca de 12 milhões de euros.
A Fidelidade realça que o interesse crescente de outras entidades de referência “confirma a relevância estratégica do Fundo, prevendo-se que seja possível a entrada de novos investidores até ao final de 2026, reforçando ainda mais a ambição deste projeto nacional dedicado à sustentabilidade florestal”.
De acordo com a Fidelidade, este fundo tem como objetivo alcançar a valorização do capital investido através da gestão ativa dos recursos agroflorestais e dos serviços de ecossistema, incluindo a geração de créditos de carbono de elevada qualidade, que integram as suas propriedades.
O administrador executivo da Fidelidade SGOIC, Manuel Álvares de Calvão, explica que “a criação do Fundo Florestas de Portugal representa uma abordagem distinta na forma como encaramos a gestão sustentável do nosso património florestal”. Manuel Álvares de Calvão detalha que “o Fundo é agora reforçado, atingindo um capital de cerca de 12 milhões de euros, um sinal claro da confiança dos investidores neste projeto e da relevância estratégica deste modelo, que acreditamos poder vir a ser reforçado ao longo do tempo”.
O gestor lembra que o Fundo “nasceu da convicção de que a gestão e recuperação da floresta portuguesa, com a preservação da sua biodiversidade e a promoção de todos os serviços de ecossistema, exige investimento financeiramente sustentável, conhecimento técnico, gestão profissional contínua e uma visão de longo prazo. Ter ao nosso lado parceiros desta dimensão confirma que este é um caminho partilhado e reforça a capacidade de gerar impacto real e duradouro no território.”





