Bad Bunny consegue papel principal num filme sobre a história de Porto Rico

Semanas após o seu concerto no intervalo do Super Bowl, que celebrou a sua identidade porto-riquenha, o astro da música Bad Bunny juntou-se ao elenco do próximo filme “Porto Rico”, no papel principal, que, segundo consta, será uma produção histórica sobre as origens da ilha. Bad Bunny, cujo nome verdadeiro é Benito Martínez Ocasio, interpretará…
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Bad Bunny vai protagonizar um filme sobre a história colonial de Porto Rico, dirigido e co-escrito pelo rapper Residente. O anúncio surge semanas depois de ele celebrar a sua herança cultural no intervalo do Super Bowl.
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Semanas após o seu concerto no intervalo do Super Bowl, que celebrou a sua identidade porto-riquenha, o astro da música Bad Bunny juntou-se ao elenco do próximo filme “Porto Rico”, no papel principal, que, segundo consta, será uma produção histórica sobre as origens da ilha.

Bad Bunny, cujo nome verdadeiro é Benito Martínez Ocasio, interpretará o papel principal no filme, segundo noticiaram vários meios de comunicação, embora os detalhes exatos do seu papel ainda não sejam claros.

O filme será inspirado na história colonial de Porto Rico, de acordo com o Deadline, que também noticiou anteriormente que o filme iria cobrir a vida do revolucionário porto-riquenho José Maldonado Román, conhecido como Águila Blanca (Águia Branca).

O rapper porto-riquenho Residente está a realizar e escrever o filme ao lado de Alexander Dinelaris, que ganhou um Óscar por escrever “Birdman”, e o realizador de “Birdman”, Alejandro G. Iñárritu, está escalado para ser o produtor executivo.

Outros membros do elenco incluem Javier Bardem, natural de Espanha, e os atores americanos Edward Norton e Viggo Mortensen, com o Deadline a relatar que os seus papéis estarão ligados aos seus respetivos países de origem.

Norton, em comunicado, disse que Residente e Bad Bunny a liderar um filme sobre a história porto-riquenha é como “uma chama a encontrar o cartucho de dinamite que estava à sua espera”.

Texto original aqui. Artigo traduzido e editado por Rita Meireles.

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