A Esri Portugal consolidou-se como uma referência nacional em Sistemas de Informação Geográfica (SIG), ao longo de mais de três décadas de atividade. Distribuidora exclusiva da tecnologia ArcGIS em Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, a empresa tem vindo a demonstrar como a inteligência geográfica é hoje um ativo estratégico para organizações públicas e privadas.
O seu percurso espelha a inovação e materializa a capacidade de integrar dados complexos em plataformas que permitem visualizar, analisar e tomar decisões mais informadas. Como sublinha Rui Sabino, CEO da Esri Portugal, “os SIG já não são um nicho, são um sistema empresarial de grande utilidade a todos os setores. São mais de 700 mil organizações que trabalham com esta tecnologia em todo o mundo”. A grande missão da Esri Portugal ao longo de três décadas de existência tem sido, precisamente, mostrar que a geografia é mais do que mapas. “É uma lente que permite compreender padrões sociais, ambientais e económicos”, destaca Rui Sabino, que exemplifica: no seminário GeoHealth, em Torres Vedras, foram vários os especialistas que demonstraram como os SIG podem apoiar a gestão da saúde pública”. A análise de determinantes sociais, climáticos e demográficos, cruzada com dados territoriais, permite identificar áreas prioritárias, otimizar recursos e responder de forma mais eficaz às necessidades da população. “O poder dos SIG está em integrar tudo, em todo o lado. GIS: Integrating Everything, Everywhere não foi apenas o mote do nosso encontro anual, é uma realidade que já está a transformar setores como a saúde, a energia, a mobilidade ou o planeamento urbano”, acrescenta.
Dados que se transformam em conhecimento
Tal como noutras áreas, a integração da inteligência artificial (IA) com ferramentas de SIG como, por exemplo, o ArcGIS, contribui para a automação de processos e para potenciar outras tecnologias. Durante o seu encontro anual de utilizadores, a Esri apresentou casos de sucesso de utilização do ArcGIS com IA para aplicações tão diversas como a criação de gémeos digitais que ajudam a reorganizar as cidades, tornando-as mais inteligentes e sustentáveis, para o apoio a atividades da proteção civil, gestão da orla costeira ou governança territorial. “O nosso objetivo é potenciar pessoas e empresas através dos SIG. A tecnologia tem um poder transformacional que apoia decisões mais conscientes e eficazes, e é isso que nos move: servir uma comunidade cada vez mais extensa e diversa”, sublinhou Rui Sabino.
Com 35 anos de experiência, a Esri Portugal continua a investir em consultoria, formação certificada e inovação tecnológica. A empresa acredita que o futuro passa por uma maior integração entre dados geográficos, IA e plataformas colaborativas. O resultado será um ecossistema digital capaz de responder aos desafios da sustentabilidade, da saúde pública e da competitividade empresarial.
Este artigo foi produzido em parceria com a Esri Portugal.





