A nova linha da frente na defesa financeira das famílias portuguesas

Num contexto económico em que a taxa de esforço das famílias portuguesas aumentou, o acesso ao crédito tornou-se simultaneamente mais necessário e mais difícil. As taxas de juro subiram, os processos digitais das instituições financeiras são cada vez mais automáticos e técnicos, e a comparação entre diferentes ofertas tornou-se uma tarefa que exige mais tempo,…
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Num mercado marcado por taxas elevadas, decisões complexas e maior pressão sobre o rendimento disponível, os intermediários de crédito assumem um papel decisivo na proteção financeira das famílias. A Chanceplus é um dos exemplos de como este sector está a evoluir
Forbes LAB

Num contexto económico em que a taxa de esforço das famílias portuguesas aumentou, o acesso ao crédito tornou-se simultaneamente mais necessário e mais difícil. As taxas de juro subiram, os processos digitais das instituições financeiras são cada vez mais automáticos e técnicos, e a comparação entre diferentes ofertas tornou-se uma tarefa que exige mais tempo, mais literacia financeira e mais experiência. Neste cenário, a figura do intermediário de crédito deixou de ser apenas um facilitador administrativo para se tornar um agente com valor económico e social: alguém que ajuda a interpretar, a negociar e a decidir. O fenómeno não é novo, mas ganhou relevância. As famílias e as pequenas empresas enfrentam hoje decisões financeiras que condicionam décadas, que vão desde o crédito habitação à consolidação de dívidas, da renegociação de contratos ao acesso a alternativas mais sustentáveis. A intermediação surge como um mecanismo de proteção num sector onde a complexidade técnica é muitas vezes um obstáculo à tomada de boas decisões.

A necessidade de um tradutor financeiro
A maior parte dos consumidores não domina a linguagem bancária. Termos como TAEG, LTV, spread, bonificações ou prazos de amortização podem determinar milhares de euros ao longo do contrato – mas nem sempre são compreendidos. Os intermediários de crédito assumem aqui um papel fundamental: traduzem a complexidade, explicam riscos e implicações, comparam propostas e garantem que a decisão é tomada com informação real e transparente. E que é a melhor para cada caso.

A Chanceplus, intermediária de crédito registada no Banco de Portugal, tem centrado o seu trabalho neste ponto: aproxima-se das famílias, explica-lhes o impacto real das simulações e acompanha todo o processo até à decisão final. O que está em causa não é apenas encontrar um crédito; é garantir que o crédito escolhido é sustentável no tempo. Que uma decisão financeira é uma escolha consciente e não uma assinatura rumo ao “logo se vê”.

Crédito habitação: uma decisão para décadas

No caso do crédito habitação, onde um contrato pode atravessar metade da vida ativa de uma família, a necessidade de acompanhamento especializado é evidente. Escolher entre taxa fixa ou variável, compreender os custos associados ao seguro, negociar o spread ou avaliar a possibilidade de transferir o crédito para outra instituição são decisões que exigem análise técnica e visão de longo prazo. E, acima de tudo, conhecimento. Intermediários como a Chanceplus trabalham como parceiros próximos: recolhem documentação, simulam cenários, testam alternativas, identificam poupanças possíveis. A diferença pode traduzir-se na poupança de muitos de euros por mês e numa estabilidade financeira acrescida, num momento em que o orçamento das famílias está mais vulnerável.

Consolidação: estratégia e não último recurso

A consolidação de créditos tem sido, nos últimos anos, uma das soluções mais procuradas pelos portugueses para recuperar folga financeira. Ao juntar vários créditos num único contrato, com uma única prestação mensal, é possível reduzir encargos e simplificar a gestão do orçamento. No entanto, a consolidação não deve ser encarada como uma última saída, mas como uma estratégia de reorganização financeira. É precisamente aqui que o papel do intermediário é mais valioso: analisar a viabilidade da operação, evitar soluções que criem endividamento futuro e garantir que a consolidação reduz o risco – em vez de apenas o adiar. A Chanceplus tem investido em metodologias próprias para estudar cada caso, lembrando que cada família tem necessidades e limites diferentes. No crédito tal como na vida não há uma solução universal.

Num momento económico exigente, em que cada euro conta, o intermediário de crédito emerge como um aliado

Literacia financeira é o elo que faltava

A literacia financeira continua a ser um dos grandes desafios da economia portuguesa. A capacidade de interpretar contratos, perceber custos ocultos ou antecipar riscos não é uniforme entre consumidores, e muitas das decisões de crédito são tomadas com base apenas na prestação mensal, esquecendo-se do custo total do contrato. O intermediário de crédito contribui para colmatar esta lacuna. É um agente pedagógico, que explica, questiona, alerta e acompanha. Ao fazê-lo, não só melhora a qualidade da decisão individual como contribui para um sistema financeiro mais estável, reduzindo incumprimentos e promovendo escolhas sustentáveis. À medida que o mercado financeiro se torna mais automatizado e distante, a procura por um serviço humano, próximo e especializado cresce. O intermediário de crédito devolve ao processo algo essencial: confiança. Confiança na informação, na negociação, na escolha e, sobretudo, na capacidade de construir uma estratégia financeira de longo prazo. A Chanceplus, cujo modelo assenta nessa proximidade e transparência, exemplifica esta nova fase da intermediação: menos burocracia, mais orientação; menos processos opacos, mais clareza; menos decisões solitárias, mais acompanhamento.

Num momento económico exigente, em que cada euro conta, o intermediário de crédito emerge como um aliado estratégico para famílias e empresas. Não substitui o banco, mas complementa-o junto das famílias. E, pelo caminho, ajuda a criar algo raro no sector financeiro: decisões que protegem o presente e solidificam o futuro.

Este conteúdo foi produzido em parceria com a Chanceplus.

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