Influenciadora italiana Chiara Ferragni foi considerada inocente num caso de fraude que quase acabou com a sua carreira

A influenciadora italiana Chiara Ferragni foi absolvida na passada quarta-feira das acusações de fraude relacionadas com uma parceria comercial beneficente, um escândalo que dizimou os seus negócios e teve um grande impacto negativo na sua imagem pública. Ferragni, de 38 anos, foi considerada inocente de todas as acusações no seu julgamento criminal por fraude agravada,…
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Chiara foi acusada de defraudar os consumidores numa colaboração beneficente de 2022 para vender bolos de Natal da marca "pandoro".
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A influenciadora italiana Chiara Ferragni foi absolvida na passada quarta-feira das acusações de fraude relacionadas com uma parceria comercial beneficente, um escândalo que dizimou os seus negócios e teve um grande impacto negativo na sua imagem pública.

Ferragni, de 38 anos, foi considerada inocente de todas as acusações no seu julgamento criminal por fraude agravada, num tribunal de Milão. A influenciadora, que tem 28 milhões de seguidores no Instagram e é a criadora italiana mais popular globalmente, enfrentava uma pena máxima de cinco anos de prisão.

As alegações contra Ferragni surgiram pela primeira vez em dezembro de 2022, através de uma investigação do jornal italiano Il Mattino, que descobriu que o hospital infantil Regina Margherita, beneficiário pretendido da sua colaboração com a empresa de confeitaria Balocco, não tinha recebido qualquer parte das vendas após uma doação inicial de cerca de 46 mil dólares da Balocco.

Em dezembro de 2023, a autoridade italiana AGCM multou a empresa de influência de Ferragni, TBS Crew, e a sua empresa de moda, Fenice, em mais de um milhão de euros por “práticas comerciais desleais” relacionadas com publicidade enganosa. A primeira de várias sanções civis.

Logo depois, a loja principal da Ferragni em Milão fechou e a receita de ambas as suas empresas caiu mais de 90%.

“É o fim de um pesadelo”, disse Ferragni aos jornalistas que aguardavam do lado de fora do tribunal logo após a leitura do veredicto.

(Com Forbes Internacional/Martina Di Licosa)

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