A Costa Boal apresentou as novas colheitas Costa Boal Field Blend Tinto 2023 e Costa Boal Field Blend Branco 2024, vinhos que refletem uma leitura alternativa do Douro, região tradicionalmente associada a perfis estruturados e posicionamento premium. A empresa procura afirmar uma abordagem centrada na frescura, equilíbrio e acessibilidade, alinhada com a evolução dos hábitos de consumo.
Produzidos a partir de vinhas tradicionais de mistura plantadas em altitude, os dois vinhos procuram traduzir uma interpretação contemporânea da região, privilegiando identidade e versatilidade gastronómica. O objetivo passa por responder a consumidores que valorizam autenticidade, mas também consistência e uma relação qualidade-preço competitiva.
O posicionamento é assumido pela própria empresa. António Boal, CEO da Costa Boal, salienta que “com estes dois Field Blend reforçamos a nossa visão de um Douro que respeita a tradição das vinhas antigas, mas que aposta numa abordagem mais fresca, equilibrada e orientada para a mesa. São vinhos pensados para gerar consenso e para acompanhar a evolução dos hábitos de consumo.”
Com um preço de venda ao público recomendado de 6 euros, os novos Field Blend procuram ganhar espaço tanto no consumo diário como na restauração, num contexto em que o mercado demonstra crescente procura por propostas acessíveis sem abdicar de identidade regional.

O Costa Boal Field Blend Tinto 2023 resulta de vinhas localizadas em zonas mais frescas da região, privilegiando a pureza da fruta e uma estrutura mais elegante: “No perfil aromático destacam-se frutos vermelhos frescos, notas florais e um toque especiado subtil. Em boca apresenta textura fina, taninos polidos e acidez vibrante, características que reforçam o seu perfil gastronómico e versátil, pensado para harmonizações com carnes brancas, cozinha mediterrânica e propostas contemporâneas”, refere a produtora.
Já o Costa Boal Field Blend Branco 2024 evidencia o impacto da altitude na construção da frescura natural do vinho: “A amplitude térmica contribui para maturações mais lentas e equilibradas, preservando acidez e expressão aromática. O vinho apresenta notas cítricas, fruta branca fresca e uma componente mineral marcada, revelando-se tenso e preciso em boca, com final prolongado. A proposta posiciona-se como um branco gastronómico, indicado para peixe grelhado, marisco, pratos vegetarianos e cozinha de inspiração atlântica”, comenta a empresa.
Entrada na produção de azeite

Paralelamente ao lançamento dos vinhos, a Costa Boal anunciou também a entrada na produção de azeite, alargando o portefólio a um novo segmento gourmet. O azeite Costa Boal é produzido a partir de oliveiras centenárias localizadas em quintas dos concelhos de Alijó, Murça e Vila Nova de Foz Côa, no Douro.
Obtido das variedades Madural, Verdeal e Cobrançosa, o azeite resulta de azeitonas colhidas na última semana de novembro e submetidas a extração suave a frio e em contínuo, processo que, segundo a empresa, procura preservar o potencial aromático do produto. Nas notas de prova “destacam-se aromas de erva fresca, maçã e banana verde, acompanhados por notas de pimenta preta, casca de noz verde e um ligeiro amargor”, refere a Costa Boal.
A estratégia comercial passa pela presença no mercado nacional e pela expansão para Angola e Brasil, com foco particular na aproximação a chefs e restaurantes de referência, nacionais e internacionais, reforçando o posicionamento premium da marca também no segmento do azeite.





