CIP antecipa crescimento das exportações em 2026 e estabilização da procura interna

A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) estima que a economia portuguesa entre em 2026 com perspetivas favoráveis, suportadas pelo dinamismo registado no final de 2025 e pela melhoria dos indicadores de clima e sentimento económicos. De acordo com o Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de dezembro de 2025, divulgado esta quinta-feira, as exportações deverão crescer…
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A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) prevê que a economia portuguesa mantenha um desempenho positivo em 2026, com crescimento das exportações, recuperação da procura externa líquida e uma trajetória de normalização da procura interna.
Economia

A Confederação Empresarial de Portugal (CIP) estima que a economia portuguesa entre em 2026 com perspetivas favoráveis, suportadas pelo dinamismo registado no final de 2025 e pela melhoria dos indicadores de clima e sentimento económicos. De acordo com o Barómetro de Conjuntura Económica CIP/ISEG de dezembro de 2025, divulgado esta quinta-feira, as exportações deverão crescer no próximo ano, enquanto a procura interna deverá estabilizar após um período de maior expansão.

Segundo o barómetro, em 2026 a economia nacional deverá manter a trajetória das principais componentes da procura interna, ao mesmo tempo que se perspetiva “uma recuperação da procura externa líquida suportada na recuperação das exportações e na moderação do crescimento das importações”. Ainda assim, o documento sublinha que o contexto internacional continua marcado por um grau relevante de incerteza.

Rafael Alves Rocha, diretor-geral da CIP, afirma que “há boas perspetivas de um desempenho positivo da economia portuguesa, suportada pelo registo globalmente positivo dos indicadores de atividade e pela evolução favorável dos indicadores de clima e sentimento económicos”. O responsável acrescenta que se antecipa “uma trajetória de normalização da procura interna assente no reforço do investimento e no retorno do consumo privado a níveis mais moderados”.

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