Em março de 2025 nasceu a Klevie, uma consultora portuguesa criada para repensar a forma como as empresas crescem num mercado em constante aceleração. Ricardo Vasconcelos, CEO, trouxe para o projeto mais de uma década de experiência em marketing digital e liderança de agências, mas foi a observação de um padrão que o inspirou. Muitas consultoras criam estratégias sofisticadas que raramente saem do papel, enquanto as agências executam campanhas isoladas, sem ligação com objetivos estratégicos mais amplos. Entre estes dois mundos, existe uma lacuna que continua a dificultar o crescimento consistente e mensurável das empresas.
Para compreender melhor esta realidade, a equipa da Klevie ouviu dezenas de founders de scale-ups, CEOs e CMOs de empresas nacionais e internacionais. O diagnóstico foi claro, as organizações precisavam de parceiros que pensassem de forma estratégica e que fossem também capazes de transformar planos em resultados concretos. Um desafio com que se confrontam não só startups, mas também empresas com vários anos no mercado, muitas vezes sem metodologias ou estruturas que garantam que decisões estratégicas se traduzem em impacto real.
Para ultrapassar estes obstáculos, a aposta é a metodologia Klevie Growth Engine, que organiza o processo em etapas de análise, planeamento, implementação, escala e aprendizagem contínua. Mais do que uma sequência de passos, trata-se de um enquadramento que permite dar resposta a um cenário global de negócios que evidencia, cada vez mais, a necessidade de repensar consultoria e marketing. A aceleração tecnológica, a transformação digital e a evolução das preferências do consumidor tornam obsoletas práticas que separam pensamento estratégico de ação prática. A questão que se coloca às empresas é, por isso, cada vez mais urgente: como crescer de forma ágil, consistente e mensurável num mercado em permanente mudança? A Klevie oferece uma resposta concreta, provando que é possível transformar planos em impacto real e criar, a partir de Portugal para o mundo, uma nova geração de growth consulting que olha para o futuro do crescimento empresarial com método, rigor e inovação.
O que acontece quando se junta a visão de uma consultora ao ritmo de uma equipa de marketing que sabe executar?
Quando a visão consultiva se encontra com a capacidade real de execução, o crescimento deixa de ser irregular e passa a ganhar direção. Este pensamento separa decisões estratégicas de ações reativas e evita que equipas dispersem energia em iniciativas desnecessárias. Mas a visão, sozinha, não é suficiente para gerar resultados. A execução disciplinada dá vida ao plano, converte prioridades em ação, conecta a estratégia a tarefas concretas e ajusta o percurso à medida que o mercado exige. Com métricas claras e cadência, cria estabilidade para que o crescimento se mantenha. Quando estas dimensões se juntam, a empresa funciona como um organismo coerente. É aqui que nasce a vantagem competitiva, quando os negócios pensam com profundidade e avançam com precisão, sem perder tempo ou tração. É isto que acontece quando visão e execução deixam de viver em silos e operam como um único sistema.
O que muda quando a estratégia deixa de ser um plano no papel e passa a impulsionar resultados reais e mensuráveis?
Quando a estratégia deixa de viver apenas num documento e passa a ser aplicada ao ritmo do negócio, tudo ganha uma nova dimensão. A estratégia deixa de ser uma promessa abstrata e transforma-se num sistema que orienta decisões, prioridades e ações diárias. Deixa de ser uma ideia distante para se tornar o filtro que separa o que importa do que apenas consome energia. No terreno, a estratégia dá contexto às ações, ritmo às operações e direção à performance. Permite medir progresso e ajustar sem perder rumo, criando antecipação. E, acima de tudo, traz previsibilidade. Resultados deixam de depender de tentativas isoladas e surgem de forma consistente e mensurável. A estratégia cumpre o seu propósito ao orientar, alinhar e criar impacto real.
O modelo de consultoria atual ainda responde às exigências de um mercado em permanente aceleração?
O mercado mudou depressa demais para que os modelos tradicionais conseguissem acompanhar. A velocidade com que surgem novos canais, novas tecnologias e novas pressões competitivas criou um fosso entre aquilo que as empresas realmente precisam e aquilo que muitas consultoras continuam a entregar.
Durante anos, a consultoria funcionou numa distância confortável, observava, analisava e recomendava. Mas essa distância tornou-se um problema. As empresas recebiam planos rigorosos, mas ficavam sozinhas na parte mais difícil, transformar estratégia em execução. Quando o ritmo acelera e as equipas vivem numa sobrecarga constante, um plano sem implementação não passa de intenção estagnada.
Este conteúdo foi produzido em parceria com a Klevie.





